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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2018 - A HAAS NO GP DOS ESTADOS UNIDOS

Segunda, 22 Outubro 2018 17:45 | Actualizado em Segunda, 03 Agosto 2020 02:45

De Regresso à América

A Haas F1 Team Regressa a Casa para o Grande Prémio dos Estados Unidos da América

 

A América adora desporto e o outono traz consigo uma cornucópia de acção que vai de costa a costa, atravessando montanhas, tendo lugar sob um céu imenso. Enquanto as rivalidades de futebol americano entre universidades são o centro da atenção no sábado, no domingo os adeptos tem a oportunidade de seguir a NFL, o início dos playoffs da MLB e o princípio das temporadas da NBA e da NHL, mas o desporto automóvel estará também acção.

 

A cultura automóvel tem sido, e continua a ser, o forno da fábrica da América. E quando a disciplina de automobilismo mais sofisticada e mais avançada tecnologicamente chegar a solo norte-americano, as pessoas vão dar conta.

 

Aproximadamente duzentos e sessenta mil adeptos marcarão presença no Circuit of the Americas (COTA), em Austin, Texas, entre os dias 19 e 21 de Outubro, quando se realizará o Grande Prémio dos Estados Unidos da América. Isto é três vezes mais a capacidade do AT&T Stadium que alberga a equipa americana, Dallas Cowboys. Será a sétima vez que a pista será o palco de um Grande Prémio de Fórmula 1, mas apenas a terceira vez que os adeptos poderão apoiar a equipa local.

 

A Haas F1 Team é a única equipa americana a competir na Fórmula 1. A equipa sediada em Kannapolis, Carolina do Norte, debutou em 2016 e tem vindo a evoluir consistentemente cada temporada, tendo marcado vinte e nove pontos na sua época inaugural, subindo para quarenta e sete o ano passado. Ainda com quatro corridas por realizar do calendário de vinte e uma deste ano, a Haas F1 Team está no quinto lugar do Campeonato de Construtores com oitenta e quatro pontos, olhando com o interesse para o quarto lugar da Renault.

 

O construtor francês está apenas oito pontos à frente da Haas F1 Team e, apesar de a França ser o primeiro aliado da América, não existe um Tratado da Aliança entre a Haas F1 Team e a Renault.

 

Nas duas últimas corridas que antecederam o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, a Haas F1 Team marcou oito pontos e a Renault um, tornando a luta pelo topo do miolo do pelotão no verdadeiro duelo do campeonato, uma vez que a Mercedes detém uma vantagem de setenta e oito pontos face à Scuderia Ferrari e duzentos e dezanove  relativamente à Red Bull, a terceira classificada.

 

Muito embora não exista champanhe para o título de melhor dos outros, existe um valor intrínseco no feito, especialmente por ser apenas a terceira temporada da equipa, que tem como oponentes formações com décadas de experiência na Fórmula 1.

 

Por muito que os americanos adorem desporto, tem também um especial apreço por equipas que vão além das suas capacidades. Talvez se tenha devido à insurreição de colonos contra o maior império do mundo moderno. Acreditavam que podiam vencer, então, e essa convicção persiste mais de dois séculos depois.

 

Apesar do seu estatuto de que se bate com gigantes, a Haas F1 Team acredita que pode ser a melhor das outras e para aí chegar, significa que terá de continuar a marcar pontos com Romain Grosjean e Kevin Magnussen. Ambos os pilotos já conseguiram marcar pontos no COTA. Na segunda participação no traçado de 5,513 quilómetros e vinte curvas, em 2013, Romain Grosjean terminou no segundo lugar, atrás do Red Bull de Sebastian Vettel, o melhor resultado da sua carreira. É um dos três resultados nos pontos que Grosjean alcançou em seis arranques no COTA. O seu colega de equipa, Kevin Magnussen, terminou nos pontos na primeira vez que esteve no COTA, em 2014, quando terminou em oitavo. E na sua segunda corrida de Fórmula 1 no COTA, em 2016, Magnussen cruzou a linha de meta num respeitável décimo segundo posto.

 

Com uma história de pontos no COTA e de pontos nas suas corridas mais recentes, no Japão, a Haas F1 Team chega a casa a apontar na direcção certa e continuar a somar pontos.

