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VELO CAB2012


PIQUET E EVANS

 

NELSON PIQUET JR E MITCH EVANS PROMETEm uma ÉPOCA ELETRIZANTE nA PANASONIC JAGUAR RACING

 

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A Panasonic Jaguar Racing anunciou hoje, num evento exclusivo em direto realizado na sede inglesa do Departamento de Design da Jaguar, a nova incorporação à sua equipa: Nelson Piquet Jr, campeão da primeira época da Fórmula E da FIA.

Ainda este mês, Piquet vai juntar-se aos pilotos da Panasonic Jaguar Racing Mitch Evans e Ho-Pin Tung para competir na segunda época da equipa na Fórmula E. A integração do campeão da edição 2014/15 ao grupo de pilotos é uma mais-valia para o começo da quarta época, cujas provas oficiais começam já no próximo mês.

Nelson Piquet Jr referiu: "É uma grande honra poder fazer parte da Panasonic Jaguar Racing. A Jaguar tem um trajeto impressionante no mundo da competição e este é um excelente momento para fazer parte da sua equipa. O seu compromisso com os veículos elétricos é uma verdadeira inspiração e estou ansioso por poder começar a trabalhar com eles.”

Mitch Evans acrescentou: "Depois de uma época excelente, é fantástico continuar na Panasonic Jaguar Racing nesta quarta época. Como equipa, continuamos no caminho certo. Mal consigo esperar pelo começo da época em Hong Kong".

A nova contratação foi anunciada em direto durante o evento “RE:CHARGE” da Jaguar, onde também foi apresentado o novo veículo de competição da equipa. Ho-Pin Tung, piloto de reserva oficial e vencedor da LMP2 de Le Mans, juntou-se aos apresentadores Amanda Stretton e George Lamb para revelar o Jaguar I-TYPE 2. Com uma carroçaria com novo design e um número significante de aperfeiçoamentos técnicos, o Jaguar I-TYPE 2 marca o início do seguinte ciclo evolutivo no lema da Panasonic Jaguar Racing, #RaceToInnovate.

A apresentação do Jaguar I-TYPE 2 acontece nove dias depois do anúncio, por parte da Jaguar Racing, do lançamento do Jaguar I-PACE eTROPHY, a primeira competição internacional do mundo para veículos totalmente elétricos baseados em modelos de produção em série. Esta prova, que certamente passará a fazer parte da história da da Fórmula E, terá início no final de 2018 e passará a ser o principal campeonato complementar desta competição. Estes últimos avanços consolidam a estratégia a longo prazo da Jaguar e o seu compromisso com o desenvolvimento de veículos elétricos Premium com bateria.

Depois de na passada semana ter anunciado a GKN como Official Partner, a equipa dá as boas-vindas ao novo Official Team Partner, a Viessmann, fabricante líder de sistemas de refrigeração e energia industrial que vai impulsionar o desenvolvimento e o rendimento da equipa durante a quarta época.

James Barclay, Team Director da Panasonic Jaguar Racing, referiu: “Estamos muito contentes por poder contar com Nelson nesta quarta época. Mitch foi também um dos estreantes que mais se destacou na última época, tendo efetuado tempos fantásticos nas classificativas e nas corridas. O objetivo deste novo grupo de pilotos é conseguir boas posições na linha de partida e lutar regularmente pelo maior número de pontos possível. Aprendemos muito durante a terceira época e a equipa aplicou-se imenso no design e no desenvolvimento do novo Jaguar I-TYPE 2 durante esta pausa na competição.”

E acrescentou: “Também estamos deveras entusiasmados por poder contar com a GNK e com a Viessmann nesta grande família que é a Panasonic Jaguar Racing. Precisamos dos melhores parceiros ao nosso lado para otimizar o rendimento, pelo que estamos extremamente satisfeitos por poder contar com o apoio na próxima época da GKN e da Viessmann, duas empresas líderes nas suas áreas.”

Craig Wilson, Race Director da Panasonic Jaguar Racing, referiu: “Não havia dúvidas de que íamos aprender muito durante a nossa primeira época na competição. A informação e os dados que recolhemos foram uma grande ajuda para desenvolver o Jaguar I-TYPE 2, que apresenta melhorias no peso, no equilíbrio e na eficiência. A equipa sofreu algumas alterações, destacando-se a nomeação de Phil Charles como Racing Technical Manager. Estamos todos ansiosos para começar as próximas sessões de treino em Valência, para podermos ver os primeiros resultados dos nossos aperfeiçoamentos em comparação com as outras equipas e que o mês de dezembro chegue rapidamente para que possamos competir pela primeira vez com o Jaguar I-TYPE 2 em Hong Kong".

Em linha com o desejo da Jaguar de inovar dentro e fora da pista, o RE:CHARGE celebrou hoje em direto o primeiro de um conjunto de eventos que irão decorrer ao longa da época, especialmente concebidos para aumentar o número de seguidores e aproximar este desporto das gerações futuras.

A Panasonic Jaguar Racing continuará igualmente a desenvolver a seguinte fase da sua colaboração pioneira com a Gorillaz, que tem como objetivo promover entre os jovens áreas como a ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). No início deste mês, a Jaguar Land Rover contratou o primeiro integrante da nova geração de engenheiros electrónicos e de software, fruto do desafio de codificação lançado na app Gorillaz.

A Panasonic Jaguar Racing vai regressar às ruas naquela que é a primeira corrida da quarta época do campeonato de Fórmula E, que terá lugar em Hong Kong nos dias 2 e 3 de dezembro.

 

Para estar a par das últimas novidades da equipa: @JaguarRacing

 

Notas à redação:

A Jaguar regressou à competição em outubro de 2016, tornando-se o primeiro fabricante premium a participar nas corridas urbanas de Formula E da FIA, com monolugares totalmente elétricos.

O programa de Fórmula E da Jaguar trará vantagens notórias de I+D para a eletrificação dos futuros automóveis de estrada da Jaguar Land Rover, tendo sido concebido com base no princípio fundador da equipa: "Race to innovate".

Os fabricantes podem projetar os seus próprios sistemas de propulsão, que incluem o motor, a transmissão, o inversor e a suspensão traseira. Entre os componentes comuns a todas as equipas incluem-se o chassis e a bateria em fibra de carbono, que contribuem para o controlo de custos. O principal objetivo é o desenvolvimento de sistemas de propulsão elétricos.

Para além do seu conceito 100% elétrico, a Fórmula E também se distingue no mundo da competição automóvel pela escolha dos locais das corridas. Com a exceção do ePrix do México, todas as rondas do campeonato têm lugar em circuitos provisórios nas ruas do centro das principais cidades do mundo.

Cada dia de corrida inclui a ação total na pista, os treinos, a classificativa e a corrida em si, que se realizam num único dia. O calendário de 2017/18 tem início a 2 de dezembro e conta com 14 corridas em 11 cidades, incluindo provas duplas em Hong Kong, Nova Iorque e a final da época em Montreal.

 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

ESTATISTICAS

 

  1. Daquelas coisas dos números e estatísticas que gosto. Ricciardo foi o único piloto que este ano já ocupou todas as posições (de 1 a 20) nos GP de F1.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

NOS BASTIDORES

 

 

  1. Pai Stroll junta Hamilton e Neymar num show de moda em Londres anteontem à noite. 

 

AUTOMOBILISMO MUNDIAL MAIS POBRE

 

 

AUTOMOBILISMO MUNDIAL MAIS POBRE

 

JOHN NICHOLSOM DEIXOU-NOS

 

O Eng. John Nicholson deixou-nos, tendo falecido esta manha em Inglaterra. Este engenheiro inglês foi responsavél por alguns Fórmula 1, tendo a estreia do seu primeiro carro no Grande Premio de inglaterra em 1975.John NIcholson tinha 75 anos de idade, as mais sentidas condolencias para toda a sua familia.

 

 

A ESTATISTICA NA FÓRMULA 1

 

A ESTATISTICA NA FÓRMULA 1

 

  1. Sean Kelly é fabuloso nas estatísticas. Esta não lembrava ao diabo. Mas talvez mostre como a F1 está cada vez mais intensa.
  2. This was only the fourth time in world championship history that the entire front row was eliminated on the opening lap, and amazingly the second time in consecutive seasons! Vettel and Verstappen joined the notorious lap one collisions between Lewis Hamilton and Nico Rosberg at the 2016 Spanish GP, as well as the Ayrton Senna and Alain Prost collision at Suzuka 1990 (you get bonus points if you knew the other one, Mario Andretti and John Watson at Zolder 1977).

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

 The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Malaysian Grand Prix (29 September – 1 October).

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

NOS BASTIDORES

 

 

  1. Ocon também assina mais um ano com a Force India. Mais vale acompanhado...

 

HAAS NO G.P.SINGAPURA

 

Evento:   Grande Prémio de Singapura (14º round de 20)

Data:  Domingo, 17 de Setembro

Local:  Marina Bay Street Circuit

Layout:  5,065 quilómetros, 23 curvas

Condições climatéricas:  Chuva no início para depois ficar céu limpo

Temperatura do ar:  28,2-28,7ºC

Temperatura da pista:  29,6-32,3ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

Haas F1 Team:

●  Romain Grosjean – Arrancou de 15º, terminou em (completou 58/58 voltas)

●  Kevin Magnussen – Arrancou de 16º, abandonou 13th (problemas eléctricos , completou 50/58 voltas)

 

 

 

A décima edição do Grande Prémio de Singapura, que se realizou no Marina Bay Street Circuit esta noite, começou com um estouro, quando o incidente com diversos carros lançou para o abandono ambos os pilotos da Scuderia Ferrari, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen, juntamente com o Red Bull de Max Verstappen, ainda antes de uma volta completada.

 

O caos do arranque permitiu ao piloto da Haas F1 Team, Kevin Magnussen, subisse do décimo sexto lugar em que alinhou na grelha de partida a décimo, ao passo que Romain Grosjean manteve-se no décimo quinto lugar, enquanto passava incólume pelo destroços espalhados pela pista. Grosjean conseguiu terminar em nono, conquistando valiosos pontos, ao passo que Magnussen foi obrigado a abandonar.

 

Mesmo antes de a corrida ter começado, o arranque esteve em dúvida, uma vez que a chuva abateu-se sobre os 5,065 quilómetros e vinte e três curvas, o que significou que a primeira parte do Grande Prémio da Singapura tenha sido disputado com a pista molhada.

 

Magnussen optou por começar com pneus Pirelli Cinturato Azul/Chuva, ao passo que Grosjean escolheu os Cinturato Verde/Intermédio.

 

Com o Safety-Car a marcar o ritmo do pelotão durante as primeiras quatro voltas de corrida, após o contratempo do início, ninguém parou para montar slicks, uma vez que a pista permaneceu molhada, mesmo quando a chuva amainou. Mas à medida que a corrida foi avançando, a pista começou a secar, obrigando os pilotos e equipas a debater quando era o momento para trocar os pneus de molhado para os slicks.

 

Mas enquanto as decisões eram pesadas, a corrida continuava em condições difíceis.

 

Isto foi bem visível na décima primeira volta, quando Magnussen estava a ser perseguido pelo Toro Rosso de Daniil Kvyat. Kvyat ultrapassou Magnussen para ascender ao décimo posto, na Curva 5, para devolver a posição a Magnussen, quando entrou em aquaplaning ao entrar na Curva 7, ficando com o carro na barreira.

 

A situação de Safety-Car permitiu a Magnussen entrar nas boxes e trocar os seus pneus de chuva por borrachas intermédias frescas. Grosjean, por seu lado, manteve-se em pista, subindo a décimo primeiro.

 

Quando a corrida foi retomada, na décima quinta volta, Grosjean estava no décimo primeiro lugar e Magnussen no décimo quarto.

 

Enquanto uma trajectória seca se começava desenhar e o spray levantado pelos carros evaporou, os intermédios passaram a ser mais um problema que uma ajuda. Ainda assim, as batalhas em pista continuaram, com Grosjean a ascender ao décimo posto na décima primeira sexta volta ao passar o Williams de Felipe Massa. Então Magnussen mostrou a sua performance, a ultrapassar Massa na décima sexta volta e o Force India de Esteban Ocon na décima sétima, subindo a décimo primeiro.

 

Magnussen foi o primeiro piloto a montar pneus slicks. Entrou nas boxes quando estavam cumpridas vinte e quatro voltas, montando Pirelli P Zero Roxo/Ultramacios – os mais aderentes da linha da Pirelli – no seu Haas VF-17.

 

O resto das equipas passaram a dar atenção aos tempos de Magnussen, quando ele começou a registar marcas muito rápidas. A decisão estratégica da Haas F1 Team estava agora a ser copiada por todo o pit-lane, com todas as equipas a chamarem os seus pilotos para montar pneus slicks.

 

As voltas rápidas de Magnussen permitiram-se ultrapassar Grosjean para o décimo lugar quando estavam cumpridas vinte e oito voltas, tendo então Grosjean realizado também a troca de intermédios por ultramacios, regressando à pista no décimo primeiro posto.

 

Grosjean ultrapassou Magnussen na trigésima terceira volta, para subir a décimo, permitindo que Ocon aproveitasse a oportunidade para avançar, ocupando o décimo primeiro posto, ao passo que Magnussen caia para décimo segundo.

 

O Safety-Car voltou a entrar em pista na trigésima oitava volta, quando Marcus Ericsson entrou em pião aos comandos do seu Sauber na Ponte Anderson.

Magnussen tirou vantagem da oportunidade e parou para montar ultramacios novos. Grosjean manteve-se em pista, mas com Nico Hulkenberg a entrar nas boxes com o seu Renault, Grosjean subiu a nono.

 

A corrida regressou a acção pela última vez na quadragésima segunda volta e, com todos os atrasos, o Grande Prémio de Singapura tornou-se num evento condicionado pelo tempo, alcançando o limite de duas horas, em vez de as sessenta e uma voltas de distância.

 

Grosjean iniciou a sua derradeira série no nono posto, ao passo que Magnussen seguia em décimo terceiro. Os trinta minutos finais da corrida viram Grosjean manter a sua posição, o que lhe permitiu conquistar o seu sétimo resultado nos pontos, esta temporada. Magnussen, entretanto, subiu a décimo segundo, quando Hulkenberg foi forçado a abandonar o seu carro, quando faltavam ainda treze minutos para o final da prova, mas Magnussen teve também que desistir, tendo sido chamado para as boxes a dez minutos da bandeirada de xadrez devido a um problema eléctrico no seu Haas VF-17

 

Lewis Hamilton, tricampeão mundial, venceu o Grande Prémio de Singapura. O piloto da Mercedes somou a sua sexagésima vitória na Fórmula 1, a sua sétima da temporada e a terceira consecutiva. Foi o seu terceiro triunfo no Grande Prémio de Singapura, perdendo apenas para Vettel, quatro. A margem da vitória de Hamilton foi de 4,507s para o Red Bull de Daniel Ricciardo. O triunfo, combinado com o abandono de Vettel, permitiu a Hamilton abrir a sua vantagem no Campeonato de Pilotos para vinte e oito pontos, depois de ter chegado a Singapura a apenas com três pontos face a Vettel.

 

Com catorze etapas disputadas das vinte que constituem a temporada deste ano, a Haas F1 Team está no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com trinta e sete pontos, com vinte pontos de vantagem para a McLaren a cinco pontos da Renault, a sétima classificada, e a quinze da Toro Rosso, a sexta. Grosjean e Magnussen estão, respectivamente, no décimo terceiro e décimo quarto lugares no Campeonato de Pilotos. Grosjean tem vinte e seis pontos e Magnussen onze.

 

Com seis corridas por realizar, o próximo evento é o Grande Prémio da Malásia, que se disputa entre os dias 29 de Setembro e 1 de Outubro no Sepang Circuit.

 

 

 

Estou satisfeito por todos nós, especialmente, depois de um fim-de-semana difícil em que sabíamos que, na verdade, não tínhamos ritmo. Escolhemos começar com pneus intermédios, o que foi corajoso. Inicialmente, foi complicado. Depois todos foram às boxes, era o pneu certo para usar, portanto, estava muito satisfeito com a escolha que fiz. Trocámos para slicks demasiado tarde. Penso que o Kevin fez um trabalho melhor que o meu ao parar para montar pneus ultramacios. Daí para a frente, tive uma intensa batalha. Tentei apanhar o (Lance) Stroll. Ele bateu num muro uma vez e pensei que estava decidido, mas não foi suficientemente forte para realizar qualquer dano, portanto, ele continuou e não cometeu mais nenhum erro e não consegui ultrapassá-lo. As condições eram péssimas no início. Não conseguíamos ver nada. Estou satisfeito por ter marcado pontos.”

 

 

 

Fiquei aborrecido por não ter visto a bandeirada de xadrez. É muito frustrante, mas por vezes acontece. Foi difícil, mas divertido. Foi desafiante, mas bom para a Fórmula 1 deixar-nos competir e não termos um arranque atrás do Safety-Car.

 

Estava a gerar calor nos meus pneus, dado que coloquei slicks muito cedo e perdi alguma temperatura, estávamos a conseguir. Foi-me pedido para ceder o lugar, mas quando deixei passar o Romain, perdi outra posição e molhei os pneus. Depois tivemos uma contrariedade, portanto, no final, foi pouco importante.”

 

 

 

Levar dois pontos daqui, é evidente que trabalhámos muito para isso, mas não esperávamos. No geral, tivemos um bom final de fim-de-semana. Por outro lado, agora estamos no oitavo lugar do Campeonato de Construtores e não no sétimo. Ao vir para aqui sabíamos que isso poderia acontecer, mas vamos lutar arduamente para voltar regressar a sétimo. Os nosso pilotos, a nossa equipa, realizaram um bom trabalho. Não havia nada de errado com a nossa estratégia de hoje. Reagimos bem, sempre. Ambos os pilotos mantiveram os carros intactos. O Kevin poderia ter terminado, mas teve uma dificuldade com a electrónica. Vamos investigar e o motivo que levou a que o carro se tenha desligado completamente. O Romain realizou um bom trabalho e terminou em oitavo com dois pontos. Vamos continuar.!

 

 

 

O décimo quinto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio da Malásia, que se disputa no Sepang Circuit. Os treinos-livres iniciam-se no dia 29 de Setembro, a qualificação a 30 e a corrida a 1 de Outubro.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

À terceira foi de vez. A primeira esteve para acontecer para a temporada de 1988, com Ron Dennis e Jean Sage a assinarem uma carta de intenções até que a... Honda se chegou à frente e ofereceu os motores da Williams à McLaren. Depois a história repetiu-se durante o ano de 1993, quando Dennis andou a namorar os Renault que a Williams tinha (e a Ligier também, via as ligações de Guy com o President Mitterand). O namoro não deu em casamento e Dennis voltou-se para a... Peugeot. A história foi contada por Joe Saward. Fiz apenas de "correia de transmissão".

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SINGAPORE GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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HAAS NO G.P.SINGAPURA

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio de Singapura (14º round de 20)

Data:  Sábado, 16 de Setembro

Local:  Marina Bay Street Circuit

Layout:  5,065 quilómetros, 23 curvas

Condições climatéricas:  Céu limpo e húmido

Temperatura do ar:  28,5-28,9ºC

Temperatura da pista:  32,8-33,7ºC

Pole-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m39,491 – novo recorde)

Resultado:  Romain Grosjean 15º / Kevin Magnussen 16º

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  15º (1m43,627s), advanced to Q2

Magnussen:  16º (1m43,756s)

Piloto mais rápido:  Max Verstappen da Red Bull (1m42,010s)

Cutoff:  15º Romain Grosjean da Haas F1 Team (1m43,627s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  15º (1m43,883s)

Piloto mais rápido:  Max Verstappen da Red Bull (1m40,332s)

Cutoff:  10º Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso (1m41,826s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m39,491s)

Segundo:  Max Verstappen da Red Bull (1m39,814s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se, no décimo quinto e décimo sexto lugares, respectivamente, para o Grande Prémio de Singapura, que se disputa amanhã à noite no Marina Bay Street Circuit.

 

Grosjean registou o décimo quinto tempo na Q1, ao completar uma volta ao circuito de 5,065 quilómetros e vinte e três curvas em 1m43,627s. Magnussen foi o décimo sexto mais rápido, 1m43,756s. Apenas os quinze mais rápidos passaram à Q2.

 

Na Q2, Grosjean manteve-se como o décimo quinto mais rápido, 1m43,883s, o que o deixou a cinco lugares dos dez primeiros, que avançaram para a Q3.

 

Tanto Grosjean como Magnussen rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio ao longo da qualificação.

 

Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, conquistou a pole-position para o Grande Prémio de Singapura. A sua melhor volta foi concluída em 1m39,491s, constitui um novo recorde para o Marina Bay Circuit  e deixou o segundo classificado, Max Verstappen, a 0,323s. Esta foi a quadragésima nona pole-position da carreira de Fórmula 1 de Vettel, a sua terceira este ano e a sua quarta em Marina Bay.

 

Antes, de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres para poderem afinar os seus carros para uma volta rápida ao longo da pista. Para simular a qualificação, ambos os pilotos rodaram exclusivamente com pneus ultramacios.

 

Magnussen registou o décimo sexto lugar, 1m44,041s, tendo a sua melhor volta sido a décima primeira das dezasseis que completou. Grosjean também alcançou o seu melhor crono na sua décima primeira volta – 1m44,295s, o que o colocou no décimo oitavo posto.

 

Ambos os pilotos realizaram um programa de dezasseis voltas, iniciando a terceira sessão com uma volta de reconhecimento, seguido de uma série de sete voltas com ultramacios. Uma série final de oito voltas com borrachas ultramacias frescas terminou a sessão, o que permitiu que ambos os pilotos alcançassem os seus melhores tempos.

 

O mais rápido da terceira sessão foi Verstappen, tendo a sua melhor volta, 1m41,829s, deixado Vettel, o segundo mais rápido, a 0,072s.

 

 

 

O mais importante é qua façamos o nosso melhor na qualificação. Penso que nós os dois demos o máximo que poderíamos dar. Atacámos ao máximo, mas infelizmente, não temos um carro muito equilibrado aqui. Estou certo de que poderemos aprender muito para o futuro com este fim-de-semana, mas claro, quando estamos tão envolvidos, é custoso. De ontem para hoje realizámos alguns melhoramentos. Estou orgulhoso. É uma corrida longa e dura. Vamos esperar que amanhã o carro funcione melhor. Vamos trabalhar para ter a melhor estratégia possível, talvez possamos ter sorte com um Safety-Car e tentar alcançar os lugares da frente de alguma forma.”

 

 

 

Não creio que a Q2 estivesse fora do nosso alcance. Apanhei um Renault na última curva da minha última volta, o que me custou o tempo de que precisava para passar à Q2. Tem sido um fim-de-semana duro. Não temos sido suficientemente fortes, mas vamos lutar. É complicado apontar a forma como a corrida se desenrolará. Vamos esperar para ver, amanhã.”

 

 

 

Penso que este resultado foi o máximo a que poderíamos aspirar este fim-de-semana. O meio do pelotão é muito competitivo. Sabemos que muitas coisas podem acontecer aqui, num circuito citadino. Vamos ver o que acontece. É claro que vamos dar o nosso melhor para conquistarmos pontos.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SINGAPORE GRAND PRIX RACE
 
FROM FIFTH ON THE GRID, LEWIS HAMILTON WINS A RACE AFFECTED BY RAIN AND SAFETY CARS, USING AN INTERMEDIATE-ULTRASOFT ONE-STOPPER
 
MIXTURE OF WET AND INTERMEDIATE TYRES AT THE START. ALL FIVE AVAILABLE TYRES USED DURING THE RACE WITH DIFFERENT STRATEGIES
 
FASTEST RACE LAP BREAKS MARINA BAY RECORD  WITH RAPID TRACK EVOLUTION IN THE SECOND HALF OF THE RACE
  a533 Copy– For the first time in its history, the Singapore Grand Prix was a wet race, with the top six starting on the intermediate tyre and a mixture of wets and intermediates further down the grid. There were two safety car periods in the first half of the race, with the track still wet, which were used by some drivers to change from wet to intermediate tyres, while Daniel Ricciardo, who had started on intermediates, opted to change to a fresh set of intermediates. The Red Bull driver finished the grand prix second, behind the Mercedes of race winner Lewis Hamilton  The track eventually dried out after the restart, with the first drivers to change onto slicks being Haas’s Kevin Magnussen and Williams’s Felipe Massa on lap 24. Once the crossover point had been reached, all the frontrunners switched to slicks with most opting for the ultrasoft, although Toro Rosso’s Carlos Sainz went for supersofts – claiming his best career result of fourth at the finish. Jolyon Palmer (Renault) and Stoffel Vandoorne (McLaren) also took their best results in Formula 1, while Hamilton set a new race lap record of 1m45.008s on the ultrasoft: more than two seconds faster than last year’s fastest race lap.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The start of the race was unknown territory for everyone, with no wet weather running during the weekend up to now. This tactical uncertainty was compounded by the first of three safety cars, immediately after the start, meaning that strategy was mainly a question of reacting to changing circumstances on track. Intermediates were generally the best choice for the conditions during the first half of the race, although the full wets also performed strongly on a track that was only drying out very slowly. Once the surface was dry, track evolution happened quickly, with everyone apart from Carlos Sainz – who drove a fantastic race – opting to finish the grand prix on the ultrasoft.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
 
 
     Ericsson 2m02.843s Sainz 1m46.537s Hamilton 1m45.008s Hamilton 1m58.469s Hulkenberg 2m06.580s

Ricciardo 1m45.301s
Palmer 2m00.177s
Palmer 2m07.583s

Bottas 1m45.405s
Ricciardo 2m00.246
Perez 2m07.642s
 
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
 
 
TRUTHOMETER Lewis Hamilton won the race using a one-stop strategy as predicted, but nobody expected that it would be from intermediate to ultrasoft, on lap 29. Ricciardo, behind him, chose to take on a fresh set of intermediates under the safety car, but also used a combination of intermediate and ultrasoft. The highest-placed driver to start the race on the full wet was Force India’s Sergio Perez, who finished fifth.
 
 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

G.P.SINGAPURA

 

MERCEDES SOMA E SEGUE APÓS SUICIDIO DA FERRARIa530 Copya531 Copy

 

 

 

 

 

Lewis Hamilton alcançou a sua 60ª vitória na Fórmula 1, a 3ª em Singapura e a 7ª esta época;

  • Valtteri Bottas terminou na 3ª posição, o seu melhor resultado em Singapura e o seu 10º pódio esta temporada;
  • Lewis Hamilton completou a volta mais rápida do circuito, nesta que foi a primeira corrida noturna com chuva;
  • Esta foi a 73ª vitória dos Silver Arrows na Fórmula 1 e a 9ª esta época;
  • Lewis Hamilton (263 pontos) aumentou a vantagem no Mundial de Pilotos para 28 pontos para Sebastian Vettel (235 pontos), com Valtteri (212 pontos) na terceira posição;
  • Mercedes-AMG Petronas Motorsport (475 pontos) lidera o Mundial de Construtores para a Ferrari (373 pontos).

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

  1. DEsabafo  de Carlos Sainz Jr:

    Si... es el pedal del acelerador... hoy habia que tener mucho tacto con el...

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

O CASO DO GRANDE PRÉMIO DE SINGAPURA

 

 

  1. Fica como imagem do dia... e comentário também! Ferrari kamikaze....

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Singapore Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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SAINZ JUNIOR NA RENAULT NA F 1

 

Carlos Sainz será piloto da Renault Sport Formula One Team em 2018

 

A Renault Sport Formula One Team tem o prazer de anunciar que Carlos Sainz será seu piloto para a temporada de Fórmula 1 de 2018.

 

Carlos de 23 anos de idade, já participou em 53 grandes-prémios, desde a sua estreia na Austrália na época de 2015. Até à data somou 100 pontos, tendo como melhor registo a sexta posição final por quatro ocasiões.

 

Antes da Fórmula 1, Carlos venceu a Fórmula Renault 3.5 em 2014, bem como a Fórmula Renault 2.0 NEC em 2011.

 

Cyril Abiteboul, Diretor-Geral, Renault Sport Racing:

“O Carlos Sainz é um piloto muito promissor que tem estado no nosso radar há já algum tempo e é uma escolha perfeitamente alinhada com os nossos planos estratégicos de médio prazo. Acreditamos que o Nico e o Carlos se vão complementar dentro e fora de pista e que essa conjugação nos irá permitir evoluir positivamente na grelha. Gostaria ainda de agradecer ao Helmut Marko por nos emprestar o Carlos por este período. Temos ainda de agradecer ao Jolyon pelo seu trabalho e pelo empenho durante estas duas épocas. É um piloto dedicado e desejamos-lhe o melhor para a sua carreira.”

 

Carlos Sainz:

“Estou muito feliz por passar a fazer parte da Renault Sport Formula One Team. Ser piloto de Fórmula 1 de um construtor automóvel é uma grande honra que tenho esperança em recompensar com as minhas melhores performances em pista. Estou ansioso por trabalhar com todos em Enstone e Viry, e de pilotar ao lado do Nico Hülkenberg. Eu já trabalhei de perto com a Renault na Fórmula 1 e anteriormente em outras disciplinas, pelo que, conheço as suas capacidades e motivação. É o início de um novo e muito excitante capítulo na minha carreira. Gostaria ainda de agradecer à Red Bull por toda a confiança e apoio ao longo da minha carreira e por me permitirem agarrar esta oportunidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

Dr Helmut Marko, Consultor da Red Bull para o desporto motorizado:

“Estamos contentes por ter alcançado um acordo para que o Carlos vá correr com a Renault Sport Formula One Team em 2018. Ele tem um tremendo talento e vai beneficiar do trabalho com uma equipa de um construtor automóvel ao lado de um piloto muito experiente. Vai ser um desafio diferente para o Carlos e vamos continuar atentos à forma como vai progredir, uma vez que, continuará a fazer parte da “família” Red Bull."

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MCLAREN E RENAULT CONFIRMA PARCERIA

 

A McLaren Racing e a Renault Sport Racing confirmam parceria

 

A Renault Sport Racing e a McLaren Racing têm o prazer de anunciar um acordo de parceria para o fornecimento de motores para as temporadas de 2018, 2019 e 2020. A Renault Sport Racing irá fornecer os seus motores de Fórmula 1 à McLaren, em estreita colaboração com os engenheiros e os técnicos desta equipa.

 

Mesmo com uma presença comum na Fórmula 1 desde 1977 (a McLaren Racing disputou 814 GP; a Renault 591 enquanto fornecedora de motores), as duas entidades não tinham tido, até agora, ocasião de colaborar.

 

Para a McLaren Racing, a razão para esta parceria é evidente: a Renault demonstrou a sua capacidade para produzir motores capazes de conquistar títulos mundiais, tanto para a sua escuderia de fábrica, como para as equipas clientes.

 

Para a Renault Sport Racing, este acordo permite trabalhar com uma segunda escuderia de primeiro plano, capaz de fornecer todo o retorno para o progressivo desenvolvimento do motor. 

 

A parceria McLaren-Renault tem como objetivo a vitória.

 

Jérôme Stoll, Presidente da Renault Sport Racing :

«Esta é uma decisão estratégica para a Renault Sport Racing. É a primeira vez que vamos trabalhar com a McLaren e estamos orgulhosos por termos chegado a acordo com uma estrutura com tal historial na Fórmula 1. Esta aliança não será apenas técnica e desportiva, pois será também suportada por ações de marketing e de comunicação.»

 

Cyril Abiteboul, Diretor-Geral da Renault Sport Racing :

«Estamos muito contentes por podermos anunciar esta parceria entre a Renault Sport Racing e a McLaren Racing. É muito excitante cria esta relação entre duas marcas históricas na Fórmula 1 e que vão, pela primeira vez, cooperar. A McLaren é uma equipa inspiradora, com pilotos talentosos, que nos irão ajudar, não somente no desenvolvimento do motor, mas, também, servir de referência e de exemplo para o desenvolvimento da nossa atividade de chassis. É um novo recomeço para uma equipa várias vezes campeã do Mundo e que está impaciente para recuperar a glória.»

 

Sheikh Mohammed bin Essa Al Khalifa (Presidente Executivo e Diretor do Comité Executivo do McLaren Group) :

«A Renault é um construtor que, tal como a McLaren, tem a Fórmula 1 profundamente enraizada no seu ADN. A Renault introduziu o conceito da sobrealimentação na Fórmula 1 em 1977, ganhou Grandes-Prémio com e sem motores turbo, e foi sempre pioneira no desenvolvimento de novas tecnologias para a Fórmula 1.

 

Um McLaren impulsionado pela Renault Sport Racing é um novo e excitante conceito para a Fórmula 1. Na McLaren, temos a motivação, o desejo e os recursos para sermos competitivos em 2018 e com a força da Renault deveremos fazer um significativo progresso para o topo da grelha.

 

O anúncio de hoje marca o início de um novo capítulo na história da McLaren.»

 

Zak Brown, Diretor Executivo do McLaren Technology Group:

«Este anúncio dá-nos a estabilidade necessária para desenvolvermos o nosso chassis e o nosso programa técnico para a temporada de 2018.

