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VELO CAB2012


HAAS NO AZERBEIJÃO

 

Um Conto de duas Cidades no Baku City Circuit

O Grande Prémio do Azerbaijão mistura o Novo e o Antigo, a Velocidade e a Lentidão

 

Romain Grosjean apelida-o de “dois circuitos num” e Kevin Magnussen afirma que “é uma mistura entre Monza e Mónaco”. É o Baku City Circuit, um traçado citadino de 6,003 quilómetros e vinte curvas, o placo do Grande Prémio do Azerbaijão no dia 25 de Junho.

 

Os dois pilotos da Haas F1 Team e os restantes dezoito pilotos percorrem a alta velocidade duas longas rectas em forma de haltere realizadas no sentido contrário do ponteiro dos relógios. A pista concebida por Herman Tilke mistura o antigo com o moderno por entre rápidas rectas e curvas lentas. Navega por entre o moderno, o lado oriental onde bancos e lojas da moda estão localizados, e a área histórica, onde as ruas são estreitas e ingremes para regressar de seguida à recta da meta. A rápida esquerda que apresenta aos pilotos o final da recta, não é muito distinto do Circuit of the Americas, em Austin, Texas, também concebido pela Tilke e alberga o Grande Prémio dos Estados Unidos da América. É um layout único e desafiante potenciado pelos ventos de Baku, que estão sempre presentes. De facto, a Cidade do Vento é o apelido oficioso de Baku, mas é literal.

 

Os ventos de mudança têm vindo a fazer-se sentir na Fórmula 1 ao longo de todo o ano, com a nova geração de carros com mais apoio aerodinâmico que tem vindo a bater recordes em todos os circuitos que visitámos até agora no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1. Baku seguirá essa tendência, uma vez que a pista albergou o seu primeiro Grande Prémio o ano passado quando os carros tinham menos apoio aerodinâmico, apesar de produzirem velocidades de ponta mais elevadas.

 

Os carros de elevado apoio aerodinâmico de hoje não são tão rápidos em recta, mas graças à sua asa dianteira mais larga, derivas laterais maiores, asa traseira mais baixa e larga, ao difusor mais alto e largo e pneus vinte e cinco porcento mais largos que o ano passado, descrevem as curvas a velocidades nunca vistas anteriormente.

 

Com vinte curvas, o Baku City Circuit, os pilotos testarão os limites do circuito citadino mais rápido do mundo num esforço para compensar a velocidade perdida nas duas rectas – a recta de meta que tem 2,2 quilómetros, seguida de outra de um quilómetro que leva os pilotos de Azadliq Square. As descrições de Grosjean e Magnussen são amplamente justificadas.

 

Por ser tão recente, existem muitas oportunidades para aprender no Baku City Circuit. Grosjean terminou no décimo terceiro lugar a corrida do ano passado, depois de um potencial resultado nos pontos ter ficado pelo caminho devido a detritos que entraram para o radiador. Logo atrás de Grosjean ficou Magnussen, tendo alcançado o décimo quarto posto ao serviço da sua antiga equipa – a Renault.

 

Por mencionar a Renault, a Haas F1 Team chega ao Grande Prémio do Azerbaijão na luta com a equipa do construtor francês. A Renault está no sétimo posto do Campeonato de Construtores, apenas com três pontos de avanço sobre a Haas F1 Team. Mas com cinco resultados nos pontos nas sete corridas da temporada, Grosjean e Magnussen anseiam por mais resultados entre os dez primeiros em Baku não só para melhorarem as suas posições no Campeonato de Pilotos – décima segunda e décima terceira, respectivamente – mas também para chegar ao sétimo lugar na competição de construtores e, potencialmente, entrar na luta pela sexta posição com a Williams, que de momento tem uma margem de sete pontos para a Haas F1 Team.

 

Em 2016, a Haas F1 Team marcou pontos em apenas cinco corridas. Tendo esse número sido já igualado, com ainda treze corridas por disputar, a equipa americana acredita que em Baku pode ser o palco de outro resultado nos pontos que lhe permita suplantar a marca de 2016 e manter-se na luta do meio do pelotão nas apertadas curvas do histórico castelo Sabayil de Baku.

Baku City Circuit

 

Perímetro: 6,003 km

Voltas: 51

Distância de corrida: 306,153 km

TransmissãoSport TV1 14h00

 

 

Sobre a Haas Automation, Inc

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal..

 

 

Estamos actualmente a caminho do primeiro terço da segunda temporada da Haas F1 Team. Como descreveria até agora a temporada e o desenvolvimento da equipa?

“Tivemos os nossos altos e baixos, mas marcámos pontos em cinco das sete corridas. E numa dessas corridas estávamos a caminho de marcar pontos, mas tivemos um problema mecânico. O meio do pelotão é muito duro e marcar pontos em cinco das sete ocasiões não é mau. É claro que precisamos de marcar mais pontos, não apenas um, mas no geral a equipa está a maturar e estou confiante que continuaremos a maturar.”

 

Quais são as áreas onde a Haas F1 Team tem que melhorar?

“A curto prazo, é difícil realizar melhoramentos. Tentamos sempre ter algumas evoluções aerodinâmicas no carro, mas por outro lado, são mais melhoramentos de meio de temporada, que estamos a fazer e a equipa está a desenvolver. Também passa por ganhar experiência – este é um dos melhoramentos que faremos de uma forma ou de outra. Penso que estamos no bom caminho.”

 

Marcaram por cinco vezes em sete corridas, esta temporada, e no ano passado marcaram pontos por cinco vezes em toda a época. Apesar de não terem somados mais pontos que no ano passado, estão satisfeitos por conseguirem pontuar de uma forma mais consistente?

“Claro, por que isso permite aos nossos rapazes regressar a casa com alguma coisa, não temos que esperar quatro ou cinco corridas para voltar aos pontos. É evidente, gostaríamos de marcar mais pontos em cada evento, e não apenas um ou dois pontos, mais chegaremos lá. Se estivermos consistentemente nos lugares finais dos pontos, chegaremos às melhores posições onde há mais pontos para conquistar.”

 

Baku tornou-se no circuito citadino mais rápido da Fórmula 1, quando foi estreado o ano passado, e a rapidez dos carros foi incrementada este ano. O que espera destes novos carros, mais rápidos e largos num circuito com apenas um ano?

“Como todos os circuitos, temos que ver como serão os nossos tempos. Os registos descem mais em circuitos lentos com os novos carros que nos circuitos mais rápidos, dado que a velocidade máxima não é muito mais elevada que no ano passado. Para além disso, não sei como estará o piso este ano em Baku. O ano passado estava muito escorregadio, não sei se o asfalto estará ainda escorregadio. Só saberemos na primeira sessão de treinos-livres.”

 

Há alguma coisa da corrida do ano passado de Baku que possa ser aplicada na corrida deste ano, ou nada será útil dado os carros serem tão diferentes?

“Podemos usar todos os dados, dado que agora, após sete corridas, conseguimos traduzir os dados do ano passado para o carro deste ano de uma forma fácil. Tudo ajuda, e conseguimos chegar a esta corrida bem preparados.”

 

A maior parte dos eventos que se estreiam têm algumas dores de crescimento. Mas no ano passado a corrida correu incrivelmente bem. O que achou da primeira corrida em Baku?

“É um local fantástico. O ano passado todos fizeram um bom trabalho. Os organizadores estiveram muito bem e a pista era muito boa. Sabiam o que fazer e estavam bem-preparados.”

 

Existe muitas discussões sobre o futuro calendário da Fórmula 1. Como o vê, tanto no que diz respeito ao número de corridas como à forma como as corridas são escalonadas?

“Não sou contra mais corridas. O que gostaria era que as corridas fossem agrupadas – que ficássemos numa região e não estejamos sempre a ir e voltar à Ásia, aonde vamos uma semana e depois regressamos na outra. Qual o tamanho da área que agrupamos, não sei. É necessário estudar o número de corridas que cada área deverá ter. Por exemplo, penso que é difícil ter uma corrida em Abu Dhabi e outra no fim-de-semana seguinte no Bahrein, dado que estão muito próximos. Mas algumas corridas mais, se estiver bem organizado, não obrigará às equipas estarem foram muito mais tempo. No geral, não tenho nada contra termos vinte e cinco corridas.”

 

Se o calendário superar as vinte e uma corridas, o que seria necessário fazer para assegurar que o pessoal lide com o aumento da carga de trabalho?

“Temos apenas que ter um plano para ajudar as pessoas. Talvez nem todas as pessoas vão aos vinte e cinco eventos, mas penso que é uma situação que pode ser gerida, se o fizermos de uma forma inteligente, não é muito mais. É claro que há mais custos envolvidos, dado que há mais viagens. Precisamos de mais peças para o carro, dado que rodamos mais. Mas, no geral, se tivermos tempo para nos prepararmos devidamente, encontramos sempre uma forma de as coisas funcionar.”

 

Existe alguma zona do globo onde gostaria que houvesse uma corrida de Fórmula 1?

“Uma corrida na África do Sul seria interessante.” 

 

 

 

Estamos actualmente a caminho do primeiro terço da segunda temporada da Haas F1 Team. Como descreverias até agora a temporada e o desenvolvimento da equipa?

“Foi um bom início. Penso que relativamente ao ano passado demos grandes passos em todos os aspectos. Estamos mais consistentes. Temos sido capazes de marcar pontos mais vezes este ano, o que é bom. Há muitas áreas onde podemos melhorar e conseguimos melhorar. No geral, estou muito satisfeito como a forma como a equipa está a evoluir.”

 

O Grande Prémio do Canadá foi outro exemplo de como o meio do pelotão está competitivo este ano, com as equipas separadas apenas por décimos de segundo. Toda gente está a falar da luta entre a Ferrari e a Mercedes, mas como caracterizas a batalha no meio do pelotão entre a Force India, a Toro Rosso, a Williams, a Renault e a Haas?

“Na verdade, é excitante. Se tirarmos da equação as três grandes equipas da frente e deixarmos apenas o meio do pelotão, haveria um vencedor novo a cada Grande Prémio. A diferença entre a pole-position e a segunda posição no Canadá foi muito maior que a entre o décimo classificado e o décimo sétimo ou décimo oitavo. Isso demonstra o quão competitivo é o meio do pelotão e a forma como temos que tirar o máximo de partido do carro em todas as ocasiões.”

 

Tendo o ano passado sido a primeira corrida no Baku City Circuit, o simulador era a única forma de preparar a corrida. Como foi que a tua experiência no simulador se comparou com a realidade demonstrada pela tua primeira volta à pista? E se não houvesse simulador, de que forma te prepararias para competir num traçado desconhecido?

“Os simuladores são uma grande ajuda, mas nunca se compara a pilotar na pista verdadeira pela primeira vez. Especialmente num novo Grande Prémio, situação em que o layout nunca é completamente correcto no simulador. Penso que o melhor é caminhar na pista, ver como é, depois ser seguro nas primeiras voltas e evoluir a partir daí.”

 

Baku tornou-se no circuito citadino mais rápido da Fórmula 1, quando foi estreado o ano passado, e a rapidez dos carros foi incrementada este ano. O que esperas destes novos carros, mais rápidos e largos num circuito com apenas um ano?

“Vai ser excitante. Penso que algumas zonas do circuito serão muito estreitas para estes carros mais largos, mas outras curvas serão fantásticas. A velocidade deverá ser um pouco mais baixa. Penso que será uma pista porreira para estes carros – travar tarde, levar muita velocidade para as curvas e dançar com os muros em algumas das curvas mais rápidas.”

 

Há alguma coisa da corrida do ano passado de Baku que poderá ser aplicada na corrida deste ano, ou nada será útil dado os carros serem tão diferentes?

“Penso que há sempre muitas coisas do passado que podemos usar, mesmo quando os carros são diferentes. Vamos olhar para o que fizemos o ano passado, para a nossa afinação, e para o que podíamos ter feito. Acredito que temos algumas ideias e aplicá-las-emos tendo em conta as diferenças deste ano. Há sempre coisas que podemos aprender e melhorar.”

 

A maior parte dos eventos que se estreiam têm algumas dores de crescimento. Mas no ano passado a corrida correu incrivelmente bem. O que achaste da primeira corrida em Baku?

“Foi uma boa corrida. É uma cidade bonita e uma pista bonita. O único problema que notei foram os sacos de plásticos que voavam na pista – custaram-nos pontos na corrida, uma vez que um entrou na entrada de ar para o radiador. Vamos esperar que esse aspecto tenha melhorado. Para mim, esse foi o único problema de um bom fim-de-semana.”

 

Qual foi a zona mais desafiante do Baku City Circuit e porquê?

“Diria a parte final – contornar o castelo, na subida da colina, e depois a descida para as duas últimas curvas, que na verdade são muito complicadas.”

 

Qual é a tua zona preferida do Baku City Circuit e porquê?

“Na verdade, a mesma zona. É a mais desafiante. É de alta velocidade e temos que ter o equilíbrio correcto nestas curvas, assim como nas travagens. É muito excitante quando tudo bate certo.”

 

Descreve uma volta ao Baku City Circuit.

“Temos a primeira parte do circuito – longas rectas e depois temos uma forte travagem para curvas de 90º. Não é muito excitante, mas é bom para as ultrapassagens. Depois a pista muda muito. Temos curvas muito apertadas, mas fluidas. Em redor do castelo temos uma subida muito rápida. As últimas duas curvas são a descer com muito camber antes da recta traseira. Na verdade, são dois circuitos num.” 

 

 

 

 

 

 

Estamos actualmente a caminho do primeiro terço da segunda temporada da Haas F1 Team. Como descreverias até agora a temporada e o desenvolvimento da equipa?

“Penso que é muito boa. A primeira temporada da equipa foi impressionante. Alcançaram bons resultados. A segunda temporada seria sempre mais difícil melhorar, mas na verdade penso que é isso que estamos a fazer. Já terminámos nos pontos as mesmas vezes nos que o ano passado durante todo o ano, portanto, estamos a trabalhar bem e a dar um passo em frente. Esse era o nosso principal objectivo – pelo menos melhorar relativamente ao ano passado e dar um passo em frente.”

 

O Grande Prémio do Canadá foi outro exemplo de como o meio do pelotão está competitivo este ano, com as equipas separadas apenas por décimos de segundo. Toda gente está a falar da luta entre a Ferrari e a Mercedes, mas como caracterizas a batalha no meio do pelotão entre a Force India, a Toro Rosso, a Williams, a Renault e a Haas?

“É tudo muito próximo, mesmo o mais pequeno dos erros pode custar muito. É assim que as corridas têm que ser. Foi assim em todas as categorias em que participei até chegar à Fórmula 1. Penso que é porreiro estarmos de volta às verdadeiras corridas novamente.”

 

Tendo o ano passado sido a primeira corrida no Baku City Circuit, o simulador era a única forma de preparar a corrida. Como foi que a tua experiência no simulador se comparou com a realidade demonstrada pela tua primeira volta à pista? E se não houvesse simulador, de que forma te prepararias para competir num traçado desconhecido?

“Nunca experimentei o Baku City Circuit num simulador antes de correr lá. Foi uma experiência porreira ir para uma pista onde nem sequer sabia para que lado eram as curvas. Tive mesmo que aprender o circuito do zero. Foi uma experiência porreira, estou ansioso por regressar.”

 

Baku tornou-se no circuito citadino mais rápido da Fórmula 1, quando foi estreado o ano passado, e a rapidez dos carros foi incrementada este ano. O que esperas destes novos carros, mais rápidos e largos num circuito com apenas um ano?

“Vai ser divertido. As curvas serão rápidas este ano, devido ao aumento do apoio aerodinâmico. Vamos ser um pouco mais lentos nas rectas, portanto, suspeito que Baku será uma das poucas pistas onde não vamos ser mais rápidos do que com os carros, mas será muito divertido e desafiante nas corridas.”

 

Há alguma coisa da corrida do ano passado de Baku que poderá ser aplicada na corrida deste ano, ou nada será útil dado os carros serem tão diferentes?

“Agora que conheço a pista e aprendi para que lado são as curvas, este ano será mais fácil ajustar-me à pista. Algumas corridas deverão ser agora facilmente a fundo, talvez até a curva treze seja agora a fundo, o que não acontecia o ano passado. Será uma experiência porreira.”

 

A maior parte dos eventos que se estreiam têm algumas dores de crescimento. Mas no ano passado a corrida correu incrivelmente bem. O que achaste da primeira corrida em Baku?

“Foi uma corrida porreira. Baku oferece boas oportunidades de ultrapassagem. Há muita acção na corrida – o que é sempre bom.”

 

Qual foi a zona mais desafiante do Baku City Circuit e porquê?

“A zona mais desafiadora foi o segundo sector. A velocidade é muito baixa, é tudo muito estreito. É fácil cometer um erro.”

 

Qual é a tua zona preferida do Baku City Circuit e porquê?

“Diria o segundo sector, em todas as zonas estreitas. É divertido e temos que ser muito precisos.”

 

Descreve uma volta ao Baku City Circuit.

“Penso que é uma mistura entre Monza e o Mónaco – o que é pouco usual. Estou ansioso.” 

 

 


 

 

Baku City Circuit

  • Número de voltas: 51
  • Distância de corrida: 306,153 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 6,003 quilómetros e 20 curvas estreou-se em 2016 no calendário da Fórmula 1. O piloto da Mercedes Nico Rosberg venceu a corrida inaugural na sua caminhada para a conquista do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016
  • Rosberg detém o recorde da volta no Baku City Circuit (1m46,485s).
  • Rosberg detém o recorde da volta de qualificação no Baku City Circuit (1m42,520s), registado durante a Q2.
  • Concebido por Hermann Tilke, Baku City Circuit é o traçado citadino mais rápido do mundo com uma volta ao circuito de 6,003 quilómetros e 20 curvas realizada em menos de 105 segundos. O traçado em forma de haltere será realizado no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, com uma curva à esquerda a dar as boas-vindas aos pilotos no final da recta da meta, semelhante ao Circuit of the Americas em Austin, o palco do Grande Prémio dos Estados Unidos da América, também desenhado pela Tilke. O Circuito Citadino de Baku é único, uma vez que combina o antigo com o moderno. Na zona Este elevam-se os hotéis e as lojas, na zona histórica as ruas são estreitas e íngremes, para depois regressar à zona frontal do circuito. O traçado desafiador será potenciado pelos ventos que são sempre uma presença. De facto, a Cidade dos Ventos é nome oficioso, mas literal, de Baku.
  • Sabia que: Baku está localizada a 28 metros abaixo do nível do mar, tornando-a na capital mundial de mais baixa altitude e a maior cidade localizada abaixo do nível do mar. 
  • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio de Baku as temperaturas mínimas rondarão os 20/21ºC e as máximas os 28/29ºC. A velocidade do vento pode variar entre entre os 5Km/h e os 30Km/h, raramente excedendo os 47Km/h.

 

 

A Pirelli leva para o Azerbaijão três compostos:

  • P Zero Branco/Médiopouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
  •  P Zero Amarelo/Macio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
  • P Zero Vermelho/Supermacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • O Grande Prémio do Bahrein, realizado entre 14 e 16 de Abril foi a última vez que estes três compostos foram usados juntos. O ano passado, no Azerbaijão, os P Zero Roxo/Ultramacio foram disponibilizados juntamente com os supermacios e os macios.
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada um dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois jogos de pneus de especificação obrigatória para a corrida (um de P Zero Branco/Médio e outro P Zero Amarelo/Macio) e um obrigatório para a Q3 (um P Zero Vermelho/Supermacio).

Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:

Grosjean: um jogo de P Zero Branco/Médio, quatro jogos de P Zero Amarelo/Macio e oito jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

Magnussen: um jogo de P Zero Branco/Médio, quatro jogos de P Zero Amarelo/Macio e oito jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS  FOR THE 2017 MALAYSIA GRAND PRIX 
 
- Pirelli announces the following compounds for the fifteenth round of the 2017 Formula One season (September 29 - October 1).
 
 
 
 
(1) Each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.
 
(2) Each driver must have both these sets available for the race and must use at least one of them.
 
The Teams are free to choose the remaining 10 sets, thus making up 13 sets in total for the weekend.
 
 
THE TYRES NOMINATED SO FAR*
 
    Qualify1    Race2   
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain      Hungary     
 
 
 
 
 
(*) The regulations mean that the tyre sets choice for the long-haul events has to be made by the teams 14 weeks in advance, whereas for the European races the deadline is 8 weeks in advance.

 

KUBICA SENTA-SE DE NOVO NUM F 1

 

at46 Copyat47 CopyRobert Kubica volta a sentir AS SENSAÇÕES da Formula 1

Pela primeira vez em seis anos, Robert Kubica voltou a sentar-se aos comandos de um Fórmula 1, num teste privado com a equipa Renault Sport Formula One Team, no Circuito Ricardo Tormo em Valência.

 

Robert Kubica completou 115 voltas ao traçado, num Fórmula 1 com as especificações de 2012, equipado com um motor Renault V8, tendo realizado diversos testes com diferentes níveis de combustível.at46 Copyat47 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

– The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Azerbaijan Grand Prix (Baku, 23-25 June).

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FÓRMULA E EM BERLIM

 

DS VIRGIN RACING CONTINUA A PONTUAR EM BERLIM

 

  • José María López (5º) e Sam Bird (7º) terminam nos pontos.
  • Os pilotos enfrentaram condições meteorológicas difíceis na mais longa corrida de sempre da Fórmula E.
  • A equipa avança para as próximas duas rondas, a disputar em Nova Iorque, ocupando um confortável quarto lugar.

 

 

Depois da dupla pontuação obtida no Sábado, a DS Virgin Racing voltou a conquistar mais pontos no decorrer da segunda corrida do ePrix FIA de Berlim, disputado este fim-de-semana. O ePrix de Berlim totalizou a 7ª e a 8º provas do calendário de 2017 do Campeonato de Fórmula E 2017.

Realizado no Aeroporto de Tempelhof, o ePrix germânico viu José Maria López e Sam Bird terminaram a prova na quinta e na sétima posição, respectivamente, colocando a equipa no quarto posto da geral antes do ePrix de Nova Iorque, deixando o rival mais direto a 40 pontos de distância.

As sessões de treinos da manhã de domingo mostraram, mais uma vez, o andamento do DSV-02 com José Maria López no topo da tabela dos melhores tempos na segunda sessão e a rubricar a volta mais rápida de todo o fim-de-semana. Este desempenho prolongou-se nas sessões de qualificação, onde Bird e López ocuparam o primeiro e o segundo lugares, respectivamente, os que o tornou candidatos à Super Pole. Contudo, os dois pilotos acabaram por perder, por uma margem mínima, um lugar da linha da frente, arrancando em P3 e P4.

Foi uma partida limpa para López e Bird e à medida do desenrolar das 46 voltas da corrida, o consumo de energia provou se rum fator crucial. Rodando em quarto e quinto, Bird tentou ultrapassar López na Curva 1 à 17ª volta, mas o argentino defendeu bem a sua posição, mas com perda de tempo e de alguns lugares.

 

 

 

 

Bird conseguiu recuperar um lugar durante a paragem nas boxes, com os dois agora a rodar em sexto e sétimo, numa altura em que a corrida se aproximava da sua reta final. López subiu então ao quinto lugar depois de uma espetacular manobra por fora que lhe permitiu ultrapassar Jean-Eric Vergne, piloto da Tcheetah,

 

 

mantendo-se nessa posição até à bandeirada de xadrez. Entretanto, Bird deu tudo por tudo para também ultrapassar Vergne, mas não conseguiu mais do que cruzar a linha de chegada no sétimo posto.

 

A equipa tem vindo a fazer um grande trabalho ao longo das últimas provas, e sabemos que há muito mais para dar em termos do andamento em corrida”, declarou López. “Todos trabalharam arduamente e temos conseguido alcançar boas pontuações.” O seu colega de equipa, Sam Bird, disse o seguinte: “Foi uma pena não termos conseguido ir mais longe nesta prova, mas, no geral, estou satisfeito com mais estes pontos conquistados. A equipa deu-me um bom carro mas vamos trabalhar mais no consumo de energia e tentar melhorar nas próximas corridas.

Por sua vez, o Diretor do DS Virgin Team, Alex Tai, declarou: “As altas temperaturas em pista e a  longa distância desta corrida constituíram, sem dúvida, condições difíceis tanto para os carros como para os pilotos, mas estamos muito felizes por termos arrecadado mais pontos no campeonato. Estamos claramente com o andamento certo, como ficou bem visível nas sessões de qualificação, e sei que a equipa pode muito bem dar conta do recado e converter este nível de performance em lugares no pódio.

O Diretor da DS Performance, Xavier Mestelan Pinon, acrescentou: “Foi um bom fim-de-semana para a equipa e melhor ainda foi ter os pilotos na Super Pole nos dois dias, o que ajudou a fortalecer a nossa posição no campeonato. Vamos agora trabalhar no melhoramento do nosso andamento em prova para Nova Iorque, de forma a lutarmos por melhores resultados.

As próximas rondas (nona e décima) do Campeonato FIA de Fórmula E têm lugar, pela primeira vez, em Nova Iorque, nos próximos dias 15 e 16 de julho.

 

 

FIA FÓRMULA E – ePrix de Berlim

Classificação final

1. Sebastien Buemi, Renault e.dams, 46 voltas
2. Felix Rosenqvist, Mahindra Racing, +7.195s
3. Lucas di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport, +10.862s

4. Daniel Abt, ABT Schaeffler Audi Sport, +13.631s
5. José María López, DS Virgin Racing, +20.324s

 

7. Sam Bird, DS Virgin Racing, +21.959s

 

 

 

 

 

CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E - Pilotos

1. Sebastien Buemi, Renault e.dams – 157 pontos
2. Lucas di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport – 125 pontos
3. Felix Rosenqvist, Mahindra Racing – 86 pontos

 

 

4. Nico Prost, Renault e.dams – 72 pontos
5. Nick Heidfeld, Mahindra Racing – 63 pontos

7. José María López, DS Virgin Racing – 50 pontos

8. Sam Bird, DS Virgin Racing – 47 pontos

 

 

CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E - Equipas

Renault e.dams – 229 pontos
2. ABT Schaeffler Audi Sport – 171 pontos
3. Mahindra Racing – 149 pontos
4. DS Virgin Racing – 97 pontos
5. TECHEETAH – 57 pontos

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

Hamilton e Valtteri alcançam a 1ª e 2ª posição em Montreal

  • Lewis Hamilton conquistou ontem a 56ª vitória da sua carreira, a 6ª no circuito Gilles-Villeneuve e a 3ª vitória esta época
  • Hamilton alcançou o seu 4º Grand Slam, conquistando a pole position, a vitória na prova, a volta mais rápida e mantendo a liderança durante toda a prova
  • Valtteri Bottas acabou na 2ª posição depois de ter partido na 3ª posição, conseguindo assim os dois primeiros lugares da temporada para a equipa
  • Hamilton (129 pontos) encurtou a distância para Sebastian Vettel (141 pontos) para apenas 12 pontos no Mundial de Pilotos, com Valtteri (93 pontos) a surgir na terceira posição a 36 pontos
  • A equipa Mercedes-AMG Petronas Motorsport (222 pontos) continua a liderar o Mundial de Construtores em 2017as72 Copyas73 Copy
 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Canada Grand Prix Race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

CANADA GRAND PRIX RACE
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON DOMINATES IN MONTREAL  WITH A ONE-STOP ULTRASOFT-SUPERSOFT STRATEGY
 
WIDE VARIETY OF STRATEGIES ADOPTED: TWO STOPS FOR BOTH FERRARI DRIVERS TO SET UP A SPRINT FINISH
 
LOW WEAR AND DEGRADATION ON ALL THE COMPOUNDS  WITH SOME VERY LONG OPENING STINTS, HELPED BY EARLY SAFETY CARS

  as69 Copy– A wide variety of strategies were seen at the Canadian Grand Prix, with Mercedes driver Lewis Hamilton winning with an ultrasoft-supersoft strategy. The second and third place finishers also stopped only once but used the soft during the second stint. Hamilton completed a long first stint on the ultrasoft, which allowed him to make his sole pit stop without losing the lead. Ferrari adopted a different approach, stopping twice in order to compete the race on the faster ultrasoft and make up positions at the end. In Sebastian Vettel’s case, this was influenced by front wing damage at the beginning of the race. All the drivers started on ultrasoft apart from Haas’s Kevin Magnussen and Sauber’s Pascal Wehrlein. 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Conditions today were more blustery than they were during the weekend and the race got underway with an early safety car. These factors added more variables to the strategy calculations, and so we saw many teams trying different approaches, while reacting to changing race circumstances. Hamilton’s long opening stint on the ultrasoft enabled him to complete the race on the supersoft: the same strategy adopted by Force India, which used it to challenge for the podium. Ferrari reacted to Vettel’s early first pit stop by then using a different approach to make up places at the finish.” 
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
   Bottas 1m 15.894s Hamilton 1m 14.551s Vettel 1m 14.719s Ricciardo 1m 16.165s Alonso 1m 15.853s Raikkonen 1m 15.388s
-
Stroll 1m 15.979s
Hamilton 1m 16.037s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Ricciardo 52
SUPERSOFT Grosjean 68
ULTRASOFT Vandoorne 45
 
 
 
 
 
 
TRUTHOMETER Lewis Hamilton won the race using one pit stop and the strategy that we predicted was theoretically the second-fastest approach to the race. Hamilton went from ultrasoft to supersoft on lap 32, while his team mate Valtteri Bottas in second completed a shorter opening stint in accordance with our fastest strategy prediction, switching from ultrasoft to soft on lap 23.
 
 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Canada Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

CANADA GRAND PRIX QUALIFYING
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON TAKES POLE POSITION ON ULTRASOFT SETTING THE FASTEST EVER LAP OF MONTREAL
 
FERRARI THE ONLY TEAM TO GET THROUGH Q1  USING THE SUPERSOFT TYRES ONLY
 
ONE PIT STOP EXPECTED AS FASTEST STRATEGY FOR THE RACE 
 
  – Mercedes driver Lewis Hamilton claimed pole position for the Canadian Grand Prix, setting the fastest time ever seen around the Montreal circuit, using the P Zero Purple ultrasoft tyres. Ferrari driver Sebastian Vettel and his team mate Kimi Raikkonen (who qualified second and fourth) were the only drivers to get through Q1 using the supersoft tyre only, which is reckoned to be just under a second slower than the ultrasoft. Conditions remained warm and dry for qualifying, with the ultrasoft used by all drivers from Q2 onwards. A one-stop strategy is expected for the majority of competitors tomorrow: however, a two-stopper is also possible. Track evolution continued throughout the qualifying sessions.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Today, we saw the fastest lap ever of Montreal that improved on the 2016 pole by more than 1.3 seconds: a remarkable difference given that this has been gained purely from traction, as there aren’t many big corners here. The times were extremely close in a thrilling session, just as we saw in FP3. The challenge in Montreal consisted of getting the front and rear tyres working in harmony: as the rears are normally working harder than the fronts. Hooking them up together was key to a fast time in qualifying. Montreal isn’t one of the races where pole position means everything, so the prospects for the grand prix remain wide open.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Not seen in qualifying but race performance quite close to supersoft. Only used by Ferrari in Q1: just under a second slower than ultrasoft. The key choice for qualifying: all the top 10 will start on this tyre.   
 
 
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m12.572s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m12.864s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m12.926s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m11.459s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m11.789s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m12.177s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m12.252s ULTRASOFT NEW
Verstappen  1m12.403s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m12.557s ULTRASOFT NEW
Massa 1m12.858s ULTRASOFT NEW
Perez 1m13.018s ULTRASOFT NEW
Ocon 1m13.135s ULTRASOFT NEW
Hulkenberg 1m13.271s ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Wehrlein 20
SUPERSOFT Vettel 29
ULTRASOFT Massa 29
 
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
as65 Copy
  
 
 
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Bottas 1m14.079s
SUPERSOFT Vettel 1m13.046s
ULTRASOFT Hamilton 1m11.459s

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CANADA GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
HIGH TRACK EVOLUTION IN MONTREAL  STARTS FROM A PARTICULARLY DIRTY TRACK IN FP1
 
FASTEST TIMES IN FP2 ALREADY CLOSE TO LAST YEAR’S POLE POSITION: JUST 0.8 SECONDS SEPARATE SUPERSOFT AND ULTRASOFT
 
NO GRAINING ON A SEMI-PERMANENT CIRCUIT  THAT IS NORMALLY NOTED FOR THIS PHENOMENON 
 
  as64 CopyThe top FP2 times in Montreal were close to last year’s pole position time, despite a track that was initially dirtier than usual, causing a high degree of track evolution throughout the day. The FP1 times were just under a second faster than last year’s equivalent in the morning; by FP2 in the afternoon this margin had increased to around 1.3 seconds. All three nominated compounds (soft, supersoft and ultrasoft) were used today, with the drivers assessing the behaviour of each compound on both short and long runs with varying fuel loads. After a cool and cloudy start, which threatened rain, conditions remained dry all day with ambient temperatures reaching 26 degrees centigrade. Dry weather is expected for the rest of the weekend as well.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Free practice today went as expected, with the soft tyre also proving to be very close in performance to the supersoft, making the soft a viable alternative from what we can see so far. As far as we can tell at the moment, the supersoft is slower of less than a second compared to the ultrasoft and the soft is slower of more than a second compared to the ultrasoft. There has been an even higher degree of track evolution than usual during FP1 in Montreal due to a particularly dirty track. This is a circuit that is normally known for graining, but we’ve not seen any of that with the latest 2017 tyres – as has also been the case at all the other circuits this season.”
 
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m13.809s
 
ULTRASOFT NEW
Vettel 1m14.007s
 
ULTRASOFT NEW
Bottas 1m14.046s
 
ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m12.935s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
 
Hamilton 1m13.150s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m13.200s ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Perez 1m 15.943s
SUPERSOFT Verstappen 1m 14.861s
ULTRASOFT Hamilton 1m 13.809s
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Bottas 1m 14.079s
SUPERSOFT Hamilton 1m 13.955s
ULTRASOFT Raikkonen 1m 12.935s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Wehrlein 20
SUPERSOFT Vettel 29
ULTRASOFT Massa 29
 
  
Kms driven* 640 2350 2232
Sets used overall** 17 35 30
 
 
 
 
 
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
 
20 psi (fronts) – 18.5 psi (rears) 
 
 
 
 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

CANADA GRAND PRIX PREVIEW Round 7 of 20 Montréal, 09-11 June 2017

  07-ca-preview-4k-en2 6_CopyFollowing two events in Europe, Formula 1 heads to the Canadian Grand Prix, widely acknowledged as one of the most unpredictable races of the year. Just like Monaco, the three softest compounds in the P Zero Formula 1 range are present: soft, supersoft and ultrasoft. But this semi-permanent track is much quicker, with top speeds exceeding 300kph, and so poses a bigger challenge for both cars and tyres. With a slippery surface, changeable weather and a relatively high incidence of safety cars – thanks mainly to the famous ‘wall of champions’ – a wide variety of race strategies has been seen in the past. But this year, we have a brand-new range of tyres and different characteristics…
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 Canada is all about traction and braking: longitudinal rather than lateral forces. This affects tyres and especially brakes.  Warming up the front tyres effectively is one of the keys to a quick lap time in Canada.  Being a rarely-used semi-permanent track, the surface tends to evolve rapidly.  Some graining has been seen in the past: this is now less likely with the new family of 2017 tyres, based on previous experience.  Weather can range from heat to full rain.
 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Montreal has many unique features, but with its smooth surface, it actually contains some similarities to Sochi. Last year the winner did one stop, while the second-placed driver made two stops using all three compounds, which just goes to show the very wide variety of strategies that are possible. Finding the right set-up, with the correct aerodynamic and mechanical balance, is never easy in Montreal: this is one of the key factors to making the tyres work effectively there. It’s also important to take an openminded approach to strategy, given the variable weather and safety cars that are historically possible.”
 
 
 
 
 
WHAT’S NEW?     This is only the second time this year that the teams have been able to choose their own tyres, with Ferrari and Mercedes making slightly different choices.  In Monaco, Red Bull had its well-known floating motorhome: in Canada, Pirelli has a floating fitting area!  The current lap record in Canada stands at 1m13.622s (from 2004). Given last year’s lap times and the improvement seen so far, there is a strong chance it will be broken.  Pirelli has been expanding its sporting horizons: as well as being a partner and sponsor of Formula 1, the Italian tyre firm also became sponsor of the recentlyconcluded Giro d’Italia cycle race and Team Emirates New Zealand in the America’s Cup.
 
MONTRÉAL MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
20  psi (front) – 18.5  psi (rear)
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-3.50° (front) | -2.00° (rear)
 
THE TYRES NOMINATED THIS SEASON
 
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain      Hungary     
 
 
 
 
 
 
 
 

 

FÓRMULA E EM BERLIM

FÓRMULA E EM BERLINas42 Copyas43 Copy

 

 

  1. A penalização aplicada a Rosenqvist após o final da corrida entrega a Buemi aquilo que o sueco tinha ganho na pista durante 2ª prova da Fórmula E em Berlim. António Félix da Costa recuperou seis lugares mas ficou a um passo dos pontos.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P.DA CANADA

 

 

 

  1. Por esta imagens pode-se ver o que um piloto na F1 pode fazer pelo desporto automóvel no seu país, sobretudo quando pontua em casa.

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

G.P.CANADA DE FÓRMULA 1

 

 

  1. Lewis Hamilton ganha no dia de anos de Jackie Stewart, o outro único triplo campeão do mundo britânico de F1. Mas mais importante, ficou provado que na temporada 2017 tudo pode acontecer entre Mercedes e Ferrari. E quase sempre aquilo que parece acaba por não o ser na realidade.
    Vai ser prova a prova, erro a erro, brilhantismos de uns ou de outros, seja ao volante, seja nas afinações, seja nas estratégias, ou até na capacidade (será isso a sorte?) de escapar às incidências alheias.... Que mais podíamos desejar à F1?

    PS: adorava ser mosca e ir ao debrief da Force India. Acho que o "rapaz galego" tem umas contas a ajustar com o "salero".

    PS2: Stroll escolheu aquele sítio certo para marcar pontos. Agora é pensar em fazer ainda melhor, mais liberto daquela pressão de "tem de ser"...

    PS3: o que dizer de Alonso? Que anda a estragar a carreira de Stoffel...

 

HAAS NO G.P DO CANADA

 

Evento:  Qualificação (Round 7 de 20)

Data:  Sábado, 10 de Junho

Local:  Circuit Gilles Villeneuve, Montreal

Layout:  4,361 quilómetros , 14 curvas

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m11,459s – novo record)

Resultado:  Romain Grosjean 14º/ Kevin Magnussen 18º

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  11º (1m13,780s), avançou para a Q2

Magnussen:  18º (1m14,318s)

Piloto mais rápido:  Valtteri Bottas da Mercedes (1m12,685s)

Cutoff:  15º Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso (1m14,051s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  14º (1m13,839s)

Piloto mais rápida:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m12,496s)

Cutoff:  10º Nico Hulkenberg da Renault (1m13,406s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m11,459s)

Segundo:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m11,789s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se em décima quarta e décima oitava posições, respectivamente, para o Grande Prémio do Canadá, que se realiza no domingo no Circuit Gilles Villeneuve.

