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MOTOS - MÁRIO PATRÃO ENTRE OS MELHORES NA BAJA PORTALEGRE

Quinta, 31 Outubro 2019 17:21 | Actualizado em Quarta, 05 Agosto 2020 03:25

Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno / Road to Dakar

Baja Portalegre 500

24 a 26 de outubro

Mário Patrão entre os melhores na Baja Portalegre 500

Preparando-se ativamente para o Dakar 2020 que se vai disputar na Arábia Saudita, Mário Patrão disputou, no passado fim de semana, a 33ª edição da Baja Portalegre.  Foi um regresso pontual do piloto apoiado pelo CRÉDITO AGRÍCOLA às provas do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno / Road to Dakar onde já tantas vezes se sagrou campeão. Este ano esteve, uma vez mais, entre os mais rápidos e terminou a prova na 7ª posição sendo ainda o 4º da Classe TT2.

 

O piloto apoiado pela BAHCO disputou a mítica prova alentejana, que já venceu por seis vezes, aos comandos de uma KTM Rally, começando por ser oitavo no prólogo e terminando o primeiro dia de corrida na 10ª posição, depois de disputar um troço cronometrado de 69,3km. Para o último dia de prova, o piloto do LUSÍADAS SAÚDE enfrentou os exigentes 344 km do derradeiro setor cronometrado, apostado em melhorar a sua classificação tendo cumprido esse objetivo.

 

Para o piloto também patrocinado pela CÂMARA MUNICIPAL DE SEIA, Mário Patrão, piloto de Seia, que entre setembro e outubro já disputou quatro provas, duas das quais internacionais: “este ano, devido à queda no Dakar não pude disputar o CNTT, mas não podia faltar a Portalegre. Esta prova é emblemática por tudo o que a caracteriza. Iniciamos o prólogo com algum grau de segurança. A mota tinha chegado cá a Portugal dois dias antes. Já tinha andado com ela em Marrocos, em deserto. Portalegre é completamente diferente. No primeiro dia o piso estava bastante escorregadio e era muito técnico, o que dificulta dada esta mota de maior peso, mas correu tudo bem, sem percalços. Para o segundo dia arrancámos com os depósitos totalmente cheios, a mota muito mais pesada para fazer mais de 200 km até parar na ZA3. Optei por andar o mais rápido possível para esta mota, à qual ainda me estou a habituar. No Panafrica fui com a mota antiga, no Rali de Marrocos com a nova e ao chegar a Portugal voltei a correr com a antiga e agora novamente com a nova. Acaba por não haver um período de adaptação em continuo, mas considero que o objetivo foi cumprido. Estava focado em testar, andar com a mota o maior número de quilómetros possível, contribuir para um bom espetáculo para o púbico em Portalegre e dar um bom retorno aos patrocinadores e, nesse aspeto, creio que a meta foi alcançada. Penso que estamos no caminho certo. Vamos continuar porque ainda temos dois meses e meio de trabalho pela frente para chegar ao final do ano no melhor nível possível”, revela Mário Patrão.

 


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