 

A McLaren sempre trabalhou para formar parcerias estáveis com os seus fornecedores. Estamos convencidos que teremos um real valor acrescentado, trabalhando lado a lado com a Renault Sport Racing, no desenvolvimento da atual unidade de potência, de modo a somar sucessos com regularidade.»

 

 

 

RENAULT SPORT RACING COLOCA

 

A Renault Sport Racing coloca um ponto final na sua parceria com a Scuderia Toro Rosso

 

A Renault Sport Racing confirma que, de comum acordo, colocará, no término da época de 2017, um ponto final na sua parceria com Scuderia Toro Rosso.

 

A Renault Sport esteve associada à Scuderia Toro Rosso nas temporadas de 2014, 2015 e 2017 tendo sido obtidos, durante este período, 137 pontos. Os dois quartos lugares obtidos por Max Verstappen em 2015 ficam a constituir os melhores resultados.

 

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SINGAPORE GRAND PRIX QUALIFYING
 
FERRARI’S SEBASTIAN VETTEL SEALS POLE ON THE ULTRASOFT  WITH FASTEST-EVER LAP OF SINGAPORE
 
P ZERO PURPLE ONLY USED FROM START TO FINISH OF QUALIFYING  IN SINGAPORE, WITH SIGNIFICANT TRACK EVOLUTION
 
 ONE STOP IS THE MOST LIKELY RACE STRATEGY,  BUT SAFETY CARS CAN BE A FACTOR AS USUAL ON THIS CIRCUIT

  a512 Copy– Ferrari driver Sebastian Vettel claimed pole position under the lights of Singapore on the P Zero Purple ultrasoft tyre, which was used by all the drivers from start to finish of qualifying. Vettel’s time of 1m39.491s – 3.1 seconds faster than last year’s pole – is the quickest lap ever seen at the Marina Bay circuit, with the 2016 pole time already beaten in Q1. Track temperature was around 34 degrees centigrade during qualifying.  There was high track evolution during Q1 in particular; also because of some oil dropped from a previous support race. Tyre wear and degradation as measured during FP2 yesterday remained quite low even on the ultrasoft tyre, opening up the possibility of a one-stop strategy tomorrow even if tyre degradation should increase.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The track got progressively faster quite quickly, once the oil on the track had cleared. This allowed an incredibly fast and closely-fought qualifying session, with plenty of drivers beating the previous all-time record at Singapore. On a circuit which favours the mechanical grip like this one, the wider 2017 tyres offered an important contribution to this result. As tyre wear and degradation is low on all three compounds, one-stop should be the favoured strategy; however, with a 100% safety car record in Singapore and unpredictable track conditions, teams will need to remain versatile and adapt their strategies to the circumstances of the race.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Used in qualifying and FP3 today: around a second faster than supersoft. Only used for some installation laps in FP3 today, important tomorrow. Could become a key ingredient of a one-stopper tomorrow.   
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
 
 
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
DRIVER TIME COMPOUND
Verstappen 1m 41.829s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 41.901s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m 41.971s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m 39.491s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 39.814s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m 39.840s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m 40.069s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m 40.126s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m 40.810s ULTRASOFT NEW
Hulkenberg 1m 41.013s ULTRASOFT NEW
Alonso 1m 41.179s ULTRASOFT NEW
Vandoorne 1m 41.398s ULTRASOFT NEW
Sainz 1m 42.056s ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Vettel 23
SUPERSOFT Grosjean, Perez, Verstappen 23
ULTRASOFT Ricciardo 26
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Hamilton 1m 42.505s

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SINGAPORE GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
ALL-TIME TRACK RECORD ALREADY BROKEN IN FP1 USING THE ULTRASOFT  AT THE MARINA BAY CIRCUIT 
 
RED BULL DOMINATES BOTH SESSIONS, WITH DANIEL RICCIARDO GOING MORE THAN THREE SECONDS FASTER THAN LAST YEAR’S BEST FP2 TIME
 
AROUND A SECOND BETWEEN SUPERSOFT  AND ULTRASOFT COMPOUNDS SO FAR

  31i6686 6_Copy The fastest-ever laps of the Marina Bay circuit were run today, with Red Bull’s Daniel Ricciardo smashing the previous all-time record of 1m42.584s by more than two and a half seconds. This was thanks to a time of 1m40.852s on the P Zero Purple ultrasoft in FP2: 3.3 seconds faster than last year’s best FP2 time. The ultrasoft compound has proved to be around a second faster than the supersoft so far, with a high degree of track evolution during FP1 after some mid-morning rain. Conditions for both sessions remained dry though with high humidity: typical of Singapore’s tricky and bumpy asphalt, with all three compounds used today.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “We’ve seen a very big increase in speed compared to last year, with the lap record already broken in FP1 and the fastest FP2 time more than three seconds quicker than last year’s equivalent. In many ways, this isn’t much of a surprise as the 2017 tyres and regulations enhance cornering speeds specifically, and at 23 corners Marina Bay has more corners than any other track. There’s a gap of around a second between the supersoft and ultrasoft so far; it’s a bit harder to assess the soft as there was less running on it today. However, if its pace is close enough to the supersoft, it could certainly come into play as a potential race tyre on Sunday.”
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
DRIVER TIME COMPOUND
Ricciardo 1m 42.489s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 42.598s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 42.610s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Ricciardo 1m 40.852s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 41.408s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m 41.555s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
 
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
18.5 psi (fronts) – 17.0 psi (rears)
 

 

HONDA FORNECE MOTORES À TORO ROSSO

 

Honda fornecerá as motorizações F1 para a Scuderia Toro Rosso
 
A Honda e a Scuderia Toro Rosso anunciam hoje que chegaram a acordo quanto ao fornecimento dos motores para a época de 2018 do Campeonato Mundial de Fórmula 1 (F1) da FIA*. Com base neste acordo, para a época de 2018, a Honda irá fornecer motores para uma equipa de trabalho a ser formada com a Toro Rosso.
 
*Federação Internacional do Automóvel
 
 
Takahiro Hachigo, Presidente e Diretor Representativo da Honda Motor Co., Ltd “Toro Rosso é uma equipa experiente com uma energia jovial e com história na criação das estrelas do futuro. Todos na Honda estão ansiosos por trabalhar com a Toro Rosso, e estamos muito entusiasmados por iniciar este novo capítulo da nossa caminhada na F1 com eles. Gostaria de expressar a nossa gratidão para com a Liberty Media e a FIA pela cooperação que deram na realização desta parceria. A Honda e a Toro Rosso trabalharão como uma só equipa e farão todos os esforços para o progresso e para um futuro bem-sucedido juntos. Apreciamos o apoio dos nossos fãs ao começar este desafio.”
 
 
Franz Tost, Diretor de Equipa da Scuderia Toro Rosso  “Todos na equipa estão ansiosos para começar a trabalhar com a Honda. Desde que o seu fundador Soichiro Honda começou a inscrever as suas motos em eventos desportivos, que as corridas sempre foram um pilar central que caracteriza a empresa. É um desafio muito entusiasmante e espero que ambos ganhem bastante ao desenvolver-se em conjunto. A Honda tem uma longa história na Formula 1, desde 1964 quando entrou pela primeira vez no desporto com a sua própria equipa e, como fornecedores de motores já com cinco títulos de Campeonato Mundial de Pilotos e seis títulos de Construtores. Esta herança, em conjunto com a confiança que temos na capacidade da Honda para o sucesso, faz-me acreditar fortemente que alcançaremos um futuro frutífero juntos.”
 
Localização:  Faenza, Itália Representante: Franz Tost Primeira corrida F1: 2006 Website oficial: http://www.scuderiatororosso.com

 

MCLAREN E HONDA TERMINAM PARCERIA NA F 1

 

McLaren e Honda vão terminar parceria no Campeonato de F1
 
Honda e McLaren anunciam que chegaram à decisão de descontinuar a parceria no Campeonato Mundial de Fórmula 1 (F1) da FIA*, no final da época de 2017. A parceria havia sido estabelecida em 2015 quando a equipa regressava à F1, continuando a competir nas restantes corridas até ao final da época de 2017.
 
*Federação Internacional do Automóvel
 
Takahiro Hachigo, Presidente e Diretor Representativo da Honda Motor Co., Ltd “É lamentável que tenhamos de nos separar da McLaren antes de alcançarmos as nossas ambições, no entanto, tomámos esta decisão com a convicção de que este é melhor caminho para o futuro de ambos. Em nome da Honda, gostaria de expressar a minha sincera gratidão para com os fãs que sempre demonstraram um grande apoio para com a equipa, bem como para com os pilotos, membros da equipa e todos os envolvidos que partilharam connosco as alegrias e tristezas desde que começámos a preparar o nosso regresso à F1 em 2015. A Honda continuará a competir juntamente com a McLaren até ao final da época de 2017, e depois continuará com as suas atividades na F1 em 2018 e diante.”
 
Shaikh Mohammed bin Essa Al Khalifa, Presidente Executivo e Diretor do Comité Executivo do McLaren Group “A Honda é uma grande empresa que, como a McLaren, está na F1 para ganhar. Apesar da nossa parceria não ter alcançado o sucesso desejado, isso não diminui a grande história que as duas empresas viveram juntas, nem os nossos esforços para alcançar o sucesso na F1. Nesta altura, é do melhor interesse das duas empresas, que cada uma persiga as suas ambições desportivas separadamente.”
 
Zak Brown, Diretor Executivo, McLaren Technology Group “Nunca existiram dúvidas quanto ao compromisso da Honda nem quanto à energia depositada na missão de alcançar o sucesso na F1. Eles são comprovamente vencedores e inovadores. Devido a uma combinação de razões a nossa parceria não vingou como qualquer um de nós teria desejado. Não foi certamente por falta de esforço quer por parte da Honda ou da McLaren, mas chegou a altura de seguir em diferentes direções. Como companheiros de corrida, esperamos ver o grande nome da Honda de volta ao topo – o nosso desporto é melhor com o seu envolvimento. Eu sei que esta opinião é partilhada por todos neste desporto.”

 

MCLAREN E HONDA TERMINAM PARCERIA NA F 1

 

McLaren e Honda vão terminar parceria no Campeonato de F1
 
Honda e McLaren anunciam que chegaram à decisão de descontinuar a parceria no Campeonato Mundial de Fórmula 1 (F1) da FIA*, no final da época de 2017. A parceria havia sido estabelecida em 2015 quando a equipa regressava à F1, continuando a competir nas restantes corridas até ao final da época de 2017.
 
*Federação Internacional do Automóvel
 
Takahiro Hachigo, Presidente e Diretor Representativo da Honda Motor Co., Ltd “É lamentável que tenhamos de nos separar da McLaren antes de alcançarmos as nossas ambições, no entanto, tomámos esta decisão com a convicção de que este é melhor caminho para o futuro de ambos. Em nome da Honda, gostaria de expressar a minha sincera gratidão para com os fãs que sempre demonstraram um grande apoio para com a equipa, bem como para com os pilotos, membros da equipa e todos os envolvidos que partilharam connosco as alegrias e tristezas desde que começámos a preparar o nosso regresso à F1 em 2015. A Honda continuará a competir juntamente com a McLaren até ao final da época de 2017, e depois continuará com as suas atividades na F1 em 2018 e diante.”
 
Shaikh Mohammed bin Essa Al Khalifa, Presidente Executivo e Diretor do Comité Executivo do McLaren Group “A Honda é uma grande empresa que, como a McLaren, está na F1 para ganhar. Apesar da nossa parceria não ter alcançado o sucesso desejado, isso não diminui a grande história que as duas empresas viveram juntas, nem os nossos esforços para alcançar o sucesso na F1. Nesta altura, é do melhor interesse das duas empresas, que cada uma persiga as suas ambições desportivas separadamente.”
 
Zak Brown, Diretor Executivo, McLaren Technology Group “Nunca existiram dúvidas quanto ao compromisso da Honda nem quanto à energia depositada na missão de alcançar o sucesso na F1. Eles são comprovamente vencedores e inovadores. Devido a uma combinação de razões a nossa parceria não vingou como qualquer um de nós teria desejado. Não foi certamente por falta de esforço quer por parte da Honda ou da McLaren, mas chegou a altura de seguir em diferentes direções. Como companheiros de corrida, esperamos ver o grande nome da Honda de volta ao topo – o nosso desporto é melhor com o seu envolvimento. Eu sei que esta opinião é partilhada por todos neste desporto.”

 

HAAS NO G.P.SINGAPURA

 

Evento:  Primeira e Segunda sessões de treinos-livres

Data:  Sexta-Feira,15 de Setembro

Local:  Marina Bay Street Circuit

Layout:  5,065 quilómetros, 23 curvas

Condições climatéricas na 1ª sessão:  Céu limpo e húmido

Temperatura do ar na 1ª sessão:  29,6-30,7ºC

Temperatura da pista na 1ª sessão33-35,1ºC

Condições climatéricas na 2ª sessão:  Céu limpo e húmido

Temperatura do ar na 2ª sessão:  29,4-29,9ºC

Temperatura da pista na 2ª sessão:  30,1-32,5ºC

Pilotos:  Romain Grosjean, Kevin Magnussen e Antonio Giovinazzi

 

 

 

Grosjean:  15º (1m46,456s), 20 voltas completadas

Giovinazzi:  16º (1m46,782s), 27 voltas completadas

Piloto mais rápido:  Daniel Ricciardo da Red Bull (1m42,489s)

Mais voltas completadas:  Lewis Hamilton da Mercedes, Valtteri Bottas da Mercedes, Felipe Massa da Williams e Antonio Giovinazzi da Haas F1 Team (27 cada um)

 

 

 

Magnussen:  17º (1m44,417s), 32 voltas completadas

Grosjean:  18º (1m44,928s), 29 voltas completadas

Piloto mais rápido:  Daniel Ricciardo da Red Bull (1m40,852s)

Mais voltas completadas:  Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso (38)

 

 

 

O décimo quarto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 começou com as sessões de treinos-livres de sexta-feira realizadas no Marina Bay Street Circuit, o que permitiu às equipas prepararem o Grande Prémio de Singapura, que se disputa no próximo domingo à noite.

 

Duas sessões de noventa minutos foram realizadas no circuito de 5,065 quilómetros e vinte e três curvas sob calor e humidade, com António Giovinazzi a juntar-se aos pilotos regulares da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen.

 

Giovinazzi, o terceiro piloto da Scuderia Ferrari, tomou o volante do VF-17 na primeira sessão, enquanto Magnussen lhe cedia graciosamente o seu lugar para que pudesse ganhar mais experiência na Fórmula 1. O piloto de vinte e três anos de Martina Franca, Itália, pilotou um carro de Fórmula 1 no início do ano, quando substituiu o lesionado Pascal Wehrlein na Sauber durante a primeira sessão de testes de Inverno, que se realizaram no Circuit Catalunya – Barcelona, e também, nos Grandes Prémios da Austrália e da China. Esta foi a terceira sessão de treinos-livres das sete que Giovinazzi pilotará para a Haas F1 Team.

 

Giovinazzi completou vinte e sete voltas, tendo a melhor, 1m46,782s, surgido na décima quinta volta, ficando no décimo sexto posto da tabela de tempos. Grosjean completou vinte voltas durante a primeira sessão, assinando o tempo de 1m46,456s na sua décima sétima passagem pela linha de meta, o que o deixou no décimo quinto lugar. Ambos os pilotos rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio e foram os únicos a fazê-lo, uma vez que todos os outros experimentaram os ultramacios.

 

Daniel Ricciardo, da Red Bull, foi o mais rápido na primeira sessão, tendo o tempo da sua volta, 1m42,489s, deixando o segundo mais rápido, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, a 0,109s e batendo o anterior recorde, detido por Nico Rosberg – 1m42,584s, alcançado o ano passado ao serviço da Mercedes durante a Q3.

 

A velocidade aumentou e os tempos caíram na segunda sessão. Magnussen regressou aos comandos do seu Haas VF-17 e terminou a segunda sessão como décimo sétimo registo, 1m44,417s, o melhor alcançado esta sexta-feira em Marina Bay por um piloto da Haas F1 Team. O crono de Magnussen surgiu na sua décima primeira das trinta e duas voltas que completou, tendo utilizado pneus ultramacios para o efeito. Grosjean melhorou a sua marca da primeira sessão em 1,528s, com uma volta completada em 1m44,928s quando passou pela linha meta pela décima terceira vez, também ele usando pneus ultramacios. Terminou a sessão com o décimo oitavo tempo e vinte e nove voltas registadas.

 

Ricciardo permaneceu como o piloto mais rápido em pista, liderando a segunda sessão com uma marca de 1m40,852s, o que representa uma evolução de 1,637s relativamente ao tempo que assinou na primeira sessão. No encalço de Ricciardo ficou o seu colega de equipa na Red Bull, Max Verstappen, que ficou a 0,556s da melhor crono do dia.

 

Entre as duas sessões treinos-livres, a Haas F1 Team completou cento e oito voltas – 49 pelas mãos de Grosjean, 32 pelas de Magnussen e 27 pelas de Giovinazzi.

 

 

 

Foi um dia duro. Singapura é, por si só, uma desafio – para os mecânicos, pilotos e carros – com todo o calor e humidade que se faz sentir. Temos tido algumas dificuldades ao longo de todo o dia. Penso que fizemos alguns progressos na traseira do carro, mas temos ainda que trabalhar na frente. Esta é uma situação com qual temos  tido dificuldades em circuitos citadinos como os do Mónaco, mas lá melhorámos para a qualificação. Não tenho um bom feeling da frente – estou a sentir dificuldades em tirar o máximo de partido. Penso que hoje à noite vamos tentar encontrar algumas coisas para amanhã e esperamos ter a resposta correcta.”

 

 

 

É evidente que o ritmo não está fantástico. Temos que trabalhar para perceber se conseguimos encontrar mais ritmo. Caso contrário, será um fim-de-semana difícil para nós. Penso que temos alguma coisa com que trabalhar, resta saber se chega, mas vamos ver. Foi divertido pilotar aqui, mas a nossa prioridade é sermos competitivos.”

 

 

 

Antes de mais, quero agradecer à Haas e à Ferrari por esta oportunidade. Foi uma sessão importante para mim. A última vez que pilotei o carro foi no início de Agosto, portanto, regressar numa pista tão difícil como a de Singapura, foi uma experiência difícil, mas gostei da pista. Foi fantástico. Estou muito satisfeito. Fiz o melhor que pude para a equipa. Completámos todas as voltas que podíamos, portanto, estou muito satisfeito com esta sessão. É claro que, falhar Monza foi desapontante, dado estava à frente dos meus fãs, mas no final, estou muito satisfeito por trocar Monza por esta pista, uma vez que aprendi uma nova pista e ganhei experiência.”

 

 

 

Hoje não foi um dia fácil. Estamos ainda a tentar encontrar as afinações com os pilotos, enquanto tentamos encontrar a janela de funcionamento dos pneus. Vamos continuar a trabalhar e tentaremos encontrar mais performance para amanhã. Para além de um ligeiro dano quando o Kevin bateu numa roda durante a segunda sessão, completámos as duas sessões com os carros intactos. O António realizou um bom trabalho esta manhã. Penso que temos dados suficientes para analisar. Vamos esperar encontrar algo para amanhã.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (18h00-19h00) antes do início da qualificação, às 21h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

HAAS NO G.P.SINGAPURA

 

A Dinâmica das Corridas Muda em  Singapura

Depois da Corrida Mais Rápida, em Monza,

A Haas F1 Team está Pronta para a Corrida Mais Longa da Temporada

 

) – Depois de competir na corrida mais curta no que diz respeito à duração, uma vez que a 3 de Setembro o Grande Prémio de Itália, disputado em no Autodromo Nazionale di Monza, de 5,793 quilómetros, terminou após uma louca hora e quinze minutos, as equipas vão participar na corrida mais longa do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 – o Grande Prémio de Singapura, que terá lugar no Marina Bay Street Circuit, de 5,065 quilómetros, no próximo domingo.

 

Desde que passou a integrar o calendário da Fórmula 1 em 2008, todos os Grandes Prémios de Singapura terminaram a menos de quatro minutos das duas horas de prova, que são o limite máximo da categoria. A corrida de 2015 foi a mais longa de todas, ao ultrapassar as duas horas por um minuto e vinte e dois segundos. No entanto, ninguém se queixa da visita a Singapura. É uma cultura avançada e uma incrível modernização tomou conta da ilha tropical localizada a apenas um grau norte do equador e tornou-a numa plataforma de negócios e turismo, com a visita da Fórmula 1 à única cidade-estado do mundo a combinar as duas vertentes de uma forma gloriosa.

 

Quando Singapura ingressou na Fórmula 1, era mais que um evento num local espantoso. Foi a primeira corrida nocturna da Fórmula 1 e o primeiro circuito citadino da Ásia. O Grande Prémio de Singapura tem vindo a crescer desde então, com os pilotos a anteciparem a sua passagem pelo circuito de vinte e três curvas, apesar da sua natureza desafiante.

 

Poderosos focos iluminam a pista com tal luminosidade que os pilotos dizem que a pista fica mais iluminada que durante o dia, muito embora não existam brilhos. Com todos aqueles focos a cintilar nas formas dos carros enquanto viajam a mais de trezentos e vinte quilómetros por hora pelas rectas com faíscas a emanarem do fundo plano, os adeptos são presenteados com uma festa para os sentidos que só pode ser encontrada no Marina Bay Street Circuit.

 

Para domar a loucura destes vinte e dois carros de Fórmula 1 a gritar em redor desta pista elaborada, os pilotos têm que ter coragem para mantê-los intactos. Os muros que delimitam o Marina Bay Street Circuit não perdoam, mas para um piloto atingir cada grama de potencial da velocidade do seu monolugar, tem que dançar com os muros enquanto navega pelos inúmeros ressaltos da pista.

 

Se isso não for suficiente, Singapura em Setembro é muito quente. Para além disso, é também muito húmido. Por muito que exista a questão estética por detrás da corrida se realizar à noite, as horas nocturnas são mais frescas para pilotos e espectadores. Ainda assim, as temperaturas dentro dos carros chegam aos 60ºC.

 

Apesar da dureza da pista e do difícil ambiente, o Grande Prémio de Singapura é apreciado pelos pilotos. A atmosfera electrizante da cidade e a beleza da Fórmula 1 à noite, durante a qual as chamas dos escapes e os disco em brasa oferecem um espectáculo de cor, que passa despercebido durante as provas diurnas, sobressai, o que é admirado pelos pilotos. É um Mónaco dos tempos modernos.

 

As luzes brilham em Marina Bay e a Haas F1 Team também quer brilhar. A equipa americana vai para a décima quarta ronda de vinte corridas do calendário da Fórmula 1 embrenhada numa incrível batalha com a Toro Rosso e a Renault. Com trinta e cinco pontos conquistados até agora, figura no sétimo lugar do Campeonato de Construtores, estando a Haas F1 Team a apenas cinco pontos da Toro Rosso, detendo um ponto de vantagem sobre a oitava classificada, a Renault.

 

Estas pequenas margens podem mudar drasticamente com um bom resultado nos pontos e os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, estão atentos a este facto. Grosjean marcou pontos há duas corridas, no Grande Prémio da Bélgica, ao alcançar um sétimo posto, que ajudou a equipa ultrapassar os vinte e nove pontos que somou na sua temporada de estreia, em 2016. Magnussen conquistou pontos pela última vez no Grande Prémio do Azerbaijão, em Junho. Ambos os pilotos estão sedentos em garantir mais pontos nas restantes corridas de 2017.

 

Singapura, a casa de numerosos restaurantes de alta-cozinha que satisfazem até os mais exigentes palatos, pode servir à menos exigente Haas F1 Team um prato de pontos. Pontos são pontos, sejam como forem servidos, e no décimo aniversário do Grande Prémio de Singapura, um resultado entre os dez primeiros tornará os pontos ainda mais especiais. A mesa de Singapura está posta para a Haas F1 Team.

Marina Bay Street Circuit

 

Preímetro: 5,065Km

Voltas: 61

Distância de Corrida: 308,828 km

Transmissão: Sport TV1 – 13h00

 

 

obre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

Os últimos dois Grandes Prémios foram disputados em circuitos de alta-velocidade, onde as equipas optam por ter nos seus carros níveis de apoio aerodinâmicos reduzidos. Na Bélgica pareceu que funcionou bem para a equipa, mas esse não foi o caso em Itália. Apesar da qualificação no molhado, durante o sábado, o que motivou que os resultados nestas duas pistas de alta-velocidade tenham sido tão diferentes?

“Penso que o resultado não foi assim tão diferente. Em Monza, o ritmo de corrida do Kevin foi muito bom. O Romain arrancou de último, depois tocou em alguém no arranque, o que obrigou a ir às boxes para mudar a asa dianteira, o que acabou com a corrida dele. É muito difícil competir quando começamos tão detrás, mas o Kevin terminou em décimo primeiro. Cinco equipas terminaram à nossa frente. Tínhamos o sexto carro mais rápido. Se um ou dois tivessem abandonado, teríamos ganho mais alguns pontos. Portanto, Monza não foi um fim-de-semana fantástico. Spa foi melhor. O carro demonstrou um nível de performance semelhante em ambas as corridas. No entanto, em Spa, com algumas desistências, talvez tenha sido melhor, e alguns dos nossos oponentes estiveram um pouco pior, o que nos colocou nos pontos. No geral, o desenvolvimento que estamos a realizar na versão de alta-velocidade do carro é muito pequeno e tivemos um resultado decente. Diria que fomos um pouco melhores em Spa que em Monza, mas na verdade não foi muito diferente. Pareceu pior do que foi na realidade.”

 

Agora seguem para um circuito citadino, onde o apoio aerodinâmico é muito mais necessário. O Grande Prémio de Singapura adapta-se melhor ao Haas VF-17 que as pistas de alta-velocidade?

“Não tem a ver apenas com os níveis do apoio aerodinâmico, está também relacionado com a forma como usamos os pneus e que nível de apoio aerodinâmico temos que usar. Como sempre este ano, não podemos olhar só para nós, é preciso também perceber como estão os nossos adversários e se o carro deles funciona no circuito. Temos sempre que perceber onde estamos relativamente aos nossos adversários na luta pelo meio do pelotão.”

 

Para usar os pneus correctamente é preciso encontrar a sua janela de funcionamento. Com a Pirelli a levar os macios, supermacios e ultramacios para Singapura, quais são as suas expectativas?

“Diria que na qualificação, o pneu mais macio será sempre o mais rápido – mesmo se os pilotos não sentem grande diferença. Os pneus mais duros nunca foram os mais rápidos. Na corrida, o mais importante é a distância, o que podemos fazer, e o quão rápido será a quebra de performance e o tempo que se perde. Normalmente, o pneu mais macio do fim-de-semana é sempre o mais rápido. Penso que essa tendência manter-se-á em Singapura.”

 

Singapura é uma das três corridas nocturnas do calendário da Fórmula 1, sendo também a primeira que se disputou durante a noite. Gosta de competir à noite?

“Penso que uma corrida citadina disputada à noite é muito porreiro. Eu gosto. É algo diferente. Singapura é uma cidade fantástica. O mais simpático é que, realizar a corrida à noite, torna o ambiente um pouco mais fresco, dado que durante o dia há muito calor. Se todas as corridas fossem à noite, talvez não gostasse, mas algumas por ano é muito bom.”

 

Com a temporada europeia de Fórmula 1 terminada, o uso dos camiões e da unidade de hospitalidade está também terminado. Ajuda ter o vosso equipamento na pista de forma consistente, é complicado realizar a transição de novo para a corridas intercontinentais?

“É bom termos o nosso equipamento por perto. Sabemos onde vamos e não temos que mudar tudo todos os fins-de-semana, mas por outro lado, faz parte do nosso trabalho trabalhar com o que nos dão. Todas as peças que levamos para as corridas intercontinentais são enviadas de barco em contentores, portanto, é tudo nosso. Apenas está numa construção distinta e precisa ser montada. Os nossos camiões e a unidade de hospitalidade serão revistos e reparados e regressarão na Primavera.”

 

Singapura tornou-se num local de destino para a Fórmula 1. O que é que a torna num evento tão desejável?

“É uma corrida numa grande cidade – numa cidade porreira – e é uma corrida nocturna. Existem alguns elementos porreiros para as pessoas quando lá vão. A noite é interessante, podemos ficar na cidade e caminhar até à pista.”

 

Singapura provocou o aparecimento de mais corridas nocturnas na Fórmula 1, tal como Bristol Motor Speedway fomentou o aparecimento de mais corridas nocturnas na NASCAR. Já esteve em ambas. Como as compara? Há semelhanças?

“Diria que uma corrida nocturna é sempre excitante e penso que, se todas as corridas fossem nocturnas, não seria tão interessante. Tanto nas corridas nocturnas da NASCAR como nas de Fórmula 1, temos um dia inteiro de antecipação. É porreiro.”

 

O horário de Singapura parece ter sido construído de uma forma inteligente. Os treinos-livres e a qualificação são mais ou menos no mesmo horário da corrida, o que permite às equipas reunir dados consistentes. Os adeptos em todo o globo recebem horários de TV consistentes para seguir todas as transmissões, uma vez que os horários são os mesmos que em todas as corridas europeias. Como competidor, stakeholder, pode descrever de que forma isto pode ser benéfico para a Fórmula 1?

“Horários televisivos consistentes são bons, dado que os adeptos sabem quando ligar a televisão. Isso é muito complicado de conseguir numa categoria global, portanto, este horário é bom desse ponto de vista. É também bom para as equipas, porque dormirão durante o dia e trabalharão durante a noite e não terão jet-lag.”

 

Pode descrever a atmosfera gerada por uma corrida nocturna? Existe uma sensação de excitação e antecipação por o Grande Prémio de Singapura ser tão estimulante visualmente?

“A adrenalina é mais elevada quando a atmosfera em redor da pista está mais calma. Os espectadores têm o dia inteiro para se prepararem e ficarem excitados e para nós é calmo.”

 

 

Os últimos dois Grandes Prémios foram disputados em circuitos de alta velocidade, onde as equipas optam por ter nos seus carros níveis de apoio aerodinâmicos reduzidos. Na Bélgica pareceu que funcionou bem para a equipa, mas esse não foi o caso em Itália. Apesar da qualificação no molhado, durante o sábado, o que motivou que os resultados nestas duas pistas de alta-velocidade tenham sido tão diferentes?

“Penso que Monza tem mais a ver com arrasto e a eficiência do pacote de baixo apoio aerodinâmico. Em Spa há mais curvas onde podemos explorar um pouco mais o potencial do carro. Portanto, sim, tivemos mais algumas dificuldades em Itália. O ritmo de sexta-feira parecia ser bom, mas ao longo do Grande Prémio foi um pouco mais complicado e difícil.”

 

Agora seguem para um circuito citadino, onde o apoio aerodinâmico é muito mais necessário. O Grande Prémio de Singapura adapta-se melhor ao Haas VF-17 que as pistas de alta-velocidade?

“Penso que sim. Sempre que competimos com o apoio aerodinâmico máximo, o carro parece funcionar melhor. Temos uma melhor eficiência entre arrasto e apoio aerodinâmico, portanto, é positivo. A chave para nós será encontrar a janela de funcionamento dos pneus. Se a encontrarmos, estaremos bem. Mas como sempre, será difícil.”

 

Singapura é uma das três corridas nocturnas do calendário da Fórmula 1, sendo também a primeira que se disputou durante a noite. Gostas de competir à noite?

“Gosto do Grande Prémio de Singapura. Gosto de competir à noite. É muito divertido. Gera imagens fantásticas e, claramente, Singapura, é uma das corridas mais bonitas para ser disputada à noite. É fantástico. Fornece algo diferente ao calendário. Estou ansioso por perceber o que poderemos fazer.”

 

Dado o Grande Prémio de Singapura se realizar à noite, a sensação de velocidade aumenta?

“Na verdade, é muito mais fácil à noite, uma vez que a luz nunca muda. A luminosidade é sempre a mesma. Mantemos a mesma viseira e pilotamos àquelas velocidades naquelas condições sem problemas.”

 

Podes descrever a atmosfera gerada por uma corrida nocturna? Existe uma sensação de excitação e antecipação por o Grande Prémio de Singapura ser tão estimulante visualmente?

“É muito porreiro. Todos adoram, sobretudo os VIP’s, que depois da corrida vão para festas. É especial, é verdade. É uma corrida pela qual todos esperam. É uma pista complicada e estamos a competir no meio da cidade durante a noite, quando está muito quente e húmido, portanto, existem muitos factores que a tornam excitante.”

 

O layout de Singapura força os pilotos a andarem perto dos muros da pista na maioria da volta. A margem de erro na Fórmula 1 é pequena, mas parece ser ainda mais pequena no Marina Bay Street Circuit.

“Sim. Muitas vezes temos que respirar fundo e esperar pelo melhor, especialmente quando estamos a andar no máximo durante a qualificação, dado que estamos muito perto dos muros.”