 

Grosjean realizou no décimo primeiro crono na Q1 com uma volta ao circuito de 4,631 quilómetros e catorze curvas que parou o cronómetro em 1m13,780s. Magnussen foi décimo oitavo mais rápido com o registo de 1m14,318s. Apenas os quinze primeiros passaram para a Q2.

 

A primeira tentativa de Magnussen foi prejudicada pelo tráfego em pista, não conseguindo uma volta limpa e, quando Pascal Wehrlein entrou em pião com o seu Sauber na Curva 1, embatendo no muro, a sessão foi interrompida com menos de quarenta segundos por completar.

 

Na Q2, Grosjean assegurou o décimo quarto crono, 1m13,839s. Apenas os dez primeiros da Q2 passaram para a Q3.

 

Tanto Grosjean como Magnussen rodaram exclusivamente com Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio durante a qualificação.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, garantiu a pole-position para o Grande Prémio do Canadá. A sua melhor volta, 1m11,459s, assegurou-lhe um novo recorde da pista, que durava desde 2004, quando Ralf Schumacher garantiu o registo de 1m12,275s ao serviço da Williams. Hamilton bateu o Ferrari de Sebastian Vettel por 0,330s. Foi a sexagésima quinta pole-position de Hamilton na Fórmula 1, o que o coloca par a par com o lendário Ayrton Senna, estando os dois na segunda posição do ranking da história da Fórmula 1. Apenas Michael Schumacher tem mais, com sessenta e oito. Esta foi também a quarta pole-position da temporada de Hamilton, a sua terceira consecutiva  no Grande Prémio do Canadá e a sua sexta em Montreal, o que o deixa empatado com Schumacher enquanto piloto com mais pole-positions no Circuit Gilles Villeneuve.

 

Antes, Grosjean, Magnussen e os seus adversários participarem na qualificação, tomaram parte numa derradeira sessão de treinos-livres para afinar os seus carros. O duo da Haas F1 Team tirou o máximo de partido da sessão de uma hora, tendo cada um deles rodado com cada um dos compostos que a Pirelli levou para o Canadá. A voltas de instalação foram realizadas com pneus macios, realizando depois uma série de oito voltas com os supermacios, para depois culminar numa simulação de qualificação de sete voltas com os ultramacios.

 

Sendo os ultramacios as borrachas mais aderentes da gama da Pirelli, foi sem surpresa que foram eles que permitiram os melhores tempos. Grosjean assinou o décimo quarto crono, 1m13,994, na sua décima sétima voltas. Magnussen assegurou o seu melhor registo na décima sexta volta – 1m14,392s, o que o colocou no décimo sétimo posto. Grosjean completou dezanove voltas e Magnussen dezoito.

 

O mais rápido na terceira sessão foi Vettel, com a marca de 1m12,572s, deixando o seu colega de equipa na Scuderia Ferrari, Kimi Raikkonen, a 0,292s.

 

 

 

Não tem sido fácil. Sabíamos que não estávamos na Q3, mas estava à espera de alcançar um pouco de magia na qualificação. A Q1 correu bem. Na Q2, não consegui encontrar qualquer aderência no último jogo de pneus. Dei o meu melhor, consegui um bom tempo, mas foi impossível alcançar uma posição melhor. Vamos trabalhar e analisar tudo. O aspecto positivo é que nesta pista é possível ultrapassar. Será uma longa corrida e pode ser dura nos travões. Vamos esperar conseguir alcançar alguns pontos amanhã.”

 

 

 

Foi muito frustrante. Houve muitas coisas acontecerem – sobretudo tráfego. Pelo segundo fim-de-semana consecutivo que não fazemos boas voltas por causa do tráfego. Não tive uma boa sensação com o carro e não consegui fazer uma boa volta. O mais importante é tentar estar numa estratégia semelhante a quem está ao nosso redor para que não façamos voltas rápidas quando os outros estão em voltas lentas. Não conseguimos mostrar o nosso verdadeiro potencial, hoje. Temos que melhorar.

 

 

 

Não foi a qualificação que queríamos. Tivemos algumas dificuldades com os pneus em ambos os carros. Depois, o Kevin, na sua última volta, apanhou duplas bandeiras amarelas – foi assim o dia dele. O Romain deu o seu melhor, mas o seu último jogo de pneus não funcionou bem. Temos que perceber porquê. Foi uma sessão muito competitiva. Tudo era possível, mas nada é também possível. Amanhã temos um dia longo pela frente. Esta é uma das pistas onde existe a possibilidade de realizar ultrapassagens, portanto, temos que tirar vantagem disso e estar prontos para o dia de amanhã. Temos que entender os pneus e realizar uma boa corrida.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

HAAS NO G.P DO CANADA

 

Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

Data:  Sexta-Feira, 9 de Junho

Local:  Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal

Layout:  4,361 quilómetros e 14 curvas

Condições climatéricas na 1ª Sessão:  Parcialmente encoberto

Temperatura do ar na 1ª Sessão:  21,4-22,2ºC

Temperatura da pista na 1ª Sessão:  27,9-29,9ºC

Condição climatéricas na 2ª Sessão:  Parcialmente encoberto

Temperatura do ar na 2ª Sessão23,6-25,4ºC

Temperatura da pista na 2ª Sessão:   33,8-38,3ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen

 

 

 

Magnussen:  12º (1m16,233s), 25 voltas

Grosjean:  14º (1m16,345s), 18 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m13,809s)

Mais voltas completadas:  Lewis Hamilton da Mercedes e Lance Stroll da Williams (36 voltas)

 

 

 

Grosjean:  11º (1m14,566s), 33 voltas

Magnussen:  14º (1m14,676s), 35 voltas

Pilotos mais rápidos:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m12,935s)

Mais voltas completadas:  Esteban Ocon da Force India (46 laps)

 

 

 

O sétimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017 começou esta sexta-feira no Circuit Gilles Villeneuve em Montreal, com as equipas a preparem-se para o Grande Prémio do Canadá, que se realiza no domingo.

 

As duas primeiras sessões – a primeira e a segunda sessões de treinos-livres – tiveram como função sobretudo limpar o circuito semi-permanente de 4,361 quilómetros e catorze curvas. Com o uso pouco frequente das ruas em que o circuito é baseado, o asfalto provou estar demasiado verde para haver tracção disponível.

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, foram dos primeiros pilotos a aventurem-se na primeira sessão, e protagonizaram uma primeira sessão sólida com Magnussen, assegurando o décimo segundo tempo e Grosjean a ficar dois lugares mais atrás.

 

Magnussen registou vinte e cinco voltas, tendo o seu melhor tempo surgido na penúltima volta – 1m16,233s registado com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio. Grosjean totalizou dezoito voltas, tendo seu melhor crono surgido também na penúltima volta – 1m16,345s, conquistado com o mesmo tipo de pneus.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, foi o mais rápido na primeira sessão, com o registo de 1m13,809s, deixando o segundo melhor, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, a 0,198s.

 

Com a pista a ficar com mais borracha, as velocidades aumentaram e os tempos desceram na segunda sessão de treinos-livres. Grosjean foi quem conseguiu um maior ganho, terminando a segunda sessão no décimo primeiro posto com o registo de 1m14,566, melhorando 1,799s o seu tempo da manhã. O seu melhor tempo surgiu na décima sexta volta das trinta e três voltas que completou, com pneus ultramacios no seu carro. Magnussen baixou seu tempo da primeira sessão em 1,557s, marcando 1m14,676s na sua décima oitava volta, enquanto usava pneus macios ultramacios. Terminou a sessão no décimo quarto lugar com trinta e cinco voltas completadas.

 

No topo ficou a Scuderia Ferrari, com Kimi Raikkonen, com a melhor volta de 1m12,935s. O seu registo deixou Hamilton, o segundo mais rápido, a 0,215s mas quedou-se a 0,123s da pole-position do ano passado, assinada por Lewis Hamilton, e a 0,660s da melhor volta de sempre realizada no Circuit Gilles Vileneuve – 1m12,275s assinado por Ralf Schumacher no seu Williams durante a qualificação para o Grande Prémio do Canadá de 2004.

 

Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou cento e onze voltas – sessenta realizadas por Magnussen e cinquenta e uma por Grosjean.

 

 

 

Foi um dia decente. Tentámos algumas alterações nas afinações. Foi bom que tenha corrida bem. Gosto de conduzir nesta pista. É sempre um grande desafio, mas é um bom desafio. Estamos a trabalhar nas afinações do nosso carro – estamos a tentar extrair um pouco mais de performance. Parece que os tempos estão muito juntos, não desde a frente, mas sim desde a Force India, nós, a Toro Rosso e a Renault. Será importante encontrar aqueles últimos décimos de segundo. Estou satisfeito com o carro. A série longa não correu mal. Estou ansioso por amanhã.”

 

 

 

Foi um bom dia para nós. Gostei muito de pilotar nesta pista. O carro inicialmente estava bom. Temos alguns aspectos que podemos melhorar e nos quais estamos a trabalhar para amanhã, vamos ver até onde vamos. Amanhã deverá estar mais calor, com menos nuvens, portanto, a pista deverá ficar mais quente e os pneus devem ser mais fáceis de colocar a trabalhar. Estou satisfeito com o nosso dia.”

 

 

 

Não foram más sessões. Tivemos algumas dificuldades com um novo jogo de travões na segunda parte da primeira sessão, mas na segunda sessão já estava resolvido. Então tivemos uma boa sessão. Fizemos todos os testes que pretendíamos. O carro está onde sempre está – no segundo pelotão. Uma vez mais, o segundo pelotão é muito apertado. A pista parece estar escorregadia. Todos estão aos piões devido ao vento e à pista suja. Penso que estamos bem e prontos para amanhã.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00-11h00) antes do início da qualificação, às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

FÓRMULA E EM BERLIM

 

Fórmula E: Pole e segundo lugar em Berlim deixam Di Grassi mais próximo da ponta

Com os 21 pontos conquistados neste sábado (10) e a desclassificação do rival Sébastien Buemi, brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport diminui diferença de 43 para 22 pontos. Segunda corrida acontece neste domingo (11)

Mesmo enfrentando problemas - físicos e técnicos - Lucas di Grassi encerrou o sábado de forma positiva, com um troféu e mais 21 pontos no bolso. O brasileiro cravou a pole position e terminou em segundo lugar a primeira prova da sétima etapa da temporada 2016-2017 da Fórmula E, disputada no circuito do antigo aeroporto Tempelhof, em Berlim.

O lucro para o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport o fez diminuir a distância em relação à liderança do campeonato de 43 para 22 pontos; isso porque o líder Sébastien Buemi, que largou em 14º e terminou em sexto, foi desclassificado por uma irregularidade com a pressão dos pneus estipulada por regulamento.

A pole-position de Lucas - sua segunda nesta temporada, repetindo o feito de Buenos Aires -, foi conquistada pela menor margem já registrada nas três temporadas da Fórmula E: apenas um milésimo de segundo separou o brasileiro do argentino José Maria López (1min08s312 e 1min08s313), diferença que representa, na pista do Tempelhof, míseros três centímetros caso os carros estivessem na pista ao mesmo tempo.

Na corrida, Di Grassi liderou praticamente toda a primeira metade, mas cedeu a ponta a Felix Rosenqvist, da Mahindra, que largou melhor e superou o argentino da Virgin para tomar a segunda posição. O sueco se aproximou de Lucas quando o carro do brasileiro começou a apresentar problemas de superaquecimento da bateria.

A ultrapassagem aconteceu na volta anterior ao pit stop, e Di Grassi voltou na mesma posição após a troca do carro. Mas o problema persistiu e o piloto da Audi Sport teve de lutar para se manter atrás do sueco.

"Começamos o fim de semana completamente perdidos, e tentamos algumas mudanças no acerto. Pude fazer uma volta muito boa na classificação, mas se analisar o ritmo que apresentamos pela manhã, esta não foi a melhor corrida para nós", afirmou. "Tive que segurar tudo o que pude, e no final da primeira metade eu comecei a perder a regeneração de energia por causa da temperatura da bateria, que subia demais. E o mesmo aconteceu no segundo stint", descreveu o piloto, que correu sustentando uma contusão no tornozelo direito, adquirida durante uma partida de futebol beneficente disputada nesta semana no estádio Stanford Bridge, em Londres.

Lucas, no entanto, tenta olhar também o lado bom da situação. "No geral, temos de encarar como um dia positivo. Pole position e um segundo lugar é muito bom, mas na realidade não era o que esperávamos. Tivemos estes problemas de temperatura, e por causa disso eu tive que diminuir o ritmo - e Felix pôde me ultrapassar. Depois passei a me concentrar em somar os pontos do segundo lugar. No entanto, amanhã eu espero lutar mais uma vez pela vitória", afirmou o brasileiro, que subiu ao pódio pela 18ª vez em sua carreira na Fórmula E.

A etapa de Berlim acontece em sistema de rodada dupla, por isso Di Grassi e a equipe ABT Schaeffler Audi Sport têm, neste domingo, mais uma chance de diminuir a distância em relação à liderança do campeonato. No momento, Buemi soma 132 pontos, contra 110 de Lucas.

A segunda prova na capital alemã tem largada às 11 horas (de Brasília), com transmissão ao vivo pelo Fox Sports 2.

e-Prix de Berlim, corrida 1:
1. Felix Rosenqvist, Mahindra Racing, 44 voltas em 53min19s661
2. Lucas di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport, +2s232
3. Nick Heidfeld, Mahindra Racing, +4s058
4. Jose Maria Lopez, DS Virgin Racing, +13s638
5. Nico Prost, Renault e.dams, +19s068
6. Daniel Abt, ABT Schaeffler Audi Sport, +19s799
7. Sam Bird, DS Virgin Racing, +20s065
8. Jean-Eric Vergne, TECHEETAH, +20s689
9. Maro Engel, Venturi Formula E, +39s030
10. Oliver Turvey, NextEV NIO, +40s985
11. Stephane Sarrazin, TECHEETAH, +42s682
12. Nelson Piquet Jr, NextEV NIO, +42s980
13. Jerome D'Ambrosio, Faraday Future Dragon Racing, +45s712
14. Adam Carroll, Panasonic Jaguar Racing, +49s658
15. Loic Duval, Faraday Future Dragon Racing, +59s010
16. Antonio Felix da Costa, Andretti Formula E, +1min00s269
17. Robin Frijns, Andretti Formula E, +1min02s463
18. Tom Dillmann, Venturi Formula E, +1min07s695
19. Mitch Evans, Panasonic Jaguar Racing, não completou
20. Sebastien Buemi, Renault e.dams, Desclassificado

Classificação do Campeonato:
1. Sebastien Buemi, Renault e.dams - 132 pontos
2. Lucas di Grassi, ABT Schaeffler Audi Sport - 110
3. Nico Prost, Renault e.dams - 68
4. Felix Rosenqvist, Mahindra Racing - 65
5. Nick Heidfeld, Mahindra Racing - 62
6. Jean-Eric Vergne, TECHEETAH - 44

Lucas Di Grassi é patrocinado por Qualcomm, Aethra, KNM, Oris Watches, BlueFox e Mumm

 

HAAS NO G.P DO CANADA

 

Que Seja a Dobrar

Pontos Duplos no Mónaco Motivam

A Haas F1 Team a Dobrar para Montreal

 

– Na mais recente corrida do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017, a Haas F1 Team colocou ambos os seus carros entre os dez primeiros classificados, com Romain Grosjean a terminar o Grande Prémio do Mónaco no oitavo posto e Kevin Magnussen no décimo.

 

Foi a vigésima sétima corrida da ainda curta história da Haas F1 Team e marcou a primeira vez que a equipa americana marcou duplos pontos, com Grosjean a assegurar quatro pontos e Magnussen um. Este conjunto de pontos elevou a Haas F1 Team ao sétimo posto do Campeonato de Construtores, empatada com a equipa oficial da Renault, com catorze pontos cada.

 

Desde que Alan Jones e Patrick Tambay terminaram em quarto e quinto, respectivamente, o Grande Prémio da Austrália de 1986, em Österreichring, que uma equipa americana não terminava com dois carros nos pontos. Ironicamente, Jones e Tambaý alcançaram esses resultados para o Team Haas, que apesar do nome, não tem qualquer relação com a Haas F1 Team. O falecido Carl Haas era o dono do Team Haas, ao passo que o industrialista Gene Haas possui a Haas F1 Team.

 

A Haas F1 Team tornou-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos, quando se estreou no Grande Prémio da Austrália do ano passado. Desde então, alcançou diversas estreias no seu caminho até se tornar num dos nomes seguros da Fórmula 1.

  • Primeiros pontos: sexto lugar alcançado por Grosjean no Grande Prémio da Austrália de 2016
  • Primeira vez que ambos os carros avançaram da Q1 para a Q2: Grande Prémio do Bahrein 2016
  • Primeiro Top-5: quinto lugar alcançado por Grosjean no Grande Prémio do Bahrein de 2016
  • Primeira aparição na Q3: Esteban Gutiérrez no Grande Prémio de Itália de 2016 
  • Primeira vez que ambos os carros avançaram da Q2 para a Q3: Grande Prémio do Japão de 2016
  • Primeira vez que ambos os carros terminaram nos pontos: Grande Prémio do Mónaco de 2017

A sétima corrida da temporada de 2017 é o Grande Prémio do Canadá, que se realiza a 11 de Junho no Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal. A Haas F1 Team, com um conjunto de estreias na sua mão, procura situações que se repitam duas, três, quatro, cinco vezes. Especificamente, depois dos pontos duplos no Mónaco, a Haas F1 Team procura uma repetição em Montreal.

 

Em cinco participações na corrida de Fórmula 1 no circuito de semi-permanente de 4,361 quilómetros e catorze curvas, Grosjean tem dois resultados entre os dez primeiros, incluindo o seu melhor resultado de sempre, um segundo lugar obtido em 2012, que foi o seu primeiro Grande Prémio do Canadá. Magnussen tem também um resultado nos dez primeiros em Montreal. Terminou em nono no seu ano de estreia, 2014.

 

Com performances individuais com direito a pontos no Grande Prémio do Canadá, Grosjean e Magnussen anseiam duplicar o seu resultado de duplos pontos no Mónaco. Apesar do Mónaco e Montreal diferirem amplamente, existe alguma consistência entre os dois circuitos – curvas apertadas, muros impiedosos e a mesma gama de pneus Pirelli – macios, supermacios e ultramacios.

 

Montreal é mais rápido que o Mónaco, tornando essas curvas apertadas ainda mais complicadas de descrever e exigem muito da performance dos travões. Apesar de ambas as pistas terem uma natureza de para e arranca, as velocidades alcançadas no Circuit Gilles Villeneuve coloca muita pressão sobre os travões – um uso duro e pouco tempo para arrefecer os travões. E uma zona particularmente reconhecida – o Muro dos Campeões, na última chicane da pista – fez com que muitos campeões mundiais passassem de bestiais a bestas.

 

É um layout desafiante amenizado pelo charme de Montreal, um equilíbrio sublinhado pelos duelos que são levados a cabo por entre os restos da Expo 67 e dos Jogos Olímpicos de 1976. Onde medalhas foram conquistadas há mais de quarenta anos, Grosjean e Magnussen vão andar a fundo para perseguir mais um duplo resultado nos pontos.