Circuit of the Americas

Perímetro: 5,513  km

Voltas: 56

Distância: 308,405 km

Transmissão: Sport TV5 – 19h10

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

Circuit of the Americas

  • Número de voltas: 56 
  • Distância de corrida 308,405 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 5,513 quilómetros e 20 curvas alberga o Grande Prémio dos Estados Unidos desde 2012, sendo esta edição a quinta.
  • Sebastian Vettel detém o recorde da volta ao COTA (1m37,766s), assinado em 2017 ao serviço da Scuderia Ferrari.
  • Lewis Hamilton detém o recorde da volta de qualificação ao COTA (1m33,108s), assinado em 2017 ao serviço da Mercedes durante a Q3.
  • O COTA é realizado no sentido contrário dos ponteiros do relógio – um dos cinco circuitos dos vinte e um que compõem o calendário deste ano da Fórmula 1, juntando-se ao Azerbaijão, Singapura, Brasil e Abu Dhabi. Apenas 14% da volta ao COTA é realizada a travar, com os pilotos a rodarem com o acelerador a fundo cerca de 60%. Rápidas mudanças de direcção de alta velocidade caracterizam o traçado entre as curvas 2 e 10, com o primeiro sector a assemelhar-se ao complexo de Silverstone, Inglaterra, de Maggotts – Becketts – Chapel. O final da volta, entre as curvas 12 e 20, antes de alcançarem a recta da meta, apresenta combinações de baixa velocidade, sobretudo de segunda velocidade. A longa recta das traseiras, contudo, impede as equipas de apresentarem configurações de máximo apoio aerodinâmico, dado que os pilotos têm que ter uma elevada velocidade máxima para poderem atacar ou defender a posição na aproximação da apertada Curva 12. Esta curva, juntamente com a subida para a Curva 1 e o gancho da Curva 11, fornecem boas oportunidades de ultrapassagem.
  • DYK? A primeira edição do Grande Prémio dos Estados Unidos data de 1950, quando as 500 Milhas de Indianapolis contou para o Campeonato Mundial. Durante onze anos, entre 1950 e 1960, os pontos registados na Indy 500 eram contabilizados no Campeonato do Mundo. Em 1959 a América teve duas corridas de Fórmula 1, quando juntaram a Indianapolis, o Grande Prémio dos Estados Unidos disputado em Sebring (Flórida). Foi a nona e a última etapa de 1959. Em 1960 a Fórmula 1 deslocou-se até Riverside (Califórnia) International Raceway, antes de assentar arraiais durante vinte anos em Watkins Glen International (Nova Iorque), entre 1961 e 1980. De 1976 e 1980, Watkins Glen foi acompanhado pelas provas de Long Beach, Califórnia, no calendário da Fórmula 1. Las Vegas marcou presença por duas vezes (1981 e 1982), com o Grande Prémio do Caesars Palace a ser realizado num parque de estacionamento de um hotel. Em 1982 a América albergou três corridas de Fórmula 1, uma vez que, para além de Long Beach e Las Vegas também Detroit fez parte da temporada. Detroit foi o palco de uma corrida de Fórmula 1 num circuito citadino cheio de ressaltos durante sete anos, tendo o último Grande Prémio sido realizado em 1988. Dallas fez uma aparição única em 1984, quando Fair Park foi convertido num circuito de Fórmula 1 para o Grande Prémio de Dallas. Seguiu-se Phoenix entre 1989 e 1991, antes de uma ausência de nove anos. Mas então, o presidente da Indianapolis Motor Speedway, Tony George, construiu um circuito no meio da histórica oval de 2,5 milhas e a Fórmula 1 regressou com o Grande Prémio dos Estados Unidos em Indianapolis, que decorreu entre 2000 e 2007. Infelizmente, a América caiu da Fórmula 1 novamente. Foi apenas quando o COTA foi construído em 2011, tornando-se no primeiro circuito americano construído especificamente para a Fórmula 1, que a Fórmula 1 pôde regressar à América em 2012 com o Grande Prémio dos Estados Unidos. Desde então, o COTA tem vindo a ser a única casa americana para a Fórmula 1.
  • Durante o Grande Prémio dos Estados Unidos,a temperatura mínima variará entre os 15ºC e os 17ºC e a máxima entre os 20ºC e os 22ºC.
  • A humidade relativa estará entre os 37% e os 92%. O vento variará entre os 0 Km/h e os 24 Km/h, raramente excedendo os 31 Km/h. 


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