 

De que forma geres todos os ressaltos do circuito de Singapura e, existe uma secção específica da pista que tentes evitar?

“Sobretudo entre as curvas três e quatro e na longa recta há muitos ressaltos. Nesses locais queremos mesmo encontrar a trajectória correcta. Quando tentamos ultrapassar nessa zona, temos mesmo que ter a certeza de que temos o carro nas mãos, é muito complicado.”

 

O Marina Bay Street Circuit tem vinte e três curvas, o máximo do calendário de Fórmula 1. Quais são as mais difíceis e porquê?

“Para ser honesto, todas as curvas são complicadas. É difícil escolher uma.”

 

Entre os ressaltos da pista e o calor, o Grande Prémio de Singapura é muito exigente fisicamente?

“Pode ser muito duro. Ao longo da semana nunca vimos o sol e isso rouba-nos alguma energia. Depois temos a humidade, e claro, é sempre uma corrida longa. Normalmente atingimos o limite de duas horas. É muito, muito exigente. Lembro-me que em 2013 perdi quatro quilogramas de água durante a corrida, o que é muito.”

 

Para além da sua exigência física, o Grande Prémio de Singapura é também mentalmente exaustivo, devido à proximidade aos muros, a sua diversidade de curvas e a elevada frequência de Safety-Cars?

“Mentalmente é muito difícil, tão difícil como fisicamente. É claramente uma daquelas corridas em que temos que estar na nossa melhor forma física de toda a temporada.”

 

Apesar das exigências físicas e psicológicas do Grande Prémio de Singapura, os pilotos adoram-no. Porquê?

“Simplesmente porque adoramos desafios. É por isso que estamos na Fórmula 1 e é por isso que pilotamos estes carros e corremos com eles a mais de trezentos quilómetros por hora. Adoramos.”

 

Devido ao calor e à humidade de Singapura, fazes alguma preparação especial para esta corrida e para este fim-de-semana de modo a te manteres hidratado?

“Penso que desde que estejas em boa forma, está tudo bem. Aguento bem o calor, habitualmente. Preparo-me, entro no carro e dou o meu melhor.”

 

Existem oportunidades de ultrapassagem no Marina Bay Street Circuit?

“Sim, na longa recta depois da Curva 4 e depois quando voltamos, depois da ponte, na segunda recta mais longa do circuito, na zona de travagem.”

 

Antes de correres de Fórmula 1 no Marina Bay Circuit, tiveste alguma experiência nesta pista?

“Não.”

 

A tua primeira corrida nocturna foi em Singapura em 2009? O que foi que pensaste da experiência?

“Foi muito porreiro. Os focos de iluminação são perfeitos e nem nos apercebemos que estamos a competir de noite. Não fiz muitas voltas da primeira vez, mas foi uma grande experiência.”

 

Qual é a tua zona preferida do Marina Bay Street Circuit?

“Boa questão. Gosto desde as curvas um a três, o primeiro complexo.”

 

Descreve uma volta ao Marina Bay Street Circuit.

“Vamos na recta da meta a caminho da primeira curva, temos uma travagem forte, é fácil bloquear uma roda. Queremos ir com alguma velocidade. Vamos para o gancho e é complicado acelerar. Depois temos a Curva 4, uma curva de velocidade média, e estamos já na recta mais longa do circuito, que tem uma grande travagem no seu final. Temos uma direita, de vinte graus, seguida de uma esquerda de noventa graus. Então vamos para a esquerda com alguma velocidade na chicane à direita. É muito complicado passar pela ponte. Existe um ressalto, uma travagem complicada no final mesmo antes do gancho à esquerda. Na recta das traseiras é importante ter boa tracção. Depois temos uma grande travagem para a direita de noventa graus.  A zona de travagem seguinte é um pouco complicada, depois temos a chicane – curvas dezoito e dezanove – depois de passarmos o estádio, onde não existe margem de erro. A última sequência – usamos muito do corrector ao longo da Curva 21. Vemos muitos carros a rasparem na parede, na saída. A última curva é a segunda mais rápida da pista. É muito porreira. Saímos com muita velocidade para a recta da meta.”

 

 

 

 

 

 

Os últimos dois Grandes Prémios foram disputados em circuitos de alta velocidade, onde as equipas optam por ter nos seus carros níveis de apoio aerodinâmicos reduzidos. Na Bélgica pareceu que funcionou bem para a equipa, mas esse não foi o caso em Itália. Apesar da qualificação no molhado, durante o sábado, o que motivou que os resultados nestas duas pistas de alta-velocidade tenham sido tão diferentes?

“Penso que errámos um pouco na escolha dos pneus para chuva, em Monza. O carro estava a comportar-se bem com pneus de chuva, mas os intermédios não foi uma escolha acertada, dado que não conseguíamos gerar temperatura. Penso que, com pneus de chuva, seríamos muito mais rápidos. É um pneu novo e estamos sempre a aprender. Lição aprendida.”

 

Agora seguem para um circuito citadino, onde o apoio aerodinâmico é muito mais necessário. O Grande Prémio de Singapura adapta-se melhor ao Haas VF-17 que as pistas de alta-velocidade?

“É difícil dizer. Não tenho muito sucesso a adivinhar a nossa performance. Usualmente, não acerto. Quando lá chegar, logo vejo.”

 

Participaste em dois Grandes Prémios de Singapura e terminaste sempre nos pontos. Existe alguma coisa neste circuito que favorece o teu estilo de pilotagem?

“Na verdade, não sei. Penso que é uma pista porreira, divertida. É difícil ultrapassar, mas ainda assim muito divertida.”

 

Singapura é uma das três corridas nocturnas do calendário da Fórmula 1, sendo também a primeira que se disputou durante a noite. Gostas de competir à noite?

“Diria que sim. Não faz grande diferença. Não notamos muito. É porreiro.”

 

Podes descrever a atmosfera gerada por uma corrida nocturna? Existe uma sensação de excitação e antecipação por o Grande Prémio de Singapura ser tão estimulante visualmente?

“Não é algo em que um piloto pense. É porreiro para a televisão. O carro parece mais brilhante e espectacular.”

 

O layout de Singapura força os pilotos a andarem perto dos muros da pista na maioria da volta. A margem de erro na Fórmula 1 é pequena, mas parece ser ainda mais pequena no Marina Bay Street Circuit.

“Sim, é. Se falhamos uma travagem, ou acelerarmos um pouco mais cedo, temos um muro por perto e, o mais certo, é bater nele. Isso torna as consequências de qualquer erro muito maiores, o que é porreiro.”

 

De que forma geres todos os ressaltos do circuito de Singapura e, existe uma secção específica da pista que tentes evitar?

“Há alguns ressaltos ao longo da pista. Tentamos evitá-los ao máximo. Não é possível evitá-los a todos, uma vez que temos que continuar na trajectória de corrida. É mais fácil bloquear rodas, em alguns locais.”

 

O Marina Bay Street Circuit tem vinte e três curvas, o máximo do calendário de Fórmula 1. Quais são as mais difíceis e porquê?

“A Curva 5. É de alta-velocidade e o muro está muito próximo.”

 

Entre os ressaltos da pista e o calor, o Grande Prémio de Singapura é muito exigente fisicamente?

“É muito duro. Muito quente e húmido. É provavelmente, uma das corridas mais difíceis. Tem a duração de quase duas horas, o limite para a corrida. É uma corrida dura, com muitas curvas – nunca temos descanso. Não tem muitas rectas para podermos relaxar.”

 

Para além da sua exigência física, o Grande Prémio de Singapura é também mentalmente exaustivo, devido à proximidade aos muros, a sua diversidade de curvas e a elevada frequência de Safety-Cars?

“Sim, é, dado que tem uma duração muito grande, portanto, a nossa fadiga afecta a performance mental. É uma corrida dura.”

 

Apesar das exigências físicas e psicológicas do Grande Prémio de Singapura, os pilotos adoram-no. Porquê?

“Penso que se deve ao facto de ser um desafio. É um fim-de-semana diferente de todos os outros que temos no calendário. É único.”

 

Devido ao calor e à humidade de Singapura, fazes alguma preparação especial para esta corrida e para este fim-de-semana de modo a te manteres hidratado?

“Bebemos mais para garantir que nos mantemos hidratados.”

 

Existem oportunidades de ultrapassagem no Marina Bay Street Circuit?

“A Curva 4 e a Curva 7, depois da recta.”

 

A tua primeira corrida nocturna foi em Singapura em 2014?

“Sim, foi a minha primeira vez.”

 

Qual é a tua zona preferida do Marina Bay Street Circuit?

“O segundo sector. É porreiro, sinuoso e divertido.”

 

Descreve uma volta ao Marina Bay Street Circuit.

“Tem ressaltos, é sinuoso e tem muito calor.”

 

 

 

 

Marina Bay Street Circuit

  • Número total de voltas: 61 
  • Distância de corrida: 308,828 quilómetros
  • Velocidade no pit-lane: 60 Km/h
  • Este circuito de 5,065 quilómetros e 23 curvas alberga a Fórmula 1 desde 2008, tendo no ano passado o Grande Prémio de Singapura sido o nono grande prémio da pista.
  • Daniel Ricciardo detém o recorde da volta ao Marina Bay Street Circuit (1m47,187s), assinado em 2016 ao serviço da Red Bull.
  • Nico Rosberg detém o recorde da volta de qualificação no Marina Bay Street Circuit (1m42,584s), assinado em 2016 ao serviço da Mercedes durante a Q3.
  • O Grande Prémio de Singapura, realizado no Marina Bay Street Circuit, estreou em 2008, fazendo história ao ser a primeira corrida de Fórmula 1 nocturna. Hoje, Singapura é uma das três corridas nocturnas constantes no calendário da Fórmula 1, sendo o Bahrein e Abu Dhabi os palcos das restantes. A estreia de Singapura foi um grande sucesso e permanece muito popular entre os pilotos e os adeptos, o que explica o porquê de já não ser a única prova nocturna. Com o famoso horizonte de Singapura como fundo, o Marina Bay Street Circuit promove um dos mais espectacular ambientes da Fórmula 1. Um poderoso sistema de iluminação permite aos pilotos rodarem em pista enquanto os adeptos sentem a velocidade ainda com mais intensidade, com faíscas a emanarem dos carros e com a luz a vibrar nas formas destes. A marina torna Singapura num Mónaco dos tempos modernos e a suas vinte e três curvas tornam este circuito naquele que mais curvas tem.
  • Sabia que: O Grande Prémio de Singapura é a corrida mais longa do ano em termos de duração. Todas as corridas realizadas no Marina Bay Street Circuit terminaram a menos de quatro minutos das duas horas de limite. Duas provas foram encurtadas, não completando as sessenta e uma voltas previstas devido ao limite de duas horas – 2012 (59 voltas) e 2014 (60 voltas). A corrida mais longa realizada no Marina Bay Street Circuit foi a de 2015, que ultrapassou o limite de duas horas em um minuto e vinte e dois segundos. Quando esse limite entra em acção, é mostrada ao líder a bandeirada de xadrez no final da volta que se segue ao fim do período de duas horas de prova.
  • Durante o Grande Prémio de Singapura, a temperatura mínima estará entre os 25ºC e os 26ºC e a máxima entre os 29ºC e 30ºC. A humidade relativa estará entre os 62% e os 92%. O vento variará entre os 0 Km/h e os 18 Km/h, raramente excedendo os 21 Km/h. 

 

  • Pirelli leva para Singapura os seguintes compostos:
    • P Zero Amarelo/Macio pouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Vermelho/Supermacio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
    • P Zero Roxo/Ultramacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar.(Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois pneus de especificação obrigatória  para a corrida (um de P Zero Amarelo/Macio e outro P Zero Vermelho/Supermacio) e um obrigatória para a Q3 (um P Zero Roxo/Ultramacio).
  • Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:
    • Grosjean: um jogos de P Zero Amarelo/Macio, quatro jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e oito jogos de P Zero Roxo/Ultramacio
    • Magnussen: um jogos de P Zero Amarelo/Macio, quatro jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e oito jogos de P Zero Roxo/Ultamacio   

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

AS REVIRAVOLTAS NO MUNDIAL DE FÓRMULA 1

 

 

  1. Falamos, postamos, comentamos e depois... aprendemos!

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

 

  1. Quatro provas, quatro curvas e  valores. A Pirelli explica porque são fabulosos estes F1 de 2017. 290 em Pouhon e Copse! Sem palavras...

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

 

  1. PIRELLI trabalha para F1/2018.

  2.  

    Objectivo: DIVERSIDADE ESTRATÉGIA COM 3 OPÇÕES
    . Combinação dura 1 PARADA
    . Combinação média 2 PARADA...
    . Combinação macia 3 PARADA

    Desenvolvimento 2018:
    . 6 OU 7 compostos
    . Degrau mais mole em todos os compostos
    . Novas janelas trabalho temp
    . Mais degradação térmica

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA  1 - 2017

 

A TECNOLOGIA NA F 1

 

 

 

 

  1. Os apendices aerodinâmicos que receberam a designação de "barbatanas"  devem ficar nos F1 para 2018, ao contrário do que estava previsto. A ideia é ter mais espaço para patrocinadores e aumentar ainda mais o tamanho dos números.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

G.P. SINGAPURA

 

 

 

  1. Eis o novo looking para os capacetes de Hulkenberg, para o Grande Prémio de Fórmula 1 em Singapura

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOS BASTIDORES

 

  1. A equipa da REnault de Fórmula 1,  quis Ricciardo para 2018 no meio das negociações para deixar de fornecer a Toro Rosso. 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

 

 

 

  1. O Grande Premio de Fórmula 1 em Singapura assinou contrato para mais quatro anos,em que  os monolugares irão percorrer este circuito citadino no Oriente.

 

LUCAS DI GRASSI

 

Roborace anuncia Lucas di Grassi como CEO

Campeão da Fórmula E, brasileiro continua suas atividades como piloto e agora assume novo compromisso no desenvolvimento da primeira categoria de carros autônomos

 

 

A Roborace, primeira plataforma de motorsport autônoma do planeta, anunciou nesta quarta-feira (13) durante o Frankfurt Motor Show seu novo CEO: o brasileiro Lucas di Grassi, campeão da Fórmula E, que assume o compromisso após um ano atuando como conselheiro da categoria. O anúncio acontece exatamente três anos após outro marco na carreira do piloto – a vitória na primeira corrida da história da Fórmula E, em Pequim, em 2014.

Di Grassi, que já competiu na Fórmula 1, no FIA WEC e na Fórmula E, onde é o atual campeão, tem sido peça fundamental na construção e no crescimento da série de carros elétricos durante os últimos quatro anos e espera levar sua experiência em negócios para a competição de carros autônomos.

“Queremos levar a Roborace onde o esporte a motor não pode chegar, direcionando o foco na plataforma de tecnologia autônoma e relevante para o futuro da indústria automotiva”, diz o brasileiro. “O futuro da mobilidade é autônomo – este já é um consenso da indústria atualmente. Da mesma forma, acredito que o esporte a motor serve trata-se do piloto, de quem é o melhor ser humano ao volante. Queremos desenvolver a Roborace para que ela seja um complemento do motorsport tradicional – e não substituí-lo. Convidamos fabricantes, fornecedores, companhias de tecnologia e universidades a usar nossa plataforma  para mostrar suas tecnologias e capacidade intelectual nos sistemas de condução autônoma. Com a tecnologia se desenvolvendo tão rápido nós temos de nos manter flexíveis nos eventos, corridas e nos desafios que estamos promovendo”.

A Roborace é a primeira categoria mundial de carros 100% autônomos – sem a interferência de um piloto; são também movidos a eletricidade. O brasileiro de 33 anos acredita que os veículos autônomos representam o futuro da tecnologia automotiva e tem atuado como consultor ao lado do até então CEO Denis Sverdlov desde a concepção da categoria.

Sverdlov assume agora o papel de consultor para também trabalhar em outros projetos, incluindo o ARRIVAL – empresa de tecnologia automotiva baseada em Oxford, na Inglaterra, e que recentemente anunciou parceria com o correio britânico (Royal Mail) para usar seus trucks elétricos.

“Estamos mais do que felizes com o fato de Lucas ter se juntado a nós oficialmente, e isso mostra que a Roborace continua a crescer. Ele traz uma riqueza de conhecimento de outras competições que ele desenvolveu e evoluiu, e somos privilegiados com o benefício de sua experiência!”, destacou Sverdlov. “Lucas realmente entende a importância do que a Roborace pode alcançar – deixando nossas ruas e estradas mais inteligentes e seguras e compartilhando os benefícios da Inteligência Artificial para trazer avanços em todas as áreas – de assistência ao motorista a prevenção de colisões, tecnologias de segurança até à completa autonomia”.

Sverdlov inventou a Roborace com o objetivo de criar uma plataforma para que equipes e empresas desenvolvam tecnologias autônomas com softwares de Inteligência Artificial em um ambiente de competição, com o foco tanto em mostrar ao público as novas tecnologias e ajudá-lo a se sentir mais confortável quando encontrar a tecnologia pelas ruas e estradas. A categoria irá também ajudar a desenvolver a tecnologia de  maneira mais rápida graças aos ambientes extremos aos quais os carros serão expostos, incluindo os circuitos de rua da Fórmula E.

A parceria da Roborace com a Fórmula E já rendeu algumas demonstrações históricas na última temporada em Marrakesh, Buenos Aires, Berlim, Nova York e Montreal com o ‘DevBot’ – o veículo de desenvolvimento da categoria.

Na próxima temporada, a competição deve usar o ‘Robocar’ desenhado pelo futuruista automotivo de Hollywood Daniel Simon para suas demonstrações e desafios pelo mundo todo.

A Roborace usará a temporada 4 da Fórmula E para desenvolver um formato flexível para a competição que possa ser adaptado a rápidos desenvolvimentos tanto na tecnologia elétrica como autônoma para as indústrias e auxiliar seus parceiros na divulgação de tecnologias relevantes e comerciais para veículos de rua.a411 Copy

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

Equipa Silver Arrows termina a prova na 1ª e 2ª posição no Autodromo Nazionale de Monza

  • Lewis Hamilton conquistou ontem a 59ª vitória da sua carreira, depois de partir da 1ª posição na grelha de partida;
  • Esta foi a 4ª vitória em Monza para Hamilton e a 6ª esta época de Fórmula 1;
  • Valtteri terminou na 2ª posição e pela primeira vez alcançou o pódio em Monza;
  • Este resultado marca a 72ª vitória dos Silvers Arrows na Fórmula 1 e a 3ª vez que a equipa termina na 1ª e 2ª posição esta época.
  • Lewis Hamilton alcançou a liderança no Mundial de Pilotos (238 pontos), com Sebastian Vettel em 2º (235 pontos) e Valtteri (197 pontos) em 3º.
  • A equipa Mercedes-AMG Petronas Motorsport (435 pontos) lidera o Mundial de Construtores com uma diferença de 62 pontos para a Ferrari.a376 Copya377 Copy
 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

  1. Dizem que está mais que assinado. E por três anos, até ao final de 2020, quando acabar o actual regulamento de unidades motrizes. Ao que parece com paridade de desenvolvimento com a equipa oficial e a Red Bull.

 

ALEX LYNN NA FÓRMULA E

 

Alex Lynn joins DS Virgin Racing for Formula E

 

It’s hard to find words to tell you how excited I am to be announced as a full-season driver with DS Virgin Racing in the FIA Formula E Championship.

The electric single-seater series has taken motorsport by storm in its first three seasons, and I’d say that it’s probably now second only to Formula 1 in terms of people aspiring to get there.

I’ve been involved in some way in Formula E over the past 12 months now. It’s a series I decided a while ago I wanted to make a beeline for, and to get myself into a full-time role was definitely my goal. I’m really excited that I’ve managed to get that opportunity.

I have initially operated as DS Virgin Racing’s reserve driver during the 2016-17 season. My role has included SIM work, on track testing plus the shakedown in Mexico City before I made my full race debut in New York in July where I managed to secure pole position.

Joining a race-winning team makes this opportunity in Formula E even better. It’s now become one of the biggest championships in motor racing and I will be racing with one of the top teams which for me is a big honour and privilege. Indeed, it was a pleasure to serve my apprenticeship last season with the people at DS Virgin Racing, the quality and professionalism within the organisation is second to none - from Alex Tai at the top to Technical Director Chris Gorne in charge of the engineering team - they’re all very high quality people.

It goes without saying how cool the Formula E calendar is. It starts in Hong Kong with a double-header on December 2/3 and I can’t wait to get to out there and fight for a great result. It’s going to be amazing to discover the cities on the schedule, most of which will be new to me.

There is one unfortunate side-effect of committing to the Formula E Championship. Following my race win in the Sebring 12 hours, I was supposed to be competing at the Petit Le Mans race at Road Atlanta in October again for Wayne Taylor Racing in their Cadillac Prototype. Unfortunately the race now clashes with the recently announced official Formula E test at Valencia, and that has to take priority for me. It was heartbreaking to call up my team-mates Ricky and Jordan Taylor to explain I unfortunately can’t make it. Whilst I personally feel I’ve let them down, in reality it's just unfortunate timing and nobody’s fault. It would have been so nice to help them secure the IMSA SportsCar Championship title which they have every chance of wrapping up at that race. The good news is they’ve managed to sign up a former Indy 500 winner in the form of Ryan Hunter-Reay to replace me: that shows what a top team they are!

Clashes are something I shouldn’t encounter between Formula E and the FIA World Endurance Championship. That’s been my biggest programme of 2017 so far, with G-Drive Racing, and the good thing is that WEC and Formula E try their utmost not to have any calendar clashes, so it’s my plan to continue in both championships. I’ve just had my latest race in the G-Drive ORECA-Gibson in Mexico City, where I finished fourth in the LMP2 class with Roman Rusinov and Pierre Thiriet.

It was a strange race. We qualified fourth and we had a really strong car. I nearly passed everyone into Turn 1 on the outside, but Nicolas Lapierre got his elbows out and there was a bit of a melee! Once I cleared Oliver Jarvis, and later Lapierre, everything was good as I settled into second place and we had some really strong speed. I had some good battles when I was driving and I’m very pleased with my performance. Things didn’t quite go our way when I wasn’t driving, but it was great to be back in the car for the first time since the Le Mans 24 Hours.

I’m excited that we’re now into the flyaway races in the WEC, because it’s a really nice part of the championship. We lost a lot of points at Le Mans so that kind of makes it less stressful for myself, Pierre and Roman now. We just want to go out and win as many races as we can, and it’ll be interesting to see how we do.

 

 

 

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SINGAPORE GRAND PRIX PREVIEW Round 14 of 20 Singapore, 15-17 September 2017

   Following one of the season’s most straightforward onestop races in terms of strategy, at Monza, Formula 1 now heads to one of the most complex tactical races of the year, around the illuminated streets of Singapore. The three softest tyres in the P Zero range – soft, supersoft, and ultrasoft – have once again been brought to Singapore, just as was the case last year, ready for a 61-lap race that normally lasts close to the full two-hour limit, with more than one pit stop. Added to this unusual challenge are the usual considerations of a non-permanent street circuit: variable levels of low grip, street furniture such as manholes and white lines, as well as a high probability of safety cars: 100% so far in the track’s nine-year history.
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 With each session starting late and continuing into the night, the pattern of track temperature and track evolution is different compared to usual daytime sessions.  With 23 corners, the tyres have their work cut out; it’s one turn after another.  While it’s the circuit with the most corners of the year, it’s also the second-slowest lap after Monaco: a unique combination.  Even at night, ambient temperatures remain high, leading to some thermal degradation.  The rear left is the most stressed tyre, which will largely dictate the number of pit stops.  Two stops won the race last year, but there were several three-stoppers as well.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Singapore is always one of the most exciting and unpredictable races of the year, in which pit stop strategy often plays a crucial role in the outcome: also because of the near certainty of a safety car at some point during the arduous two hours. Having said that, pole position has historically had a strong influence on the race win at Marina Bay, so
 
 
 
 
qualifying will be crucial as well. In order to prepare, teams will have to pay particularly close attention to the free practice data as track temperature at night will evolve in quite a different way than it does at a conventional daytime race. Understanding this will be key to getting a good handle on wear and degradation rates, and so implementing an effective tyre strategy”.
 
WHAT’S NEW?     Team have generally favoured the ultrasoft tyre for Singapore, with the soft and supersoft being chosen in more modest quantities.  There are no major modifications to the circuit layout and infrastructure this year.  Pirelli’s 2018 slick tyre prototype test programme continued at Paul Ricard last week, with Lewis Hamilton and Valtteri Bottas driving for Mercedes and fully completing the test schedule.  Pirelli claimed its first overall FIA championship title of 2017 recently, thanks to Simone Faggioli who clinched the European Hillclimb Championship on P Zero tyres.  Pirelli’s star guest at Salon Privé in the United Kingdom was former F1 driver John Watson from Northern Ireland, well-known for his overtaking prowess on street circuits.
 
MARINA BAY STREET CIRCUIT MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
18.5 psi (front) – 17.0 psi (rear)
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-3.75° (front) | -2.00° (rear)

SINGAPORE GRAND PRIX PREVIEW

 

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CARLOS SAINZ JUNIOR NA RENAULT?

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CCARLOS SAING JUNIOR NA RENAULT??

 

 

 

 

  1. Mais que merecido. Mas ainda não percebi o que a Red Bull ganha com tudo isto: um enorme cheque da Honda?!?!

 

HAAS NO G.P. DE ITÁLIA

 

Evento:  Grande Prémio de Itália (Round 13 de 20)

Data:  Domingo, 3 de Setembro

Local:  Autodromo Nazionale di Monza

Layout:  5,793 quilómetros, 11 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  23,8-25,8ºC

Temperatura da pista:  36,6-39ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – arrancou de 9º, terminou em 11º (completou 52/53 voltas)

●  Romain Grosjean – arrancou de 20º, terminou em 15º (completou 52/53 voltas)

 

 

 

Quase que a Haas F1 Team terminava o Grande Prémio de Itália, que se disputou este domingo no Autodromo Nazionale di Monza, com um resultado nos pontos, uma vez que Kevin Magnussen cruzou a linha de meta no décimo primeiro lugar, a um de garantir um ponto. Magnussen estava a rodar no décimo lugar até à quadragésima sétima volta quando Max Verstappen, no seu performante Red Bull, ultrapassou Magnussen por dentro na chicane. Isto forçou Magnussen a alargar a trajectória, deixando o décimo posto e o respectivo ponto para Verstappen.

 

O colega de equipa de Magnussen, Romain Grosjean, recuperou desde vigésimo até décimo quinto. O acidente durante a sessão de qualificação, que foi disputada com muita chuva durante a tarde de sábado, atirou Grosjean para o final da grelha de partida. Adoptou uma estratégia de duas paragens, parando na terceira volta e na trigésima quarta, para ganhar lugares. Grosjean trocou os pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio com que iniciou a corrida por macios, na terceira volta, e também montou uma nova asa dianteira, depois de ter danificado a sua num toque logo no início com Daniel Ricciardo. Quando Grosjean voltou a entrar nas boxes, montou um novo jogo de pneus supermacios, que o levou até ao final.

 

Magnussen iniciou a corrida de cinquenta e três voltas ao circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas no nono lugar, mas caiu para décimo na primeira curva, ao ser ultrapassado por Sérgio Pérez. Mas com as inúmeras batalhas das primeiras voltas, Verstappen e Felipe Massa envolveram-se num contacto na terceira volta, ficando o piloto da Red Bull com um furo. Verstappen foi obrigado a passar pelas boxes, o que permitiu a Magnussen recuperar o nono posto. Mas o colega de equipa de Verstappen, Daniel Ricciardo, era também rápido, e ganhou o nono posto de Magnussen na sétima volta.

 

Solidamente no décimo posto, Magnussen realizou a sua única paragem nas boxes na décima primeira volta, trocando os seus pneus supermacios por macios novos. Saiu das boxes no décimo sexto lugar, mas com o decorrer da corrida e a conclusão do ciclo de pit-stops, Magnussen na trigésima terceira volta estava de novo no décimo lugar.

 

Foi forte, e conseguiu aguentar o Renault de Nico Hulkenberg e, depois o Toro Rosso de Daniil Kvyat. Entretanto, Verstappen vinha a recuperar consistentemente e apanhou Magnussen na pequena recta entre a curva 3 e 4. Assim que Verstappen passou por Magnussen, na chicane, Magnussen ficou com a certeza de que ficaria no décimo primeiro posto com uma distância substancial para Kvyat, o décimo segundo.

 

O vencedor do Grande Prémio de Itália foi o “poleman”, Lewis Hamilton, o tricampeão mundial de Fórmula 1. O piloto da Mercedes marcou o seu quinquagésimo nono triunfo na Fórmula 1, o seu sexto da temporada e o segundo consecutiva. Foi a sua quarta vitória no Grande Prémio de Itália, sendo batido apenas pelas cinco conquistadas por Michael Schumacher. Hamilton deixou Valtteri Bottas, o segundo classificado, a 4,471s. Esta vitória permite a Hamilton assegurar o primeiro lugar no Campeonato de Pilotos. Chegou a Monza a sete pontos do líder, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, mas agora tem uma vantagem de três pontos sobre Vettel.

 

Com treze rounds do calendário deste ano cumpridos, a Haas F1 Team mantém-se no sétimo lugar do Campeonato de Construtores, com trinta e cinco pontos, com um de vantagem para a Renault, a oitava classificada, a cinco da Toro Rosso, a sexta, e a vinte da quinta, a Williams. Grosjean e Magnussen estão no décimo terceiro e décimo quarto lugares, respectivamente, do Campeonato de Pilotos. Grosjean tem vinte e quatro pontos e Magnussen onze.

 

Estão sete etapas por disputar no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo próximo evento o Grande Prémio de Singapura, que se disputa no Marina Bay Street Circuit entre os dias 15-17 de Setembro

 

 

 

Ficámos com a asa dianteira danificada na primeira curva e, daí para a frente, a nossa corrida ficou comprometida. Tentámos algumas coisas e aprendemos mais umas coisas sobre o carro. Penso que o ritmo não foi mau.”

 

 

 

Aconteceu muita coisa na corrida de hoje, mas não me afectou, dado que ambos os pilotos terminaram à minha frente. Não eramos suficientemente rápidos este fim-de-semana. Décimo primeiro foi, provavelmente, o nosso melhor resultado. Aborrece-me que tenhamos rodado quase toda a corrida nos pontos e tenhamos sido ultrapassados no final. O Max (Verstappen) era muito mais rápido que eu. Não tive grande possibilidade de manter aquele ponto. Ainda assim, não há motivos para não tentar. Demos o máximo ao longo de toda a corrida.”

 

 

 

Um fim decente para um fim-de-semana complicado. Não marcámos pontos, mas estivemos na luta. Todas as equipas que estão à nossa frente terminaram com dois carros, portanto terminámos em décimo primeiro, mas combatemos os Toro Rosso e os Renault. Não nos ganharam vantagem pontual, portanto, continuamos em sétimo. Em Singapura será completamente diferente. Vamos ver o que poderemos fazer lá.”

 

 

 

O décimo quarto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio de Singapura, que se disputa no Marina Bay Street Circuit. Os treinos-livres iniciam-se no dia 15 de Setembro, a qualificação a 16 e a corrida a 17.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Singapore Grand Prix (15-17 September).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

ITALIAN GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

ITALIAN GRAND PRIX RACE
 
LEWIS HAMILTON LEADS A MERCEDES ONE-TWO AT MONZA WITH THE TOP THREE ALL USING IDENTICAL STRATEGIES   ALTERNATIVE STRATEGY USED BY RED BULL’S DANIEL RICCIARDO  TO FINISH FOURTH FROM 16TH ON THE GRID
 
ONE-STOP STRATEGY FOR PRACTICALLY ALL THE DRIVERS ON THE FASTEST TRACK OF THE YEAR, WITH HIGH ENERGY LOADS   Monza, a322 Copy As expected, nearly all the drivers chose a one-stop supersoft-soft strategy at the Italian Grand Prix, which was won by Mercedes driver Lewis Hamilton to take the lead of the championship by three points. An alternative strategy was adopted by Red Bull’s Daniel Ricciardo, who started 16th on the grid as a result of penalties. He began on soft and then moved onto the supersoft in the closing stages of the race. The Australian also set the fastest lap of the race, which was two seconds faster than last year’s equivalent, using the same tyres. Following torrential rain yesterday, conditions in Monza were dry today with ambient temperatures of 28 degrees centigrade and track temperatures of 37 degrees centigrade.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “After an unpredictable weekend up to now, the race turned out exactly as we expected, with nearly all the drivers completing one-stop strategies. Daniel Ricciardo made excellent use of an alternative one-stop strategy to make up 12 places, and his fastest lap shows just how much quicker the car and tyre package is this year, despite the fact that Monza is mainly dominated by straights.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
 
 
  
-
Hamilton 1m 23.488s
Ricciardo 1m 23.361s
-
Bottas 1m 23.722s
Verstappen 1m 24.351s
-
Vettel 1m 23.897s
Hamilton 1m 24.770s
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM - -
SOFT Hulkenberg 43
SUPERSOFT Bottas-Vandoorne 33
 
 
 
 
TRUTHOMETER Lewis Hamilton won the race using one pit stop, going from supersoft to soft on lap 32, as anticipated. His team mate Valtteri Bottas followed an identical strategy, stopping one lap later and finishing five seconds behind Hamilton at the flag. Both used exactly the strategy we indicated as the winning one.
 