Circuit Gilles-Villeneuve

 

Perímetros do circuito: 4,361 km

Voltas: 70

Distância de corrida: 305.270 km

Transmissão: Sport TV5 – 19h00

 

 

Sobre a Haas Automation, Inc

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

O Mónaco marcou o primeiro resultado com ambos os carros nos pontos na curta história da Haas F1 Team. Mencionou que isto não tinha acontecido por magia, que a equipa tem vindo a trabalhar para isto há algum tempo. Pode explicar o progresso que a equipa realizou desde a sua estreia até agora, com possibilidade de chegar aos pontos com os seus dois pilotos?

“Penso que muitas coisas só surgem com o tempo. Maturamos. É normal se todos trabalharem arduamente, e eu diria que todos na equipa trabalharam verdadeiramente e arduamente. Na Fórmula 1 é difícil colocar ambos os carros dentro dos dez primeiros, como todos sabemos. Todos – a equipa, os pilotos – realizaram um trabalho fantástico em Monte Carlo. Dizer que poderemos colocar sempre dois carros entre os dez primeiros, isso é subestimar o desafio, mas é o nosso objectivo. Se estivermos ou, pelo menos, a bater à porta, vai voltar a acontecer. Essa é a minha filosofia. Estamos muito mais consistentes que no ano passado, o que nos dá a esperança de isto acontecer mais vezes no futuro.”

 

Quando alcança um bom resultado, consegue desfrutar um pouco do sucesso antes de virar a sua atenção para a corrida seguinte?

“O prazer é sempre muito curto, temos que pensar no que segue nos dias seguintes e queremos sempre melhorar. Fomos oitavo e décimo em Monte Carlo e da próxima vez queremos fazer melhor. Portanto, temos que começar a pensar imediatamente sobre a próxima corrida. Deixamos o prazer para trás, mas isso não é o mais importante. Estamos felizes e isso dá-nos confiança para a tarefa seguinte.”

 

A Haas F1 Team está agora empatada com a equipa de fábrica da Renault no sétimo posto do Campeonato de Construtores. Parece um pouco a batalha entre o David e o Golias no que diz respeito a recursos, mas sublinha igualmente a colaboração técnica entre a Haas F1 Team a Ferrari e a Dallara.

“Sem os nossos parceiros não estaríamos onde estamos e estamos muito satisfeitos por o dizer. É difícil bater equipas que têm duas ou três vez o nosso orçamento e cinco vezes o número de pessoas que temos. No entanto, se trabalharmos bem e usarmos os nossos recursos de forma inteligente, podemos conseguir. Há dois anos, ninguém pensou, quando começámos, que teríamos dois carros entre os dez primeiros em Monte Carlo. Não creio que muita gente acreditasse nisso. É possível, mas é um trabalho duro e deve-se às pessoas que temos na equipa.”

 

Disse que um dos seus objectivos para este ano era a consistência, especificamente, terminar com a tendência de altos e baixos da performance da Haas F1 Team. Alcançar mais um resultado de pontos duplos no Canadá seria bom para alcançar esse objectivo?

“É claro que ajudaria, mas estamos já confiantes, uma vez que nas últimas seis corridas estivemos nos pontos por quatro vezes. Na Austrália, antes de um turbo partido, estávamos sem sétimo. Portanto, a única corrida onde não estivemos em posições pontuáveis foi na Rússia. Em todas as outras corridas estivemos em boas posições, portanto, estamos muito mais estáveis que no ano passado. Não podemos estar lá sempre, mesmo as equipas maiores, como a Force India, que está no quarto lugar do Campeonato de Construtores, não conseguiu pontos em Monte Carlo, e isso acontece por que o segundo pelotão é muito competitivo. Penso que o poderemos alcançar, dado que, se estivermos por lá, acabará por acontecer.”

 

Quando seis dos dez primeiros lugares estão, teoricamente, reservados para as três equipas mais fortes – Ferrari, Mercedes e Red Bull – é difícil colocar dois carros nos pontos? Têm que lutar com outras seis equipas e doze pilotos por quatro lugares.

“É claro, é muito difícil. A diferença entre ser bestial e besta é muito ténue. Se não estivermos nos pontos é muito mau, mas normalmente, seis lugares já estão ocupados. Estamos a lutar por quatro lugres. É muito difícil de alcançar, mas já o fizemos quatro vezes este ano. Vemos a diferença entre nós, que estamos no sétimo posto, e a Toro Rosso, que é quinta. Eles têm vinte e nove e nós catorze. Têm mais do dobro dos nossos pontos, mas não é uma diferença inultrapassável. Temos dois bons resultados e estamos lá. Isto mostra a competitividade que existe no segundo pelotão. Portanto, estarmos nos pontos por quatro vezes em seis corridas e uma boa medida de sucesso.”

 

O Circuit Gilles Villeneuve é um circuito semi-permanente. Existe algum ensinamento alcançado no Mónaco que possam aplicar em Montreal, considerando que a Pirelli leva os mesmos compostos?

“Esperamos que possamos aplicar os dados que reunimos no Mónaco e que funcionem da mesma forma, ou de uma forma muito semelhante, na superfície do Canadá. O resto tem a ver com ajustamentos aerodinâmicos e da suspensão. Temos alguns dados do ano passado e esperamos estar bem lá.”

 

Apesar de usarem os pneus mais macios da gama da Pirelli pelo segundo fim-de-semana consecutivo, os pilotos afirmam que não são suficientemente macios. No mundo ideal, o que procuram os pilotos nos pneus? Mais aderência, uma estrutura mais rígida ou uma combinação de ambas?

“Procuram uma janela mais ampla na qual o pneu opera no que diz respeito a temperatura. Actualmente, temos janela muito apertada. Para além disso, os pneus deveriam ter uma descida de performance mais pronunciada, para que possamos fazer diferença com as estratégias. Com os actuais pneus é difícil de fazer.”

 

De que forma encontram a janela de funcionamento dos pneus e o que é preciso fazer para se manterem dentro dessa janela?

“Para a encontrar, é quase uma filosofia de tentativa e erro. Temos que ir para a pista e perceber quando temos aderência, depois, tentamos replicar temperaturas. Este é o problema que enfrentamos agora, como na qualificação. Muitos, se observarem na última curva, agrupam-se, porque todos estão a tentar chegar a recta da meta com as temperaturas certas. Outros abrandam e estragam as nossas temperaturas. É uma linha muito ténue. Na corrida, assim que há um Safety-Car Virtual ou um Safety-Car, entramos em dificuldades, dado que não conseguimos gerar temperatura nos pneus. Como vimos em Monte Carlo, com Safety-Car Virtual, os únicos que tinham temperatura no recomeço eram os dois pilotos que entraram nas boxes para realizar uma troca de pneus de graça e puseram pneus novos, que estavam nos cobertores. Todos os outros tiveram dificuldades em manter as temperaturas e (Marcus) Ericsson despistou-se, dado que não tinha temperatura. É muito difícil.”

 

O Canadá é conhecido como o circuito mais difícil do ano para os travões. De que forma tira o máximo de capacidades do carro em travagem e de que forma os pilotos gerem os travões ao longo de toda a corrida de setenta voltas?

“O mais importante é manter a confiança dos pilotos nos travões. Mais confiança significa mais velocidade. Têm que estar confiantes que os travões tenham sempre o mesmo comportamento, no mesmo local, ao mesmo tempo. Isso é o mais importante. A equipa pode monitorizar o desgaste com a telemetria, portanto, se chegarmos a uma zona perigosa podemos informar o piloto através da rádio de que estão a ter um problema.”

 

Vimos no Mónaco alguns novos designs para a T-wing. A Haas F1 Team planeia apresentar alguma evolução da sua T-wing nas próximas corridas?

“Não nas próximas corridas. Talvez no futuro, mas teríamos que encontrar alguma coisa que faça sentido no túnel de vento e que faça sentido introduzir. A actual é a T-wing que vamos usar no futuro próximo.”

 

A Haas F1 Team coloca muitos recursos na T-wing e na barbatana de tubarão, considerando que estes apêndices não serão permitidos na temporada de 2018?

“Penso que estamos muito perto do estágio em que deixamos de pensar nisso. Sabendo que para o ano não poderão ser usados, a decisão torna-se mais simples. Se não encontramos algo de uma forma simples, se não encontrarmos apoio aerodinâmico de uma forma simples, deixamos como está, dado que estamos a desenvolver um componente apenas para algumas corridas. Até que o desenvolvamos e o introduzamos, estamos a meio da temporada, portanto, não faz sentido a não ser que, claro, evoluamos bastante, mas penso que não seja o caso, uma vez que fizemos testes extensivos. Não creio que haja muito a ganhar com as T-wings.”

 

 

 

O Mónaco marcou o primeiro resultado com ambos os carros nos pontos na curta história da Haas F1 Team. Guenther Steiner mencionou que isto não tinha acontecido por magia, que a equipa tem vindo a trabalhar para isto há algum tempo. Podes explicar o progresso que a equipa realizou desde a sua estreia até agora, com possibilidade de chegar aos pontos com os seus dois pilotos?

“O ano passado começámos muito bem, depois tivemos algumas dificuldades, quando nos estávamos a preparar para 2017. O carro é muito bom. Tivemos muitas possibilidades para alcançar os pontos. Nem sempre tivemos a sorte de que precisávamos, mas acabou por chegar no Mónaco. Não foi, provavelmente, o lugar onde esperaríamos colocar os dois carros entre os dez primeiros, mas conseguimos, e isso demonstra de que a equipa é agora capaz de encontrar a afinação correcta, a melhor estratégia e dar o máximo. Foi uma grande conquista. Penso que é tão importante como a nossa primeira aparição na Q3 e estou muito satisfeito com isso.”

 

Quando alcanças um bom resultado, consegues desfrutar um pouco do sucesso antes de virares a tua atenção para a corrida seguinte?

“Bem, normalmente, tiro a segunda-feira de folga. É o dia em que estou satisfeito ou maldisposto, dependendo da corrida. Depois, já estou focado na corrida seguinte. Converso com os engenheiros, temos uma conferência na quinta-feira e já estamos a trabalhar a todo vapor para a corrida seguinte.”

 

Quando seis dos dez primeiros lugares estão, teoricamente, reservados para as três equipas mais fortes – Ferrari, Mercedes e Red Bull – é difícil colocar dois carros nos pontos? Têm que lutar com outras seis equipas e doze pilotos por quatro lugares.

“É muito complicado lá chegar. Há corridas, como a de Barcelona, onde muitos carros têm acidentes, como aconteceu com um Mercedes, um Ferrari e um Williams, e torna tudo mais fácil, mas não conseguimos chegar tão longe como gostaríamos. No Mónaco nada aconteceu nos lugares da frente. Era complicado seguir os carros que estavam à nossa frente. Para as equipas mais pequenas, que como nós estão no segundo pelotão, é complicado não há muitos lugares.”

 

Apesar de usarem os pneus mais macios da gama da Pirelli pelo segundo fim-de-semana consecutivo, os pilotos afirmam que não são suficientemente macios. No mundo ideal, o que procuras nos pneus? Mais aderência, uma estrutura mais rígida ou uma combinação de ambas?

“Mais aderência. Durante a última corrida realizei quarenta voltas com ultramacios, que é um pneu de qualificação. Deveria ser possível fazer algumas voltas com ele, mas não tantas. Estamos a pedir que os pneus tenham uma melhor fase de aquecimento, para sermos melhor a depois do Safety-Car e para sermos mais rápidos. Acreditamos que podemos ser mais rápidos.”

 

Outro elemento dos pneus são as temperaturas de funcionamento de cada composto. De que forma encontram a janela de funcionamento dos pneus e o que é preciso fazer para se manterem dentro dessa janela?

“Acredito que muita gente não saiba completamente como lá chegar. É complicado. É algo em que temos que trabalhar com a Pirelli. Temos que tornar esse processo mais simples, uma vez que estamos a gastar muito tempo com o aquecimento dos pneus. É um pouco frustrante não ser possível trabalhar no comportamento do carro. Num mundo ideal, gostaríamos de ter uma janela mais ampla, e mais pontos em comum entre os compostos, para que, quando mudássemos de compostos não tenhamos uma queda abrupta de performance.”

 

O Circuit Gilles Villeneuve é um circuito semi-permanente. Existe algum ensinamento alcançado no Mónaco que possam aplicar em Montreal, considerando que a Pirelli leva os mesmos compostos?

“Sim, há alguns que podemos usar, algumas afinações que experimentámos. Esperamos que possamos ter um bom pacote. O Canadá é, claro, muito mais rápido que o Mónaco. É um circuito citadino, mas muito diferente do Mónaco. Usamos menos apoio aerodinâmico devido às longas rectas. Mecanicamente, penso que algumas coisas que também podemos usar.”

 

O Canadá é conhecido como o circuito mais difícil do ano para os travões. Do que precisas para tirar o máximo de capacidades do carro em travagem e de que forma geres os travões ao longo de toda a corrida de setenta voltas?

“Vamos estar a trabalhar nos nossos travões. Não é a nossa maior força, mas estamos a melhorar. Para o Canadá precisamos de saber que, quando colocamos o pé no pedal dos travões, temos exactamente aquilo que queremos. Não queremos uma sensação distinta da que desejamos. É nisso que temos que trabalhar. Para a corrida, vamos ver que arrefecimento poderemos usar. No pior dos cenários, teremos que levantar um pouco pé para os gerir.”

 

Foi em Montreal que conquistaste um dos teus melhores resultados na Fórmula 1 – o segundo posto de 2012. Do que recordas da corrida e como foi que alcançaste essa classificação?

“Essa foi uma grande corrida. Arranquei de sétimo. Tinha uma estratégia de uma paragem, ao passo que todos os outros estavam em estratégias de duas paragens. Inicialmente, pensei que iria terminar em quinto ou sexto, dado que estava preso atrás do Mercedes do (Nico) Rosberg. Não o conseguia ultrapassar. Depois, todos pararam. Os que não pararam estavam com dificuldades de aderência e consegui ultrapassá-los. Não tinha andamento para perseguir o Lewis (Hamilton) e conquistar a vitória.”

 

Esse segundo lugar em Montreal, 2012, foi importante para o início da tua carreira na Fórmula 1?

“Foi uma grande corrida e, evidentemente, um grande resultado. Tento sempre dar o meu melhor. Foi uma boa corrida. Gostei. É sempre importante lutar pelo melhor resultado possível e estar o mais alto possível no pódio.”

 

Qual é a tua zona preferida do Circuit Gilles Villeneueve e porquê?

“Gosto de todo o circuito. Sempre gostei deste circuito e de correr lá. Dá sempre uma boa sensação.”

 

Descreve uma volta ao Circuit Gilles Villeneuve.

“Depois da recta da meta vamos para a Curva 1. É uma travagem complicada com tendência para bloquear as rodas. Estamos já na Curva 2 – um gancho com muitos ressaltos. Depois temos uma chicane. Usamos muito corrector e temos que ser cuidadosos na saída, devido ao muro. Temos então outra esquerda-direita com uma travagem complicada. Vimos da direita a fundo e depois temos um longo período com o acelerador a fundo e com muitas forças G. Travamos para as curvas 8 e 9. Por baixo da ponte temos muitos ressaltos. Não é fácil conseguir aderência naquela zona. Temos o gancho. É uma travagem muito forte. Tentamos levar alguma velocidade para não perdermos muito tempo. Temos que colocar bem a potência no chão, na saída. Depois temos a famosa chicane no final da volta, onde travamos o mais tarde possível para fazermos o mais depressa possível esse ponto complicado.”

 

 

 

 

 

 

O Mónaco marcou o primeiro resultado com ambos os carros nos pontos na curta história da Haas F1 Team. Guenther Steiner mencionou que isto não tinha acontecido por magia, que a equipa tem vindo a trabalhar para isto há algum tempo. Podes explicar o progresso que a equipa realizou desde a sua estreia até agora, com possibilidade de chegar aos pontos com os seus dois pilotos?

“É visível que temos crescido em todas as corridas enquanto equipa. Cada vez estamos mais experientes e, mais importante, estamos a usar essa experiência. Penso que estamos a demonstrar isso. Tivemos o primeiro resultado com os dois carros nos pontos. Isso demonstra o progresso que a equipa está a progredir.”

 

Quando alcanças um bom resultado, consegues desfrutar um pouco do sucesso antes de virares a tua atenção para a corrida seguinte?

“Ficamos satisfeitos, é óbvio, e orgulhosos da equipa. Não é uma sensação que desapareça. É claro que, se a corrida seguinte for desapontante, sinto-me desapontado. No geral, estou muito orgulhoso da equipa e estou muito satisfeito com o nosso progresso. Nem todas as corridas serão fantásticas, mas é uma boa bitola, colocar ambos os carros nos pontos e mostrar que o podemos fazer.”

 

Quando seis dos dez primeiros lugares estão, teoricamente, reservados para as três equipas mais fortes – Ferrari, Mercedes e Red Bull – é difícil colocar dois carros nos pontos? Têm que lutar com outras seis equipas e doze pilotos por quatro lugares.

“Significa que temos que bater alguns dos pilotos das grandes equipas e isso não é fácil. Temos que nos sentir orgulhosos disso.”

 

Apesar de usarem os pneus mais macios da gama da Pirelli pelo segundo fim-de-semana consecutivo, os pilotos afirmam que não são suficientemente macios. No mundo ideal, o que procuras nos pneus? Mais aderência, uma estrutura mais rígida ou uma combinação de ambas?

“A aderência surge quando os pneus estão a funcionar. No entanto, é muito difícil colocá-los na janela correcta, dado que são muito duros. O Mónaco foi uma situação difícil, dado ser uma pista de baixa velocidade e a energia a que os pneus são sujeitos é muito baixa, o que torna difícil colocar os pneus a funcionar. No Canadá será um pouco melhor, mas ainda assim acredito que seja um desafio. É o mesmo para todos, mas algumas equipas gerem melhor a situação que outras e essa é a parte que temos que aprender.”

 

Outro elemento dos pneus são as temperaturas de funcionamento de cada composto. De que forma encontram a janela de funcionamento dos pneus e o que é preciso fazer para se manterem dentro dessa janela?

“Penso que é uma ciência por si mesma. É uma boa questão e uma em que estamos a trabalhar arduamente. É claro que, nas pistas de alta velocidade, com carros que geram tanto apoio aerodinâmico, são melhores, dado que colocamos mais pressão e mais energia nos pneus. Os pneus de Fórmula 1 gostam de pressão e de energia, mas não podemos fazer escorregar os pneus, dado que dessa forma desgastamo-los. O piso é muito frágil. Temos que colocar energia nos pneus sem desgastar o piso.”

 

O Circuit Gilles Villeneuve é um circuito semi-permanente. Existe algum ensinamento alcançado no Mónaco que possam aplicar em Montreal, considerando que a Pirelli leva os mesmos compostos?

“É semelhante na medida em que precisamos de muita coragem no Canadá. É um circuito agradável. Sempre que os muros estão perto, tudo se torna mais excitante.”

 

O Canadá é conhecido como o circuito mais difícil do ano para os travões. Do que precisas para tirar o máximo de capacidades do carro em travagem e de que forma geres os travões ao longo de toda a corrida de setenta voltas?

“Será complicado. Tivemos algumas dificuldades com as temperaturas e com o desgaste nos travões, este ano. O Canadá será outro circuito complicado, mas estou seguro de que poderemos gerir a situação.”

 

Qual é a tua zona preferida do Circuit Gilles Villeneueve e porquê?

“Diria que a última chicane é porreira, por um lado é uma viagem cheia de sobressaltos e temos que ser muito precisos na entrada na curva, por outro, temos o famoso Muro dos Campeões na saída e isso é sempre muito excitante.”

 

Descreve uma volta ao Circuit Gilles Villeneuve.

“Tem muitos ressaltos e temos que ter bons pontos de travagem.”

 

 


 

 

Circuit Gilles Villeneuve

  • Número de voltas: 70
  • Distância de corrida: 305,270 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 4,361 quilómetros e catorze curvas alberga a Fórmula 1 desde 1978, tendo no ano passado albergado a trigésima sétima edição do Grande Prémio do Canadá.
  • Rubens Barrichello detém o recorde do Circuit Gilles Villeneuve (1m13,622s), realizado em 2004 ao serviço da Scuderia Ferrari.
  • Ralf Schumacher detém o recorde de qualificação no Circuit Gilles Villeneuve (1m12,275s), realizado em 2004 ao serviço da Williams.
  • Conhecido pelos seus complicados ganchos e longas rectas, o Circuit Gilles Villeneuve é também conhecido pela seu “Muro dos Campeões”. Localizado no final de uma longa recta, uma recta de alta velocidade, a última chicane do circuito (curvas 13 e 14) foi madrasta para muitos pilotos, as mais notáveis vítimas foram três Campeões Mundiais, em 1999 – Michael Schumacher, Jacques Villeneuve e Damon Hill – que se despistaram neste local. Tinha nascido o “Muro do Campeões”, cuja escapatória consiste num pequeno corrector e numa estreita tira de asfalto.
  • O Circuit Gilles Villeneuve é um dos quatro locais de Fórmula 1 que tem laços com as Olimpíadas, dado que a recta das traseiras é adjacente à pista de remos usada durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1976. O Circuit Barcelona – Catalunya, Sochi e o Autodromo Hermanos Rodriguez têm também ligações Olímpicas.
  • DYK? O Circuit Gilles Villeneuve está localizado no Parque Jean-Drapeau, o nome do Mayor de Montreal em dois mandatos distintos, entre 1954 e 1957 e entre 1960 e 1986. Drapeau organizou a Expo 67, que foi a principal celebração do Canadá durante o seu centenário. O circuito situa-se no ilha de Notre Dame, uma ilha artificial construída para a Expo 67 no rio St. Lawrence. A ilha vizinha de Saint Helen foi alargada artificialmente para acomodar parques de diversões e alberga ainda um proeminente edifício da Expo 67 – a Biosfera, que pode ser vista regularmente durante a transmissão televisiva do Grande Prémio do Canadá. 
  • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio do Canadá, a temperatura mínima estará entre os 12ºC e os 13ºC e a máxima entre os 16ºC e os 21ºC. A humidade relativa estará entre os 46% (confortável) e os 87% (muito húmido). A velocidade do vento variará entre os 2 Km/h e os 11 Km/h, raramente excedendo os 14 Km/h.

 

  • A Pirelli leva para o Mónaco três tipos de pneus:
    • P Zero Amarelo/Macio pouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Vermelho/Supermacio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
    • P Zero Roxo/Ultramacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar.(Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois pneus de especificação obrigatória  para a corrida (um de P Zero Amarelo/Macio e outro P Zero Vermelho/Supermacio) e um obrigatória para a Q3 (um P Zero Roxo/Ultramacio). Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:
    • Grosjean: dois jogos de P Zero Amarelo/Macio, quatro jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e sete jogos de P Zero Roxo/Ultramacio
    • Magnussen: dois jogos de P Zero Amarelo/Macio, quatro jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e sete jogos de P Zero Roxo/Ultamacio

 

TODOS NO CANADA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

TODOS NO CANADÁ

 

Ontem grande parte dos pilotos de Fórmula 1, fizeram a pista citadina de MOntreal, para reconhecer as alterações que eventualmente a pista tenha sofrido.Para além disso os bastidores também estiveram animados.ax7 Copyax8 Copyax9 Copyax10 Copyax11 Copyax12 Copyax13 Copyax14 Copyax14 Copyax15 Copyax16 Copyax17 Copyax18 Copyax19 Copy

 

HUMOR NA FÓRMULA 1

HUMOR NA FÓRMULA 1

 

  1. YES! Carey & Co trazem de volta a corrida mais importante do fim de semana de Montreal. Pedro Nascimento Sérgio Veiga

 

KUBICA VOLTA A SENTAR-SE NUM FÓRMULA 1

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA PEDRO NASCIMENTO

 

KUBICA VOLTA A SENTAR-SE NUM FÓRMULA 1

 

Fez 155 voltas com um Lotus... ahem, Renault E20, ainda teve tempo para se queixar dos pneus, da subviragem e que o carro estava muito difícil de guiar.

Robert Kubica, esta terça-feira, em Valência: parece que nunca esteve ausente.

 

FÓRMULA E EM BERLIM

 

PANASONIC JAGUAR RACING RUMA A BERLIM

PARA DUPLA CORRIDA DO EPRIX

 

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Depois de terminar seis corridas do campeonato de Fórmula E da FIA, a equipa Panasonic Jaguar Racing dirige-se para Berlim para a final da ronda europeia da presente temporada. O ePrix de Berlim é uma corrida dupla que tem lugar nos dias 10 e 11 de junho no Tempelhof Park, o antigo aeroporto principal da capital alemã. Depois desta corrida, a temporada termina com as corridas duplas de Nova Iorque e Montreal, nos dias 15-16 de julho e 29-30 de julho, respetivamente.

Até à data, o ePrix de Berlim fez parte das três temporadas da Fórmula E. O circuito decorre em sentido contrário aos ponteiros do relógio e tem dez curvas e 2,25 kms que percorrem a plataforma do histórico aeroporto. O traçado foi desenhado após a corrida inaugural para aumentar a velocidade e as oportunidades de ultrapassagem, para júbilo do público alemão.

Os espetadores do ePrix de Berlim também podem tirar partido de um ampliado Allianz eVillage, onde o Jaguar I-PACE Concept será exibido no stand da Panasonic Jaguar Racing. O protótipo do SUV de alto rendimento é uma apresentação inicial do primeiro veículo 100% elétrico da Jaguar, que estará em circulação na segunda metade de 2018.

Depois de conseguir 19 pontos em três corridas consecutivas e subir para a oitava posição da classificação por equipas, a marca britânica continua a aprender após cada corrida, nesta que é a sua primeira temporada na competição. Ultrapassada a experiência das duas corridas de Fórmula E de Mónaco e Paris, a equipa prepara-se agora para um novo desafio: três corridas duplas consecutivas nas próximas oito semanas.

Têm estado a preparar a equipa para a sua primeira corrida dupla?

James Barclay, Team Director da Panasonic Jaguar Racing: "Uma das muitas peculiaridades da Fórmula E reside no facto de que toda a ação decorre apenas num único dia do fim-de-semana. Se calhar foi devido a este aspeto que a nossa aprendizagem foi exponencial desde a entrada da equipa no campeonato, feito que nos tem obrigado a planear as provas com calma e tranquilidade, mas que também influencia a forma como comunicamos e tomamos decisões previamente pensadas num dia completamente frenético.”

“Vai ser muito difícil lidar com dois dias seguidos de corrida. No entanto, estamos aqui para competir, e as corridas duplas multiplicam as oportunidades para compilar dados importantes, além de termos pela frente mais voltas neste circuito extraordinário onde corremos na presença do fantástico e exigente público alemão. Estamos ansiosos por chegar a Berlim.”

A alteração do traçado da pista é a vantagem que têm de aproveitar as equipas que correm pela primeira vez no campeonato, como é o caso da Panasonic Jaguar Racing?

J. B.: "Somos a equipa mais nova do campeonato, o que faz com que todas as corridas representem uma oportunidade para aprender acerca desta competição tão peculiar. Os nossos adversários já nos levam dois anos de avanço, mas estamos a progredir rapidamente e os nossos pilotos Adam e Mitch são apaixonados pela Fórmula E.”

“Este circuito vai ser um pouco familiar para as restantes equipas, mas a grande novidade reside na superfície, algo que deu muito que falar na primeira temporada. O pavimento áspero é muito diferente das superfícies urbanas a que os pilotos estão habituados, o que faz com que as outras equipas tenham dados essenciais acerca do circuito. A verdade é que temos uma vontade enorme de chegar à pista de Berlim.”

Como se prepararam para o ePrix de Berlim?

Adam Carroll, n.º 47: "Estou muito entusiasmado com este novo desafio que é terminar a minha primeira dupla corrida em Berlim. É um formato ao qual nos teremos de adaptar, uma vez que as corridas até ao final da temporada vão ser sempre assim. Para mim é uma sorte ter muita experiência em corridas de resistência. Em termos de preparação física, introduzi mais boxe e exercícios cardiovasculares no meu esquema de treino e estou a gostar muito.”

“Acho que o verdadeiro desafio para a equipa será conseguir toda a informação necessária acerca das duas corridas. É muito especial estar num habitáculo de Fórmula E, uma vez que ali dentro acontecem muitas coisas. É necessário ter presente uma grande quantidade de dados e confiar sempre na equipa. Se tivermos em conta os treinos livres, a classificação e a corrida, são oito sessões em 48 horas. É uma questão de manter uma comunicação clara e meticulosa com os nossos engenheiros, e tanto Mitch como eu teremos de ser muito precisos nas nossas avaliações. A equipa poderá descansar calmamente depois da noite do ePrix de Berlim".

Qual é a vossa opinião acerca do circuito?

A. C.: "O circuito parece ser muito divertido. É um ambiente muito diferente daqueles a que estamos acostumados na Fórmula E. Para começar, se bem que o traçado seja muito idêntico a um circuito urbano, na verdade é uma plataforma aeroportuária, o que significa que corremos num pavimento áspero muito diferente dos outros.”

 “Esta versão atualizada do circuito é mais complexa e bastante rápida. Há zonas muito estreitas e também retas rápidas que podem oferecer boas oportunidades para ultrapassar os adversários. Preparámo-nos muito bem no simulador, mas estou cheio de vontade de experimentar a pistas nos testes de sexta-feira.”

Mitch, cada corrida que passa estás mais confiante ao volante do teu Jaguar I-TYPE. Estás a gostar da tua primeira temporada no campeonato?

Mitch Evans, n.º 20: "A Fórmula E é uma verdadeira corrida entre pilotos. Inclui a seleção dos melhores circuitos do mundo e tenho a impressão de que é um dos campeonatos mais competitivos da atualidade. Aprendemos imenso em todas as corridas e acho que estamos a aperfeiçoar o processo até chegar a um ponto em que nos vamos sentir muito cómodos na pista. Além disso, estou a adorar a experiência de pilotar o Jaguar I-TYPE. É um veículo muito fiável que te permite ganhar confiança em cada volta que fazes.”

Qual foi a sensação que vos deu o simulador do circuito de Berlim?

M. E.: "Pessoalmente gostei muito de fazer o circuito de Berlim no simulador. É bastante rápido e estou ansioso por chegar à pista para experimentar o pavimento. Uma vez que são duas corridas, teremos todos mais tempo para nos familiarizar com o traçado e colocar em prática no domingo tudo o que aprendemos no sábado. Será um fim-de-semana muito atribulado para a equipa, mas sei que estamos todos preparados para enfrentar este desafio.”

 

Notas à redação:

A Jaguar regressou à competição em outubro de 2016, tornando-se o primeiro fabricante premium a participar na competição elétrica FIA Fórmula E.

O programa de Fórmula E da Jaguar trará vantagens notórias de I+D para a eletrificação dos futuros automóveis de estrada da Jaguar Land Rover, tendo sido concebido com base no princípio fundador da equipa: "Race to innovate". 

Os fabricantes podem projetar os seus próprios sistemas de propulsão, que incluem o motor, a transmissão, o inversor e a suspensão traseira. Entre os componentes comuns a todas as equipas incluem-se o chassis e a bateria em fibra de carbono, que contribuem para o controlo de custos. O principal objetivo é o desenvolvimento de sistemas de propulsão elétricos.

Para além do seu conceito 100 % elétrico, a Fórmula E também se distingue no mundo da competição automóvel pela escolha dos locais das corridas. Com a exceção do ePrix do México, todas as rondas do campeonato se realizam em circuitos temporários nas ruas do centro das principais cidades mundiais.

Cada dia de corrida envolve a ação total na pista, incluindo os treinos, a classificativa e a corrida em si, que se realizam num único dia. O calendário de 2016/17 conta com 12 corridas em nove cidades, incluindo provas duplas em Berlim, Nova Iorque e a final da temporada em Montreal.

 

 

FÓRMULA E EM BERLIM

 

DS VIRGIN RACING NA CORRIDA AOS PONTOS DE BERLIM

  • A DS Virgin Racing ruma a Berlim (Alemanha) para o primeiro duplo encontro da presente temporada 2016/2017 do Campeonato FIA de Fórmula E, representando as suas 7ª e 8ª provas.
  • Animada pela subida ao pódio alcançada em Paris, a equipa está concentrada no objetivo de fazer crescer o seu pecúlio de pontos.

 

A Fórmula E regressa ao Aeroporto de Tempelhof, por ocasião da jornada de Berlim deste campeonato 100% elétrico. Pela primeira vez na presente temporada serão duas as corridas a disputar num mesmo fim de semana, uma no sábado (dia 10 junho) e outra no domingo (dia 11). O velhinho aeroporto, que já havia recebido a disciplina em 2015, viu o circuito deste ano redesenhado, apresentando um perímetro de 2,27 km e 10 curvas, prevendo-se velocidades de topo que devem ultrapassar os 200 km/h.

Também pela primeira vez, os dois ePrix terão distâncias diferentes, sendo 44 as voltas a percorrer no sábado, para a jornada de domingo ter mais duas. Pilotos e equipas terão, assim, um novo elemento de estratégia a ter em conta na sua gestão de corrida.

Para a DS Virgin Racing, esta deslocação a Berlim será a oportunidade de aproveitar o impulso do 2º lugar conquistado por José María López no pretérito ePrix de Paris, prova em que a equipa também garantiu o seu terceiro pódio da temporada, o primeiro com o piloto argentino que continua a ganhar confiança aos comandos do DSV-02. “O objetivo da equipa é alcançar um bom resultado em Berlim. Mostrámos em Paris e nas corridas anteriores o potencial dos nossos monolugares e que era possível obter resultados muito bons, se tudo corresse normalmente. Estamos a trabalhar muito e Berlim apresenta-se como uma nova pista para a maioria dos pilotos, eu incluído. Esta será, talvez, a minha vantagem, pelo que espero ter a oportunidade de ser ainda mais competitivo, de modo a alcançar outro bom resultado,” refere José María López.

A sexta ronda da temporada não ficou em branco para Sam Bird, piloto que marcou 1 ponto referente à volta mais rápida da corrida, feito que realizou pela segunda vez consecutiva: “As duas últimas corridas foram difíceis do meu lado da box, mas mostrámos o nosso nível de performance com a melhor volta. Estou convencido de que, se continuarmos a trabalhar desta forma, os resultados irão chegar em Berlim.”

Numa altura em que a temporada vai a meio, a DS Virgin Racing ocupa o 4º lugar da classificação, com 63 pontos. Na hierarquia dos pilotos, Sam Bird e José María López estão no 7º e 9º lugares, respetivamente.

Alex Tai, Responsável da Equipa: “A equipa fez um trabalho fantástico em Paris. Vamos agora para Berlim após um primeiro pódio para o José María e com duas melhores voltas consecutivas para o Sam. Não duvido, por um momento que seja, que esta tendência se quebre, neste primeiro fim de semana da temporada com duas corridas. Queremos transformar os pódios em vitórias.”

Xavier Mestelan-Pinon, Diretor da DS Performance: “Estamos, neste momento, a meio da temporada. Sabemos que ainda há muitos pontos por conquistar com uma sucessão de jornadas duplas. O promissor ePrix realizado em Paris é o resultado das melhorias desenvolvidas no DSV-02 durante as sessões de treinos e uma melhor compreensão da utilização do carro. A equipa técnica começou a preparar a prova de Berlim desde o final da jornada de Paris. As sessões nos simuladores foram particularmente importantes para estabelecer estratégias de gestão da energia para as duas corridas com distâncias diferentes. A equipa está totalmente concentrada na importante sequência de corridas que se segue.”

A fim de participar plenamente no sucesso da DS Virgin Racing, convidamos todos a votar para garantir um FanBoost ao Sam Bird ou ao José María López. Para o fazer, há que usar a app oficial, o portal www.fiaformulae.com/fanboost ou o Twitter e Instagram, enviando-se a hashtag #Fanboost, seguida de #SamBird ou #JoseMariaLopez. Na passada temporada, a DS Virgin Racing foi a equipa que mais #Fanboost garantiu.


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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS  FOR THE 2017 SINGAPORE GRAND PRIX 
 
Pirelli announces the following compounds for the fourteenth round of the 2017 Formula One season (September 15 - 17).
 
 
 
 
(1) Each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.
 
(2) Each driver must have both these sets available for the race and must use at least one of them.
 
The Teams are free to choose the remaining 10 sets, thus making up 13 sets in total for the weekend.
 
 
THE TYRES NOMINATED SO FAR*
 
    Qualify1    Race2   
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain      Hungary     
 
 
 
 
 
(*) The regulations mean that the tyre sets choice for the long-haul events has to be made by the teams 14 weeks in advance, whereas for the European races the deadline is 8 weeks in advance.
 
 

 

GIOVINAZZI COM A HAAS EM TESTES

 

Antonio Giovinazzi Pronto para Sessões de Sexta-Feira com Haas F1 Team

O Terceiro Piloto da Scuderia Ferrari Pilota o VF-17 a Partir de Silverstone

 

– António Giovinazzi, o terceiro piloto da Scuderia Ferrari no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, ganhará experiência na Fórmula 1 com a Haas F1 Team, assumindo os comandos do VF-17 em sessões de treinos-livres de sexta-feira em sete Grandes Prémios de 2017.

 

O piloto de 23 anos de Martina Franca, Itália, pilotou um carro de Fórmula 1 este ano, quando substituiu o lesionado Pascal Wehrlein na Sauber durante a primeira semana de testes de Inverno no Circuit de Barcelona – Catalunya e, posteriormente, durante o Grande Prémio da Austrália e o Grande Prémio da China.

 

Giovinazzi inicia a sua série de treinos-livres com a Haas F1 Team a 14 de Julho no Silverstone Circuit, Inglaterra, fazendo parte do programa do Grande Prémio da Grã-Bretanha. Regressará ao VF-17 a 28 de Julho em Hungaroring, na primeira sessão de treinos-livres do Grande Prémio da Hungria, a 1 de Setembro no Autódromo Nazionale di Monza, durante o Grande Prémio de Itália, a 29 de Setembro no Sepang International Circuit durante o Grande Prémio da Malásia, a 27 de Outubro no Autódromo Hermanos Rodríguez durante o Grande Prémio do México, a 10 de Novembro no Autódromo José Carlos Pace durante o Grande Prémio do Brasil e a 24 de Novembro no Yas Marina Circuit durante o Grande Prémio de Abu Dhabi.

 

O piloto da Haas F1 Team, Kevin Magnussen, cederá o seu lugar em seis sessões de treinos-livres, ao passo que Romain Grosjean cederá o seu carro a Giovinazzi durante a primeira sessão do México.

 

“Num ano que já se mostrou cheio de oportunidades, estou orgulhoso por ter outra com a Haas F1 Team”, disse Giovinazzi, que alcançou a Fórmula 1 este ano, depois de uma boa companha de estreia no Campeonato FIA de Fórmula 2 de 2016 (anteriormente conhecido como GP2), que o viu terminar no segundo posto, seguindo o seu colega de equipa, Pierre Gasly. “Ser o terceiro piloto da Scuderia Ferrari é obviamente um bom lugar, e estas sessões de sexta-feira com a Haas F1 Team dar-me-ão tempo de pista para me manter em forma. Poderei aplicar o que aprendi no simulador em condições de corrida. Estou orgulhoso pela Ferrari e a Haas acreditarem em mim e agradecido pelo tempo de pista que o Kevin e o Romain estão a partilhar comigo”.