 

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

MERCEDES EM TESTES NO CIRCUITO DE PAUL RICARD EM FRANÇA

 

  1. Lewis Hamilton completou hoje 114 voltas ao circuito de Paul Ricard nos testes com pneus 2018. Valtteri Bottas estará amanhã na pista francesa.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Italian Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

WET TYRES COME OUT IN FORMULA 2 WHILE GP3 USES SOFT SLICKS IN AN INTERRUPTED WEEKEND


 

FORMULA 2

Feature Race, the winner: For the second consecutive weekend, the first driver past the chequered flag wasn’t the race winner, with Prema’s Antonio Fuoco being handed victory after Russian Time’s Luca Ghiotto was penalised. The race was extremely lively with a safety car and several changes of lead in the slippery and wet conditions, which led to all the drivers using the full wet tyre from start to finish.

Luca Ghiotto: “In these conditions, also with the safety car, it wasn’t easy: it was a crazy race as is often the case when it’s wet and you really need to have the tyres and the brakes ready. In the end though I was still able to overtake.”

Feature Race, alternative strategy: Although there was no variation in the compounds used because of the wet conditions – with everyone staying on the wet tyres from lights to flag – there was still a lot of different thinking on the timings of the obligatory pit stop, in order to maximise track position and minimise traffic. Russian Time’s Artem Markelov was the first to make a scheduled stop on lap six, as soon as the pit stop window opened, while the leaders left it until lap 18.

Sprint Race, the winner: In dry conditions, Ghiotto made up for Saturday’s disappointment by winning the sprint race after charging through the field in a brilliantly controlled drive using the medium tyre. There were a variety of different strategies, with two drivers also changing to the soft tyre late in the 21-lap race.

GP3

Feature Race, the winner: The weather caused massive disruption to the GP3 schedule with both the qualifying session and Saturday’s race cancelled, because of the day running behind schedule. This meant that the only GP3 race of the weekend was on Sunday, using the times set in free practice on Friday to form the grid.

Feature Race, the winner: ART claimed a one-two-three to take the teams’ title at Monza, after a dramatic postponed feature race in the absence of polesitter Nirei Fukuzimi, who failed to start due to an electrical problem. The race was run exclusively on the soft tyre, with George Russell managing the compound perfectly to fight his way into the lead, after a race that was also interrupted by a safety car.

PIRELLI QUOTE

Pirelli’s head of car racing Mario Isola: “It was a difficult weekend at Monza, with mixed conditions on Friday, wet weather on Saturday and a totally dry track on Sunday, leading to the cancellation of several sessions. This meant that the drivers often had to race with extremely limited information on tyre behaviour, and adapt race strategies and driving styles accordingly. While the Formula 2 race on Saturday was dominated by the wet tyre, there were some interesting strategies on Sunday with both the medium and soft tyre seen in the sprint race. Finally, it was a great privilege to help unveil the new 2018 Formula 2 car in our fitting area on Thursday. Formula 2’s reputation for great racing and solid preparation for Formula 1 is assured again for the future. I’d also like to congratulate ART for winning the GP3 teams’ title this weekend at Monza.”

NEXT RACES
Formula 2 and GP3 now enjoy a stand-alone race, away from Formula 1 for the only time all year, at the Jerez circuit in Spain from October 6-8.

 

***

 

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FIA Formula 2 Championship at Monza

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The new 2018 Formula 2 car

GP3

GP3 teams title winners ART lead the pack at Monza

 

A CAPA DO AUTOSPRINT

A CAPA DO AUTOSPRINT

 

  1. Eis a  capa na edição desta semana da revista italiana AutoSprint. No minimo provocadora para os tiffosi.....

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

A ULTIMA.....

 

A ideia partiu de Jean Todt. A Volta a França em Bicicleta tem a camisola amarela. A F1 terá o Halo amarelo para o líder do Mundial. Ideias...

 

FERNANDO ALONSO É NOTICIA

FERNANDO ALONSO É NOTICIA

 

  1. Sabia-se que Fernando Alonso era grande. Mas agora fica REALmente enorme.

 

HAAS NO G.P. DE ITÁLIA

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio de Itália (Round 13 de 20)

Data:  Sábado, 2 de Setembro

Local:  Autodromo Nazionale di Monza

Layout:  5,793 quilómetros, 11 curvas

Condições climatéricas:  Chuva

Temperatura do ar:  14,3-15,3 ºC

Temperatura da pista:  15,4-18,3 ºC

Recorde:  1m21,046s assinado por Rubens Barrichello com a Scuderia Ferrari em 2004

Recorde em qualificação:  1m20,264s assinado por Juan Pablo Montoya em 2004 com a Williams na Q1

A melhor volta de sempre:  1m19,525s assinado por Juan Pablo Montoya em 2004 com a Williams nos treinos-livres

Pole-Position 2016:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,135s)

Pole-Position 2017:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m35,554s)

Resultado:  Kevin Magnussen 16º/ Romain Grosjean 20º

Note:  Magnussen arrancará do décimo primeiro lugar da grelha de partida devido a penalizações de outros concorrentes.

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Magnussen:  16º (1m40,489s)

Grosjean:  20º (1m43,355s)

Piloto mais rápido:  Valtteri Bottas da Mercedes (1m35,716s)

Cutoff:  15º Carlos Sainz da Toro Rosso (1m39,788s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Piloto mais rápido  Lewis Hamilton da Mercedes (1m34,660s)

Cutoff:  10º Esteban Ocon da Force India (1m37,580s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m35,554s)

Segundo:  Max Verstappen da Red Bull (1m36,702s)

 

 

 

A qualificação para o Grande Prémio de Itália começou bastante molhada e sem grande brilho para a Haas F1 Team. Com a chuva a cair no Autodromo Nazionale di Monza, a qualificação começou e rapidamente foi parada com bandeiras vermelhas quando o piloto da Haas F1 Team, Romain Grosjean, entrou em aquaplaning na sua primeira volta lançada. Entrou em pião contra o muro exterior do final da recta da meta, para depois sofrer ricochete para o outro lado da pista, embatendo na barreira interior. Grosjean pôde sair do seu Haas VF-17 sem qualquer mazela, mas sua qualificação estava terminada.

 

Duas horas e meia mais tarde, a qualificação foi retomada. A chuva diminuiu, mas a pista permaneceu molhada.

 

Kevin Magnussen manteve-se como o único representante da Haas F1 Team, tendo na Q1 montando os Pirelli Cinturato Azul/Chuva, antes de ter montando os intermédios, com menos rasgos para a pista com um pouco menos de água no circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas. Os intermédios permitiram a Magnussen assegurar um tempo de 1m40,489s, o que o colocou no décimo sexto lugar, a uma posição de poder avançar para a Q2.

 

Apesar de se ter qualificado no décimo sexto lugar, arrancará para a o Grande Prémio de Itália, que se realiza no domingo, de décimo primeiro. Diversas penalizações na grelha de partida permitem a Magnussen suplantar inúmeros competidores ainda antes do início da prova.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou a pole-position para o Grande Prémio de Itália. A sua melhor volta, 1m35,544s, foi 1,148s mais rápida que o segundo classificado, Max Verstappen, da Red Bull. Foi a sua sexagésima nona pole-position na Fórmula 1, batendo o recorde anteriormente detido por Michael Schumacher como piloto com mais pole-positions. Foi também, a oitava pole-position da temporada para Hamilton, a segunda consecutiva, a sua quarta consecutiva em Monza e a sua sexta no Grande Prémio de Itália, eclipsando o anterior recorde de Ayrton Senna e Juan Manuel Fangio.

 

O pilotos experimentaram pela primeira vez a pista molhada durante a manhã, numa terceira sessão de treinos-livres abreviada. A sessão de uma hora terminou com apenas quinze minutos, com poças de água ao longo da pista a impediram que fosse levada a cabo. Quando os pilotos eventualmente se aventuraram na pista, fizeram-nos com pneus de chuva.

 

Apenas sete dos vinte pilotos realizaram voltas lançadas, ao passo que os outros realizaram apenas voltas de reconhecimento. Esse foi o caso de Grosjean e Magnussen, tendo cada um deles realizada apenas uma volta para regressarem com os seus respectivos VF-17 às boxes.

 

O melhor tempo da terceira sessão ficou na posse de Felipe Massa, 1m40,660s, deixando o seu colega de equipa, o estreante Lance Stroll, a 0,228s. Os restantes pilotos a realizarem voltas lançadas foram: Nico Hulkenberg e Jolyon Palmer, da Renault, Carlos Sainz e Daniil Kvyat, da Toro Rosso, e o Sauber Marcus Ericsson.

 

 

 

Soube de imediato que as condições pista não eram boas. A visibilidade era terrível. Entrei em aquaplaning a mais de 300 Km/h. Perdi o controlo do carro a direito.

 

Não era possível ver nada e pilotar a direito. Havia muitas poças de água. Entrei num enorme aquaplaning e não podia fazer nada. Não houve qualquer aviso. Foi infeliz estar no momento errado no sítio errado. Talvez mais alguns minutos e tivessem feito a opção correcta.

 

Desde que saí das boxes que me queixei bastante a dizer que era demasiado perigoso, uma vez que não conseguíamos perceber onde estávamos. Claramente, bater a direito mostra que o carro não podia rodar naquelas condições, dado que havia demasiada água.

 

Estou desapontado por termos começado a qualificação naquelas condições. O que podemos fazer? Não podemos levantar o pé. Se alguém está atrás de nós entra pela nossa traseira a dentro. Não sabemos o que está à frente. Penso que deveríamos ter esperado.

 

A pancada não foi muito má. Fisicamente, estou bem. Mentalmente, bater a direito não é fácil de digerir. Não foi um grande impacto, portanto, acredito que amanhã estará tudo bem.”

 

 

 

Estar a olhar para uma pista vazia durante tanto tempo é duro, portanto, foi fantástico que tanta gente tenha ficado. Para mim, não foi o melhor dos dias. No final, não consegui colocar calor nos pneus intermédios. Deveria ter ficado com os pneus de chuva. Sei que os rapazes dos primeiros lugares colocaram-nos a funcionar, mas nós não temos apoio aerodinâmico para fazer o mesmo. Os pneus de chuva teria sido melhor. Fui eu quem decidiu, portanto, por vezes acontece. É a primeira vez que tivemos que passar pelo ‘crossover’ com estes pneus. É como é. A posição na grelha de partida será um pouco melhor, dado que alguns têm que cumprir penalizações, o que ajuda um pouco, mas ainda assim estou desapontado.”

 

 

 

Foi um dia desafiante. Foi uma qualificação confusa. O Romain danificou o carro na sua terceira volta e isso tirou-o de contenção. Temos um carro danificado para reparar para amanhã. Com o Kevin, não conseguimos colocar os intermédios a funcionar, ou pelo menos da forma que esperávamos. O aspecto positivo é que as penalizações permitem que ele alinhe no décimo primeiro posto. Diria que, com todo o azar, tivemos alguma sorte.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

ITALIAN GRAND PRIX QUALIFYING
 
WET WEATHER WITH EXTREME CONDITIONS  MEANS THAT FP3 AND QUALIFYING ARE INTERRUPTED
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON CLAIMS HIS 69TH POLE POSITION,  USING FULL WET TYRE, FOLLOWING A DELAY OF MORE THAN TWO HOURS
 
DRY CONDITIONS EXPECTED FOR TOMORROW: ONE-STOP STRATEGY SHOULD BE MOST LIKELY, ALTHOUGH TEAMS ARE STILL LACKING SOME DATA
 
  a390 Copy– Wet weather conditions at Monza that led to the GP3 and Porsche qualifying sessions being scrubbed also affected Formula 1, FP3 and qualifying, which was halted during Q1 with 13 minutes left to go. After several consecutive 15-minute delays, qualifying finally resumed more than two hours behind schedule once the rain had diminished. The session was run on wet tyres during the first part of Q1 and then on both intermediate and full wet tyres afterwards as the rain continued in Q2 and Q3, with Mercedes driver Lewis Hamilton claiming his 69th pole position by more than a second. This gives him the record for the highest number of pole positions in Formula 1 history. Because qualifying was a wet session, the top 10 are no longer obliged to run the tyres on which they set their fastest Q2 times for the race start tomorrow.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The extreme wet conditions with standing water on the track clearly wasn’t ideal preparation for the grand prix. Monza is the fastest circuit on the championship and even these extreme conditions didn’t stop some drivers reaching top speeds of more than 300kph. On top of that, there are not enough corners to increase tyre temperature and the day was not warm. However, the indications are that tomorrow’s race should be dry, which presents a completely different challenge to what was eventually seen in qualifying. Teams will have to rely on the dry data gained from free practice yesterday in what is likely to be a one-stopper. Without a full complement of information heading into the race, and with a free tyre choice for the starting grid, the teams will have to monitor tyre behaviour carefully tomorrow”. 
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
          Not seen in wet qualifying. Will be a vital for the race. With free tyre choice for race start, this could make an interesting alternative. Unlikely  to figure  in the race. Used in Q1  and most of Q2. Used in FP3,  Q1 and  to set pole     
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Massa 1m 40.660s WET NEW
Stroll 1m 40.888s WET NEW
 
 
 
 
 
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
Hulkenberg 1m 41.491s WET USED
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m35.554s
 
WET NEW
Verstappen 1m 36.702s
 
WET NEW
Ricciardo 1m 36.841s
 
WET NEW
Stroll 1m 37.032s
 
WET NEW
Ocon 1m 37.719s
 
WET NEW
Bottas 1m 37.833s
 
WET NEW
Raikkonen 1m 37.987s
 
WET NEW
Vettel 1m 38.064s
 
WET NEW
Massa 1m 38.251s
 
WET USED
Vandoorne 1m 39.157s
 
WET NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM Palmer 16
SOFT Stroll 31
SUPERSOFT Massa 25
INTERMEDIATE Raikkonen 10
WET Massa, Hulkenberg 12
COMPOUND DRIVER TIME
MEDIUM Palmer 1m 26.370s
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
SOFT Hamilton 1m 21.956s
SUPERSOFT Bottas 1m 21.406s
INTERMEDIATE Hamilton 1m 34.660s
WET Hamilton 1m 35.554s

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

ITALIAN GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
MERCEDES FASTEST IN BOTH FREE PRACTICE SESSIONS,  USING SUPERSOFT TYRES TO GO QUICKEST
 
GAP BETWEEN SUPERSOFT AND SOFT IS CURRENTLY AROUND 0.7 SECONDS: FP2 TIMES NEARLY A SECOND AND A HALF FASTER THAN LAST YEAR
 
SOME RAIN IN THE MORNING DID NOT AFFECT TRACK EVOLUTION,  BUT SLICK TYRES STILL USED THROUGHOUT THE DAY
  a376 Copy Mercedes topped both free practice sessions at Monza on the supersoft tyre, with Valtteri Bottas setting fastest time of the day in FP2, while Lewis Hamilton went quickest in FP1. The best time from Bottas in the afternoon was nearly a second and half faster than the equivalent session last year, using the same tyres. Some rain fell towards the end of FP1 with no effect on track evolution.  Currently, the gap between the soft and supersoft tyres is just over half a second. 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING  “As we expected, there’s not been a significant increase in overall speeds at Monza, as the new 2017 regulations accentuate cornering performance rather than top speed, and this circuit is most about the straights. However, the fastest time in FP2 was still nearly a second a half faster than the equivalent session last year, using the same tyre compounds. Initial indications suggest that this could be a one-stop race, with only a small difference between the compounds leading to quite a wide pit stop window.”
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
 
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m21.537s SUPERSOFT NEW
Bottas 1m21.972s SUPERSOFT NEW
Vettel 1m22.652s SUPERSOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Bottas 1m21.406s SUPERSOFT NEW
Hamilton 1m21.462s SUPERSOFT NEW
Vettel 1m21.546s SUPERSOFT NEW
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
 
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
 
23.0 psi (fronts) – 21.0 psi (rears)

 

HAAS NO G.P. DE ITÁLIA

 

Evento:  1ª e 2ª de Treinos-Livres

Data:  Sexta-Feira, 1 de Setembro

Local:  Autodromo Nazionale di Monza

Layout:  5,793 quilómetros, 11 curvas

Condições climatéricas da 1ª Sessão:  Parcialmente encoberto

Temperatura do Ar na 1ª Sessão:  21,7-22,9ºC

Temperatura da pista na 1ª Sessão:  23,5-28,3ºC

Condições climatéricas da 2ª Sessão:  Sol

Temperatura do Ar na 2ª Sessão:  25,1-27,5ºC

Temperatura da pista na 2ª Sessão:  32,7-40,6ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen

 

 

 

Magnussen:  12º (1m23,973s), 22 voltas

Grosjean:  16º (1m24,079s), 22 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,537s)

Mais voltas completadas:  Felipe Massa da Williams (37 voltas)

 

 

 

Grosjean:  16º (1m23,567s), 31 voltas

Magnussen:  17º (1m23,650s), 20 voltas

Piloto mais rápido:  Valtteri Bottas da Mercedes (1m21,406s)

Mais voltas completadas:  Esteban Ocon e Sergio Perez da Force India (43)

 

 

 

O décimo terceiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 começou esta sexta-feira no Autódromo Nazionale di Monza com as equipas a prepararem o Grande Prémio de Itália, que se disputa no domingo. As duas sessões de treinos-livres no circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas foram realizadas com condições climatéricas instáveis, sendo a primeira sessão realizada sob nuvens e com temperaturas frescas, ao passo que a segunda foi realizada com Sol e com temperaturas mais quentes.

 

A primeira sessão foi disputadas com ameaça de chuva ao longo de toda a sessão, caindo algumas gotas ao longo do circuito. Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, tiraram partido da pista seca, sabendo que a segunda sessão poderia ser disputada nas mesmas condições.

 

Com a primeira sessão a ser, potencialmente, a única do dia sem chuva, foi tomada uma decisão para adiar a participação de António Giovinazzi aos comandos do monolugar de Magnussen. Giovinazzi é o terceiro piloto da Scuderia Ferrari e Magnussen graciosamente cedeu o seu volante para que Giovinazzi pudesse ganhar mais experiência de Fórmula 1. O piloto de vinte e três anos natural de Martina Franca, Itália, pilotou um carro de Fórmula 1 no início do ano quando substituiu o lesionado Pascal Wehrlein na Sauber na primeira semana de testes no Circuit Barcelona – Catalunya e nos Grandes Prémios da Austrália e Grande Prémio da China. Estava planeado que esta seria a terceira das sete participações em Treinos-Livres de Giovinazzi ao volante de um Haas F1 Team. Giovinazzi recuperará a sessão de hoje noutro Grande Prémio ainda a determinar.

 

Magnussen liderou a Haas F1 Team na primeira sessão com o décimo segundo crono. Ele registou vinte e duas voltas, tendo a melhor sido a décima quarta, quando montava no seu monolugar pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio. Ficou no décimo sexto lugar. Ambos os pilotos realizaram o mesmo programa e experimentaram todos os pneus de seco da gama que a Pirelli levou para Monza, realizando voltas de instalação com pneus médios, para depois montarem macios e, posteriormente, adoptarem os mais aderentes supermacios.

 

Os pilotos da Mercedes, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, foram os mais rápidos na primeira sessão. Hamilton assegurou o lugar do topo com uma volta em 1m21,537s, que deixou Bottas a 0,435s.

 

As longas rectas e as curvas fluidas permitiram às equipas levar para Monza os seus pacotes aerodinâmicos de baixo apoio, tendo os seus pilotos se aproximado de velocidades de quase 360Km/h e com médias de 259Km/h. De facto, a volta mais rápida alguma vez registada por um Fórmula 1 foi realizada em Monza.

 

As velocidades aumentaram na segunda sessão, com a maioria do pelotão a baixarem as suas marcas, enquanto a temperatura subiu quase cinco graus centigrados relativamente à primeira sessão, ao passo que a temperatura da pista subiu 12ºC.

 

Grosjean terminou a segunda sessão no décimo sexto posto, 1m23,567s, o que lhe permitiu melhorar a sua marca matinal em 0,512s. O seu registo surgiu na décima primeira volta das trinta e uma que completou, sendo os pneus utilizados para os supermacios. Magnussen baixou o seu registo em 0,323s, 1m23,650s, com um crono alcançado na décima quinta volta, usando também supermacios. Terminou logo atrás do seu colega de equipa, no décimo sétimo posto, completando vinte voltas. Magnussen teria completado tantas voltas como o seu colega de equipa, mas a sua suspensão traseira cedeu, impedindo-o de participar nos treze minutos finais da sessão.

 

Mais uma vez a Mercedes voltou a ditar o ritmo, mas a ordem alterou-se, com Bottas no topo. A sua melhor volta, 1m21,406s, deixou o seu colega de equipa, Hamilton, a 0,056s. A sua melhor volta ainda assim, ficou a 1,881s da melhor volta alguma vez dada a Monza – e a volta mais rápida da história da Fórmula 1 – 1m19,525s, assinada por Juan Pablo Montoya durante uma sessão de treinos-livres do Grande Prémio de Itália de 2004.

 

Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou noventa e cinco voltas – 53 através de Grosjean e 42 através de Magnussen.

 

 

 

Não creio que devamos ler muito nos tempos, para ser honesto. Esta manhã foi muito competitiva e aconteceu o mesmo durante a tarde. Meio segundo coloca-nos mais ou menos no sétimo lugar. Não estou muito preocupado com a competição. Há algumas coisas que queremos fazer no carro. A série longa foi boa. Hoje à noite tentaremos fazer alguma magia. Penso que, no geral, foi um bom dia.”

 

 

 

Temos algo a entender nos pneus. Parece que não estamos na janela correcta de funcionamento. Vamos trabalhar arduamente durante a noite para ver se encontramos uma solução. O equilíbrio do carro não está muito mau. É apenas uma questão de colocar tudo junto.”

 

 

 

Foi uma sexta-feira excitante, para dizer o mínimo. Começou por decidirmos colocar o Kevin (Magnussen) no carro em vez do Antonio, devido à situado das condições climatéricas. Parecia que a única sessão seca seria a primeira, mas no final acabou por não ser assim, uma vez que a segunda também se manteve seca. Mas, então, essa era a informação que tínhamos e tivemos que decidir colocar o Kevin a andar no seco. Foi bastante intenso para todos trocar tudo. Depois limitámo-nos a seguir o programa. No meio da segunda sessão tivemos um problema na suspensão traseira do carro do Kevin. Estamos a investigar o que se passou. Vamos descobrir o que se passou e evoluir a partir daí. Mais uma vez, temos muitos dados, dado que até então tínhamos reunido muita informação e realizado muitas voltas. Vamos trabalhar nos dados durante a noite, preparar-nos para amanhã e entrar para realizar uma boa qualificação.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00-11h00) antes do início da qualificação, às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOS BASTIDORES

 

 

  1. Preparar o futuro para a Ferrari? Charles Leclerc vai guiar um Sauber no FP1 na Malásia, EUA, México, Brasil e Abu Dhabi.

 

FILIPE MASSA NA FÓRMULA E???

  1. MASSA: "I SEE MY FUTURE IN FORMULA E"

  2.  

  3.  

    Williams driver Felipe Massa has said that Formula E is the most likely place to continue his racing career if he is not retained by Williams at the end of the season. The former Ferrari driver was brought out of F1 retirement after only a few months because of Nico Rosberg vacating his seat at Mercedes meaning Williams brought Massa back to the fill the spot of Valtteri Bottas who moved to Mercedes.

    However many expect him to move back i...nto retirement at the end of this season, if not then in the very near future, and with the all electric series on the rise with the likes of Mercedes and Porsche joining the series its becoming more and more an attractive place for drivers to move to. Massa would be the joint most successful F1 driver in terms of wins to be in series with Jaques Villeneuve.

    He said this on the prospects of joining the series: "I did a test for Jaguar since I decided to stop in Formula 1, I was talking with some teams in Formula E and I wanted to drive the car and see how it is. I think it's fantastic and I see a big future in that category for a driver, especially after Formula 1.

    "It's different, I never raced in Formula E to see how it is, but I think after Formula 1 everything will be a learning [curve] to get used to a different category. It's like a restart, but I will decide when I stop Formula 1."

    Massa, though, insists his short-term future is still in Formula 1, and hopes to stay with Williams saying: "I feel that I am competitive, and if you're doing a good job, I think that really motivates you, it's true that I don't want to be in Formula 1 to be in the back, I want to be in Formula 1 to have a proper job and this is part of my idea for the future."

     

 

HAAS NO G.P. DE ITÁLIA

 

F1 Pronta para Adorar o Templo da Velocidade

Molto Veloce Monza Encontra a Nova Era da F1

 

 Os carros mais rápidos do mundo estão a caminho de um dos circuitos mais rápidos do mundo. O Autodromo Nazionale di Monza, conhecido como o Templo da Velocidade, recebe o décimo terceiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, o Grande Prémio de Itália.

 

O circuito de 5,793 quilómetros e onze curvas alberga a Fórmula 1 desde 1950, sendo a prova deste ano o 67º Grande Prémio de Itália. A velocidade média do vencedor do primeiro Grande Prémio de Itália foi de 176,55 Km/h. No ano passado foi de 237,558 Km/h. Com a evolução da tecnologia da Fórmula 1, a velocidade em Monza tem vindo a ser cada vez mais impressionante.

 

As longas rectas e as curvas fluidas permitem às equipas levar pacotes de pouco apoio aerodinâmico, permitindo aos pilotos aproximarem-se de velocidades da ordem dos 360 Km/h e velocidades médias de 259 Km/h. De facto, a volta mais rápida alguma vez registada na Fórmula 1 foi alcançada em Monza.

 

Juan Pablo Montoya detém o recorde e o marco de Monza com um crono de 1m19,525s no seu Williams BMW, registado durante uma sessão de treinos-livres do Grande Prémio de Itália de 2004, alcançando uma velocidade média de 262,242 Km/h. Esta marca surgiu durante o momento mais alto da era dos V10, quando sete fornecedores de motores – Ferrari, Mercedes, Honda, Renault, BMW, Toyota e Ford Cosworth – estavam dedicados a uma corrida de armamento, tendo os níveis de potência alcançado os 940CV e as rotações ultrapassado as 19000RPM.

 

Os motores tinham apenas que aguentar uma corrida, nesses tempos, enquanto actualmente as equipas estão limitadas a quatro motores por ano. Mas a marcha do tempo e da tecnologia é inexorável e em 2017 todos os recordes de voltas da Fórmula 1 estão em perigo.

 

Em todos os circuitos visitados pela Fórmula 1 os recordes foram batidos. No passado sábado, no Circuit Spa-Francorchamps, que albergou o Grande Prémio da Bélgica, o piloto da Scuderia Ferrari, Kimi Raikkonen, bateu o recorde de Spa por 0,587s na terceira sessão de treinos-livres. A marca anterior era de 1m44,503s e tinha sido registada por Jarno Trulli, em Toyota, durante a segunda ronda da qualificação para o Grande Prémio da Bélgica de 2009. Mas pouco depois de Raikkonen ter batido o recorde, Lewis Hamilton, da Mercedes, alcançou uma nova marca, enquanto assegurava a pole-position, melhorando o crono de Raikkonen em 1,363s e esmagando o recorde de oito anos de Trulli por 1,950s.

 

Spa é um circuito de potência cheio de história e, quando a campeonato segue para o ainda mais veloz Audromo Nazionale di Monza, outro recorde surge.

 

Apesar da actual geração de carros de Fórmula 1 estarem equipados como motores V6 1600c.c. turbocomprimidos, os engenheiros conseguem espremer destas unidades de potência uma considerável quantia de potência. E, graças a um pacote aerodinâmico e novos pneus, as velocidades em curva aumentaram substancialmente, os tempos por volta desceram dramaticamente, em alguns casos em cinco segundos.

 

No entanto, por outro lado, a velocidade de ponta destes estes carros de Fórmula 1 não é tão elevada, uma vez que o aumento do apoio aerodinâmico aumenta também o arrasto. É nas curvas que estes carros brilham.

 

Monza tem onze curvas, o que significa que, apesar das longas rectas, é possível encontrar velocidade. Pode o recorde de treze anos de Montoya sobreviver à inevitável evolução da Fórmula 1? O tempo, literalmente, dirá.

 

Enquanto a categoria evoluiu bastante ao longo da sua história de sessenta e sete anos, a Haas F1 Team evoluiu tremendamente na sua história de dois anos.

 

Depois de ter marcado vinte e nove pontos em 2016, a equipa americana já ultrapassou essa marca na sua segunda temporada quando estão disputadas apenas doze corridas. Os pilotos, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, combinados já marcaram trinta e cinco pontos, quando estão ainda por realizar doze provas.

 

A evolução da Haas F1 Team tem vindo a ser ajudada pela sua parceria com a Ferrari e com a Dallara, uma vez que as duas companhias fornecem conhecimento de automobilismo crítico, para além de terem uma linhagem italiana.

 

A Ferrari, baseada em Maranello, fornece à Haas F1 Team a unidade de potência, caixa de velocidades e apoio técnico geral, e o famoso construtor de carros de corrida, Dallara, alberga a equipa de design da Haas F1 Team nas suas instalações em Parma.

 

Esta relação única permitiu à Haas F1 Team chegar às pistas em 2016. A tarefa gigantesca de criar uma equipa de Fórmula 1 desde o zero tornou-se menos dantesca pelos mais de cento e trinta anos de experiência no desporto automóvel detidos pela Ferrari e pela Dallara no seu conjunto. E quando foi necessário construir outro carro de acordo com as regras de 2017 – isto enquanto a Haas F1 Team continuava a disputar a sua primeira temporada – a Ferrari e a Dallara mostraram o seu valor.

 

Actualmente, envolvida numa luta com os seus adversários do meio do pelotão, a aliança italiana da Haas F1 Team está novamente no palco. A Haas F1 Team esta no sétimo posto do Campeonato de Construtores, apenas com um ponto de vantagem para a Renault, a oitava classificada, mas a apenas cinco pontos da sexta classificada, Toro Rosso, e a dez da quinta classificada, a Williams.

 

É uma batalha electrizante que agora terá como palco a atmosfera electrizante de Monza, e oferece à Haas F1 Team e aos seus parceiros italianos uma recarga de baterias.

Autodromo Nazionale Monza

 

Perímetro: 5.793 km

Voltas: 53

Distância de corrida: 306,72 km

Transmissão: Sport TV5 – 13h00 (Domingo)

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

O que é mais importante para as próximas oito corridas – maximizar o lugar da Haas F1 Team no Campeonato de Construtores ou trabalhar para o próximo ano?

“Estamos a trabalhar para o próximo ano, enquanto continuamos focados neste ano para marcar o máximo de pontos possível. O principal foco na fábrica é no próximo ano, mas em pista estamos sempre a tentar tirar o máximo do carro deste ano e a tentar marcar pontos.”

 

Enquanto a fábrica está focada no próximo ano, espera uma queda de performance este ano ou espera que todas as equipas tenham um plano semelhante em que a performance seja semelhante à exibida ao longo deste ano?

“Não creio que exista uma queda de performance. Penso que a performance de algumas das outras equipas subirá, dado que não há motivo para que exista uma queda. Se as restantes equipas melhorarem e nós ficarmos na mesma, acabamos por perder competitividade. Penso que as grandes equipas vão estar bem e, apesar de continuarmos a ter alguma atenção ao projecto deste ano, a quantidade de trabalho que desenvolvemos no carro de 2017 vai diminuindo cada vez mais. Todos estão a tentar focar-se em 2018. Não sei o que as outras equipas têm para apresentar, mas penso que a maior parte no meio do pelotão está a pensar em 2018.”

 

Que dificuldades espera no projecto do próximo ano?

“Todos os anos é difícil conceber um bom carro, mas o desafio do carro do próximo ano será o peso. Colocar o halo adiciona dez quilogramas. Não estamos a baixo do peso e muito poucas equipas estão dez quilogramas a baixo do peso, este ano, portanto, não incrementar o peso no carro do próximo ano será muito difícil. Estamos todos no mesmo barco, portanto, temos que dar o melhor que podemos, como todos os anos. Mas não há nenhum desafio especifico para além da subida do peso devido à introdução do halo.”

 

De que forma a Haas F1 Team pode melhorar a curto e a longo prazo?

“A curto prazo, tentamos melhorar os nossos processos e introduzir evoluções mais rapidamente. A longo prazo, tentamos realizar mais trabalho técnico, de simulação e estar mais bem preparados para a pista. Temos mais dados do que no ano passado, portanto, estamos prontos para tomar melhor decisões para a corrida. Estamos a usar o que aprendemos o ano passado e na primeira metade deste ano e a aplicar esse conhecimento.”

 

O Grande Prémio de Itália é praticamente uma corrida caseira para a Haas F1 Team, uma vez que o seu parceiro técnico, a Ferrari, e o seu colaborador no desenvolvimento de chassis, a Dallara, são ambas baseadas em Itália. Sabendo que o Haas VF-17 tem ligações italianas, é importante ter uma boa prestação em Monza?

“A base da Dallara fica a uma hora de Monza, tenho a certeza de que estarão lá muitas pessoas. É sempre bom ir lá, dado que as pessoas têm uma grande paixão por carros de corrida. A história de Monza e a paixão dos tifosi oferecem ao Grande Prémio de Itália uma atmosfera única, e dado estarmos tão perto de ambos os nossos parceiros técnicos, queremos dar o nosso melhor.”

 

Como tem corrido a parceria técnica com a Ferrari e como tem evoluído, uma vez que que a Haas F1 Team concebeu o seu primeiro carro para depois conceber o carro de acordo com os regulamentos deste ano?

“Produzir os carros deste ano foi muito semelhante ao que se passou com o nosso primeiro carro, dado que com os novos regulamentos deste ano, tivemos uma vez mais o desafio de construir um carro do zero. A relação com a Ferrari é muito boa. Colaboramos muito bem em todas as peças que não estão na lista (n.d.r.: a lista de peças que não podem ser fornecidas por outra equipa) e nós fazemos os nossos desenvolvimentos aerodinâmicos. É uma relação muito saudável da qual estamos muito orgulhosos.”

 

De que forma a Haas F1 Team se diferencia da Ferrari?

“Compramos à Ferrari as peças que não estão na lista, o que é permitido pelo regulamento da FIA. O que temos que fazer para sermos um construtor na Fórmula 1 é construir o nosso próprio chassis e realizar o nosso desenvolvimento aerodinâmico. Temos que construir todas as nossas peças relacionadas com a aerodinâmica, como a asa dianteira, a asa traseira, toda a carroceria, radiadores, chassis – temos que fazer tudo isso desde o design até à construção. Todas as peças, como a suspensão, compramos à Ferrari para simplificar tudo, mas o resto somos nós que fazemos.”

 

Explique a função da Dallara na Haas F1 Team?

“A Dallara é uma empresa de engenharia que contratámos. São líderes no que diz respeito ao design e construção de carros de corrida para todos os campeonatos de chassis únicos, como a F2, F3, GP3, Super Formula, IndyCar – fazem muita coisa e seria fastidioso enumera-las a todas. Eles têm uma infraestrutura com engenheiros e capacidade de construção. Subcontratámos um grupo de engenheiros deles para trabalharem para nós. Compramos-lhes muitas peças de compósito. No entanto, tudo é feito sob a liderança da Haas F1 Team e do nosso designer chefe, Rob Taylor, e do nosso grupo de engenheiros de aerodinâmica, liderado por Ben Agathangelou.”

 

A Haas F1 Team evoluiu bastante desde a sua temporada de estreia. De que forma a Dallara ajudou nesta evolução?

“Com a infraestrutura da Dallara, eles têm muitas pessoas de muita qualidade que estão preparadas para conceber e construir carros de corridas. Tudo é evolutivo e com a evolução queremos fazer melhor do que fizemos anteriormente e isso é o que estamos a alcançar. Aprendemos bastante, eles aprenderam bastante. Na Fórmula 1, o processo de aprendizagem tem que ser rápido, dado que rapidamente podemos ser ultrapassados.”

 

Foi crucial ter a Dallara e a Ferrari do lado da Haas F1 Team para que pudesse ser competitiva na sua primeira temporada, assim como na segunda, quando um novo carro teve que ser construído?

“Sem elas não estaríamos onde estamos. Essa é a forma mais fácil de explicar. A Ferrari está na Fórmula 1 há cinquenta anos, portanto, recebemos os seus conhecimentos. A Dallara constrói carros de corrida há muito tempo. São bons engenheiros e bons construtores de carros de corrida. Ajudaram-nos muito. A Fórmula 1 é muito complexa e, sem eles, teríamos algumas dificuldades.”

 

A organização da Haas F1 Team é única – sede nos Estados Unidos da América, base logística em Inglaterra e concepção do carro em Itália. Como tem sido possível gerir e garantir que as três bases, colocadas em fusos horários distintos, funcionam bem juntas?

“Pessoas capazes! Temos que ter pessoas em quem podemos confiar, essa é a única forma de o fazer. Também inclui muitas viagens da minha parte, mas nós não conhecemos uma forma diferente, o que torna tudo mais fácil para nós. Usamos a tecnologia ao nosso dispor para conversarmos e parece que funciona. Penso que talvez pudéssemos fazer as coisas de uma forma diferente, mas acredito que o nosso sucesso se deve ao facto de termos as pessoas certas nos sítios certos. Até agora, tudo parece estar a funcionar correctamente, muito embora exija muito mais trabalho que numa organização em que tudo está concentrado num lugar. Enquanto funcionar, vamos continuar assim.”

 

Considera que outras entidades fora da Fórmula 1 poderão olhar para o modelo da Haas F1 Team como uma forma de entrar na categoria?

“Penso que outros poderão usar este modelo, se conseguirem encontrar um parceiro para as ajudar. Talvez até existam melhores formas de o fazer. Nunca disse que encontrámos a melhor forma. Olhámos para onde todos os outros falharam para não fazer o que eles fizeram – quando três equipas falham da mesma forma, nós não queríamos ser a quarta a não marcar pontos em dois ou três anos. Adoptámos um modelo diferente. Por muito que tenhamos sido criticados no início, parece que está a funcionar melhor que outros.”

 

Os feitos da Haas F1 Team poderão motivar outras entidades a entrar na Fórmula 1, por exemplo uma equipa de Fórmula 2, que queira saltar para a Fórmula 1?

“Penso que uma equipa de Fórmula 2 poderia usar os seus membros, mas teriam que crescer, dada a diferença de tamanho tremenda. Não tenho a certeza de quantas pessoas trabalham numa equipa de F2, mas penso que são entre vinte a trinta. Uma equipa de Fórmula 1 é enorme. Na F2 os carros são fornecidos pela Dallara. Na Fórmula 1 temos que fazer tudo. É uma tarefa diferente. Há pessoas muito competentes que poderiam integrar uma equipa, mas uma estrutura de F2 não estaria pronta para fazer um carro de Fórmula 1.”

 

 

Como tem corrido a parceria técnica com a Ferrari e como tem evoluído, uma vez que que a Haas F1 Team concebeu o seu primeiro carro para depois conceber o carro de acordo com os regulamentos deste ano?

“A relação com a Ferrari é muito boa. Devemos-lhe bastante, podermos estar nas grelhas de partida e ter boas performances com um bom motor, caixa de velocidades e suspensão – todas estas peças são fornecidas pela Ferrari. Isso significa muito para nós e é claro, no Grande Prémio de Itália vamos sentir algum apoio dos fãs, o que é fantástico.”

 

Foi crucial ter a Dallara e a Ferrari do lado da Haas F1 Team para que pudesse ser competitiva na sua primeira temporada, assim como na segunda, quando um novo carro teve que ser construído?

“É muito importante ter a Ferrari e a Dallara do nosso lado. Sem elas, seria muito difícil para nós estar na grelha de partida no primeiro ano e sermos competitivos novamente este ano. Temos muito ADN italiano.”

 

Monza é a pista mais rápida que a Fórmula 1 visita. Quais são as tuas expectativas para os carros da actual geração?

“Penso que será fantástico. Talvez seja uma pista aonde não melhoremos muito os tempos por volta, relativamente ao ano passado. Será muito divertido, com longas rectas e muito apoio aerodinâmico. As curvas de Lesmo e a Variante Ascari são muito divertidas.”

 

A volta de 1m19,525s assinada por Juan Pablo Montoya durante os treinos-livres do Grande Prémio de Itália é vista como a volta mais rápida de sempre na Fórmula 1, com uma média de 262,242 Km/h. Esse tempo será batido este ano em Monza e será criada uma nova bitola?

“Seria fantástico. Adoramos andar depressa, portanto, estou ansioso por ver se conseguimos bater essas marcas.”

 

Onde existem oportunidades para ultrapassar, em Monza?

“Praticamente em todo lado.”

 

As ultrapassagens em Monza são um pouco como uma corrida de dragsters, em que o importante é acelerar o mais depressa possível e de uma forma mais efectiva?

“Não é tão simples como uma corrida de dragsters. Mesmo em Monza perdemos apoio aerodinâmico quando seguimos outro carro nas curvas de baixa velocidade. É uma daquelas corridas em que podemos ter muitas ultrapassagens e muita acção. É sempre interessante verificar como terminam a longas viagens no cone de aspiração.”

 

Monza é uma pista com muita história e a casa de alguns dos fãs de Fórmula 1 mais apaixonados. Podes descrever a atmosfera que se vive lá?

“É uma atmosfera maluca. Os tifosi, os adeptos – são fantásticos. A pista está situada no meio de um parque. Não há nada parecido. Há tanta gente a ver, a apoiar os pilotos e, claro, a Ferrari. É uma atmosfera electrizante. Adoro!”

 

Já tiveste a possibilidade de caminhar nas zonas antigas de Monza, especificamente na oval? Caso tenhas, o que te passou pela cabeça quando viste o banking e percebeste que os carros, no final dos anos 50 e no início dos anos 60,  competiram lá?

“Era de loucos! Mal conseguimos manter-nos em pé no topo da oval. Passamos por baixo de uma parte, na chicane Ascari. Definitivamente, era uma época distinta, uma era diferente no que diz respeito às medidas de segurança. No entanto, tenho a certeza de que era divertido.”

 

Terias gostado de competir nessa era apenas perceber como era, ou preferes competir com a tecnologia mais actual?

“Teria gostado de competir em qualquer era. Sempre adorei as corridas de Fórmula 1, fosse qual fosse a era.”

 

Tens algum marco ou momento que te tenha marcado em Monza quando estavas nas fórmulas de promoção?

“A minha primeira corrida de Fórmula Renault 2.0 em 2004 – a Eurocup Series – teve lugar em Monza e, depois da qualificação, estava na primeira linha. Isso foi muito bom. É certamente uma boa memória.”

 

Qual é a tua zona de Monza preferida?

“Gosto das duas Curvas de Lesmos, a ‘Curva di Lesmos’.”

 

Descreve uma volta a Monza.

“Passamos na linha de meta a caminho da primeira chicane, onde temos uma grande travagem, reduzindo para segunda. Depois temos uma zona de aceleração muito importante para irmos para a segunda chicane, que é um pouco mais rápida, onde usamos muito o corrector na saída. Depois tentamos levar o máximo de velocidade para as duas curvas de Lesmos. Passamos por baixo da antiga oval para nos prepararmos para a chicane Ascari. Temos uma travagem muito forte, com um ressalto. É sempre complicado colocar o carro. Queremos acelerar o mais cedo possível para irmos para a Parabólica. Temos outra longa recta, com uma travagem muito tardia para a Parabólica. Novamente, é complicado acelerar, e regressamos à recta da meta para terminarmos a volta.”

 

 

 

 

 

 

Depois de teres vindo da equipa de fábrica da Renault, como tem corrido a parceria técnica com a Ferrari e como tem evoluído, sobretudo na forma como o carro deste ano, concebido de acordo com os regulamentos deste ano, tem sido desenvolvido?

“Tem sido uma grande ajuda para a equipa ter esta parceria com a Ferrari. É óbvio que a Ferrari é uma das líderes na tecnologia de Fórmula 1 e nós beneficiamos dessa relação.”

 

Foi crucial ter a Dallara e a Ferrari do lado da Haas F1 Team para que pudesse ser competitiva na sua primeira temporada, assim como na segunda, quando um novo carro teve que ser construído?

“Só faço parte da equipa neste segundo ano, mas sei que o apoio que temos recebido da Dallara e da Ferrari tem sido muito útil.”

 

Monza é a pista mais rápida que a Fórmula 1 visita. Quais são as tuas expectativas para os carros da actual geração?

“Será divertido, como em todas as pistas que visitámos este ano com os novos carros. É muito mais divertido de pilotar e mais desafiante. Monza pode ser uma das pistas onde não vamos andar muito mais depressa, se tanto. Estes carros são muito fortes nas curvas, mas menos nas rectas.”

 

A volta de 1m19,525s assinada por Juan Pablo Montoya durante os treinos-livres do Grande Prémio de Itália é vista como a volta mais rápida de sempre na Fórmula 1, com uma média de 262,242 Km/h. Esse tempo será batido este ano em Monza e será criada uma nova bitola?

“Julgo que não seremos tão fortes nas rectas, mas veremos. Talvez sejamos.”

 

Onde existem oportunidades para ultrapassar, em Monza?

“Em todo o lado. Monza é, provavelmente, a melhor pista para ultrapassar em todo o calendário. É sempre excitante pilotar lá.”

 

As ultrapassagens em Monza são um pouco como uma corrida de dragsters, em que o importante é acelerar o mais depressa possível e de uma forma mais efectiva?

“Não. Monza é como qualquer outra pista, na medida em que é precisa uma volta perfeita em todos os sentidos, assim como um bom equilíbrio no carro.”

 

Monza é uma pista com muita história e a casa de alguns dos fãs de Fórmula 1 mais apaixonados. Podes descrever a atmosfera que se vive lá?

“Monza é atmosfera. Tem tanta história e os adeptos italianos são muito apaixonados. É uma experiência fantástica correr lá.”

 

Já tiveste a possibilidade de caminhar nas zonas antigas de Monza, especificamente na oval? Caso tenhas, o que te passou pela cabeça quando viste o banking e percebeste que os carros, no final dos anos 50 e no início dos anos 60,  competiram lá?

“Estive na pista antiga algumas vezes. Só pensar que costumavam pilotar lá, naquele tipo de pista, é louco.”

 

Terias gostado de competir nessa era apenas perceber como era, ou preferes competir com a tecnologia mais actual?

“Prefiro competir agora, pelo menos é assim que penso. Não posso ter a certeza, dado que nunca experimentei um carro mais antigo, daqueles anos, mas gostava. Penso que tinham coisas muito porreiras que agora não temos.”

 

Tens algum marco ou momento que te tenha marcado em Monza quando estavas nas fórmulas de promoção?

“Tive lá muitas corridas boas. Não consigo escolher uma.”

 

Qual é a tua zona de Monza preferida?

“Provavelmente a Variante Ascari.”

 

Descreve uma volta a Monza.

“Rápido, longas rectas e travagens fortes.”

 

 

 

 

Autodromo Nazionale Monza

  • Número de voltas: 53 
  • Distância de corrida: 306,720 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 5,793 quilómetros e 11 curvas recebe a Fórmula 1 desde 1950, tendo no ano passado albergado o seu 65º Grande Prémio.
  • Rubens Barrichello detém o recorde da volta a Monza (1m21,046s), registado em 2004 com a Scuderia Ferrari.
  • Juan Pablo Montoya detém o recorde da volta de qualificação em Monza (1m20,264s), registado em 2004 com a Williams durante a Q1. Com uma média de 259,827 Km/h, é a volta de qualificação de Fórmula 1 mais rápida da história. Mas a volta de 1m19,525s de Montoya durante a sessão de treinos-livres do mesmo ano é considerada a volta de Fórmula 1 mais rápida de sempre, com uma média de 262,242 Km/h.
  • sessenta e cinco dos sessenta e seis Grandes Prémios de Itália tiveram como palco Monza, tendo Imola albergado a prova de 1980 quando Monza foi alvo de trabalho de reasfaltamento. A maior parte das corridas realizadas em Monza foram realizadas em diversas variações do circuito de estrada que é usado hoje, mas em 1955, 1956, 1960 e 1961 a corridas foram efectuadas no circuito que combina o circuito de estrada com a oval de alta velocidade de 4,250 quilómetros. Com as elevadíssimas velocidades e preocupações quanto à segurança dos pilotos e dos espectadores, o uso da oval foi descontinuado para efeitos competitivos depois do Grande Prémio de Itália de 1961. A oval ainda existe, no entanto, com as barreiras oxidadas e com a natureza a tomar conta daquela zona dormente da pista. O layout actualmente usado pela Fórmula 1 produz a volta mais rápida do ano, dado que o design do traçado com as suas longas rectas e curvas de alta velocidade torna Monza no derradeiro circuito de alta velocidade.
  • DYK? A vitória de Peter Gethin sobre Ronnie Peterson no Grande Prémio de Itália de 1971 deixou os dois separados por 0,01s, no que se mantém na diferença mais curta de sempre entre os dois primeiros pilotos de um Grande Prémio, com o triunfo de Rubens Barrichello sobre Michael Schumacher no Grande Prémio dos Estados Unidos da América de 2002, em Indianapolis, a cifrar-se em 0,011s. A mudança de duas para três casas décimais nao sistema de cronometragem torna impossível saber qual das duas vitórias deteve uma menor vantagem para o segundo classificado.
  • Durante o Grande Prémio de Itália, a temperatura mínima será de 17ºC a 19ºC e a temperatura máxima de 28ºC a 31ºC. A humidade relativa andará entre os 49% e os 94%. A velocidade do vento variará entre os 0-11 Km/h, raramente excedendo os 21 Km/h.

 

  • Pirelli is bringing three tire compounds to Monza:
  • P Zero Branco/Médiopouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
  •  P Zero Amarelo/Macio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
  • P Zero Vermelho/Supermacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada um dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois jogos de pneus de especificação obrigatória para a corrida (um de P Zero Branco/Médio e outro P Zero Amarelo/Macio) e um obrigatório para a Q3 (um P Zero Vermelho/Supermacio).

Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:

Grosjean: um jogo de P Zero Branco/Médio, três jogos de P Zero Amarelo/Macio e nove jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

Magnussen: um jogo de P Zero Branco/Médio, três  jogos de P Zero Amarelo/Macio e nove jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

MEDIUM AND SOFT P ZERO TYRES FOR F2 AT MONZA, SOFT FOR GP3


Milan, August 29, 2017 The FIA Formula 2 Championship and GP3 Series move from Spa-Francorchamps to another classic circuit this weekend: Monza.

At its home rounds, Pirelli will supply the P Zero White medium tyre and P Zero Yellow soft tyre for Formula 2, with the soft nominated as the sole compound for GP3.

Pirelli will also host the launch of the new for 2018 Formula 2 car, which will take place in the Formula 1 paddock at Monza at 13:15 on Thursday.

Pirelli’s head of car racing says:

Mario Isola: “The Monza weekend is one we always look forward to at Pirelli, and that includes the Formula 2 and GP3 races, which are often action-packed thanks to the good overtaking opportunities the circuit provides. With equal opportunities from the cars, driving talent comes to the forefront. As track position can be less important than at other circuits, there will be good strategic opportunities for the F2 teams to take advantage of in the feature race. In GP3, we often see that race pace – and the ability to preserve the performance of the tyres – is more important to a strong result than qualifying speed. Another event we’re looking forward to is the launch of the new Formula 2 car for 2018 and beyond: we’re privileged to host this important event in our Formula 1 fitting area on Thursday.”

The challenge for the tyres:

Monza’s long straights make it the fastest circuit on the calendar, and teams set the cars up with low-downforce configurations in order to maximise top speeds. This means that through the corners, the drivers rely more on the mechanical grip from the tyres than the aerodynamic grip.

The long straights are punctuated by chicanes, where heavy braking and traction mean longitudinal forces are applied to the tyres. There are also sustained lateral forces through the long Curva Grande and Parabolica corners.

The tyres are also tested by the many impacts every lap with the kerbs around the Monza layout, particularly in the chicanes.

Warm weather is likely over the course of the weekend, especially with Italy emerging from a particularly hot summer. This will increase the demands on the tyres further.

The race and the rules:

Formula 2

Every car will have five sets of dry tyres and three sets of wet weather tyres available for the Formula 2 race weekend. The five sets of dry tyres comprise three sets of the medium compound and two sets of the soft compound.

The drivers can use their tyre allocation in any way they like, but at least one set of each compound must be used in the feature race (unless it is a wet race). One set of the harder compound must be returned after free practice.

Qualifying takes place at 16:20 on Friday, after practice at 11:55. The feature race on Saturday at 16:00 lasts 30 laps and each driver must complete one compulsory pit stop. This cannot take place within the first six laps. Unlike Formula 1, the drivers do not have to start the race using the tyres they qualified on.

The grid for the sprint race on Sunday at 10:15 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed. It is run over 21 laps, with no compulsory pit stops.

GP3

Every car will have three sets of dry tyres and two sets of wet weather tyres available for the GP3 race weekend. Only one compound is nominated: soft for this weekend. The drivers can use the tyre allocation in any way they like.

Drivers are allowed to carry over one tyre set from the previous round for use in free practice only. This will be the medium compound from Spa.

Qualifying takes place at 09:45 on Saturday after a single free practice session on Friday at 18:15. Race 1 starts at 17:50 on Saturday and lasts for 22 laps, followed by Race Two at 09:00 on Sunday (lasting 17 laps). The grid for Race 2 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed.

 

***

 

F2

FIA Formula 2 Championship at Spa-Francorchamps

GP3

GP3 Series at Spa-Francorchamps

 

SEGURANÇA NOS MONOLUGARES PARA 2018

 

SEGURANÇA NOS MONOLUGARES PARA 2018

 

  1. O sistema de segurança Halo chega à F2 já em 2018. É para a F1 não se sentir sozinha...

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

ITALIAN GRAND PRIX PREVIEW Round 13 of 20 Monza, 01-03 September 2017

  a285 Copy For its home race in Monza, Pirelli will bring the medium, soft and supersoft tyres, just as was the case last year. This selection has been chosen to provide the optimal balance between performance on the track known as the ‘temple of speed’, and durability to cope with the energy loads that those high speeds will put through them. In particular, with the latest cars, cornering speeds will be appreciably higher in Parabolica and Lesmo. With Italy emerging from one of the hottest summers ever, temperatures could be high during the Italian Grand Prix weekend: increasing demands on the tyres still further.
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 Monza is characterised by long straights: in theory, this could mean a lower gap time gain compared to other tracks, due to the extra drag of this year’s high-downforce cars.  Monza is about longitudinal forces, acceleration and braking, rather than lateral.  There are also some big kerbs that test the tyre’s structure with heavy impacts.  While there’s unlikely to be an increase in top speed in Curva Grande, entry speeds for Parabolica and Lesmo will be up to 30kph faster.  Teams generally run very low downforce to maximise top speeds. This can make acceleration and braking tricky.  A one-stop strategy won last year but two and three stop strategies were also seen.  It’s a circuit that rewards power, so the focus will be primarily on engine performance.
 
 
 
 
 
 
 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “With the new generation of 2017 cars, we may see lower or similar top speeds to last year, but with more energy going through the tyres because of the extra downforce under the new regulations. This combination of speed and downforce defines the amount of work that the tyres have to do. The tyre choice has also been influenced by the risk of blistering at Monza, as there are plenty of braking areas in a straight line. This means that the cambered shoulder area of the tyre can easily overheat and so cause more blistering compared to other circuits. In the past Monza has given us many different types of weather, but following a very hot summer, it’s reasonable to expect more high temperatures over the weekend. How this influences tyre behaviour is likely to be a focus of free practice as the teams examine different potential strategies”.
 
WHAT’S NEW?     The next-generation Formula 2 car will be launched at Pirelli’s fitting area in Monza on Thursday, to be equipped with new P Zero tyres specifically designed for it.  German’s Marijan Griebel is the new Under 28 European Junior Rally Champion after winning his class in a Pirelli-equipped Skoda Fabia R5 on the Barum Czech Rally Zlin.  Last weekend the Blancpain GT Series also took place at Budapest, with Audi WRT team emerging as the winner, using the Pirelli P Zero DHD tyre.
 
MONZA MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
23.0 psi (front) | 21.0 psi (rear)
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-3.00° (front) | -2.00° (rear)
 
THE TYRES NOMINATED THIS SEASON
 
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada     
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  

 

HAMILTON E MERCEDES VENCEM EM SPA

 

Lewis Hamilton vence em Spa-Francorchamps
• Lewis Hamilton alcançou hoje a sua 58ª vitória da sua carreira, a 3ª no Circuito de SpaFrancorchamps e a 5ª esta temporada; • Valtteri Bottas terminou  na 5ª posição; • Este resultado marcou a 71ª vitória da equipa Mercedes-AMG Silver Arrows na Fórmula 1; • Lewis Hamilton (213 pontos) reduz para 7 a diferença de pontos para Sebastian Vettel (220 pontos) no Mundial de Construtores, com Valtteri (179 pontos) na 3ª posição; • A  equipa Mercedes-AMG Petronas Motorsport (392 pontos) lidera o Mundial de Construtores por 44 pontos; • Andrew Shovlin, engenheiro da equipa Mercedes-AMG Petronas, recebeu ontem o trofeu referente ao Campeonato de Construtores.
Piloto Chassis No. Grelha Resultado Volta + rápida Lewis Hamilton F1 W08 EQ Power+/05 P1 P1 1:46.603 (Lap 35) Valtteri Bottas F1 W08 EQ Power+/03 P3 P5 1:47.721 (Lap 37)  Estratégia Início Stop 1 Stop 2 No. 44 UltraSoft Soft (Lap 12) Soft (Lap 30) No. 77 UltraSoft Soft (Lap 13) Soft (Lap 30)a282 Copya283 Copya284 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

BELGIAN GRAND PRIX RACE
 
LEWIS HAMILTON WINS JUST AHEAD OF SEBASTIAN VETTEL, USING DIFFERENT TWO-STOP STRATEGIES AFTER A LATE SAFETY CAR
 
A WIDE VARIETY OF DIFFERENT STRATEGIES USED THROUGHOUT THE TOP 10 AS THE ULTRASOFT MAKES A SUCCESSFUL SPA DEBUT 
 
FASTEST RACE LAP IS NEARLY FIVE SECONDS FASTER THAN 2016 EQUIVALENT, THANKS ALSO TO THE ULTRASOFT TYRES 
 
 
a272 CopyOn one of the most demanding circuits for tyres that Formula 1 visits all year, Mercedes driver Lewis Hamilton won the Belgian Grand Prix ahead of Sebastian Vettel after what was effectively a sprint race in the final laps. The race was turned on its head by a safety car on lap 30, which gave drivers the opportunity for a ‘free’ pit stop. Hamilton, in the lead, ran the soft tyre for his final stint, while Vettel went for the ultrasoft: theoretically more than one second per lap faster. Up until the safety car, both were using an identical ultrasoft-soft strategy in a closely-fought battle, with Vettel making his first pit stop two laps later than Hamilton.  A different strategy was adopted by Red Bull’s Daniel Ricciardo, who swapped from ultrasoft to supersoft in his first stop, then changed again to ultrasoft under the safety car to finish on the podium. Both Force Indias also ran the supersoft in the second stint.  Vettel set the fastest lap of the race – an astonishing 1m46.577s – on the ultrasoft tyres: nearly five seconds faster than the fastest race lap one year ago, set on medium tyres. After some uncertain weather earlier in the weekend, the race started with 27 degrees ambient and 34 degrees of track temperature, remaining dry throughout the 44-lap distance. 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The safety car obviously transformed the race strategy by eliminating any questions of wear and degradation in the closing stages, as drivers took advantage of the neutralisation to change tyres. However, the strategic decision then remained as to which compound to choose. As has been the case all weekend, the frontrunners were very closely matched on pace. Before the safety car, it seemed that the leaders were set for a one-stop strategy on one of the toughest circuits of the year, having started the race on the ultrasoft, which made a successful debut at Spa.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
 
 
   Hamilton 1m 46.603s Perez 1m 48.300s Vettel 1m 46.577s Bottas 1m 47.721s Ricciardo 1m 48.739s Ricciardo 1m 47.549s Vettel 1m 48.917s Grosjean 1m 49.087s Raikkonen 1m 47.730s
 
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
 
 
TRUTHOMETER Lewis Hamilton won the race using two pit stops, having taken advantage of the safety car on lap 30 like all his key rivals. His first pit stop from ultrasoft to soft came on lap 12: he then selected softs again for his second stop, holding off Sebastian Vettel on the ultrasoft to the finish after a tight battle.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

BELGIAN GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Belgian Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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HAAS NO G.P.BELGICA

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da Bélgica (12º round de 20)

Data:  Sábado, 26 de Agosto

Local:  Circuit de Spa-Francorchamps

Layout:  7,004-kilometer, 19 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  23,6-24,9ºC

Temperatura da pista:  33,2-37,1ºC

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m42,553s – novo recorde)

Resultado:  Romain Grosjean 12º / Kevin Magnussen 13º

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Magnussen:  12º (1m45,535s), avançou para a Q2

Grosjean:  15º (1m45,728s), avançou para a Q2

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m44,184s)

Cutoff:  15º Romain Grosjean da Haas F1 Team (1m45,728s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  12º (1m45,133s)

Magnussen:  13º (1m45,400s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m42,927s)

Cutoff:  10º Esteban Ocon da Force India (1m45,006s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pol-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m42,553s)

Segundo:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m42,795s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se em décimo segundo e décimo terceiro, respectivamente, para o Grande Prémio da Bélgica, que se realiza domingo em Spa-Francorchamps. Foi a quarta vez esta temporada que ambos os pilotos passaram à Q2.

 

Magnussen realizou o décimo segundo crono na Q1, com uma volta realizada ao circuito de 7,004 quilómetros e dezanove curvas em 1m45,535s. Grosjean foi o décimo quinto, 1m45,728s. Apenas os quinze mais rápidos passam à Q2.

 

Na Q2, Grosjean assegurou o décimo segundo tempo, 1m45,133s, e Magnussen ficou a 0,267s do seu colega de equipa, registando a décima terceira marca, 1m45,400s. Grosjean melhorou a sua marca da Q1 em 0,595s e Magnussen 0,135s. Apenas os dez pilotos mais rápidos da Q2 passaram à Q3.

 

Ambos os pilotos, Grosjean e Magnussen, rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramcio ao  longo da qualificação.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou a pole-position para o Grande Prémio da Bélgica. A sua melhor volta, 1m42,553s, registou um novo recorde para a pista de Spa, melhorando a marca assegurada por Kimi Raikkonen, da Scuderia Ferrari, durante a terceira sessão de treinos-livres. Raikkonen melhorou o anterior recorde em 0,587s. A marca anterior, 1m44,503, foi registada por Jarno Trulli no seu Toyota durante a qualificação para o Grande Prémio da Bélgica de 2009. A marca de Hamilton destruiu o recorde de oito anos, melhorando 1,950s.

 

Com um recorde conquistado, a velocidade de Hamilton permitiu-lhe alcançar outro. Foi a sua sexagésima oitava pole-position na Fórmula 1 para Hamilton, ficando igualado com Michael Schumacher no número de pole-positions conquistadas. Foi também a sétima pole-position da sua temporada, a sua quarta em Spa, deixando Sebastian Vettel, da Ferrari, a 0,242s.

 

Antes de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação, tiveram ainda a sessão final de treinos-livres.

 

Magnussen e Grosjean realizaram o mesmo programa na terceira sessão de treinos-livres, que se iniciou com uma volta de reconhecimento, com pneus Pirelli Cinturato Verde/Intermédio, seguido de séries com macios e, depois, com supermacios.

 

Grosjean realizou o décimo terceiro crono, 1m46,196s, na sua décima volta das catorze que completou. Magnussen registou treze e também conquistou o seu melhor tempo na décima volta – 1m46,690s, que o colocou no décimo sétimo lugar. Ambos os pilotos alcançaram as suas marcas com pneus supermacios.

 

Raikkonen foi o mais rápido na terceira sessão, 1m43,916s, deixando o segundo classificado, Vettel, a 0,197s.

 

 

 

Ontem, experimentámos diferentes níveis de apoio aerodinâmico e, claramente, tínhamos um que era demasiado leve e tornava o carro difícil de pilotar. Hoje, estou muito satisfeito comigo e com a equipa. Foi uma volta de qualificação diabólica. Poderia ter feito melhor com um cone de ar, mas não estava suficientemente perto do carro à minha frente para poder ter alguma vantagem na recta. O resto da volta foi fantástica. Era o melhor que poderíamos fazer, para ser honesto. No que diz respeito a afinações estamos bem. Dei o máximo, nos circuitos de pouco apoio aerodinâmico temos sempre algumas dificuldades. Será uma corrida longa, amanhã, com muitas coisas a acontecer. Ninguém tem verdadeira informação sobre a degradação dos pneus e das poucas voltas que realizei ontem com tanque cheio, o carro estava bom. Estou ansioso.”

 

 

 

A qualificação correu bem. Na última volta lançada não consegui juntar os sectores, o que foi uma pena. Não penso que isso alterasse muito, para dizer a verdade, mas nunca é bom quando não fazemos uma boa volta. No fundo, penso que a desvantagem era demasiado grande. Apenas o Romain estava ao meu alcance. Não é uma má posição para tentar conquistar pontos na corrida de amanhã. Não aconteceu muito à nossa frente para nos colocar nos pontos. Não sabemos como está o carro em configuração de corrida, mas vamos ver amanhã. Não espero que seja diferente de hoje. Deveremos estar em posição de lutar por pontos.”