 

Como muitos dos pilotos que chegaram à Fórmula 1, Giovinazzi mostrou talento no karting. Venceu em todos as categorias em que competiu, conquistando múltiplos campeonatos, tendo sido o mais recente o WSK Master Series – KF2 de 2011. Giovinazzi deu o salto para os monolugares. Continuou a sua senda vitoriosa, assegurando seis vitórias a caminho do título da Formula Pilota China, triunfando, paralelamente, em duas corridas da Fórmula ACI-CSAI Abarth Euroseries. Giovinazzi subiu ao Campeonato Britânico de Fórmula 3 em 2013, vencendo duas corridas e terminou no segundo posto do Campeonato de Pilotos. Em 2014 e 2015 disputou o Campeonato Europeu FIA de Fórmula 3, ganhando oito corridas – duas em 2014 e seis em 2015. Depois de terminar em sexto em 2014, em 2015 foi Vicecampeão. Giovinazzi graduou-se na GP2 Series em 2016 e terminou em segundo no rebaptizado Campeonato FIA de Fórmula 2, assegurando cinco vitórias e mais três pódios. Com uma temporada de estreia tão positiva, Giovinazzi foi contratado pela Scuderia Ferrari como terceiro piloto, juntando-se ao tetracampeão mundial Sebastian Vettel e ao Campeão Mundial de 2007 Kimi Raikkonen.

 

“António Giovinazzi assegurou um bom conjunto de experiência de Fórmula 1 durante as duas corridas que disputou com a Sauber, este ano, e estas sessões de sexta-feira com a nossa equipa permitir-lhe-ão desenvolver-se um pouco mais”, disse Guenther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. “Ele é muito valorizado pela Ferrari e teve o ano passado uma boa temporada da Fórmula 2. É uma boa oportunidade para ele e estamos satisfeitos por a poder proporcionar. Temos também que agradecer ao Kevin e ao Romain por, graciosamente, partilharem os seus respectivos carros com o António”.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Canada Grand Prix: June 9-11, 2017

SELECTED SETS PER DRIVER

– FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Canada Grand Prix (9-11 June).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Monaco Grand Prix Race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MONACO GRAND PRIX RACE
 
SEBASTIAN VETTEL WINS FOR FERRARI  USING A ONE-STOP ULTRASOFT-SUPERSOFT STRATEGY
 
WIDE WINDOW OF DIFFERENT ONE-STOP STRATEGIES  RED BULL’S VERSTAPPEN GOES FOR A SECOND STOP UNDER SAFETY CAR
 
HIGH TRACK TEMPERATURES APPROACHING 50 DEGREES  ADD TO THE CHALLENGE OF ONE OF THE FASTEST-EVER RACES
IN MONACO   as54 Copy– Ferrari’s Sebastian Vettel won the Monaco Grand Prix with a one-stop ultrasoft-supersoft strategy as expected, after running a longer first stint than his team mate Kimi Raikkonen at a quicker pace, who qualified on pole and finished second.
 
The same ‘overcut’ strategy was also used by Red Bull’s Daniel Ricciardo to make up two places from his grid position and claim a podium finish. McLaren’s Jenson Button and Sauber’s Pascal Wehrlein instead tried an early stop in the hope of gaining track position.
 
Most drivers adopted a one-stop tactic, although some tried an alternative approach. During the safety car period with about 15 laps to go, Red Bull’s Max Verstappen took on a final set of ultrasofts in an attempt to get past the Mercedes of Valtteri Bottas.
 
Mercedes driver Lewis Hamilton started from 13th on the grid and completed a long opening stint on the ultrasoft before ending up in a points-scoring seventh. A couple of punctures were noted during the race, because of a problem with the track at the exit of Turn 1 towards the end of the grand prix.
 
Leaving aside the safety car period, this was one of the fastest grands prix in Monaco ever held, with the fastest race lap set by Force India’s Sergio Perez being more than three seconds faster than the 2016 equivalent (which was already beaten on lap two today).
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Although it was always clear that a one-stop strategy would be optimal, there was a very wide range of possibilities as to when the drivers could stop, clearly seen throughout the race. As expected, wear and degradation were low, which allowed for long stints even on the ultrasoft, even though track temperatures were quite high for Monaco. Congratulations to Ferrari for sealing a historic one-two at this very special circuit.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
  
-
Raikkonen 1m15.527s
Perez 1m14.820s
-
Ricciardo 1m15.756s
Vettel 1m15.238s
 
 
 
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
 
 
TRUTHOMETER Ferrari’s Sebastian Vettel won the race using a one-stop strategy, as we expected. He started on the ultrasoft tyre and stopped for the supersoft on lap 39, five laps after his pole-sitting team mate Kimi Raikkonen.
 
 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

O piloto de Formula 1 Fernando Alonsodeixou as Indy500 votado como o Rookie do Ano, com uma oferta de carro disponível sempre que quiser voltar por parte de Michael Andretti e mais rico 305 mil USD. Ou seja, ganhou num mês em Indianápolis 1/10 do que ganha... num mês de F1!

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MONACO GRAND PRIX QUALIFYING
 
KIMI RAIKKONEN CLAIMS POLE FOR MONACO GRAND PRIX ON ULTRASOFT  AS MORE LAP RECORDS TUMBLE DURING THE DAY
 
VERY HIGH TRACK TEMPERATURES FOR MONACO: 46 DEGREES CENTIGRADE
 
VIRTUALLY NO DEGRADATION MEANS ONE PIT STOP TOMORROW

  as46 Copy– Ferrari driver Kimi Raikkonen has claimed pole position for tomorrow’s Monaco Grand Prix. All the drivers used the P Zero Purple ultrasoft tyres from start to finish of qualifying, which was held in quite high track temperatures of 46 degrees centigrade. Raikkonen’s pole time was 1m12.178s, lowering the fastest-ever lap time of Monte-Carlo that was set during free practice on Thursday. Only one pit stop is expected for tomorrow’s grand prix. However, expected low degradation also means that the stop can happen more or less when the teams choose at any point in the race, enabling them to take advantage of changing circumstances.   MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING  “It was a truly unpredictable qualifying session, where we saw another lap record being set. The ultrasoft was used from start to finish in qualifying, which was always going to be the most likely scenario, especially as the drivers can do multiple runs on this compound without any significant drop-off in performance. One pit stop is clearly the optimal race strategy, but with at least one frontrunner starting out of position, the potential is there to try something different by starting on supersoft and hoping to benefit from a safety car.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Not seen in qualifying and not expected to be used in the race. Not seen in qualifying but could be an alternative starting tyre as a gamble. Used from start to finish in qualifying and will be main race tyre tomorrow.   
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m 12.395s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
 
Raikkonen 1m12.740s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m12.830s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m12.178s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m12.221s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m12.223s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m12.496s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m12.998s ULTRASOFT NEW
Sainz 1m13.162s ULTRASOFT NEW
Perez 1m13.329s ULTRASOFT NEW
Grosjean 1m13.349s ULTRASOFT NEW
Button 1m13.613s ULTRASOFT NEW
Vandoorne  
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Button 17
SUPERSOFT Raikkonen 28
ULTRASOFT Massa 34
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Button 1m18.063s
SUPERSOFT Vettel 1m13.573s
ULTRASOFT Raikkonen 1m12.178s

 

HAAS NO G.P. MONACO

 

Evento:  Grande Prémio do Mónaco (6º round de 20)

Data:  Domingo, 28 de Maio

Local:  Circuit de Monaco

Layout:  3,337 quilómetros, circuito de 19 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  25,8-28,8ºC

Temperatura da pista:  46,7-57,4ºC

Vencedor da corrida:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari

Haas F1 Team: 

●  Romain Grosjean – arrancou de , terminou em (completou 78/78 voltas)

●  Kevin Magnussen – arrancou de 11º, terminou em 10º (completou 78/78 voltas)

 

 

 

Numa pista em que as ultrapassagens são difíceis, a qualificação tem uma importância acrescida, os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, garantiram pela primeira vez para a equipa americana o primeiro resultado com ambos os carros nos pontos, tendo sido o palco o Circuit de Monaco, onde se realizou este domingo o Grande Prémio do Mónaco. O duo terminou em oitavo e décimo, respectivamente, o sexto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, depois de terem garantido bons resultados na qualificação de sábado.

 

Grosjean iniciou a corrida de setenta e oito voltas ao histórico circuito de 3,337 quilómetros e 19 curvas do oitavo lugar, ao passo que Magnussen alinhou no décimo primeiro posto. Estas boas posições alcançadas no sábado foram determinantes para a boa performances de domingo, uma vez que o traçado incrivelmente sinuoso, que se mantém quase inalterado desde 1929, torna as ultrapassagens quase impossíveis.

 

O habitual arranque caótico foi relativamente calmo pelos standards da Fórmula 1 e Grosjean manteve o merecido oitavo lugar. Magnussen, por seu lado, bateu o Renault de Nico Hulkenberg e o Toro Rosso de Daniil Kvyat alcançando a nona posição. Quando o sétimo classificado, Sérgio Pérez, parou nas boxes para montar uma nova asa dianteira, na décima sexta volta, Grosjean herdou o sétimo posto e Magnussen subiu a oitavo.

 

Ambos os pilotos da Haas tinham adoptado uma estratégia de uma paragem e começaram com pneus ultramacios. Apesar de estes pneus serem os mais macios e, teoricamente, terem a mais curta esperança de vida da gama da Pirelli, as equipas puderam realizar um enorme número de voltas com ultramacios.

 

Para os estrategas da Haas F1 Team, o momento para realizar as paragens nas boxes era determinado pelo combinação do desgaste dos pneus e da posição que os pilotos tinham em pista relativamente aos seus adversários. Numa situação ideal, Grosjean e Magnusssen teriam uma diferença para os seus rivais suficiente para entrar e sair das boxes sem perder as suas respectivas posições.

 

Magnussen foi o primeiro a entrar nas boxes, na trigésima sétima volta, e Grosjean realizou a sua paragem na quadragésima volta. Ambos os pilotos montaram pneus supermacios, uma vez que o regulamento dita que têm que ser usados, pelo menos, dois tipos de pneus ao longo da corrida.

As paragens alteraram um pouco a classificação, com Grosjean a emergir no nono posto e Magnussen no décimo, estavam cumpridas quarenta e duas voltas. O sempre rápido Mercedes de Lewis Hamilton tinha subido ao sexto posto, uma vez que ainda não tinha efectuado a sua paragem nas boxes, depois de ter iniciado a corridas num incaracterístico décimo terceiro posto.

 

O azar abateu-se sobre Magnussen na quadragésima segunda volta, uma vez que um furo obrigou-o a realizar uma paragem nas boxes não planeada. Regressou à pista nos mais performantes ultramacios, mas estava na décima terceira posição quando saiu das boxes.

 

Grosjean, por seu lado, subiu a oitavo na quadragésima terceira volta, quando o McLaren de Stoffel Vandoorne regressou às boxes.

 

Depois da adversidade que Magnussen sofreu, começou a beneficiar dos problemas dos outros. Começou na sexagésima volta, quando Pascal Wehrlein quase capotou na entrada do Portier (Curva 8), imediatamente antes do Túnel, depois de um toque com Jenson Button. Isto resultou numa situação de Safety-Car que reagrupou o pelotão.

 

A corrida foi reassumida na sexagésima sexta volta e o décimo classificado, Vandoorne, saiu muito largo em Ste Devote (Curva 1), embatendo nas barreiras e acabando com a sua corrida. Isto permitiu a Magnussen subir a décimo segundo.

 

Depois da septuagésima volta, Pérez realizou uma manobra agressiva na tentativa de passar Kvyat em La Rascasse (Curva 18). Os dois colidiram, com Kvyat a terminar o seu dia e Pérez a ser obrigado a rumar às boxes com um furo. Isto permitiu a Magnussen subir a décimo posto e a voltar a estar em posições pontuáveis.

 

Para as restantes seis voltas, Grosjean manteve o oitavo posto e Magnussen o décimo. Foi a terceira vez que Grosjean terminou nos pontos esta temporada e a segunda de Magnussen. Este resultado, com ambos os pilotos nos pontos, surgiu para a Haas F1 Team na vigésima sétima corrida, uma vez que a equipa estreou-se na categoria no ano passado, no Grande Prémio da Austrália.

 

A Haas está agora no sétimo posto do Campeonato de Construtores, empatada com a equipa de fábrica da Renault com catorze pontos cada uma, a seis pontos da Williams e com oito de vantagem para a Sauber. Grosjean e Magnussen são décimo segundo e décimo terceiro, respectivamente, no Campeonato de Pilotos. Grosjean tem na sua conta nove pontos e Magnussen cinco.

 

O vencedor do Grande Prémio do Mónaco foi Tetracampeão Mundial, Sebastian Vettel. Foi a sua quadragésima quinta vitória na Fórmula 1, a terceira da temporada e a segunda no Mónaco. 3,145s foi a vantagem do piloto da Scuderia Ferrari para o seu colega de equipa, Kimi Raikkonen, o segundo classificado, o que lhe permitiu incrementar a sua vantagem no campeonato. Vettel chegou ao Mónaco com uma vantagem de seis pontos e abandona o principado com uma margem de vinte e cinco pontos.

 

Esta foi a primeira vitória no Mónaco da Scuderia Ferrari desde 2011 e permitiu à icónica marca italiana ultrapassar a Mercedes no Campeonato de Construtores. A Scuderia Ferrari lidera agora a Mercedes com uma vantagem de dezassete pontos, quando faltam anda catorze corridas.

 

A Fórmula 1 tem agora um fim-de-semana de folga, regressando à acção no fim-de-semana de 9-11 de Junho, para disputar o Grande Prémio do Canadá, que tem como palco o Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal.

 

 

 

Foi a primeira vez que tivemos dois carros nos dez primeiros, o que é muito bom, especialmente no Mónaco. Foi uma corrida complicada. Não tínhamos ritmo para os primeiros. Infelizmente, nada aconteceu mais à frente, apenas atrás de mim. Sempre que um carro abandonou foi atrás de mim. O Lewis (Hamilton) teve pista livre e conseguiu ultrapassar-nos durante as paragens nas boxes. É fantástico ter dois carros nos pontos. Conseguimos manter-nos longe de problemas e pilotei o mais rápido que pude. Há muito que temos que analisar e compreender, mas estamos a crescer enquanto equipa.”

 

 

 

Pessoalmente, tive uma corrida muito desapontante. Tive um furo, mas ainda assim terminámos com ambos os carros nos pontos, após um bom trabalho da equipa. Merece verdadeiramente este resultado. Estou satisfeito por ter alcançado. Apesar de ser apenas um ponto, dado que poderiam ser muitos mais. Sinto que esta é a temporada mais azarada da minha carreira, mas pelo menos hoje conseguimos colocar ambos os carros nos pontos e estou orgulhoso por isso. É o Mónaco, e aqui tudo pode acontecer. Não há motivo para desistir, continuei a dar o máximo. Nunca deixei de dar o máximo.”

 

 

 

Terminar com os dois carros nos pontos era que todos queriam alcançar este ano. Conseguimo-lo na sexta corrida. Queria que tivesse acontecido antes, mas na sexta corrida não é mau. Como disse na qualificação, todos realizaram um bom trabalho. Saímos dos pontos e conseguimos voltar depois do furo, portanto, penso que deveremos estar muito satisfeitos e contentes com o que fizemos aqui. Todos executaram bem as suas funções. Nunca perdemos a calma. Estivemos sempre no controlo dos acontecimentos, Tivemos azar, mas depois tivemos alguma sorte no final, portanto, tudo bem. Estamos a crescer. O crescimento é demorado e penso que, agora, podemos ver alguns resultados. Haverão altos e baixos, mas estamos sempre a dar passos em frente. Por vezes, não são visíveis porque não estamos nos pontos, portanto, ninguém vê, mas a equipa não fez magia hoje. Evoluímos ao longo dos últimos seis meses."

 

 

 

O sétimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula é o Grande Prémio do Canadá, que terá como palco o Circuit de Gilles Villeneuve, em Montreal. O treinos-livres realizar-se-ão no dia 9 de Junho, a qualificação a 10 e a corrida a 11.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

HAAS NO G.P. MONACO

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do Mónaco (6º round de 20)

Data:  Sábado, 27 de Maio

http://staticapp.icpsc.com/icp/loadimage.php/mogile/1568606/4bd30028cb69eefaa14ebcbff5cbc404/image/pngLocal:  Circuit de Monaco

Layout:  3,337 quilómetros, circuito de 19 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  25,5-27,3ºC

Temperatura da pista:  50,1-55,1ºC

Pole-Position:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m12,178s – novo recorde)

Resultado:  Romain Grosjean 8º/  Kevin Magnussen 13º

Nota:  Magnussen arrancará de oitavo devido a penalizações sofridas por pilotos que estavam à sua frente.

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Magnussen:  9º (1m13,531s), avançou para a Q2

Grosjean:  12º (1m13,786s), avançou para a Q2

Piloto mais rápido:  Max Verstappen da Red Bull (1m13,078s)

Cutoff: 15º Daniil Kvyat da Toro Rosso (1m13,899s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  6º (1m13,203s), avançou para a Q3

Magnussen:  13º (1m13,959s)

Piloto mais rápido:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m12,231s)

Cutoff:  10º Jenson Button da McLaren (1m13,453s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Grosjean:  8º (1m13,349s)

Pole-Position:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m12,178s)

Segundo:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m12,221s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se em oitavo e decimo terceiro, respectivamente, para o Grande Prémio do Mónaco que se disputa no domingo, no Circuit de Monaco. Magnussen, porém, arrancará de décimo primeiro devido às penalizações na grelha de partida sofridas por Jenson Button e Stoffel Vandoorne. Button qualificou-se no nono posto, mas tem uma penalização de quinze lugares, ao passo que que Vandoorne qualificou-se no décimo posto, mas tem uma penalização de três posições.

 

Magnussen registou o nono crono na Q1 com uma volta de 1m13,531s ao circuito de 3,337 quilómetros e dezanove curvas. Grosjean ultrapassou um pião em Mirabeau (Curva 5), onde manteve o seu Haas VF-17 longe dos muros e fora do caminho dos outros carros. Acabou por conseguir registar o décimo segundo tempo com uma volta realizada em 1m13,786s. Ambos os pilotos avançaram para a Q2, uma vez que apenas os quinze mais rápidos da Q1 passam ao segundo segmento da qualificação.

 

Na Q2, Grosjean assegurou o sexto tempo, 1m13,203s. Magnussen parecia capaz de se juntar ao seu colega de equipa, até que um conjunto de factores conspiraram para o deixar no decimo terceiro lugar com a marca de 1m13,959s. Na sua última volta lançada da Q2, Magnussen foi prejudicado pelo Mercedes de Lewis Hamilton. Tudo ficou perdido quando surgiram duplas bandeiras amarelas, faltavam doze segundos para o final da sessão, depois de Vandoorne ter embatido no rail da Curva 15, quando descrevia o complexo das piscinas. Apenas os dez primeiros da Q2 passam para a Q3.

 

Na Q3 pela quinta vez como piloto da Haas F1 Team e terceira esta temporada, Grosjean assegurou a sua segunda melhor qualificação do ano. A sua melhor volta, 1m13m349s, colocou-o no oitavo posto, um lugar melhor que o seu resultado no Bahrein e a duas posições da sua melhor qualificação da temporada, o sexto posto que alcançou na prova de abertura, na Austrália.