 

 

 

Ontem, ficaríamos com estes resultados sem pensar duas vezes, mas queremos sempre mais. Esta manhã pareceu que estávamos bem. Todos realizaram um bom trabalho. Terminámos em 12º e 13º e estamos muito perto do décimo primeiro. Amanhã, com estas posições, temos a possibilidade de escolher os pneus, portanto, vamos ver o que podemos fazer.”

 

(Nota: Os pilotos que avançam para a Q3 têm que arrancar com os pneus que usaram na Q2 de hoje. Os pilotos que arrancam fora dos dez primeiros da qualificação  podem escolher os pneus com que iniciam a corrida.)

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

NOS BASTIDORES DE CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

NOS BASTIDORES DO CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

Fernando Alonso mete a boca no trombone. Zak Brown responde com gasolina para a fogueira. E a Honda diz que o motor não cedeu. Está montado o circo em Woking. Na "bancada", Ron Dennis vai rindo, entre dentes, tipo Muttley...

 

HAAS NO G.P.BELGICA

 

Evento:  1ª e 2ª Sessão de Treinos-Livres 

Data:  Sexta-Feira, 25 de Agosto

Local:  Circuit de Spa-Francorchamps

Layout:  7,004 quilómetros, 19 curvas

Condições Climatéricas na 1ª Sessão:  Sobretudo Sol

Temperatura do ar na 1ª Sessão:  17,8-21ºC

Temperatura da pista na 1ª Sessão:  22,1-28,7ºC

Condições Climatéricas na 2ª Sessão:  Enevoado e chuva

Temperatura do ar na 2ª Sessão:  19,4-23,4ºC

Temperatura da pista na 2ª Sessão:  20,2-31,4ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen 

 

 

 

Magnussen:  16º (1m48,615s), 20 voltas completadas

Grosjean:  17º (1m48,626s), 20 voltas completadas

Piloto mais rápido:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m45,502s)

Mais voltas completadas:  Esteban Ocon da Force India (27 voltas)

 

 

 

Grosjean:  13º (1m47,285s), 15 voltas completadas

Magnussen:  16º (1m47,556s), 15 voltas completadas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m44,753s)

Mais voltas completadas:  Nico Hulkenberg da Renault (24 voltas)

 

 

 

A décima segunda ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017 começou com os treinos-livres, esta sexta-feira, no Circuit de Spa-Francorchamps, permitindo às equipas prepararem o Grande Prémio da Bélgica que se realiza no domingo. Duas sessões de noventa minutos realizadas no circuito de 7,004 quilómetros e dezanove curvas sofreram condições climatéricas díspares.

 

Situado na região das Ardenas, sul da Bélgica, Spa-Francorchamps é a pista mais longa da Fórmula 1 e produz algumas das velocidades mais elevadas da categoria, com médias de 220 Km/h. O traçado é também conhecido por sofrer alterações climatéricas rapidamente, e foi isso que aconteceu na sexta-feira, a primeira sessão decorreu sob sol e temperaturas temperadas, ao passo que a segunda iniciou-se com nuvens e terminou com chuva.

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, fizeram-se à pista ondulante, tendo cada um deles registado vinte voltas na primeira sessão e quinze na segunda. O duo realizou programas similares ao longo do dia, iniciando a primeira sessão com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio para depois trocaram para os supermacios, que proporcionam mais aderência.

 

Magnussen registou o décimo sexto tempo na primeira sessão – 1m48,615s, realizado na décima primeira volta -  e Grosjean ficou logo de seguida, no décimo sétimo lugar – 1m48,626s, na décima quinta volta. Ambos os pilotos realizaram os seus melhores cronos com pneus supermacios.

 

Kimi Raikkonen, da Scuderia Ferrari, foi o mais rápido com uma volta 1m45,502s. A apenas 0,053s ficou o piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, ao passo que o colega de equipa de Raikkonen, Sebastian Vettel, foi o terceiro mais rápido, a 0,145s do melhor tempo.

 

As velocidades aumentaram e os tempos desceram na segunda sessão, que foi encurtada devido à cuva, tendo ambos os pilotos da Haas F1 Team melhorado os tempos que tinham realizado na primeira sessão. Grosjean terminou a segunda sessão com a décima terceira marca, 1m47,285s, melhorando 1,341s. A sua melhor volta surgiu na sua décima passagem pela linha de meta e tinha o seu carro equipado com pneus ultramacios. Magnussen desceu a sua marca em 1,059s, 1m47,556, tendo o seu registo surgido na sua nona volta, também com pneus ultramacios. Terminou a sessão na décima sexta posição.

 

Um chuvisco começou por aparecer entre as curvas cinco e nove, faltavam trinta minutos para terminar a sessão, a vinte minutos um bátega de água terminou, na prática, com a segunda sessão.

 

No topo ficou Hamilton, que superou Raikkonen por 0,262s, com uma volta de 1m44,753s. O colega de equipa de Hamilton na Mercedes, Valtteri Bottas, foi o terceiro mais rápido, a 0,427s de Hamilton.

 

O recorde da pista de Spa manteve-se intocado, mas parece destinado a cair quando a qualificação se iniciar no sábado. Jarno Trulli detém o actual recorde da volta mais rápida a Spa – 1m44,503s registado com o seu Toyota durante a segunda parte da qualificação para o Grande Prémio da Bélgica de 2009. O melhor tempo de Hamilton na segunda sessão ficou a 0,250s de eclipsar a marca de oito anos de Trulli.

 

Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou no total setenta voltas, tendo Grosjean e Magnussen registado trinta e cinco cada um.

 

 

 

No geral, estamos um pouco em dificuldades nos circuitos de baixo apoio aerodinâmico e parece ser esse o caso aqui em Spa. Estamos a tentar encontrar uma afinação entre a resistência e o apoio aerodinâmico, mas estamos a ter algumas dificuldades. Vamos ver o que podemos fazer melhor esta noite, trabalhar arduamente, encontrar os derradeiros décimos de segundo e decidir os níveis aerodinâmicos – que será uma grande decisão para nós.  É complicado colocar tudo a funcionar e ter a velocidade de ponta correcta. Vamos esperar ter amanhã um pouco mais de performance e que isso nos possa colocar numa boa posição.”

 

 

 

Penso que temos muitos dados que conseguimos hoje e sobre diversos aspectos. Temos muito para verificar e analisar para amanhã, portanto, mantenho-me positivo. Não dou muita atenção ao que se passou hoje. O desafio para amanhã é olhar para os níveis de apoio aerodinâmico e encontrar a afinação correcta. Será essa a chave. Foi muito divertido pilotar estes carros aqui, sem surpresas, mas muito divertido.”

 

 

 

Queríamos testar aqui dois níveis diferentes de resistência aerodinâmica nesta pista, e foi o que fizemos e tirámos as conclusões que pretendíamos. Tivemos uma pequena dificuldade no início da segunda sessão, com o DRS, que foi superada rapidamente. Amanhã vamos outra vez para a pista e sabemos que níveis de resistência aerodinâmica vamos usar e vamos tentar ter uma boa afinação para a qualificação.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00-11h00) antes do início da qualificação, às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

  

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

BELGIAN GRAND PRIX QUALIFYING
 
FASTEST-EVER LAP OF SPA SET IN QUALIFYING WITH P ZERO PURPLE ULTRASOFT: POLE FASTER BY 4.2s COMPARED TO 2016
 
A VARIETY OF DIFFERENT STRATEGIES POSSIBLE FOR THE RACE USING  ALL THREE COMPOUNDS: WEATHER CONDITIONS REMAIN UNCERTAIN
 
FERRARI AND MERCEDES THE ONLY TEAMS TO GET THROUGH Q1 WITH SUPERSOFT ONLY: FERRARI THEN USES JUST ONE ULTRASOFT SET IN Q2
 
  Spa-Francorchamps, August 26, 2017 – Mercedes driver Lewis Hamilton set pole position for the Belgian Grand Prix with the fastest-ever lap of the Spa-Francorchamps circuit using the ultrasoft compound tyres, making their first appearance at the Belgian Grand Prix. The previous record, dating back to 2009, was already broken at the end of FP3 this morning – where championship protagonists Sebastian Vettel and Lewis Hamilton were separated by just one thousandth of a second. Conditions for qualifying were completely dry, peaking at 37 degrees of track temperature: the warmest conditions seen all weekend so far. Ferrari and Mercedes were the only team to get through Q1 using the supersoft only, with all the competitors then using ultrasoft to the finish.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “From this morning, it was clear that we were in for a very close qualifying session, with little to separate the leaders. As Spa is the longest circuit of the calendar with the ultrasoft being run for the first time here, we also saw the biggest improvement compared to last year’s pole, more than four seconds. A wide number of strategies involving all three different tyre compounds are possible for the race tomorrow, meaning that tactics could really make the difference with the competition so tightly balanced. However, as we saw this morning at the beginning of FP3, the weather will always be a random factor at Spa, so this is something that could certainly play a big part.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      The tyre mostly seen in qualifying: top 10 will start on this tomorrow (if dry). Only Mercedes and Ferrari got through Q1 using supersoft only. Used only by Force India at the beginning of Q1 but could become an important race tyre.   
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m 43.916s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 44.113s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m 44.114s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m 42.553s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 42.795s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m 43.094s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m 43.270s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m43.380s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m 43.863s ULTRASOFT NEW
Hulkenberg 1m 44.982s ULTRASOFT NEW
Perez 1m 45.244s ULTRASOFT NEW
Ocon 1m 45.369s ULTRASOFT NEW
Palmer - ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Raikkonen 17
SUPERSOFT Sainz 16
ULTRASOFT Palmer 16
INTERMEDIATE Alonso 4
 
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
 
 
a721 Copy
 
 
 
 
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Hamilton 1m 45.555s
SUPERSOFT Hamilton 1m 44.184s
ULTRASOFT Hamilton 1m 42.553s

 

A NOVA DECORAÇÃO DO CAPACETE DE VERSTAAPEN

CAMPEOANTO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

A NOVA DECORAÇÃO DO CAPACETE DE VERSTAPPEN

 

Eis as cores do capacete com que Max Vertappen correu no Grande Prémio da Béigica, onde não teve a sorte peloa651 Copya652 Copya653 Copy_Copy seu lado, ao ser obrigado a desistir.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

P ZERO TYRES CONTRIBUTE TO GREAT F2 AND GP3 RACES ON THE DEMANDING SPA CIRCUIT


 

FORMULA 2

Feature Race, the winner: Charles Leclerc was a dominant winner on the road, starting on the P Zero Yellow soft tyre before switching to the White medium on lap 10. However, the Prema-run Ferrari junior was subsequently excluded post-race, although he maintains his championship lead. The exclusion handed victory to Artem Markelov (Russian Time).

Feature Race, alternative strategy: Starting ninth on the grid, Markelov deployed the alternative strategy to Leclerc and most of the other frontrunners, beginning the race on the medium tyre and pitting for the soft on lap 15. He rejoined the race in sixth place but used the superior performance of the soft to charge towards the front, making a final corner pass on Oliver Rowland (DAMS), who was excluded for the same infringement as championship rival Leclerc.

Sprint Race, the winner: Sergio Sette Camara shot from third on the grid at the start to win the Sprint Race, with all the drivers on the medium tyre and no mandatory pitstops. After his great start, the Brazilian rookie (MP Motorsport) managed his tyres well for his maiden win. Leclerc finished fifth from 19th on the grid.

GP3

Feature Race, the winner: Mercedes junior George Russell won the opening race after starting on pole position, with all drivers on the medium tyre. His ART team-mate and Honda protege Nirei Fukuzumi slipstreamed into the lead on the first lap, but Russell was able to reply without compromising his tyres. Another ART driver, the Renault Sport Academy’s Jack Aitken, finished second after a late battle with Fukuzumi.

Sprint Race, the winner: Giuliano Alesi scored his third consecutive Sunday win from second on the reversed grid. Russell had another strong drive to finish in second place from eighth on the grid and increase his championship advantage.

PIRELLI QUOTE

Pirelli’s head of car racing Mario Isola: “In Formula 2 we saw a dominant performance on the road from Leclerc, who was able to maintain a very high pace despite the need to manage the tyres on a circuit that places many demands on them. Markelov made the alternative strategy work in a thrilling finish against Rowland, and was ultimately rewarded with the win. Tyre management was also a factor in GP3, with Russell preserving his rubber well for two strong results, on the longest circuit on the calendar.”

NEXT RACES
Formula 2 and GP3 move straight on to another famous circuit next weekend: the high-speed Monza in Italy.

 

***

 

 54I1779

Markelov took F2 feature race win after using alternative strategy

 L5R5127

Russell had a win and a second using medium tyres

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

BELGIAN GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
HAMILTON BEATS LAST YEAR’S POLE IN FP1 AND SETS BEST TIME OF DAY  IN FP2 – CLOSE TO THE FASTEST-EVER LAP – ON ULTRASOFT’S SPA DEBUT
 
ALL THREE SLICK COMPOUNDS USED TODAY, WITH RAIN AT THE END  OF FP2 ALSO BRINGING OUT THE INTERMEDIATE
 
AROUND ONE SECOND SEPARATES SUPERSOFT FROM ULTRASOFT  WITH WEATHER MAKING IT HARD TO COLLECT FULL DATA ON DEGRADATION  
 
a654 Copy– Mercedes driver Lewis Hamilton has gone fastest in free practice for the Belgian Grand Prix on P Zero Purple ultrasoft tyres, beating last year’s FP2 benchmark by 3.3 seconds. Hamilton’s best time of 1m44.753s also beat last year’s pole (set on the supersoft) and took him very close to the all-time Formula 1 record for the fastest lap at Spa: 1m44.503s, which dates back to Q2 in 2009. The afternoon’s FP2 session peaked at 34 degrees of track temperature and 27 degrees ambient, then cooled down until heavy rain fell at the end of the session – with Red Bull’s Daniel Ricciardo the first to try the intermediate tyres.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Although it’s still very early in the weekend, we can already see that there’s around a one-second performance gap between supersoft and ultrasoft, while the soft compound appears to be an effective race tyre too. With many drivers taking full advantage of all three compounds available in their pre-race selections, a number of different race strategies are possible, so gathering as much information as possible during free practice was paramount. The typical Spa weather, with rain falling during the long runs, made it hard to fully assess tyre degradation. While Hamilton’s fastest time on the ultrasoft was remarkable, close to the all-time Spa record, initial projections of race pace seem closely matched between the frontrunners. As usual at Spa, it looks like we’re in for an unpredictable weekend.”
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m45.502s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m45.555s SOFT NEW
Vettel 1m45.647s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m44.753s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m45.015s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
 
Bottas 1m45.180s ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT  Hamilton 1m 45.555s
SUPERSOFT Hamilton 1m 46.439s
ULTRASOFT Raikkonen 1m 45.502s
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Hamilton 1m 45.634s
SUPERSOFT Bottas 1m 46.331s
ULTRASOFT Hamilton 1m 44.753s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Raikkonen 17
SUPERSOFT Sainz 16
ULTRASOFT Palmer 16
INTERMEDIATE Alonso, Ricciardo 1
 
   
Kms driven* 1092 1631 2093 14
Sets used overall** 17 28 33 2
 
 
 
 
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
 
23.5 psi (fronts) – 21.5 psi (rears)

 

A DECORAÇÃO DO CAPACETE

A DECORAÇÃO DO CAPACETE DE VERSTAPPENa651 Copya652 Copya653 Copy

 

  1. CAPACETE de Max para o GP de "casa".

 

HAAS NO G.P.BELGICA

 

Haas F1 Team Volta ao Trabalho na Bélgica

O Grande Prémio da Bélgica Serve de Sala Europeia de Boas-Vindas para a Haas Automation

 

KANNAPOLIS, Carolina do Norte (24 de Agosto, 2017) – Todos aqueles que trabalham no circo do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 tiveram uma pausa de três semanas após a sessão de testes que se realizou em Hungaroring, Budapeste, nos dias 1 e 2 de Agosto. As férias de Verão permitiram aos elementos das equipas passar tempo com as suas respectivas famílias, o que lhes permitiu recarregar as baterias para o segmento final do calendário de vinte corridas, que se inicia entre os dias 25 e 27 de Agosto com o Grande Prémio da Bélgica, no Circuit de Spa-Francorchamps.

 

Com 7,004 quilómetros, Spa é o circuito mais longo da Fórmula 1, superiorizando-se neste particular a Baku City Circuit por 1,001 quilómetros. Para além do seu longo perímetro, Spa é conhecida por ser uma pista para pilotos, em parte devido à zona de Eau Rouge e Raidillon, introduzida em 1939, o que criou uma secção rápida a subir, uma esquerda, direita, esquerda uma combinação que os pilotos reverenciam e atacam com gosto.

 

Spa é palco da Fórmula 1 desde 1925, albergando este ano o seu 50º Grande Prémio. O circuito de dezanove curvas é o favorito para os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen. Antes de garantir o seu pódio mais recente, quando terminou no terceiro lugar no Grande Prémio da Bélgica de 2011, Grosjean alcançou o seu título na GP2 Series em 2011 nesta majestosa pista. Magnussen, com dois Grandes Prémios em Spa, tem duas vitórias na Fórmula Renault 3.5 Series, em temporadas consecutivas e equipas diferentes – em 2012 com a Carlin e em 2013 com a DAMS.

 

Para dar as boas-vindas a Grosjean, Magnussen e todos os membros da Haas F1 Team estará uma larga presença da Haas Automation, uma vez que este circuito é corporativamente o Grande Prémio caseiro da Haas F1 Team.

 

O seu parceiro principal, o construtor de máquinas CNC americano Haas Automation, tem a sua base europeia estrategicamente colocada em Bruxelas, a cerca de cento e cinquenta quilómetros a oeste de Spa. Isto permite fornecer aos melhores clientes da Haas Automation aplicações e serviço de apoio na indústria. O moderno edifício de 7.787m2 inclui um departamento de serviços e um armazém com uma equipa poliglota treinada pela fábrica e certificada pela Haas. O edifício também incorpora um showroom extenso, onde se podem ver as mais recentes máquinas Haas CNC a realizar demonstrações e a testar aplicações para clientes, para além de ter uma zona de treino completamente equipada, onde os membros da Haas dão formação aos engenheiros dos Haas Factory Outlets (HFO) de toda a Europa. Para facilitar uma entrega rápida em toda a Europa, as instalações de Bruxelas mantêm um inventário de novas máquinas num armazém com mais de 3.000m2, com mais máquina situadas em Antuérpia, onde estão sempre prontas para serem enviadas.

 

O sistema de distribuição na Europa da Haas Automation é baseado no extremamente bem-sucedido conceito HFO, onde uma rede de distribuidores locais é exclusivamente dedicado às vendas, serviço e apoio aos produtos da Haas. Todos os HFO possuem um departamento de serviços composto por membros treinados pela Haas Automation e alberga um extensivo inventário de peças suplentes. Técnicos são enviados em veículos carregados com peças e ferramentas para reparar com sucesso as máquinas dos clientes rapidamente.

 

Se esta estrutura parece semelhante à que as equipas de Fórmula 1 realizam diariamente para preparar um Grande Prémio de Fórmula 1, é natural. A ligação entre a Haas F1 Team e a Haas Automation é forte, assim como a sua metodologia. Ambas estarão nos holofotes na Bélgica – na boxe da Haas F1 Team no Circuit Spa-Francorchamps e em Bruxelas, na Haas Automation Europe.

Circuit de Spa-Francorchamps

 

Perímetro: 7,004 km

Voltas: 44

Distância de Corrida: 308,052 km

Transmissão: Sport TV5 – 13h00

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

A Bélgica é casa da base europeia da Haas Automation. Ao longo da temporada tem tido muitos clientes da Haas Automation como convidados. De que forma têm eles abraçado a equipa e este desafio de Gene Haas na Fórmula 1?

“Os clientes adoram. Diria que estão muito satisfeitos por estarem associados com uma companhia que tem a sua própria equipa de Fórmula 1. São verdadeiramente uma parte da Haas F1 Team. Os clientes divertem-se nestes eventos e têm a oportunidade de conversar e de interagir com os nossos pilotos.”

 

Considerando que a Haas F1 Team teve duas corridas difíceis antes da pausa de Verão, olha para o Grande Prémio da Bélgica como o momento para fazer um “reset” e poderem alcançar os objectivos da equipa na restante temporada?

“Claro. Tentámos fazer um ‘reset’, mas nãos sabemos o que temos até entrarmos em pista. Tivemos algumas dificuldades na Hungria, dado ser uma pista de baixa velocidade. Levamos para as pistas de baixo apoio aerodinâmico – Spa e Monza – alguns novos componentes e estamos confiantes de que funcionarão, mas todos fazem o mesmo. Será, como tem sido hábito, um meio do pelotão muito competitivo.”

 

Sendo o Grande Prémio da Bélgica e o de Itália mediados apenas por uma semana, ajuda que ambos os circuitos sejam de alta-velocidade e de baixo apoio aerodinâmico?

“É bom ter duas corridas similares seguidas. Se estivermos bem em Spa, normalmente, deveremos estar bem também em Monza, mas pode sempre correr mal. Portanto, vamos ver se estamos bem em Spa.”

 

Quando se enfrenta a adversidade como o fizeram na Hungria, onde tiveram acidentes nos treinos -livres na sexta-feira e ainda tiveram que encontrar a melhor afinação para o carro na derradeira sessão de treinos-livres e na qualificação, é muito exigente para a equipa?

“É muito difícil. O que temos que fazer é regressar aos nossos protocolos normais, portanto, estamos preparados. Penso que estamos sempre preparados, e na Hungria estávamos, mas ambos os pilotos bateram e perdemos muito tempo de treinos. Quando não treinamos, não temos tempo suficiente para aprender sobre os pneus e hoje em dia tudo gira em torno da gestão dos pneus. Rodámos com o pacote de elevado apoio aerodinâmico e, sem todos os dados na primeira e segunda sessões, ficámos em desvantagem. Por outro lado, a nossa preparação para a Hungria permitiu-nos recuperar o máximo de tempo possível na primeira e segunda sessões de treinos-livres. Pelo menos rodámos um pouco e o que alcançámos foi uma prova do que a equipa pode fazer e da sua atenção ao detalhe. O fim-de-semana da Hungria certamente que testou a equipa, mas mostrou como é difícil ultrapassar a adversidade e permanecer com um espírito positivo. A Bélgica é uma nova corrida e uma nova oportunidade. Estamos tão preparados como estávamos antes da Hungria e esperamos ter duas sessões de treinos-livres sem problemas na sexta-feira.”

 

Apesar de o Grande Prémio da Hungria ter sido um fim-de-semana difícil, a experiência tornou a equipa mais forte e mais capaz de enfrentar as adversidades no futuro?

“As corridas envolvem altos e baixos e tentamos conter os momentos mais baixos o mais possível. Penso que ninguém quer esse tipo de experiência, mas quando temos os momentos baixos como tivemos na Hungria, temos que nos levantar. Aconteceu-nos o mesmo o ano passado e acontece também às outras equipas. Nem sempre ‘tudo é fantástico’, mas penso que a equipa está consciente disso e ninguém se sente derrotado. O mais importante é a forma como regressamos ao topo, e não como vamos para uma situação menos positiva. Damos o nosso melhor e acabaremos por recuperar.”

 

Pode dar-nos uma actualização no que diz respeito aos travões que a equipa utilizará em Spa?

“Em Spa começaremos com os travões da Brembo e depois veremos, mas para já o plano é para usar os Brembo.”

 

Com a obrigatoriedade de usar o halo em 2018, o desenvolvimento do carro de 2018 foi afectado?

“Ganhámos algum conhecimento o ano passado, quando era suposto que fosse introduzido em 2017, mas nunca saiu da lista, portanto, todos estavam a pensar nele e a trabalhar nele. Vamos trabalhar na forma como reduziremos o peso em outras peças, dado que estamos no peso mínimo, caso contrário o carro fica muito pesado. Temos também que encontrar a melhor solução aerodinâmica para integrar o halo na restante carroceria. Portanto, temos muito em que pensar, mas nada de anormal para bons engenheiros, mas claro, temos algum trabalho para fazer.”

 

A Haas F1 Team trará mais actualizações para a restante temporada de 2017 ou já estão concentrados no desenvolvimento do carro de 2018?

“Estamos ainda a trabalhar nos dados que reunimos dos nossos últimos testes no túnel de vento para perceber se podemos levar outro pacote técnico para o Japão ou para os Estados Unidos. Parece que será mais certo levar um pacote de evoluções para o Grande Prémio dos Estados Unidos.”

 

Passámos o meio da temporada, mas sabendo da competitividade do meio do pelotão, tem a sensação de que inicia uma nova temporada quando chegar a Spa, depois da pausa de Verão?

“Tudo é possível aqui. Na Áustria tínhamos o quarto carro mais rápido. Na Hungria, a Renault tinha o quarto carro mais rápido. No meio do pelotão há muitos altos e baixos. Para já, parece que equipas como a Renault e a McLaren evoluíram, mas talvez esteja relacionado com as pistas. Ninguém sabe ao certo. Todos estão a especular e não quero especular. Faremos o melhor trabalho que podemos dadas as circunstâncias e tentar manter-nos à frente de quem está atrás de nós e tentar apanhar quem está à nossa frente. Todos estão a dar o seu máximo e nós faremos o mesmo. Especular sobre os outros não nos vai ajudar. Temos que trabalhar e tentar dar o nosso máximo.”

 

Á medida que a temporada se aproxima do seu fim, a “silly-season” ganha ritmo. É importante ter a a dupla de pilotos de 2018 definida?

“É fantástico. Ter os nossos pilotos contratados é a melhor situação em que poderíamos estar. São sólidos. Trabalham bem com a equipa. Não há incerteza sobre quem serão os nossos pilotos. Não estão nervosos. Podem focar-se em defender a sua posição e melhorá-la.”

 

 

 

A Bélgica é casa da base europeia da Haas Automation. Ao longo da temporada têm tido muitos clientes da Haas Automation como convidados. De que forma têm eles abraçado a equipa e este desafio de Gene Haas na Fórmula 1?

“Sempre que fazemos alguma coisa com a Haas Automation, tudo tem sido muito bem organizado e somos sempre muito bem-recebidos por todos os convidados. Tem sido fantástico representar a Haas Automation na Fórmula 1. É um nome muito importante no desporto automóvel e na indústria. Sempre que nos encontramos com os seus clientes, sobretudo quando estamos com o Gene (Haas), eles estão muito satisfeitos. Temos a sensação de que é uma grande família, e é muito agradável fazer parte dela.”

 

Spa é considerada uma pista para pilotos. Porquê?

“É uma pista fantástica. Tem curvas de altíssima velocidade e há muitas curvas, de tipos diferentes, algumas de alta velocidade, outras de baixa – no geral, há muita diversidade. Oferece-nos uma boa sensação.”

 

Spa tem rectas e curvas de alta velocidade combinada com uma secção sinuosa, sobretudo entre as curvas 8 e 15. Como se afina o carro para poder enfrentar os diferentes aspectos da pista? É necessário sacrificar uma secção para ganhar vantagem noutras?

“Existem sempre abordagens a Spa diversas. Ou somos rápidos nos sectores 1 e 3, que são os sectores de alta velocidade, ou somos rápidos no segundo, que tem mais curvas. Ambas funcionam bem, portanto, depende da forma como queremos abordar a corrida.”

 

Podes descrever a sensação de quem está dentro do carro quando passas por Eau Rouge e Radillon? É possível realizar a zona a fundo?

“Na primeira volta que a fazemos depressa, ficamos enjoados, como se estivéssemos numa montanha russa, dado que sobe e desce. Começamos a pensar, será que vou fazer isto na corrida? Mas depois de o fazermos uma vez a fundo, tudo fica bem e passamos a tirar prazer das forças G.”

 

É importante entrar no Eau Rouge no ar limpo, para assegurar que tens o máximo possível de apoio aerodinâmico?

“É certamente uma curva onde não queremos cometer qualquer erro. Na qualificação, fazê-lo no ar limpo é muito importante. Por outro lado, se conseguirmos entrar no cone de aspiração de outro carro, ganhamos uma vantagem enorme a caminho da Curva 5. Existe alguma discussão sobre a validade de cada uma destas duas abordagens.”

 

O teu pódio mais recente foi alcançado no Grande Prémio da Bélgica do ano passado. Arrancaste de nono e recuperaste até terceiro, terminando no encalço da dupla da Mercedes, Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Como foi que ganhaste tantas posições?

“O ano passado tínhamos um bom carro na Bélgica. Qualifiquei-me em quarto, mas arranquei de nono devido a uma penalização por ter trocado a caixa de velocidades. Tínhamos uma boa estratégia, tomámos decisões nos momentos certos, aquando do Safety-Car. Consegui ultrapassar alguns carros e cheguei ao pódio. Honestamente, foi um daqueles fins-de-semana em que tudo corre de acordo com o planeado.”

 

Antes do Grande Prémio da Bélgica do ano passado, o teu último pódio tinha sido alcançado no Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Foi satisfatório regressar ao pódio, sobretudo, depois de uma temporada de 2014 em que terminaste apenas duas vezes nos pontos?

“Foi fantástico para todos os rapazes e para mim. Tivemos um fim-de-semana perfeito. Foi um sentimento muito bom para todos os envolvidos. Penso que foi algo de semelhante ao que todos sentiram quando marcámos os primeiros pontos para a Haas no início da temporada.”

 

Depois de uma temporada de 2014 difícil, uma corrida como a de Spa de 2015 demonstrou que, com determinação e trabalho árduo, os pódios são possíveis?

“Se eu aparecesse numa corrida sem pensar que era o melhor, de que era possível vencer, seria melhor ficar em casa com os meus filhos. Quero sempre chegar ao pódio. Tento sempre ganhar a corrida. É claro que depende muito do carro, mas na verdade, nunca se desiste e damos sempre o nosso melhor. Essa é a mentalidade que temos que ter.”

 

Tens momentos especiais ou marcos que tenhas vivido em Spa nas fórmulas de promoção?

“Venci lá o título da GP2 Series, em 2011. Esse foi um ano fantástico.”

 

Qual é a tua zona preferida de Spa?

“Não sou capaz de escolher apenas uma zona e apontá-la como a minha preferida. Todo o circuito é muito bom.”

 

Descreve uma volta a Spa.

“Começamos com o gancho de La Source. É uma curva de baixa velocidade. Temos que ter uma boa saída para irmos no máximo em Eau Rouge e depois temos a Curva 5, a primeira direita-esquerda. Normalmente é feita em quarta velocidade. A Curva 7 é muito divertida. É uma curva de alta velocidade a descer. Depois temos a Curva 8, que tem uma travagem complicada. Temos que estar bem posicionados na saída para prepararmos a Curva 9. Depois descemos bastante, novamente, para uma dupla esquerda, Curvas 10 e 11 – é a curva mais rápida do circuito. Depois temos a segunda direita-esquerda, mas mais rápida que as Curvas 5 e 6. A direita seguinte é muito importante para a recta da parte de trás do circuito, que é muito longa. Depois chegamos à Paragem do Autocarro, onde temos uma travagem muito forte. Temos uma curva de baixíssima velocidade, sendo a tracção na saída muito difícil. É muito complicado. Se tudo for bem feito, conseguimos efectuar uma boa volta.”

 

 

 

 

 

A Bélgica é casa da base europeia da Haas Automation. Ao longo da temporada têm tido muitos clientes da Haas Automation como convidados. De que forma têm eles abraçado a equipa e este desafio de Gene Haas na Fórmula 1?

“É sempre bom conhecer os convidados de todo o mundo da Haas Automation. É fantástico ver o seu entusiasmo com o projecto de Fórmula 1. Parece uma das grandes equipas.”

 

Houve um período entre as temporadas de 2008 e 2009 em que trabalhaste como soldador numa fábrica. Em que companhia trabalhaste e quais foram os projectos em que trabalhaste?

“A companhia chamava-se Schröder Metal. Basicamente, soldava objectos para lojas, sinais, etc.”

 

Pareces ter uma boa relação com os clientes da Haas Automation quando estes estão em pista. O tempo que passaste como soldador talvez te dê uma boa ideia de como as pessoas ganham a vida com as mãos, especificamente, como os maquinadores usam o equipamento CNC da Haas para construir coisas, tal como tu fazias quando eras soldador?

“Eu tenho um bom entendimento de como os clientes trabalham e do que eles fazem. Sinto que há uma boa relação tendo por base a sinergia que existe entre mim e toda a companhia.”

 

Quando, finalmente, conseguiste o apoio para continuar a tua carreira nas corridas e disputar a Fórmula Renault 2.0 com a Motorpark Academy, foi um momento importante?

“Foi um grande momento e um uma sensação verdadeiramente boa. Estava bastante deprimido por não poder competir, portanto, quando tive a oportunidade de regressar foi uma sensação fantástica.”

 

Spa é considerada uma pista para pilotos. Porquê?

“Penso que é apenas por ser extremamente rápido, técnico e desafiante.”

 

Spa tem rectas e curvas de alta velocidade combinada com uma secção sinuosa, sobretudo entre as curvas 8 e 15. Como se afina o carro para poder enfrentar os diferentes aspectos da pista? É necessário sacrificar uma secção para ganhar vantagem noutras?

“Não, Spa é a fundo. Damos o máximo em todo o lado.”

 

Podes descrever a sensação de quem está dentro do carro quando passas por Eau Rouge e Radillon? É possível realizar a zona a fundo?

“Tenho a certeza que será a fundo facilmente. É um pouco como uma montanha russa.”

 

É importante entrar no Eau Rouge no ar limpo, para assegurar que tens o máximo possível de apoio aerodinâmico?

“Não é muito importante. De qualquer forma, será a fundo.”

 

Tens momentos especiais ou marcos que tenhas vivido em Spa nas fórmulas de promoção?

“Venci em todas as categorias em que compete, excepto na Fórmula 1. Tenho boas memórias de Spa.”

 

Qual é a tua zona preferida de Spa?

“Eau Rouge e Pouhon são, provavelmente, as melhores secções, mas toda a pista é fantástica.”

 

Descreve uma volta a Spa.

“É rápida, desafiante e divertida.”

 

 

 

Circuit de Spa-Francorchamps

  • Número de voltas: 44 
  • Distância de corrida: 308,052 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 7,004 quilómetros e 19 curvas albergou pela primeira vez a Fórmula 1 em 1925, tendo no ano passado celebrado a sua 48º edição do Grande Prémio da Bélgica.
  • O Circuit de Spa-Francorchamps é a pista mais longa do calendário da Fórmula 1, batendo o segundo traçado mais longo, o Baku City Circuit, com 6,003 quilómetros, por 1,001 quilómetros.
  • Sebastian Vettel detém o recorde da volta em Spa (1.47,263s), assinado em 2009 com a Red Bull.
  • Jarno Trulli detém o recorde da volta em qualificação em Spa (1,44,503s), assinado em 2009 com a Toyota durante a Q2.
  • As corridas de automóveis ganharam popularidade na Europa depois da I Guerra Mundial, o circuito original de Spa-Francorchamps, com 14,9 quilómetros, era baseado num triângulo composto por estradas públicas entre as vilas de Francorchamps, Malmedy e Stavelot, situadas na Floresta das Ardenas. As corridas de motociclismo iniciaram-se em 1921 e em 1925 foi realizado o primeiro Grande Prémio, ganho por António Ascari, em Alfa Romeo. Ao longo dos anos, a reputação da pista foi crescendo, sobretudo depois das obras de 1939, que criou as curvas emblemáticas de Eau Rouge e Radillon, uma combinação  de esquerda-direita-esquerda a subir, muito rápida e fluída. Mas depois da existência da I Guerra Mundial, a II Guerra Mundial teve lugar e deixou o circuito em muito mau estado devido a artilharia pesada. Só em 1947 as corridas puderam regressar, depois das obras terem sido completadas. A pista foi alvo de mais quatro revisões, tendo sido a mais drástica em 1979, quando foi construída uma secção permanente para criar uma versão muito mais curta, com 6,968 quilómetros. O actual layout, com 7,004 quilómetros, foi estreado em 2007 quando a Paragem do Autocarro foi modificada, criando dois ganchos que dão acesso à recta da meta.
  • Sabia que: Apenas seis pilotos conseguiram vencer o Grande Prémio da Bélgica por mais que uma vez. Juan Manuel Fangio e Damon Hill têm cada um três vitórias. Jim Clark e Kimi Raikkonen triunfaram cada um por quatro vezes e o Ayrton Senna tem cinco vitórias. O Rei da Spa é Michael Schumacher, que venceu por seis vezes, um recorde.
  • Durante o Grande Prémio da Bélgica, as temperaturas mínimas rondarão os 14ºC e as máximas os 21ºC. A humidade relativa estará entre os 53% e os 94%.

 

  • Pirelli leva para Spa os seguintes compostos:
    • P Zero Amarelo/Macio pouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Vermelho/Supermacio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
    • P Zero Roxo/Ultramacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar.(Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois pneus de especificação obrigatória  para a corrida (um de P Zero Amarelo/Macio e outro P Zero Vermelho/Supermacio) e um obrigatória para a Q3 (um P Zero Roxo/Ultramacio). Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:
    • Grosjean: três jogos de P Zero Amarelo/Macio, quatro jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e seis jogos de P Zero Roxo/Ultramacio
    • Magnussen: quatro jogos de P Zero Amarelo/Macio, três jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e seis jogos de P Zero Roxo/Ultamacio 

 

 

NOVO FERRARI PARA RAIKONEN?

NOVO FERRARI PARA RAIKONEN?

 

 

  1. Eis o novo Ferrari  de Kimi Raikonen....???Nada disso, trata-se duma reprodução em gelo do monolugar do piloto finlandês nuam acção do Santander, o banco oficial da marca do cavalinho

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO MUNDIAL DE FÓRMULA 1

 

 

  1. O novo bilugar para os passeios rápidos nos GP de F1 em 2018.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

FORMULA 2 AND GP3 RESUME AT SPA: A VERY DIFFERENT CHALLENGE, BUT THE SAME P ZERO TYRES


– Following the three-week summer break, the FIA Formula 2 Championship and GP3 Series resume at Spa-Francorchamps.

With its high-speed bends and straights, the home of the Belgian Grand Prix provides a completely different challenge to the tight and twisty Hungaroring that hosted the previous rounds. Despite that, the very same tyre compounds have been nominated: medium and soft for Formula 2 and medium for GP3 – for very different reasons.

Pirelli’s head of car racing says:

Mario Isola: “At Spa, the Formula 2 and GP3 drivers will race on the same compounds as they did at the Hungaroring, but for different reasons. In Hungary, we were expecting high temperatures, on a track that never lets the tyres cool down. In Belgium, temperatures will be milder but the energy going through the tyres will be higher, because of the track layout. These two factors essentially balance each other out, leading to the same tyre choice for two very different circuits. The unpredictable weather at Spa can often play its part too and is likely to reward flexible strategies. Unlike Formula 1, there is no intermediate tyre in either Formula 2 or GP3, and this makes tyre choice even more complicated in the event of marginal weather. As a test of bravery of skill, Spa is one of the biggest challenges of the year.”

The challenge for the tyres:

There are many different forces being applied to the tyres during a lap of Spa: high lateral demands through fast corners like Pouhon, significant vertical loads in the many elevation changes (most notably at Eau Rouge) as well as braking and traction forces at the end of the long straights and out of the slower corners.

Set-up configurations can vary considerably between different teams and drivers, because of the compromise between choosing low drag for maximum speeds on the straights and high downforce to aid cornering speeds. Those opting for low drag will rely more upon the mechanical grip from the tyres to carry speed through the corners.

Racing at Spa is quote frequently affected by rain, and often it falls over some parts of the circuit and not others. Therefore, when the weather is changeable, predicting the optimal tyre can be particularly difficult.

The race and the rules:

Formula 2

Every car will have five sets of dry tyres and three sets of wet weather tyres available for the Formula 2 race weekend. The five sets of dry tyres comprise three sets of the medium compound and two sets of the soft compound.

The drivers can use their tyre allocation in any way they like, but at least one set of each compound must be used in the feature race (unless it is a wet race). One set of the harder compound must be returned after free practice.

Qualifying takes place at 16:20 on Friday, after practice at 11:55. The feature race on Saturday at 16:00 lasts 25 laps and each driver must complete one compulsory pit stop. This cannot take place within the first six laps. Unlike Formula 1, the drivers do not have to start the race using the tyres they qualified on.

The grid for the sprint race on Sunday at 10:15 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed. It is run over 18 laps, with no compulsory pit stops.

GP3

Every car will have three sets of dry tyres and two sets of wet weather tyres available for the GP3 race weekend. Only one compound is nominated: medium for this weekend. The drivers can use the tyre allocation in any way they like.

Drivers are allowed to carry over one tyre set from the previous round for use in free practice only. This will also be the medium compound as used at the Hungaroring.

Qualifying takes place at 17:10 on Friday after a single free practice session at 08:30. Race 1 starts at 17:35 on Saturday and lasts for 17 laps, followed by Race Two at 09:00 on Sunday (lasting 13 laps). The grid for Race 2 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed.

 

***

 

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F2 drivers will have P Zero White medium and Yellow soft tyres at Spa

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P Zero White medium tyres will be used in GP3

 

KIMI RAIKONEN DEVERÁ CONTINUAR NA FERRARI

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

KIMI RAIKONEN DEVE CONTINUAR NA FERRARI

 

 

O piloto da Ferrari, o finlandes Kimi Raikonen deverá continuar na Ferrari em 2018. Os fãs... e Vettel apoiam. A partir daqui, as peças do puzzle estão quase de certeza encaixadas nas três equipas de topo. A não ser que alguém decida ir para casa...

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

– The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Italian Grand Prix (Monza, 1-3 September).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

BELGIAN GRAND PRIX PREVIEW Round 12 of 20 Spa-Francorchamps, 25-27 August 2017

  a250 Copy– Pirelli will bring the P Zero Purple ultrasoft tyres for the first time to Spa-Francorchamps, together with the P Zero Red supersoft and P Zero Yellow soft. These are the three softest tyres in the range, selected together for the sixth time so far this year. But one famous variable in Spa is the weather, so there’s also a strong chance of seeing the Cinturato Green intermediate or Cinturato Blue full wet at some point during the weekend. Spa is a favourite of nearly all the drivers, incorporating classic corners such as Eau Rouge and Pouhon that make it a real rollercoaster ride, as well as a true test of bravery.
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 Longest circuit of the year at 7.004 kilometres.  Geographical layout means it can be raining on one part of the track but dry on another.  Elevation changes and compressions generate forces on tyres from all directions.  Compromise set-up needed to provide downforce in corners but not too much drag.  High speeds and big corners place significant energy loads through the tyres.  Overtaking is very possible at Spa, opening the door to a variety of different strategies.  The teams have nominated all three available compounds in their choices rather than concentrating on the softer tyres.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Pirelli was racing at Spa for the 24 Hours last month, which showcased everything this circuit is famous for: changeable weather, unpredictable competition, and heavy demands on the tyres. Now that we are bringing the ultrasoft tyre there for Formula 1, we would expect those demands to increase further with the latest generation of cars: two stops would appear to be a likely strategy but we will know more after the first free practice sessions. Working out the optimal race strategy is especially tricky at Spa as it
 
 
 
 
has to be flexible: the possibility of rain, safety cars, or even a red flag – as we saw last year – means that teams often have to react to changing circumstances rather than follow a fixed plan”.
 
WHAT’S NEW?     The ultrasoft has never been seen in Belgium before, representing a more aggressive choice.  Not much has happened in Formula 1 with the compulsory two-week factory shutdown. The last Pirelli 2018 tyre test concluded on August 4 with Ferrari in Barcelona, and it does not resume again until September 7-8 at Paul Ricard with Mercedes.  Three lucky winners of a Pirelli competition for children aged 8-11 spent a week at Fernando Alonso’s karting school in Asturias recently, learning the principles of safe driving and race craft through a course designed by Alonso himself.  At the same time as the Belgian Grand Prix, Pirelli’s European Rally Championship stars will be competing on a different type of asphalt at the Barum Czech Rally Zlin.
 
CIRCUIT DE SPA-FRANCORCHAMPS MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
23.5 psi (front) – 21.5 psi (rear)
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-2.75° (front) | -1.50° (rear)
 

 
 
 
 

 

DI GRASSI FALA NA FÓRMULA E

 

Lucas di Grassi comemora momento da carreira e destaca relevância "cada vez maior" da Fórmula E

Campeão da Fórmula E atendeu a imprensa por cerca de quatro horas nesta quarta-feira (16) em São Paulo. O piloto da Audi Sport abordou diversos assuntos - de sua conquista a questões relacionadas à mobilidade urbana

Lucas di Grassi desembarcou em São Paulo às 5h30 desta quarta-feira (16) e só teve tempo de tomar o café da manhã em sua casa para depois ir até a sede da Audi Brasil, na zona sul da capital paulista, para atender a imprensa brasileira. O piloto de 33 anos completados no último dia 11 se encontrou com repórteres da mídia nacional pela primeira vez desde a conquista do título da Fórmula E, há cerca de três semanas em Montreal, no Canadá.

A coletiva foi aberta pelo CEO e presidente da Audi Brasil, Johannes Roschek, que deu as boas-vindas ao campeão. O evento foi transmitido ao vivo pela página oficial da Fórmula E no Facebook e teve um alcance de mais de seis mil pessoas.

Di Grassi fez uma breve introdução sobre sua carreira, sobre a Fórmula E, e respondeu a várias perguntas dos jornalistas sobre vários assuntos: da conquista do título à mobilidade elétrica, passando por seus períodos em que participou da Fórmula 1 em 2010, dos pódios conquistados com a Audi nas 24 Horas de Le Mans, da entrada oficial da marca na Fórmula E, a entrada de São Paulo no calendário da categoria para a próxima temporada, entre outros tópicos.

“Hoje em dia já temos mais montadoras na Fórmula E do que na F1. Para as fabricantes, a categoria tem sido mais relevante no desenvolvimento de tecnologias para o futuro da mobilidade elétrica. A Fórmula E deixou de ser uma promessa e já é o presente. O Brasil está finalmente no calendário da categoria e essa entrada é extremamente importante por mostrar um evento que ainda é pouco conhecido no nosso país quando comparamos com outras nações”, destacou.

Nesta quinta-feira (17), Lucas participa de uma entrevista ao vivo na sede do Facebook em São Paulo. O evento vai ao ar na página oficial do piloto da Audi Sport ABT Schaeffler (facebook.com/lucasdigrassiofficial).


Lucas Di Grassi é patrocinado por Qualcomm, Aethra, KNM, Oris Watches, BlueFox e Mumm

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO MUNDIAL DE FÓRMULA 1 - 2017

 

As duas partes  encerraram contactos: não vai haver Toro Rosso Honda em 2018.

 

A NOVA DECORAÇÃO

 

 

 A  nova decoração do capacete de Grosjean para Austin por ocasião do Grande Prémio dos Estados Unidos de Fórmula 1. Simplesmente arrebatador.a114 Copya115 Copy

 

F1 EM PORTUGAL???

Fórmula 1 em Portugal custa 800 milhões

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Desde que o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) se tornou uma realidade, em 2008, que os adeptos, entidades federativas e privados discutem um eventual regresso da Fórmula 1 a Portugal, cujo último GP teve lugar no Circuito do Estoril, em 1996. Os custos apontados para esse retorno das emoções do maior campeonato de monolugares do mundo sempre variaram, até porque com Bernie Ecclestone ao leme, a concretização desse desejo nunca seria barata, falando-se em algo entre os 40 a 50 milhões de euros. Mas há agora um investigador da Universidade do Minho (UM) que nos diz que o investimento, afinal, teria de ser muito mais alto: superior a 800 milhões de euros.

Citado pela Agência Lusa, Paulo Reis Mourão, autor do livro “The Economics of Motorsports: The Case of Formula One” e investigador da UM, deu conta de que este é o valor estimado para um contrato de 12 anos com uma “renda anual entre 60 a 70 milhões de euros”, vincando o facto de os contratos serem fechados, por norma, por períodos de 10, 12 ou 15 anos.

O retorno direto desse investimento rondaria os 200 a 300 milhões de euros ao longo da dúzia de anos do contrato que eventualmente fosse assegurado, não estando incluídos os ganhos de investimento e publicidade. Esta, no entanto, deixou de ser paga, já que aparece associada às corridas de F1 por intermédio de contratos de patrocínio já estabelecidos com a Formula One Management (FOM).

 

Com cerca de 300 páginas, o livro editado pela Palgrave detalha os custos das corridas, mas também o que anda à roda da indústria. “Há muitos livros sobre a Fórmula 1, inclusive sobre a sua mecânica ou a gestão das equipas, mas este é o primeiro sob o olhar de um economista”, refere o autor.

Apesar da intenção da nova detentora da competição Liberty Media de querer alargar o calendário de corridas para além das 21 provas previstas para 2018 e da recente homologação do AIA pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) como palco que pode receber a Fórmula 1, o diretor-geral do circuito, Paulo Pinheiro, admitiu que será difícil reunir as condições para que o regresso da modalidade ao solo nacional se concretize.

 

“A Fórmula 1 é de facto o grande pináculo do desporto motorizado mundial, mas é muito difícil para um país com a nossa dimensão conseguir ter as condições totais para trazer a prova”, disse, em junho, à Lusa. “Reunimos várias condições, como a pista, estacionamentos, infraestruturas e hotéis, o que faz com que a proposta ganhe valor. O Algarve é um sítio fantástico, que reúne condições para receber uma corrida, mas há 15 países a disputarem uma prova. Daí ser um processo complexo, trabalhoso, mas mantemos a esperança de um dia conseguirmos trazer a Fórmula 1”, destacou.

 

FONTE:WWW.MOTOR24

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

  1. O que nos dizem os números dos "campeões de meio de temporada" nos últimos 12 anos. Há 7/5, vantagem para quem lidera a meio - ganha no final. E nunca aconteceu nenhum campeão estar abaixo de 3º a meio do ano e recuperar até ao título. (fonte: Autosprint)

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

– The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Belgian Grand Prix (Spa-Francorchamps, 25-27 August).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

HUNGARIAN GRAND PRIX RACE
 
WITH A ONE-STOP SUPERSOFT-SOFT STRATEGY  VETTEL LEADS A FERRARI ONE-TWO
 
EARLY SAFETY CAR FURTHER REDUCES TYRE WEAR AND DEGRADATION  IN THE FIRST STINT: NEARLY ALL THE DRIVERS STOP ONCE
 
SECOND IN-SEASON TEST OF 2017 TAKES PLACE THIS WEEK WITH MERCEDES DEDICATING ONE DAY TO 2018 TYRES
  a204 Copy– Ferrari’s Sebastian Vettel led home a Ferrari one-two at the Hungarian Grand Prix, with Pirelli as title sponsor, with nearly all the drivers adopting a one-stop supersoft-soft strategy.  Track temperatures were again in excess of 50 degrees centigrade, but tyre wear and degradation was contained in the first stint and further reduced by a four-lap safety car period shortly after the start, helping push competitors towards a one-stop strategy. All the drivers started on the supersoft tyre, just under a second faster than the soft, with the exception of Toro Rosso’s Daniil Kvyat and Williams reserve driver Paul Di Resta, who were the only ones to select the soft on the grid. The fastest lap, set by McLaren’s Fernando Alonso, was nearly three seconds faster than last year. The Formula 1 teams will now remain in Budapest for the second in-season test of the year, during which they will run young drivers as well. Within this test, Mercedes will dedicate one day to a blind test of Pirelli’s 2018 tyre development programme.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “A great performance from Ferrari with perfect tyre management in the hot conditions from all the frontrunners. In the end, because of the early safety car and also the difficulty of overtaking, nearly all the drivers opted for one stop. Before everyone heads off for the summer break, we now have the second in-season test of the year, including one day of dedicated 2018 tyre testing with Mercedes on Tuesday.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
  
-
Alonso 1m20.182s
Kvyat 1m21.631s
-
Raikkonen 1m20.461s
Ericsson 1m21.752s
-
Verstappen 1m20.490s
Verstappen 1m22.041s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Ericsson 62
SUPERSOFT Palmer 46
 
 
 
 
 
TRUTHOMETER As we expected, most drivers opted for a one-stop strategy to avoid traffic, rather than risking the theoretically quicker two-stopper for only a small gain. Vettel made his stop from supersoft to soft on lap 32, while the Saubers were the only cars to stop twice.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Hungarian Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

HUNGARIAN GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

HUNGARIAN GRAND PRIX QUALIFYING
 
SUPERSOFT USED FROM START TO FINISH: VETTEL LEADS A FERRARI  ONE-TWO, NEARLY 3.7 SECONDS FASTER THAN LAST YEAR’S POLE 
 
WARM TRACK TEMPERATURES IN EXCESS OF 50 DEGREES CENTIGRADE TODAY, WITH SIMILAR CONDITIONS EXPECTED TOMORROW
 
PIT STOP STRATEGY WILL DEPEND ON DEGRADATION RATES  ASSESSED DURING THE RACE 
 
a688 Copy– Ferrari driver Sebastian Vettel has claimed pole position for the Hungarian Grand Prix, after a qualifying session that was run from start to finish on the supersoft tyre, which is around 0.8 seconds faster than the soft tyre. 
 
Lap times continued to improve, with the fastest-ever lap of the Hungaroring already set in FP3, and two drivers already breaking into the 1m16s bracket by the end of Q2. They went faster still in Q3, with a pole time of 1m16.276s: nearly 3.7 seconds faster than last year’s equivalent. At 4.381 kilometres, the Hungaroring is a short track, so this equates to the biggest time improvement seen so far compared to 2016 in terms of seconds per kilometre. 
 
The most likely strategy tomorrow is for either one or two pit stops, with thermal degradation set to play an important role. Today’s track temperatures peaked at 57 degrees centigrade and similar weather is expected tomorrow.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The most remarkable thing about today was the margin by which last year’s pole time was beaten, with the top six cars setting times of under 1m17s. We had more than 50 degrees of track temperature, opening up the possibility of either one or two pit stops tomorrow depending on degradation rates, which will be assessed during the race.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Used from start to finish of qualifying, so the top 10 will start on these. A versatile tyre that’s set to be an important part of tomorrow’s strategy. Not used at all today and unlikely to be used for the rest of the weekend.   
 
 
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m17.017s SUPERSOFT  NEW
Raikkonen 1m17.492s SUPERSOFT  NEW
Bottas 1m17.914s SUPERSOFT  NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m16.276s SUPERSOFT  NEW
Raikkonen 1m16.444s SUPERSOFT  NEW
Bottas 1m16.530s SUPERSOFT  NEW
Hamilton 1m16.707s SUPERSOFT  NEW
Verstappen 1m16.797s SUPERSOFT  NEW
Ricciardo 1m16.818s SUPERSOFT  NEW
Hulkenberg 1m17.468s SUPERSOFT  NEW
Alonso 1m17.549s SUPERSOFT  NEW
Vandoorne 1m17.894s SUPERSOFT  NEW
Sainz 1m18.912s SUPERSOFT  NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM Sainz 7
SOFT Ocon 22
SUPERSOFT Sainz 25
COMPOUND DRIVER TIME
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
MEDIUM Sainz 1m22.742s
SOFT Hamilton 1m18.739s
SUPERSOFT Vettel 1m16.276s
The

 

HAAS NO G.P.HUNGRIA

 

Data:  Quarta-Feira, 2 de Agosto

Local:  Hungaroring, em Budapeste, Hungria

Layout:  4,381 quilómetros, 14 curvas

Piloto:  Santino Ferrucci

Voltas completadas:  116

Distância completada:  508,196 quilómetros

Melhor volta:  1m20,994 (12º)

Volta mais rápida:  1m17,124s, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari

Mais voltas completadas:  161 voltas, Luca Ghiotto da Williams

 

 

 

O piloto de desenvolvimento da Haas F1 Team, Santino Ferrucci, completou o seu segundo e derradeiro dia de testes de Fórmula 1 em Hungaroring, um circuito de 4,381 quilómetros e catorze curvas, em Budapeste, Hungria.

 

A melhor volta de Ferrucci aos comandos do VF-17 foi de 1m20,994s, conseguida com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacios. Foi o décimo segundo crono entre treze pilotos e foi o melhor registo de Ferrucci durante os dois dias de testes, depois de na terça-feira ter rodado apenas com pneus macios, o que deixou com a marca de 1m21,185s.

 

O programa matinal de cinquenta e sete voltas da Haas F1 Team consistiu em realizar trabalho de afinação, rodando exclusivamente com o composto macio, após uma volta de instalação com pneus médios. Três novos jogos de pneus macios foram usados ao longo das oito séries de voltas realizadas por Ferrucci, tendo a sua melhor volta – 1m21,235s, na sua vigésima primeira passagem pela linha de meta – da manhã surgido no seu primeiro “stint” com borrachas frescas.

 

A sessão da tarde permitiu a Ferrucci experimentar os pneus supermacios mais aderentes e, consequentemente, mais rápidos, tendo três jogos ao seu dispor. Com borrachas frescas no seu carro para uma série de sete voltas e outra de cinco, Ferrucci baixou o seu tempo da manhã, assegurando a sua melhor marca do dia, 1m20,994s. Concluiu o programa da equipa ao reciclar dois jogos de supermacios, seguindo-se dois jogos de macios.

 

Ferrucci completou cento e dezasseis voltas na quarta-feira, totalizando duzentas e dezoito ao longo dos dois dias, 955,058 quilómetros.

 

O mais rápido no último dia de testes foi Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, com a marca de 1m17,124s. O piloto da Williams, Luca Ghiotto, foi quem mais voltas completou – 161.

 

O teste de Hungaroring foi o segundo e último realizado durante a temporada de Fórmula 1. O regulamento de Fórmula 1 dita que dois dias dos testes realizados durante a temporada têm que ser alocados a jovens pilotos, estando nestas condições todos os pilotos que tenham competido no máximo em dois Grandes Prémios. Os pilotos titulares da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen participaram no teste de 18 e 19 de Abril, que teve lugar no Bahrain International Circuit , em Sakhir, o que os impediu de participar no teste desta semana.

 

 

A manhã correu bem. Foi bom acordar e regressar ao carro. Tivemos algumas boas séries de voltas durante a manhã com pneus macios, o carro estava equilibrado. Da parte da tarde, mudámos para supermacios. Estivemos a fazer desenvolvimento para futuros fins-de-semana. Progredimos bastante, especialmente com o carro e a forma como os pneus começam a perder eficácia. Estou muito satisfeito com a equipa e penso que fizemos um bom trabalho.”

 

 

 

O décimo segundo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio da Bélgica, que se disputa em Spa-Francorchamps. Os treinos-livres disputam-se a 25 de Agosto, a qualificação realiza-se a 26 de Agosto e a corrida a 27. Entretanto, a Fórmula 1 entrará no seu período de férias. Ferrucci irá completar em ambas as corridas de Fórmula 2 com o Team Trident e quando não estiver no paddock de Fórmula 2, estará integrado na Haas F1 Team durante as sessões de treinos-livres, qualificação e a corrida.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 

 

Terá a F1 alguma coisa a ganhar com o regresso de Robert Kubica? Com tantos jovens de enorme valor a "bater à porta", como vimos até nos testes desta semana em Hungaroring, capazes de pegar num carro e andar no ritmo dos "donos do lugar", quais as razões que levam a Renault a apostar num piloto que ultrapassou os trinta (32 anos), que não conhece os monolugares desta geração, nem da anterior, e por essa razão não terá tanto ou mais input que um desses jovens?
A velocidade nat...ural do polaco será capaz de justificar tudo?
Todos sabemos que é veloz, sempre o foi, desde as fórmulas de promoção. Mas também é verdade que nem sempre usou a cabeça da melhor maneira. E não foi só após o acidente que se tornou propenso a erros.
Erros que cometeu em demasia nos ralis, após o regresso. Era capaz de ter velocidade igual à dos melhores, mas a determinada altura, quando precisava de 100 por cento das suas capacidades, essas falhavam.
Será diferente na F1? Um F1 precisa de menos improviso que um WRC, mas a determinada altura vai ser necessário aquele golpe de volante que faz a diferença entre uma grande manobra ou o acidente.
Percebo que dá uma história de comeback perfeita. Que até a F1 precisa delas. Fiquei feliz com este teste e entusiasmado com os resultados e o números de voltas feitas, o duplo stint sem problemas. Quem é que não ficaria?! Como ficarei encantado se se sentar no carro já em Spa. É a história perfeita para se perceber que a força de vontade nos leva onde queremos ir. Uma história que fez correr rios de tinta e de pageviews, e vai fazer correr mais ainda.
Mas, verdadeiramente, estão a ver Kubica ser uma mais valia para a Renault? Sinceramente...
Se calhar, será... mas pela mesma razão que levou a marca do losango a apostar no piloto de Cracóvia na década passada - o mercado polaco. A História tem uma tendência natural para se repetir...

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

P ZERO TYRES DEFY THE HEAT AT THE HUNGARORING IN FORMULA 2 AND GP3


 

FORMULA 2

Feature Race, the winner: Renault Junior driver Oliver Rowland (DAMS) won, starting on the faster P Zero Yellow soft tyre and then switching to the medium on lap 11. His closest rival, Artem Markelov (Russian Time) adopted a similar strategy and tried to pass Rowland with three laps to go, having conserved his tyres, before going off and retiring.

Feature Race, alternative strategy: The opposite strategy was adopted by Ferrari Junior Charles Leclerc, who was dropped to the back of the grid for a technical infringement after qualifying on pole. The Prema driver did a long first stint on the medium to go from last all the way to first. He then switched to the faster soft on lap 21, emerging 11th, and fought his way back to fourth by the finish, maintaining his grip on the championship.

Sprint Race, the winner: The winner of the Sprint Race, with the entire field running on the P Zero White medium (and no obligatory pit stops) was Honda junior driver Nobuharo Matushita, who stormed into the lead from the second row of the grid and never lost the advantage. With track temperatures over 50 degrees centigrade, he managed thermal degradation perfectly to take a comfortable win.

GP3

Feature Race, the winner: Another Renault Junior, Jack Aitken, won the race on Saturday afternoon from pole, which was held in cooler conditions at 17:30. Aitken headed an ART Grand Prix one-two-three, with all the drivers on the medium tyre. The race was interrupted by a safety car and a virtual safety car, with Aitken now moving up to second in the championship behind George Russell (ART) who was unable to take the start.

Sprint Race, the winner: After ART Grand Prix locked out the podium on Saturday, Trident took the top four spots in the Sprint Race on Sunday morning, with Giuliano Alesi – the winner last time out at Silverstone – leading his team mates home. There were three punctures and two broken rims during the race, caused by external contacts.

PIRELLI QUOTE

Pirelli’s head of car racing Mario Isola: “In Formula 2, drivers had to cope with high track temperatures that made tyre management a priority, especially in the Sprint Race with no mandatory pit stops. Leclerc’s race, meanwhile, showed just what can be achieved using strategy even when starting last. Thermal degradation was high on the Formula 2 soft compound, while the medium was more consistent, which was exactly the target for this series. Degradation was less in GP3, but we also had safety cars, both real and virtual, that increased tyre life.”

NEXT RACES
Formula 2 and GP3 will head next to the legendary Spa-Francorchamps circuit in Belgium from August 25-27.

 

***

 

 54I3376

Markelov and Rowland battle over F2 glory

 54I4115

Aitken won the first GP3 race

 

HAAS NO G.P.HUNGRIA

 

Date:  Terça-feira, 1 de Agosto

Local:  Hungaroring, em Budapest, Hungria

Layout:  4,381 quilómetros, 14 curvas

Piloto:  Santino Ferrucci

Voltas completadas:  102

Distância completada:  446,862 quilómetros

Melhor volta:  1m21,185s (10º)

Piloto mais rápido:  1m17,746s, Charles Leclerc da Scuderia Ferrari

Mais voltas completadas:  155, Valtteri Bottas da Mercedes

 

 

 

O piloto americano Santino Ferrucci começou esta terça-feira a sua segunda experiência na Fórmula 1 ao pilotar o Haas VF-17 no primeiro dos dois dias de testes que decorrem em Hungaroring, Hungria. Todas as equipas que competem no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 marcaram presença.

 

O piloto de dezanove anos de Woodbury, Connecticut, é o piloto de desenvolvimento da Haas F1 Team e testou pela Haas F1 Team em Julho de 2016, em Silverstone, Inglaterra. Então, Ferrucci tornou-se no primeiro americano a pilotar um carro de Fórmula 1 americano desde que a 9 de Outubro de 1977 Danny Ongais pilotou um Penske PC4 no Grande Prémio do Canadá, em Mosport International Raceway, em Bowmanville, Ontario

 

A Fórmula 1 dita que dois dias dos testes realizados durante a temporada têm que ser alocados a jovens pilotos, estando nestas condições todos os pilotos que tenham competido no máximo em dois Grandes Prémios. Os pilotos titulares da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen participaram no teste de 18 e 19 de Abril, que teve lugar no Bahrain International Circuit , em Sakhir, o que os impede de participar no teste desta semana.

 

Ferrucci competiu no passado fim-de-semana em Hungaroring no Campeonato FIA de Fórmula 2 com a Trident. No seu primeiro contacto com um carro de Fórmula 1, Ferrucci qualificou-se a apenas 0,408s da pole-position, garantindo o décimo posto, para depois assegurar alguns pontos ao terminar a corrida de sábado no nono posto. Ferrucci estreou-se na Fórmula 2, depois de ter disputado a temporada de 2016 da GP3 Series e de ter realizado as seis primeiras corridas de GP3 deste ano com a DAMS.