 

Tanto Grosjean como Magnussen rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio durante a qualificação. A Scuderia Ferrari monopolizou a primeira linha para o Grande Prémio do Mónaco. Kimi Raikkonen assinou a melhor volta de sempre no Mónaco, com uma marca de 1m12,178s, o que lhe valeu a pole-position e deixou o seu colega de equipa, Sebastian Vettel, a 0,043s. Esta é a décima sétima pole-position de Fórmula 1 da carreira de Kimi Raikkonen, mas sua primeira desde o Grande Prémio de França de 2008, que se realizou em Magny-Cours, há cento e vinte e oito corridas. É a primeira primeira linha da Ferrari desde o Grande Prémio do Mónaco de 2008, quando Felipe Massa assegurou a pole-position, batendo Kimi Raikkonen.

 

Antes da qualificação, Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão de Fórmula 1 participaram na terceira sessão de treinos-livres com o intuito de afinaram os seus respectivos carros para realizar uma volta rápida à pista. Ambos os pilotos realizaram o mesmo programa ao longo da sessão de sessenta minutos, efectuando uma volta de instalação com pneus macios para depois mudarem para ultramacios, para simular a qualificação.

 

Magnussen assegurou o nono posto, ao marcar o seu tempo, 1m13,596s, na décima sexta de vinte e uma voltas. Grosjean completou vinte e três voltas e assegurou o seu registo, 1m14,547s, na décima segunda volta, o que o deixou no décimo sexto posto.

 

Vettel foi o mais rápido na terceira sessão, tendo o seu tempo, 1m12,395s, deixado o seu perseguidor, Raikkonen, a 0,345s.

 

 

 

“Foi uma boa sessão de qualificação. O carro estava um pouco imprevisível, mas eram os pneus. Estavam a funcionar, mas de repente deixaram de funcionar, tanto à frente como a trás. O carro estava a mudar a cada volta. Estava com algumas dificuldades, dado que gosto de ter um carro equilibrado e que consiga entender, mas acabei por conseguir fazer uma volta decente na Q1 e passei. Na Q2 realizei uma boa volta, os pneus funcionaram correctamente, mas na Q3 nem tudo funcionou bem com os pneus traseiras. Seja como for, estamos entre os dez primeiros, que era o que queríamos. É um bom lugar para começar a corrida.”

 

 

 

“Não consegui arranjar uma volta limpa na Q2. Tive tráfego na minha volta de saída, na primeira volta, na segunda volta e, depois, na quarta. Portanto, não consegui fazer qualquer volta limpa e essa não é a forma de passarmos à fase seguinte, mas o tráfego aqui é normal – muito típico no Mónaco. Ter apenas uma volta limpa na Q1 e na Q2 sem tráfego é muito azar. É aborrecido e frustrante, dado que estava satisfeito com o carro. Tínhamos o ritmo para termos um bom resultado. Poderíamos ter chegado à Q3. Olhando para todos os outros que foram desafortunados, poderia ser um bom resultado, mas foi assim. Vamos ver se conseguimos recuperar na corrida.”

 

 

 

“Foi um bom dia. Iniciar o Monte Carlo de oitavo e de décimo primeiro, tudo pode acontecer. Todo o fim-de-semana até à qualificação correu bem. Todos realizaram um trabalho fantástico, os pilotos, os mecânicos e os engenheiros. Estávamos bem preparados para a qualificação. O único infortúnio foi o Kevin ter encontrado muito tráfego. Nunca pôde dar o seu melhor, tinha o Q3 ao seu alcance, também. Mas já sabemos, o Mónaco é assim. Sabemos que seria difícil, portanto, por vezes vencemos outras perdemos. Amanhã, vamos dar o nosso máximo para terminarmos com ambos os carros entre os dez primeiros.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

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DI GRASSI EM PARIS

 

Série de incidentes prejudica Di Grassi no e-Prix de Paris

Sequência de pódios do piloto brasileiro foi encerrada neste sábado (20) durante a sexta etapa da temporada da Fórmula E

 

 

Mal havia terminado o e-Prix de Paris, sexta etapa da temporada 2016-2017 da Fórmula E, neste sábado (20), e Lucas di Grassi já começava a pensar na próxima disputa, que acontece no dia 10 de junho em Berlim, com rodada dupla. A etapa parisiense apresentou uma série de incidentes para o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport, que não pontuou na prova que venceu há um ano.

"Considere terminada esta etapa e vamos olhar para a frente", resumiu o piloto, em um típico dia para não ser lembrado. Di Grassi, depois de fazer o melhor tempo no segundo treino livre, saiu para a classificação no primeiro grupo de pilotos, quando as condições da pista ainda não eram as ideais em termos de temperatura e aderência. Por isso, conseguiu apenas a 13ª posição de largada.

Na volta 16 da corrida, o brasileiro ultrapassou o português António Félix da Costa. Ao concluir a manobra, por fora, Lucas foi abalroado pelo lusitano. O piloto da Audi Sport rodou, mas conseguiu voltar à pista. O acidente gerou um período de Full Course Yellow, em que os pilotos têm de andar em velocidade controlada e, assim, boa parte do grid já se dirigiu aos boxes adotando estratégia parecida com a que levou Di Grassi à vitória no México há duas etapas.

Em sua parada para troca de carro, a equipe acabou o liberando de volta à pista muito cedo, no que o vice-líder do campeonato acabou penalizado com um drive-through, que é a passagem obrigatória pela área de boxes. Sem chances de terminar entre os dez primeiros e assim conquistar pontos, a estratégia passou a ser a busca da melhor volta da prova, e na perseguição pelo ponto extra o carro número 11 acabou tocando na proteção da pista, forçando-o a abandonar a corrida.

"Absolutamente, um dia para ser esquecido. Tudo o que podia dar errado comigo e com a equipe acabou dando errado", disse. "Claro que agora vamos nos sentar, discutir e fazer uma análise profunda de tudo o que aconteceu, e depois vamos bater a poeira, levantar a cabeça e voltar a atacar", afirmou.

Além de não pontuar, Lucas viu seu rival Sébastien Buemi marcar a pole position e vencer a prova, abrindo uma distância de 43 pontos na liderança do campeonato.

O brasileiro sabe do seu poder de reação e também o de sua equipe. Ainda nesta temporada, o brasileiro chegou para a etapa da Cidade do México a 46 pontos do suíço, venceu a corrida e diminuiu a distância para apenas cinco. E a próxima etapa da categoria dos carros elétricos acontece em Berlim, na Alemanha, com duas provas em circuito montado no antigo aeroporto Tempelhof.

"É a corrida de casa para a equipe, e nosso objetivo é voltar com mais força. Já mostramos mais de uma vez que podemos reagir. E é o que vamos fazer", concluiu.AV10 Copy

 

HAAS NO G.P. MONACO

 

Vestido para impressionar no naco

Haas F1 Team Enverga Nova Decoração Para o Mais Glorioso Dia do Automobilismo

 

– Para além de, no Mónaco, nos tentarmos manter ao nível dos Ferrari, dos Mercedes e dos Red Bull, temos também que manter um certo nível. Por isso, a Haas F1 Team leva uma nova decoração para o já rápido e sempre a evoluir Haas VF-17.

 

http://staticapp.icpsc.com/icp/loadimage.php/mogile/1568606/71291566ef753e3daafabe5f1dc0da6c/image/jpegElegantes tons de cinzento substituem as zonas vermelhas do carro, sem contar o vermelho que tonifica a traseira, que já é uma marca da Haas F1 Team desde a sua estreia, no ano passado. É um upgrade de estilo para um local onde estilo upgrade é o um modo de vida.

 

http://staticapp.icpsc.com/icp/loadimage.php/mogile/1568606/d19030e7126c5c4040920319843b686e/image/jpeg Mónaco é o epitomo da Fórmula 1. Carros de alta potência e sofisticados competem num recreio de alta potência e de sofisticação. Mónaco é o mais pequeno e mais densamente povoado país do mundo, mas o seu alcance é global. É por isso que a Haas Automation – o maior construtor de ferramentas mecânicas da América do Norte – usa a Fórmula 1 para evidenciar a sua avançada tecnologia a uma audiência mundial.

 

 

O automobilismo alcança o seu esplendor global no dia 28 de Maio é o Grande Prémio do Mónaco que dá o pontapé de saída ao mais glorioso dia do desporto automóvel. Para os que estão na América – a casa da Haas F1 Team – o pequeno almoço será no Mónaco, o almoço em Indianápolis e o jantar em Charlotte, através do Grande Prémio do Mónaco, as 500 Milhas de Indianápolis e a Coca-Cola 600.

 

http://staticapp.icpsc.com/icp/loadimage.php/mogile/1568606/bfeee22a284bcecf573c3c02c10313a1/image/jpegMas antes, temos o Mónaco. A primeira corrida foi realizada em 1929, quando Anthony Noghes, filho de um abastado barão dos cigarros, propôs a realização de uma corrida ao longo das ruas de Monte Carlo. A 14 de Abril, o primeiro Grande Prémio do Mónaco foi efectuado, vencido pelo Bugatti conduzido por Williams Grover-Williams. Na edição deste ano, a septuagésima quinta do Grande Prémio do Mónaco, o mesmo layout que Noghes desenhou será o desafio dos pilotos de Fórmula 1.

 

Desafio é a palavra-chave, dado que não há traçado mais desafiante que o Mónaco. A corrida de setenta e oito voltas ao circuito de 3,337 quilómetros e dezanove curvas detém inúmeras elevações e as curvas mais apertadas da temporada de vinte corridas. Pode também orgulhar-se de ser a única pista de Fórmula 1 com um túnel, que obriga os pilotos a ajustarem os seus olhos da luminosidade do sol às sombras em todas as voltas.

 

O Mónaco é o circuito mais curto da Fórmula 1 e a casa da curva mais lenta da categoria – o gancho da Curva 6 – que os pilotos descrevem a cerda 50Km/h com a direcção no máximo. Por isso, o tricampeão mundial Nelson Piquet afirmou que competir no Mónaco era “como andar de bicicleta na sala de estar”. Apesar de ser o circuito mais curto, Mónaco é a corrida mais longa da Fórmula 1 no que diz respeito à duração e, se for afligida por mau tempo, alcançará o limite de duas horas. Como resultado, o brilho e o glamour do Mónaco justapõe-se ao bom senso necessário para circular num circuito citadino que tem quase noventa anos e tem ao seu redor rails ameaçadores.

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, no seu conjunto, participaram em sete Grandes Prémios do Mónaco – cinco através de Grosjean e dois de Magnussen. O melhor resultado de Grosjean foi o oitavo em 2014 e o de Magnussen foi o décimo, também em 2014.

 

Como pilotos da única equipa de Fórmula 1 americana desde 1986, Grosjean e Magnussen gozarão de muita visibilidade nos Estados Unidos da América quando o Mónaco der início ao grande dia de corridas, cativando os adeptos desde o início da manhã até ao fim da noite.

 

O Grande Prémio do Mónaco será transmitido em directo pela Sport TV5 a partir das 13h00. De seguida terá início as 500 Milhas de Indianápolis, que rivaliza com o Grande Prémio do Mónaco em termos de prestígio. Será também transmitido em directo pela Sport TV5 a partir das 16h30. Depois dos 1065 quilómetros de competição, a corrida mais longa da Monster NASCAR Sprint Cup Series tem o seu início – a Coca-Cola 600. Esta corrida tem quatrocentas voltas na pista de milha e meia de Charlotte Motor Speedway, o que totaliza seiscentos milhas (novecentos e sessenta e seis quilómetros) ao longo de mais de quatro horas. Tem o seu início às 23h00 e pode ser seguida também na Sport TV5. Se é um adepto de automobilismo, não pode pedir mais.

 

Para o fundador e presidente da Haas F1 Team e um dos donos da Stewart-Haas Racing na NASCAR Sprint Cup, Gene Haas, o sol levantar-se-á e por-se-á com as suas empresas a correr, literalmente.

 

A Haas F1 Team iniciará o mais extraordinário dia de corridas com o desejo de garantir pontos que lhe permitiam fortalecer a sua posição no Campeonato de Construtores. Actualmente está no oitavo lugar com nove pontos, a cinco da Renault, a sétima classificada, e quatro à frente da Sauber, a nona.

 

Entretanto, a Stewart-Haas Racing enfrenta Charlotte envolvida em mais uma luta pelo campeonato. Os pilotos Kevin Harvick, Clint Bowyer e Kurt Busch estão todos todos em pista para lutar pelo título do final da temporada e com ceptros alcançados em 2011, através de Tony Stewart, e em 2014, Harvick, a Haas está sedenta de outro em 2017.

 

Assim como Grosjean e Magnussen carregam as cores da Haas Automation na Fórmula 1, Busch e Bowyer fazem o mesmo na NASCAR. Busch está embrenhado na luta pelo campeonato com a sua vitoria na Daytona 500. Bowyer está solidamente entre os dez primeiros e a bater à porta da sua primeira vitória de 2017.

 

É um dia intenso que se inicia quando vinte pilotos de Fórmula 1 virem as luzes dos semáforos se apagarem e se lançarem para a luta da primeira curva do Mónaco. Tudo começa então, e para Gene Haas, não há descanso até que o sol se levante no dia seguinte.

Circuit de Monaco

 

Perímetro: 3,337 km

Voltas: 78

Distância de corrida: 260,286 km

Transmissão televisiva:

Sport TV5 – 13h00

 

 

Sobre a Haas Automation, Inc

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

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O Haas VF-17 tem um novo look para o Mónaco. O que foi que inspirou a mudança e será para o resto da temporada?

“É para o resto do ano. Com a alteração do tamanho dos números e o seu posicionamento, procurámos tornar todo o carro mais visível.”

 

Mónaco é para a Fórmula 1, como as 500 Milhas de Indianápolis é para a IndyCar e Daytona 500 para a NASCAR. Evidentemente, o Mónaco é especial, mas como é o Mónaco para si?

“Para mim, o Mónaco é uma corrida como qualquer outra. Temos que estar bem e marcar pontos. No entanto, é sempre especial, devido ao brilho e ao glamour. A grande diferença no Mónaco é a distância para tudo. Temos que caminhar muito, portanto, diria que, logisticamente é um circuito desafiante. E durante a corrida é muito intenso, dado que qualquer pequeno erro pode colocar o carro no muro. Ultrapassar é difícil, também, portanto, existe uma maior pressão no sábado durante a qualificação que no domingo, uma vez que no domingo as posições são definidas no arranque e, a não ser que algo de especial suceda, terminamos na posição em que começámos. O sábado é intenso.”

 

Muito será dito da participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas de Indianápolis. O que pensa sobre isso e poderá seguir as 500 Milhas de Indianápolis?

“Não estou aqui para julgar decisões, portanto, ele pode fazer o que considerar que deve fazer. Penso que é bom para o automobilismo, é uma boa história. Ele merece. É um dos melhores na Fórmula 1. Pode sair-se bem. Tem talento para conseguir um bom resultado nas 500 Milhas de Indianápolis, sem dúvida. Não creio que consiga seguir a prova, dado que este ano estarei a voar, mas talvez consiga ver o final quando chegar a Inglaterra nessa noite. Vou, seguramente, inteirar-me do que aconteceu. Desejo-lhe boa sorte.”

 

No Grande Prémio do Mónaco, o carro do Alonso será pilotado pelo Jenson Button. Do que viu este ano até agora, que ajustamentos terá ele que fazer, relativamente ao carro do ano passado, para pilotar o deste ano?

“O Jenson não terá problemas. Está bem treinado. Sempre esteve em forma. Não penso que terá dificuldades. Ele saberá o que terá que enfrentar. É um Campeão do Mundo e sabe como pilotar um carro. Já pilotou carros semelhantes a este, antes da alteração regulamentar e termos ficado com pneus mais pequenos e tudo isso. Penso que será um dos poucos que não ficará surpreendido com estes carros. Sempre foi rápido em Monte Carlo, portanto, vamos ver o que ele traz para a corrida.”

 

No que diz respeito ao Mónaco, os adeptos veem brilho e glamour. Mas para aqueles que têm que trabalhar para tornar o carro rápido no Mónaco, existe algum brilho e glamour?

“Gostava que existisse. Mas normalmente não, dado que é muito trabalhoso e existe sempre o risco de o carro bater nos muros e a carga de trabalho aumenta. Os nossos rapazes não terão tempo para ver o brilho e o glamour, mas por vezes, na sexta-feira à tarde – porque no Mónaco não rodamos na sexta-feira, apenas na quinta-feira, no sábado e domingo – os rapazes podem ter meio dia de folga e visitar a cidade, mas normalmente, quando não têm nada para fazer, dormem, porque estão cansados do trabalho.”

 

Tudo parece um pouco apertado no paddock e na via das boxes. A logística é difícil no Mónaco?

“É a mais difícil de todo o ano, dado que não há espaço. Tudo o que é necessário fazer terá que ser feito em metade do espaço e a distância entre as coisas são dez vezes maiores do que em qualquer outro Grande Prémio. Temos que andar muito, andar muito de scooter e tudo demora mais. Temos que ter um plano para tudo isso, dado que se precisarmos de alguma coisa do camião, temos que ir à garagem e trazê-la para o paddock. É decididamente a mais desafiante de todas, no que diz respeito à logística.”

 

A Qualificação é sempre importante na Fórmula 1, mas no Mónaco é excepcionalmente importante, dado ser difícil ultrapassar.

“A corrida é a qualificação de sábado. Ultrapassar é quase impossível, portanto, se ninguém se despistar nada de anormal acontecer em pista, ou durante as paragens nas boxes, pode ser muito difícil. A estratégia é muito importante na corrida. O único local onde é possível ultrapassar é na via das boxes se estivemos perto.”

 

O Mónaco marca o primeiro aniversário dos pneus Pirelli ultramacios. Como foi que o uso destes pneus evoluiu e de que forma um tipo de pneus muito aderente, mas com um pequeno período de vida é um factor na estratégia de uma equipa?

“Estamos muito satisfeitos por ter no Mónaco os pneus mais macios da gama. Temos que perceber de que forma poderemos usar os ultramacios no Mónaco. Com os pneus mais largos, e sendo o Mónaco o Mónaco, precisamos dos pneus mais macios possíveis. Ainda não sabemos quanto durarão – se poderão fazer apenas pequenos stints ou maiores. Por vezes, este ano, fomos surpreendidos com a forma com os pneus duram. O maior exemplo é o de Barcelona. O pneu macio era muito bom e tinha uma longa durabilidade. Não sabemos exactamente o que o pneu fará no Mónaco, mas de momento, estamos satisfeitos por termos estes pneus à nossa disposição. Escolhemos muitos desse tipo. Se a nossa escolha for errada, estamos em dificuldades, mas os outros também, portanto, estaremos todos. Penso que os carros serão muito rápidos com estes pneus.”

 

Por vezes, a estratégia pode ser colocada de parte, quando é espoletada uma situação de Safety-Car Virtual. Este parece ter sido o caso da equipa na corrida de Barcelona. É possível ter um plano para uma situação de Safety-Car Virtual, ou depende do momento em que acontece, acreditar no instinto e agir de acordo com a experiência?

“Olhamos sempre para história para perceber quantas vezes o Safety-Car ou o Safety-Car Virtual foi utlizado. Quando é activado, por vezes estamos numa boa posição, em outros casos nem por isso. Em Barcelona estávamos numa má situação, por que arruinou a nossa estratégia e ajudou a dos outros. Diria que, porem, as corridas são assim. Em Barcelona, dois dos carros da frente abandonaram e isso tornou possível, no final, salvar um décimo lugar. Quando surgiu o Safety-Car Virtual, ambicionávamos mais que um décimo posto. Por vezes não nos beneficia, por vezes beneficia. Para responder a sua pergunta, temos que reagir quando o Safety-Car Virtual surge e fazer o que temos que fazer. Se é certo ou errado, depois descobrimos.”