 

Ferrucci foi o primeiro piloto a sair para a pista de 4,381 quilómetros, quando o semáforo da boxes passou a verde, 9h00, hora local. Começou por realizar algumas voltas de reconhecimento, usando pneus Pirelli P Zero Branco/Médio, seguindo-se duas séries de dez e nove voltas com o mesmo tipo de pneus. A meio da sessão, Ferrucci montou pneus macios, registando trinta e três voltas, usando três novos jogos de pneus até á uma hora da tarde, que iniciou a pausa de almoço. Ferrucci como melhor volta durante a manhã marcou o registo de 1m21,654s na sua quadragésima quarta passagem pela linha de meta.

 

Durante a tarde, Ferrucci usou exclusivamente pneus macios, completando quarenta e sete voltas num programa em que usou borrachas novas e usadas. Duas pequenas séries de voltas com pneus usados foram seguidos de duas séries de oito voltas com pneus frescos. Foi numa destas que Ferrucci assegurou a sua melhor marca do dia, 1m21,185s, na sua octogésima volta, o que o colocou no décimo lugar, entre doze pilotos. Ferrucci terminou o dia com mais três voltas com pneus macios usados, completando cento e duas no total.

 

Charles Leclerc, da Scuderia Ferrari, realizou a melhor marca, 1m17,746s, tendo Valtteri Bottas registado o maior número de voltas, 155.

 

 

Esta manhã tive algumas dificuldades para me ajustar ao carro. É muito diferente de qualquer outra coisa, especialmente do carro de Fórmula 2. Levou-me três ou quatro séries até me sentir adaptado e satisfeito com o carro. Á tarde, fizemos algumas alterações. No final do dia, pude atacar um pouco mais e trabalhar mais na minha pilotagem e sinto que estou a usar noventa e cinco porcento do carro. Estou ansioso por experimentar os pneus supermacios amanhã e realizar algumas simulações de qualificação.” 

 

 

 

Na quarta-feira, Ferrucci regressa aos comandos do VF-17 para o derradeiro dia de testes em Hungaroring.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

HAAS NO G.P.HUNGRIA

 

Evento:  Grande Prémio da Hungria (Round 11 de 20)

Data:  Domingo, 30 de Julho

Local:  Hungaroring, em Budapest

Layout:  4,381 quilómetros, 14 curvas

Condições Climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  29,8-31,9ºC

Temperatura da pista:  50,5-55,5ºC

Vencedor:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – Arrancou de 15º, terminou em 13º (completou 69/70 voltas)

●  Romain Grosjean – Arrancou de 14º, abandonou (roda, completou 20/70 voltas)

 

 

 

O desfecho do Grande Prémio da Hungria, que se disputou este domingo em Hungaroring, Budapeste, aparentemente foi decidido na primeira curva da primeira volta das setenta da prova. Para os pilotos da Haas F1 Team, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, isso significou um décimo terceiro lugar e um abandono, respectivamente, no décimo primeiro round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1.

 

O circuito apertado e sinuoso de Hungaroring não privilegia as ultrapassagens, sendo a melhor possibilidade de ganhar posições a primeira curva da primeira volta do circuito de 4,381 quilómetros e catorze curvas. Isto aumenta também a possibilidade de toques, uma vez que os vinte pilotos tentam aproveitar qualquer oportunidade que possa surgir na Curva 1.

 

Ambos os pilotos da Haas F1 Team ganharam posições ainda antes da corrida começar. Quando o décimo terceiro classificado, Daniil Kvyat, recebeu uma penalização de três lugares na grelha de partida, por ter prejudicado outro piloto durante a Q1 da Qualificação de sábado, Grosjean e Magnussen ganharam uma posição graças ao piloto da Toro Rosso.

 

Magnussen arrancou de décimo quinto lugar e ganhou duas posições na partida – um ao passar o colega de equipa e outro devido ao abandono de Daniel Ricciardo, da Red Bull.

 

Magnussen realizou uma táctica de uma paragem, trocando os pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio, com que iniciou a corrida, por macios que o levaram até ao final. Ganhou duas posições, subindo a décimo primeiro, ao ultrapassar os dois Renault, de Nico Hulkenberg e Jolyon Palmer, quando estes pararam nas quadragésima quinta e quadragésima sexta voltas, respectivamente. Mas quando lutava com Hulkenberg, no final da corrida, Magnussen empurrou Hulkenberg para fora de pista. A manobra mandou Hulkenberg para fora de pista e isso valeu uma penalização de cinco segundos, o que enviou de regresso ao décimo terceiro posto no final da corrida.

 

Magnussen conseguiu ultrapassar Grosjean no início da corrida, quando o seu colega de equipa foi vítima de um toque de Hulkenberg, que enviou o VF-17 de Grosjean para fora de pista, o que o levou a perder dois lugares, depois de arrancar de décimo quarto. Isto, contudo, foi visto como um incidente menor, quando um conjunto de eventos infelizes dezanove voltas mais tarde levaria a corrida de Grosjean um fim prematuro.

 

Uma paragem nas boxes na vigésima volta, devido a um furo no pneu dianteiro/esquerdo levou a um problema na porca de aperto da roda traseira/esquerda. Sem que o pneu estivesse completamente seguro, Grosjean foi forçado a parar o carro em pista. O seu VF-17 foi colocado atrás das barreiras de protecção, regressando Grosjean ao paddock.

 

Sebastian Vettel conquistou a vitória para a Scuderia Ferrari. O tetracampeão mundial de Fórmula 1 venceu o Grande Prémio da Hungria, depois de ter arrancado da pole-position, conquistando a quadragésima sexta vitória na sua carreira de Fórmula 1, a sua quarta da temporada e a segunda em Hungaroring. Este triunfo permitiu a Vettel algum espaço para respirar nas contas do campeonato. Vettel chegou à Hungria com um ponto de vantagem para o seu perseguidor mais próximo, Lewis Hamilton, mas deixa Hungaroring com uma vantagem de catorze.

 

Após onze rounds dos vinte que compõem o Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, a Haas F1 Team mantem o sétimo posto no Campeonato de Construtores com vinte e nove pontos, com três pontos de vantagem para a oitava classificada, a Renault e a dez da Toro Rosso, a sexta classificada. Grosjean e Magnussen mantiveram-se no décimo terceiro e décimo quarto lugares, respectivamente, no Campeonato de Pilotos. Grosjean tem dezoito pontos e Magnussen onze.

 

Faltam nove corridas na temporada de 2017 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, sendo o próximo evento, dentro de quatro semanas, o Grande Prémio da Bélgica, que se disputa em Spa-Francorchamps nos próximos dias 25-27 de Agosto.

 

 

 

Não há muito a dizer sobre a corrida, para ser honesto. Tudo ficou comprometido na primeira curva, quando sofri um toque. Depois tivemos um furo e, depois, tivemos uma roda solta e tivemos que parar o carro para não correr riscos. Quando se tem um fim-de-semana difícil, queremos voltar a montar o cavalo. As férias vão fazer bem a todos, mas temos que entender o que podemos fazer para evitar este tipo de fins-de-semana.”

 

 

 

Honestamente, não entendo a penalização. Ele (Hulkenberg) não sofreu nada com o que aconteceu na primeira curva quando embateu no Romain, que na verdade acabou com a corrida dele. Eu nem sequer toquei nele. Ele poderia ter desacelerado, uma vez que a curva era minha. Estava por dentro e lado a lado. Talvez até um pouco à frente. Apenas escolhi a minha trajectória. Não saí da trajectória. Travei tarde, portanto, é natural sair um pouco largo e dar o máximo na entrada. Ele colocou-se em risco ao ir por fora. Não há muitos aspectos positivos a retirar deste fim-de-semana. Foi um fim-de-semana difícil em todos os sentidos. Tenho a certeza de que da próxima vez estaremos melhor.”

 

 

 

Foi um domingo duro para terminar um fim-de-semana duro e concluir a primeira metade da temporada. No que diz respeito à corrida, quero, antes de mais, olhar para os aspectos positivos. O Kevin e o Romain lutaram arduamente, houve um erro na troca de pneus. Os rapazes que trocam os pneus estão sob imensa pressão. Foi o local correcto para acontecer. O Romain não estava satisfeito com o carro. Estava em décimo quinto, portanto, não havia nada para ganhar. A acontecer, que fosse aqui. O Kevin realizou uma grande corrida. Defendeu-se e foi penalizado. Não concordo totalmente com a penalização. Foi muito semelhante ao que o mesmo tipo (Hulkenberg) fez na primeira curva ao nosso outro carro. No final, é o que é. Terminaríamos em décimo primeiro, o que, de qualquer das formas, não nos dava pontos. Aconteceu. Temos que avançar. Foi um fim-de-semana difícil. Agora vamos para umas pequenas férias para voltarmos e conquistar mais alguns pontos.”

 

 

 

O décimo segundo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio da Bélgica, que se disputa em Spa-Francorchamps. Os treinos-livres disputam-se a 25 de Agosto, a qualificação realiza-se a 26 de Agosto e a corrida a 27. Entretanto, a Fórmula 1 entrará no seu período de férias.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

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DI GRASSI FOI CAMPEÃO NA FÓRMULA E

 

Campeão da Fórmula E, Lucas di Grassi comemora: "É o título mais importante da minha carreira"

Um sonho realizado para o brasileiro, que destaca o trabalho da equipe ABT Schaeffler Audi Sport em superar as dificuldades e vencer um campeonato contra todos os prognósticos

 

 

Lucas di Grassi é o novo campeão da Fórmula E, categoria de carros elétricos chancelada pela FIA (Federação Internacional do Automóvel) e de caráter mundial. Com incrível recuperação, quando chegou a estar em desvantagem de 43 pontos em relação à liderança do campeonato, o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport soube trabalhar com calma, motivar a equipe, e tirar cada décimo de segundo de seu equipamento. A recompensa veio neste final de semana, na rodada dupla de encerramento da temporada 2016/2017 em Montreal, no Canadá. Lucas, a dez pontos da liderança, marcou a pole position para vencer de ponta a ponta a corrida de sábado, que o alçou à ponta da tabela.

Neste domingo (30), Di Grassi saiu da quinta posição, enquanto seu rival Sébastien Buemi, da Renauld eDams, partia do 14º lugar. Depois de um início turbulento, em que tanto Lucas como seu companheiro de equipe Daniel Abt caíram para as posições 9 e 10, a dupla manteve um bom ritmo economizando energia, e conseguiu se recuperar. O brasileiro cruzou a linha de chegada na sétima posição, suficiente para comemorar seu primeiro título na categoria.

“Ganhamos o campeonato depois de dois anos batendo na trave. Sem sombra de dúvida um título muito, muito importante – o mais importante da minha carreira”, cravou, destacando o papel da prova do dia anterior em sua conquista. “A corrida de sábado foi também a melhor da minha vida de piloto, e conseguimos superar todas as dificuldades, vencer, e fechar com chave de ouro. Tivemos três anos espetaculares com muitas emoções e alguns momentos inesquecíveis, mas o que alcançamos hoje é o topo absoluto e uma merecida recompensa a todos os membros do time, que demonstraram um espírito de luta inabalável durante todo o ano. Estou extremamente orgulhoso em ser campeão da Fórmula E. Obrigado a todos que ajudaram a tornar isso possível”, agradeceu.

Ele destaca que, das três temporadas que disputou na Fórmula E, esta foi a mais difícil. “A concorrência evoluiu muito, a quantidade de pilotos com chances de vitória aumentou significativamente, e tivemos de trabalhar duro para compensar a vantagem que a Renault eDams tinha sobre o restante do grid. Tive que correr duas provas em Berlim com uma perna quebrada, e aquele foi um momento bem difícil, de muita dor”, lembrou Di Grassi, dono de duas vitórias neste ano e duas performances memoráveis – quando foi do final do grid para a segunda posição na prova de abertura, e Hong Kong, e na Cidade do México, quando caiu para o último lugar, teve de fazer uma parada extra e, fazendo uso de uma estratégia ‘kamikaze’, venceu a corrida contra todos os prognósticos.

“Com este título, é um sonho que se torna real. Agradeço aos brasileiros por toda a força, toda a torcida, todos os votos no FanBoost, todo mundo que esteve do meu lado, que acreditou e torceu junto da minha equipe, minha família e meus amigos – eu poderia abraça-los de uma vez só, tamanha a minha felicidade neste momento”, continuou Lucas.

O brasileiro é o primeiro vencedor da história da Fórmula E: o piloto da Audi venceu na abertura da temporada 2014/2015, nas ruas de Pequim, na China. Seus números na categoria dos carros elétricos impressionam: em três temporadas, são 33 corridas, seis vitórias, 20 pódios, três pole positions, nove largadas da primeira fila, 11 presenças no Super Pole, 468 pontos, 13 corridas lideradas e 19 vezes premiado com o FanBoost – artifício que dá um “boost” extra de potência em um curto período e que é definido por votação popular na internet.

Terceiro colocado na primeira temporada da Fórmula E e vice-campeão no campeonato passado, o brasileiro pôde, enfim, soltar o grito que estava engasgado havia dois anos por situações que fugiram ao seu controle.

Mas o título veio, e mostrando a qualidade de Di Grassi como piloto e como membro de uma equipe. Atributos elogiados pelo chefe da divisão de esportes a motor da Audi, Dieter Gass. “Para mim, Lucas é atualmente o piloto mais completo da Fórmula E. O que ele mostrou em Montreal no sábado foi simplesmente fantástico”, apontou.

“Depois de Nova York (onde Lucas conquistou um quarto e um quinto lugares), provavelmente não havia muita gente apostando em uma virada de jogo por parte dele. Mas Lucas nunca desistiu, nem mesmo por um segundo, e continuamente motivava toda a equipe a entregar o máximo. Já estou ansioso pela abertura da próxima temporada, quando o nosso compromisso como time de fábrica abre um novo capítulo na história da Audi. Com a ABT e a Schaeffler como parceiras, estaremos em uma posição muito boa em uma competição que cada vez fica mais difícil”, concluiu Gass.

O fim da temporada representa, para Di Grassi e a ABT, o encerramento de uma fase da parceria na Fórmula E. O contrato entre as partes continua vigente, mas na temporada 2017/2018, que começa no dia 2 de dezembro em Hong Kong, marca o início oficial da Audi como equipe de fábrica na categoria dos carros elétricos.

O time passará a se chamar Audi Sport ABT Schaeffler, e começará com o piloto campeão em um de seus carros.

FIA FORMULA E CHAMPIONSHIP
Classificação Final – Campeonato de Pilotos (Top-5)
1. LUCAS DI GRASSI – 181 pontos (campeão)

2. Sébastien Buemi – 157
3. Felix Rosenqvist – 127
4. Sam Bird – 122
5. Jean-Éric Vergne - 117

Lucas Di Grassi é patrocinado por Qualcomm, Aethra, KNM, Oris Watches, BlueFox e Mumm

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 2017

 

OS TESTES EN BUDAPEST

 

  1. Tempos da tarde nos testes de Hungaroring.

 

KUBICA EM TESTES COM A EQUIPA DA RENAULT

KUBICA EM TESTES COM A EQUIPA DA RENAULT DE FÓRMULA 1

 

Mua640 Copya641 Copya642 Copya643 Copya644 Copyitas centenas de polacos deslocaram-se de propósito para assistir aos testes de Kubica ao volante do monolugar da REnault que teve lugar na Hungaring.

 

FÓRMULA E

 

Lucas Di Grassi é CAMPEÃO da Fórmula E

Brasileiro chegou à rodada dupla de Montreal com 10 pontos de desvantagem a Sébastien Buemi e fez seu trabalho: venceu no sábado e bastou um sétimo lugar neste domingo para que o piloto da Audi Sport conquistasse o título da categoria dos carros elétricos


Lucas di Grassi pode, enfim, soltar o grito de "é campeão". O piloto brasileiro sagrou-se, na tarde deste domingo (30) em Montreal, no Canadá, o terceiro campeão da categoria dos carros elétricos.

Depois de chegar à rodada dupla final com dez pontos de desvantagem em relação ao então líder Sébastien Buemi, da Renault eDams, Lucas virou o jogo ao marcar a pole position e vencer a prova do sábado (29) de ponta a ponta, ao passo que o rival suíço foi desclassificado por estar abaixo do peso mínimo.

Precisando de, no mínimo, um quarto lugar, Lucas largou da quinta posição e fez uma corrida conservadora, enquanto Buemi tinha problemas e forçava no final do pelotão. Com o suíço fora da zona de pontos, o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport podia correr com mais tranquilidade. E assim o fez. Terminou em sétimo lugar para comemorar o título da categoria dos carros elétricos, que vem crescendo em tamanho, expressão e relevância.

"Hoje é o melhor dia da minha carreira", resumiu o brasileiro. "Acreditei na Fórmula E desde o primeiro dia porque o mundo, incluindo o esporte a motor, está mudando. Três anos atrás, nós vencemos a primeira corrida da história da Fórumula E e agora, finalmente, conquistamos o título. A equipe ABT, a Schaeffler e a Audi Sport desempenharam um trabalho perfeito. Aqui em Montreal, na melhor pista que a Fórmula E já construiu, nós éramos rápidos desde o início", descreveu.

Na temporada 2016/2017, a terceira na história da categoria dos carros elétricos, o piloto brasileiro venceu duas corridas, conquistou três pole positions e foi ao pódio sete vezes em 12 etapas - só ficou fora dos pontos na etapa de Paris. No final, a consistência foi decisiva na luta pelo título - que possibilitou tirar uma diferença que chegou a ser de 43 pontos em relação ao líder e ainda virar o jogo no final -, com desempenhos de recuperação espetaculares registrados em Hong Kong e, principalmente, no México, onde também venceu.

Lucas encerra a temporada com um total de 181 pontos, contra 157 de Sébastien Buemi. A corrida deste domingo foi vencida pelo francês Jean-Éric Vergne. A temporada 2017/2018, cujo pré-calendário inclui uma corrida em São Paulo no mês de março, começa em 2 de dezembro nas ruas de Hong Kong.

 

PORSCHE APOSTA NA FÓRMULA E

 

Nova estratégia na competição com claro foco na mobilidade elétrica e na classe GT

Porsche com planos para entrar na Fórmula E

 

a634 Copya635 CopyA partir de 2019, a equipa da Porsche vai competir na Fórmula E. Como resultado, a marca vai terminar o seu envolvimento na categoria LMP1 do Campeonato do Mundo de Resistência FIA (WEC) no final da temporada de 2017. A Porsche mantém o seu objetivo nas provas internacionais de GT e irá também concentrar a sua estratégia de competição na utilização do 911 RSR na classe GT do Campeonato do Mundo de Resistência FIA, que tem o seu ponto alto nas 24 Horas de Le Mans e no Campeonato Americano IMSA WeatherTech SportsCar, bem como em outras corridas de longa distância.

 

Este realinhamento do departamento de competição vem em consequência das orientações estabelecidas pela marca na “Estratégia Porsche 2025”, que pretende ver a Porsche desenvolver, em simultâneo, um puro GT e um veículo desportivo totalmente elétrico, bem como o primeiro modelo de estrada igualmente movido apenas a baterias, o Mission E. “Entrar na Formula E e ter sucesso nesta categoria é o caminho mais lógico para a nossa “Mission E”. A liberdade de crescimento para o desenvolvimento da nossa própria tecnologia torna a Fórmula E muito atrativa para nós”, diz Michael Steiner, Membro da Comissão Executiva para a Pesquisa e Desenvolvimento da Porsche AG. “A Porsche está a trabalhar com alternativas e inovadores conceitos de condução. Para nós, a Formula E é o ambiente competitivo ideal para impulsionar o desenvolvimento de veículos de elevadas performances, em áreas como a preocupação ambiental, a eficiência e a sustentabilidade ". Este ano, a Porsche já deu os primeiros passos para o desenvolvimento de seu próprio veículo para a Fórmula E.

Ao mesmo tempo, a Porsche está a incrementar o seu compromisso na classe GT. "A diversidade de construtores e a qualidade do WEC e da IMSA levaram-nos a fortalecer o nosso compromisso e a concentrar as nossas forças na utilização do 911 RSR", refere Steiner. "Queremos ser o número um. Para fazer isso, devemos investir de acordo com esse objetivo".

 

Depois de quatro anos de sucesso, três vitórias consecutivas nas 24 Horas de Le Mans e de Campeões do Mundo, tanto na classificação por equipa como de pilotos em 2015 e 2016, a Porsche deixará a classe LMP1. No entanto, este ano, a equipa de Weissach quer defender, mais uma vez, os dois títulos do Campeonato do
Mundo. A temporada termina a 18 de novembro, no Bahrain.

 

Fritz Enzinger, vice-presidente do departamento LMP1 e uma das figuras centrais no regresso da Porsche à competição de topo em 2014, diz: "Construir a equipa de Le Mans a partir do zero foi um enorme desafio. Ao longo dos anos, desenvolvemos uma equipa profissional e incrivelmente bem-sucedida. Esta será a nossa base para o futuro. Estou certo de que vamos manter o nosso elevado nível na Fórmula E. A confiança é alta e estamos ansiosos por começar ".

 

A Porsche vai manter a bem-sucedida equipa de LMP1 totalmente intacta, incluindo os pilotos de fábrica. A par de incursões noutras competições e da preparação intensiva para a Fórmula E, a Porsche está a estudar outros campos para aplicação e desenvolvimento noutras áreas.

 

A Fórmula E é a primeira competição puramente elétrica do mundo e foi lançada a 13 de setembro de 2014. A Federação Internacional do Automóvel (FIA), que também é responsável pela Fórmula 1, organizou a competição como forma de declaração a favor da mobilidade elétrica e fazer com que mais jovens se entusiasmassem com a competição automóvel. Ao contrário da maioria das outras competições, a temporada começa no outono e termina no verão. Os locais de corrida são percursos especialmente desenhados no coração das principais cidades, o que significa que o evento vai ter com os espectadores - e não o contrário. A mobilidade elétrica desempenha um papel importante na forma como nos vamos movimentar amanhã, especialmente nos ambientes urbanos.

 

 

 

 

 

 

 

 

HAAS NO G.P.HUNGRIA

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da Hungria (Round 11 de 20)

Data:  Sábado, 29 de Julho

Local:  Hungaroring, Budapeste

Layout:  4,381 quilómetros, 14 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  26,3-27,9ºC

Temperatura da pista:  55;4-58ºC

Pole-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m16,276s – novo recorde)

Resultado:  Romain Grosjean 15º/ Kevin Magnussen 16º

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  14º (1m19,085s), avançou para a Q2

Magnussen:  16º (1,19,095s)

Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m17,244s)

Cutoff:  15º rgio Pérez da Force India (1m19,095s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  15º  (1m18,771s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m16,693s)

Cutoff:  10º Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso (1m18,311s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m16,276s)

Segundo:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m16,444s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se no décimo quinto e décimo sexto lugares, respectivamente, para o Grande Prémio da Hungria, que se disputa no domingo em Hungaroring, Budapeste.

Grosjean registou o décimo quarto crono na Q1, ao completar uma volta ao circuito de 4,381 quilómetros e catorze curvas em 1m19,085s, o que lhe permitiu passar à Q2. Magnussen registou o décimo sexto tempo, 1m19,096s, e falhou por pouco a passagem à Q2. Na realidade, Magnussen assinou exactamente o mesmo registo que o décimo quinto classificado, Sérgio Pérez da Force India, mas dado que Pérez realizou o seu tempo antes de Magnussen, foi a Pérez que foi dado o derradeiro lugar na Q2.

 

Na Q2, Grosjean assegurou o décimo quinto tempo, 1m18,771s. Apenas os dez primeiros passam da Q2 passam à Q3.

 

Tanto Grosjean como Magnussen rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio ao longo da qualificação.

 

Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, conquistou a pole-position. A sua melhor volta, 1m16,276s foi a melhor marca de sempre em Hungaroring e deixou o seu colega de equipa, Kimi Raikkonen, o segundo classificado, a 0,168s. Esta foi a quadragésima oitava pole-position da carreira de Fórmula 1 de Vettel e a sua segunda esta temporada, com Raikkonen em segundo, esta foi a terceira vez que a Ferrari monopolizou a primeira linha esta temporada.

 

Antes, de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres, para afinarem os seus carros para realizar uma volta rápida.

 

Ambos os pilotos iniciaram a sessão com pneus médios para realizarem três voltas de instalação, seguindo-se duas séries de voltas com pneus supermacios

 

Grosjean completou dezoito voltas com supermacios – um stint de oito voltas e outro de dez. Registou o décimo quinto crono, 1m19,622s, na sua décima primeira volta. Magnussen efectuou quinze voltas -  um stint de oito voltas e outro de sete. O seu melhor crono deixou-o no décimo sexto tempo – 1m19,895s, na sua décima quarta volta.

 

Vettel foi o mais rápido, 1m17,017s, antevendo o que se passaria na qualificação, deixado o segundo mais rápido, Raikkonen, a 0,475s.

 

 

 

Penso que isto era o melhor que poderíamos fazer. Ambos tivemos que ultrapassar os limites na Q1 e consegui passar para a Q2, onde tentei o máximo que podia na última volta. Não consegui melhor que décimo quinto. Quando perdemos toda a sexta-feira com um carro – na verdade podemos dizer que perdemos também toda a sexta-feira com o meu carro – temos muitos problemas. Tivemos altos e baixos e não pudemos fazer nada, portanto, foi muito, muito difícil. Temos que melhorar enquanto equipa e ter o carro melhor desde a primeira volta  da primeira sessão de treinos-livres. Bati na primeira sessão, portanto, estivemos sempre numa situação difícil. Penso que aqui estaríamos como na Áustria e conseguiríamos gerar temperatura nos pneus. Tudo está relacionado com os pneus e não estamos a funcionar correctamente com eles. Qual é a chave? Não sei, mas alguma coisa não está a funcionar correctamente.”

 

 

 

Não temos sido competitivos este fim-de-semana, por qualquer motivo. Esperávamos estar bem hoje. Sabíamos que não seríamos os melhor, devido às curvas lentas, mas pelo menos, é uma pista curta e sinuosa, sem grandes rectas. Em teoria não deveríamos estar muito mal, mas não temos ritmo. Para além disso, tornou-se um fim-de-semana difícil por não ter feito a sexta-feira. Bem, fiz quatro voltas na sexta-feira e mais algumas esta manhã. Não foi uma boa preparação para a qualificação. Tirei o máximo partido. Fiquei a apenas um centésimo de segundo do Romain e fiz a mesma volta que o Pérez, que foi o décimo quinto, portanto, a Q2 estava mesmo ali. Com tão pouco tempo de pista, estou satisfeito.”

 

 

 

Não são as posições ideais para arrancar. Penso que depois de ontem, demos um pouco a volta. Mas não conseguimos recuperar o dia perdido de ontem, e todos se aproximaram. Ficámos em décimo quinto e decimo sexto. Gostaria que estivéssemos um pouco mais à frente, mas salvámos o que podíamos salvar num curto período de tempo. Amanhã vamos tentar ganhar posições. Penso que este foi um dos nossos piores fins-de-semana do ano passado e parece que o estamos a repetir esta temporada. No entanto, todos estão a tentar conquistar pontos

 

 

 

Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

FÓRMULA E NO CANADÁ

 

Lucas Di Grassi vence em Montreal, vira o jogo e parte para corrida final liderando a Fórmula E

Brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport começou o fim de semana dez pontos atrás do então líder Sébastien Buemi, e vai para a disputa pelo título com 18 de vantagem

Lucas di Grassi começou o final de semana que decide o campeonato da Fórmula E no papel da caça. E o cumpriu, neste sábado (29), com bastante sucesso. O brasileiro, que chegou à rodada dupla de Montreal, no Canadá, dez pontos atrás do líder Sébastien Buemi, marcou a pole position e venceu a primeira corrida da rodada dupla final da temporada.

Marcou 28 pontos em 29 possíveis e viu o adversário Buemi, que terminou em quarto lugar após largar em 12º, ser desclassificado três horas após o final da prova por estar com o segundo carro abaixo do peso mínimo de 880 quilos e perder os pontos. Assim, Lucas vira o jogo no que era uma desvantagem de dez pontos e a fez se transformar em uma vantagem de 18 pontos: 175 a 157.

“Vitória sensacional. Era o máximo que podíamos fazer hoje, 28 pontos. Trabalho perfeito da equipe. Estou muito feliz, mas não tem nada garantido. A Fórmula E pode te levar do céu ao inferno de um dia para o outro; é muito fácil cometer erros e não marcar pontos. Amanhã vamos com a mesma cabeça de hoje, tentar fazer o possível, motivar a equipe, tentar a vitória e saber o resultado depois da bandeira quadriculada. Estou feliz por esta posição de lutar pelo título, mas é só amanhã que vamos saber. Temos de continuar com o mesmo foco e o mesmo trabalho”, resumiu o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport, que vai ao pódio pela sétima vez na temporada e conquista sua segunda vitória no campeonato – e terceira pole-position.

Com os três pontos da pole position mais os 25 da vitória, Di Grassi somou 28 – faltou somente o ponto extra pela volta mais rápida. Mesmo assim, facilmente o dia mais proveitoso da carreira do brasileiro na categoria dos carros elétricos. “Tenho que agradecer a equipe antes. Eles fizeram um trabalho fantástico ao entender o que deu errado em Nova York, melhoraram o carro, e sem eles eu não teria conseguido fazer o meu trabalho. Hoje, definitivamente, foi o meu melhor dia na Fórmula E ao somar 28 pontos no momento certo. Hoje fizemos o nosso trabalho. Amanhã é um dia completamente diferente, mas vamos tentar fazer o mesmo que fizemos hoje”, disse.

O piloto da Audi largou na frente e pouco tempo depois já mantinha uma vantagem superior a oito segundos para Stéphane Sarrazin. O safety-car virtual (full corse yellow, quando os carros se mantém na pista em velocidade controlada sem a presença real do carro de segurança) fez todos os pilotos correrem aos boxes para a troca de carro na volta 15. Assim, Lucas pôde voltar à pista sem danos em sua vantagem construída volta a volta.

Jean-Éric Vergne assumiu o segundo lugar e partiu à caça do brasileiro, e foi diminuindo a vantagem. Quando a diferença era de pouco mais de quatro segundos, o safety car teve de intervir depois da batida de José Maria López, da DS Virgin. Era a oportunidade ideal para o francês da Techeetah se aproximar de Lucas e buscar a vitória.

A relargada aconteceu na 28ª das 35 voltas da corrida. E Di Grassi aproveitou o momento certo para usar o FanBoost – o 18º em sua carreira na Fórmula E – para tentar ganhar terreno. “Eu sabia que JEV estava bem rápido. Ele começou a chegar, e eu sabia que se ele tivesse a chance ele tentaria me ultrapassar, então eu trabalhei para economizar o máximo possível de energia durante o período de safety car e usei o FanBoost na relargada – e foi uma excelente estratégia tê-lo usado depois da intervenção do carro de segurança”, explicou.

No sábado, o caçador. Amanhã, a partir das 17 horas (de Brasília), Lucas passa a ser a caça, embora toda a pressão ainda esteja sobre Buemi, que venceu seis corridas durante o ano. “De caçador a caça: não muda muito. Vamos tentar fazer o mesmo de hoje. Estou calmo, focado no que tenho de fazer. Temos uma boa chance amanhã. Vamos trabalhar para alcançar o título”, afirmou o piloto do carro número 11, que com a desclassificação do adversário após a primeira corrida, precisa de um quarto lugar para ser campeão – isso se Buemi vencer marcando a pole position e a volta mais rápida da prova; caso contrário, um sexto lugar já basta.

Contudo, Lucas não quer nem pensar na matemática. “Na Fórmula E você nunca tem o controle. Para amanhã temos pelo menos oito pilotos com chance de vencer a corrida, e a diferença entre vencer e chegar em oitavo é de 21 pontos. Então não há nada sob controle; tenho de fazer o melhor trabalho possível – e espero que seja o mesmo que fizemos hoje”, encerrou.

O canal Fox Sports transmite a decsião da temporada da Fórmula E a partir das 16 horas (de Brasília) deste domingo (30). A largada acontece às 17 horas.

Resultado – ePrix de Montreal – Corrida 1 (Top-5):
1. LUCAS DI GRASSI (ABT SCHAEFFLER AUDI SPORT) – 35 voltas
2. Jean-Éric Vergne (TECHEETAH) – a 0s350
3. Stéphane Sarrazin (TECHEETAH)  -a 7s869
4. Daniel Abt (ABT SCHAEFFLER AUDI SPORT) – a 8s592
5. Sam Bird (DS VIRGIN RACING) – a 8s913

Classificação do Campeonato de Pilotos (Top-5):
1. LUCAS DI GRASSI – 175 pontos
2. Sébastien Buemi – 157
3. Sam Bird – 110
4. Felix Rosenqvist – 106
5. Jean-Éric Vergne - 92

Lucas Di Grassi é patrocinado por Qualcomm, Aethra, KNM, Oris Watches, BlueFox e Mumm

 

MUDANÇAS NA MCLAREN?

Ninguém estava à espera. O director de comunicação da McLaren deixa a equipa. Não tenho dúvidas que é uma saída a caminho de um lugar de topo na estrutura máxima da disciplina.

 
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João Raposo

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