 

Dado o Mónaco ser tão técnico, considera ser uma pista para pilotos, onde a habilidade de alguns pode ultrapassar a sofisticação do carro de outros?

“É uma combinação, mas claro, no Mónaco a percentagem daquilo que um piloto pode fazer aumenta. O carro tem sempre que ser bom – um bom carro é bom em todo lado – mas no Mónaco, um bom piloto pode fazer a diferença.”

 

Parece que no Mónaco, os bons dias tornam-se grandiosos, mas os maus são ainda piores. O sucesso no Mónaco é tão procurado por ser tão difícil de alcançar?

“É difícil ser-se bem-sucedido. É um Grande Prémio muito conhecido, famoso e glamouroso. Portanto, é um dos que qualquer piloto gostaria de vencer.”

 

 

Mónaco é para a Fórmula 1, como as 500 Milhas de Indianápolis é para a IndyCar e a Daytona 500 para a NASCAR. Evidentemente, o Mónaco é especial, mas como é o Mónaco para ti?

“O Mónaco é especial para mim porque é a minha corrida caseira. Estamos ao lado de França e há sempre muita gente, muitos adeptos. É especial, claro, devido a todo o glamour, porque é o Mónaco. Todos conhecem o Mónaco e todos querem estar no Mónaco. É uma pista desafiante e um longo fim-de-semana com muitas exigências, mas no fundo é um evento fantástico.”

 

Mencionaste que o Mónaco é a tua corrida caseira. A tua família estará contigo? Consegues tirar partido da zona na sexta-feira, quando não há acção em pista?

“Terei comigo no Mónaco a minha esposa e o meu pai, o que será fantástico. É claro que haverão muitos adeptos franceses no Grande Prémio, o que é fantástico. Estou ansioso. O Mónaco é especial, dado que não andamos em pista na sexta-feira. É um dia de folga, mas temos uma reunião com os engenheiros, uma sessão de autógrafos e uma aparição para os fãs num fórum. Estarei muito ocupado, apesar de não estar em pista.”

 

No próximo ano terás uma verdadeira corrida caseira, com o regresso do Grande Prémio de França. Será uma corrida importante para ti e que experiência tens no Circuit Paul Ricard?

“Não tenho muita experiência em Paul Ricard. Corri lá na GT1 e fiz alguns testes de GP2, mas penso que nunca lá competi em monolugares. Ter uma corrida caseira é especial. Todos ficam entusiasmados e mal passo esperar para ver como será.”

 

Muito será dito da participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas de Indianápolis. O que pensas sobre isso e poderás seguir as 500 Milhas de Indianápolis?

“É fantástico, tem estado muito bem. É uma boa corrida. Engraçada, mas não estou seguro de a poder ver. Terei que ver um resumo.”

 

No Grande Prémio do Mónaco, o carro do Alonso será pilotado pelo Jenson Button. Do que viste este ano até agora, que ajustamentos terá ele que fazer, relativamente ao carro do ano passado, para pilotar o deste ano?

“Antes de mais terá que se ambientar à largura do carro, especialmente no Mónaco. O Jenson é um grande campeão. É um Campeão Mundial e sabe o que faz. Adaptar-se-á rapidamente. Se pudermos tirar vantagem do facto de ele não ter muita experiência no carro inicialmente, vamos usar isso para a nossa performance, mas estou seguro de que ele será muito forte desde o início.”

 

A elegância, o estilo de vida do Mónaco choca de frente com um dos circuitos mais exigentes e implacáveis da Fórmula 1. Monte Carlo é evidentemente um circuito porreiro para visitar, mas é difícil competir lá?

“É muito complicado correr lá. Todos os circuitos citadinos são complicados. No Mónaco, se cometermos um erro, vamos ao muro. É difícil encontrar o limite do carro. Temos sempre que conduzir abaixo do limite, a não ser que estejamos na qualificação numa volta muito rápida. É muito estreito, e vamos muito depressa entre muros. É um grande desafio.”

 

A Qualificação é sempre importante na Fórmula 1, mas no Mónaco é excepcionalmente importante, dado ser difícil ultrapassar.

“Sim. É quase impossível ultrapassar no Mónaco, a não ser que assumamos grandes riscos e, nesse caso, podemos depois passar muito tempo com os comissários. A qualificação é muito importante. Queremos estar na primeira linha. Assim que a corrida se inicia, queremos ter um bom arranque e mantermo-nos por lá. É uma daquelas corridas em que a possibilidade de ultrapassar é muito baixa. É preciso que aconteça alguma coisa para recuperarmos, se arrancarmos muito detrás.”

 

O Grande Prémio do Mónaco disputa-se desde 1929. Tens algum interesse pela história da corrida, e há alguma prova de que te lembres e se destaque?

“Lembro-me do Mónaco de 1996 quando o Olivier Panis venceu. Foi o último francês a vencer um Grande Prémio. Lembro-me da corrida, sobretudo porque foi uma loucura. Ele arrancou do décimo quarto lugar da grelha de partida e foi um dos três carros que cruzou a linha de meta. É claro que temos a história do Mónaco, todos os carros de corrida, as alterações ao circuito – adoramos o Mónaco porque é o Mónaco.”

 

Dado o Mónaco ser tão técnico, consideras ser uma pista para pilotos, onde a habilidade de alguns pode ultrapassar a sofisticação do carro de outros?

“É uma questão complicada. Sim, é um circuito de pilotos, mas temos que ter confiança no carro. Mas, por outro lado, se o carro não nos proporciona aderência, não temos confiança, e não podemos fazer qualquer diferença. Temos que encontrar um equilíbrio entre o carro, o piloto e o facto de, se tivermos confiança, podermos fazer a diferença.”

 

Sendo este carro muito mais rápido que o do ano passado, a tua abordagem a alguma zona do circuito do Mónaco alterar-se-á? As travagens serão mais importantes devido às velocidades com que te aproximas das curvas?

“Provavelmente, seremos mais rápido, mas temos apenas que estar mais concentrados Penso que não se alterará significativamente. Temos apenas que continuar a trabalhar. A travagem será muito importante. Depois temos a aderência do carro, a confiança – sobretudo no Mónaco, a confiança que temos no carro. Se pudermos ir ao limite na entrada da curva, é fantástico. Se não pudermos, então tudo será um pouco mais difícil.”

 

Parece que no Mónaco, os bons dias tornam-se grandiosos, mas os maus são ainda piores. O sucesso no Mónaco é tão procurado por ser tão difícil de alcançar?

“Isso é, provavelmente, verdade. É uma das corridas mais difíceis de vencer. Tudo tem que estar perfeito, desde a primeira sessão de treinos-livres até ao final da corrida. Temos que ter um bom ritmo nos treinos-livres, conquistar um lugar entre os três primeiros na qualificação. Depois, temos que ter um bom arranque, uma boa estratégia e andar bem até ao fim. É muito complicado acertar em tudo.”

 

Está a tentar convencer a tua esposa ou namorada a ir a uma corrida. Se for o Mónaco, onde tens que a levar para assegurar que ela fica a gostar do Mónaco para lá da corrida?

“Penso que, todas as pistas citadinas – Mónaco, Melbourne, Montreal, Singapura, Budapeste e Austin – são locais porreiros. Há evidentemente uma corrida a decorrer, mas para além disso, há uma cidade que a esposa pode explorar. O Mónaco é uma pista com muito glamour, porque temos os barcos, a marina e tudo o resto. É um local engraçado para levar a esposa ou a namorada.”

 

Tens algum resultado ou momento da tua carreira de promoção de que gostes especialmente e que tenha ocorrido no Mónaco?

“Venci lá a corrida de GP2 em 2009. Diria que esse será um bom momento.”

 

Qual é a tua zona preferida do circuito do Mónaco e porquê?

“Gosto da subida para o Casino. É a zona de alta-velocidade do Mónaco.”

 

Descreve uma volta ao circuito do Mónaco.

“Começamos com a recta da meta, onde a travagem para a primeira curva, Sainte Devóte, tem muitos ressaltos. É fácil cometer um erro ali, mas temos que ter uma boa saída para a subida para o Casino. Subimos, temos uma curva cega, travamos logo depois de um ressalto, colocamos a quarta engrenagem e terceira para a seguinte. Começamos a descer, temos que evitar a paragem do autocarro, que é muito irregular, e chegamos à Curva 5. Temos sempre um pouco de rodas bloqueadas, a roda interna fica no vazio. Temos então o gancho, uma curva muito lenta. Viramos o volante apenas com uma mão. Depois temos as duas curvas do Porteiro. A segunda é importante dado que nos leva ao túnel, que é uma das rectas da pista. O túnel é feito a fundo e, depois, temos uma grande travagem para a chicane, onde temos outro ressalto. Vamos para a curva da Tabacaria, que é uma curva de alta velocidade, seguindo-se o complexo das piscinas, também de alta velocidade. A travagem para La Rascasse é complicada, novamente é fácil bloquear as rodas dianteiras. Depois temos uma saída complicada para a última curva – não é fácil tem um pequeno desnível. Quando descemos, as rodas podem patinar em aceleração, e estamos de novo na recta da meta.”

 

 

 

 

 

 

Mónaco é para a Fórmula 1, como as 500 Milhas de Indianápolis é para a IndyCar e Daytona 500 para a NASCAR. Evidentemente, o Mónaco é especial, mas como é o Mónaco para ti?

“O Mónaco é a corrida mais icónica da temporada. É também uma das pistas mais divertidas de fazer. É verdadeiramente desafiante, especialmente com este carro novo e mais rápido. Tenho a certeza de que será ainda mais divertido este ano.”

 

No Grande Prémio do Mónaco, o carro do Alonso será pilotado pelo Jenson Button. Do que viste este ano até agora, que ajustamentos terá ele que fazer, relativamente ao carro do ano passado, para pilotar o deste ano?

“Comporta-se de uma forma um pouco diferente e tem muito mais aderência, especialmente nas curvas de alta velocidade dará uma sensação diferente. Continua a ser um carro de corridas. Tem quatro rodas e um volante. Não deverá ter dificuldades.”

 

A elegância, o estilo de vida do Mónaco choca de frente com um dos circuitos mais exigentes e implacáveis da Fórmula 1. Monte Carlo é evidentemente um circuito porreiro para visitar, mas é difícil competir lá?

“É muito complicado competir lá e é quase impossível ultrapassar. Só conseguimos ultrapassar se o piloto da frente fizer um grande erro. Pelo menos com estes carros maiores, será assim. A qualificação será muito importante.”

 

Sendo este carro muito mais rápido que o do ano passado, a tua abordagem a alguma zona do circuito do Mónaco alterar-se-á?

“A secção das piscinas será muito rápida este ano e o Casino também. Penso que será muito divertido.”

 

O Mónaco marca o primeiro aniversário dos pneus Pirelli ultramacios. Como foi que o uso destes pneus evoluiu e de que forma um tipo de pneus muito aderente, mas com um pequeno período de vida é um factor na estratégia de uma equipa?

“Bem, depende da pista em que os estamos a usar. No Mónaco, mesmo os ultramacios serão demasiado duros. Precisamos de uma espécie de mega-ultramacios para esta corrida. Não existe, portanto, temos que usar os ultramacios. É claro que os macios não serão de muito uso – mesmo os supermacios serão demasiado duros.”

 

O Grande Prémio do Mónaco disputa-se desde 1929. Tens algum interesse pela história da corrida, e há alguma prova de que te lembres e se destaque?

“Penso que houveram muitas boas corridas no Mónaco, muitas corridas históricas, é difícil escolher a mais especial. O local transpira história. Quando lá estamos, sentimo-nos parte da Fórmula 1.”

 

Dado o Mónaco ser tão técnico, consideras ser uma pista para pilotos, onde a habilidade de alguns pode ultrapassar a sofisticação do carro de outros?

“De certa forma, sim, dado que a qualificação é muito importante, tudo depende de performance pura ao longo de uma volta. Julgo que torna tudo muito intenso – fazer uma volta em que tudo corra bem.”

 

Qual é a tua zona preferida do circuito do Mónaco e porquê?

“Diria a zona das piscinas. É a melhor zona. É rápida e excitante.”

 

Descreve uma volta ao circuito do Mónaco.

“É irregular, estreito e excitante.”

 

 


 

 

Circuit de Monaco

  • Número de voltas: 78
  • Distância de corrida: 260,286 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 60 Km/h
  • Este circuito de 3,337 quilómetros e 19 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1950 e 2017 marca a 75º edição do Grande Prémio do Mónaco.
  • Lewis Hamilton detém o recorde da volta no Mónaco (1m17,939s), realizada em 2016 com a Mercedes
  • Daniel Ricciardo detém o recorde da volta de qualificação no Mónaco (1m13,622s), realizada em 2016 com a Red Bull.
  • MAS, as voltas anteriormente mencionadas foram efectuadas com um layout ligeiramente reconfigurado em 2016. A volta de qualificação que Kimi Raikkonen realizou em 2006 com a McLaren, 1m13,532s, é amplamente considerada a mais rápida alguma vez efectuada no Mónaco.
  • Não existe pista mais desafiante na Fórmula 1 que o Mónaco, ostentando muitas elevações e a curva mais lenta do calendário – o gancho da curva 6 – que os pilotos descrevem a baixíssima velocidade, 50 Km/h, enquanto têm a direcção no máximo. Apesar de ser a pista mais curta da temporada, a prova do Mónaco é a mais longa no que diz respeito a duração, e se for afligida pela chuva, certamente que atingirá o limite de duas horas. O Mónaco tem também o único túnel da Fórmula 1, o que obriga os pilotos a ajustar os seus olhos do brilho do sol para as sombras todas as voltas.
  • Sabia que: Antes de 1969 não existiam barreiras de protecção no circuito do Mónaco. As condições do circuito eram, basicamente, idênticas às dos restantes dias, durante o seu uso civil, excpetuando os carros estacionados nas bermas das ruas. Se um piloto saísse de pista, embateria no que estivesse por perto – edifícios, postes de iluminação, janelas, etc. No caso de Alberto Ascari e Paul Hawkins, terminaram na água. Dado que a pista não tinha barreiras, ambos terminaram na marina mediterrânica. Em 1970 e 1971, os rails foram sendo colocados em pontos específicos e em 1972 quase todo o circuito era rodeado deles.
  • Durante o Grande Prémio do Mónaco, a temperatura mínima variará entre os 16ºC-18ºC e a máxima entre os 21ºC-23ºC. A velocidade do vento estará entre os 3 Km/h – 23 Km/h, raramente excedendo os 40 Km/h.

 

  • A Pirelli leva para o Mónaco três tipos de pneus:
    • P Zero Amarelo/Macio pouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Vermelho/Supermacio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
    • P Zero Roxo/Ultramacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar.(Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois pneus de especificação obrigatória  para a corrida (um de P Zero Amarelo/Macio e outro P Zero Vermelho/Supermacio) e um obrigatória para a Q3 (um P Zero Roxo/Ultramacio). Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:
    • Grosjean: um jogo de P Zero Amarelo/Macio, dois jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e dez jogos de P Zero Roxo/Ultramacio
    • Magnussen: um jogo de P Zero Amarelo/Macio, dois jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e dez jogos de P Zero Roxo/Ultamacio

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

FERNANDO ALONSO tem feito mais pelas 500 milhas de Indianápolis no último mês que todos os americanos nos últimos 20 anos, desde que houve a separação CART / IRL. O espanhol voltou a colocar a prova no mapa-múndi das corridas. Até na América do Norte nunca houve tanto interesse pela competição em três décadas - a última vez que me lembro de algo assim foi quando a Mercedes chegou no início dos anos 90 com vontade e meios para dominar.
Os jornalistas da rival NASCAR são os pr...imeiros a comentar este "renascer das cinzas" de uma prova que deixou de ser the "Greatest Race in The World" para os americanos, perdendo esse título para as "Daytona 500". A qualificação teve um impacto mediático sete vezes (sim, 7 vezes) superior ao do ano passado.
Começo a acreditar que uma vitória de Alonso será algo de fantástico em termos de imagem. Também é verdade que os responsáveis do IndyCar tiveram sorte - receberam um dos grandes da F1, carismático para mais, com necessidade de um boost de confiança, mesmo de alegria de viver. E que tudo tem feito para mostrar essa satisfação, esse prazer imenso.

 

HAAS NO G.P. MONACO

 

Evento:  1ª e 2ª Sessões de Treinos-Livres

Data:  Quinta-Feira, 25 de Maio

http://staticapp.icpsc.com/icp/loadimage.php/mogile/1568606/4bd30028cb69eefaa14ebcbff5cbc404/image/pngLocal:  Circuit de Monaco

Layout:  3,337 quilómetros, circuito de 19 curvas

Condições climatéricas na 1ª Sessão:  Sol

Temperatura do Ar na 1ª Sessão:  20,8-22,6ºC

Temperatura da pista na 1ª Sessão:  28-38,3ºC

Condições climatéricas na 2ª Sessão:  Sol

Temperatura do Ar na 2ª Sessão:  21,8-24,5ºC

Temperatura da pista na 2ª Sessão:  37,2-46,7ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen

 

 

 

Magnussen:  13º (1m14,870s), 34 voltas

Grosjean:  15º (1m15,321s), 33 voltas

Volta mais rápida:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m13,425s)

Mais voltas completadas:  Daniel Ricciardo da Red Bull (45)

 

 

 

Magnussen:  9º (1m13,890s), 46 voltas

Grosjean:  14º (1m14,022s), 44 voltas

Volta mais rápida:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m12,720s)

Voltas completadas:  Esteban Ocon da Force India (47)

 

 

 

O sexto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 começou com os treinos-livres de sexta-feira no Circuit de Monaco, tendo as equipas iniciado a preparação para o Grande Prémio do Mónaco, que se realiza no domingo.

Duas sessões de treinos-livres no circuito de 3,337 quilómetros e dezanove curvas permitiram aos pilotos adaptarem-se à nova geração de carros de Fórmula 1, mais largos e mais potentes, no histórico circuito que tem vindo a ser usado desde 1929.

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Mangussen, começaram o dia banhado pelo Sol com o mesmo programa – uma volta de instalação com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio, seguida de duas séries de voltas com pneus novos ultramacios. O duo terminou a sessão com mais duas séries com os seus Haas VF-17 equipados com ultramacios usados.

Magnussen completou trinta e quatro voltas, tendo a sua melhor surgido na vigésima primeira – 1m14,870s, o que o colocou no décimo terceiro lugar. Grosjean registou trinta e três e assegurou a sua melhor marca na décima oitava volta, o que o deixou no décimo quinto lugar da tabela de tempos.

O Mercedes de Lewis Hamilton liderou o caminho na primeira sessão, com o crono de 1m13,425s, deixando o segundo mais rápido, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, a 0,196s e batendo o recorde de Kimi Raikkonen, 1m13,532s realizado em 2006 com a McLaren, por 0,107s.

Os tempos continuaram a cair na segunda sessão, tendo os seis primeiros realizado marcas abaixo do recorde de 2006 de Raikkonen.

Magnussen melhorou a sua marca da primeira sessão por 0,98s, com a marca de 1m13,890s, realizada na sua vigésima primeira volta, quando tinha montado um jogo de pneus ultramacios. Grosjean também melhorou, 1,299s relativamente à sua marca da primeira sessão, ficando com o crono de 1m14,022s ao completar a vigésima primeira volta, também com borrachas ultramacias. Magnussen ficou no nono posto e Grosjean no décimo quarto. Ambos os pilotos realizaram o mesmo programa ao longo da segunda sessão, iniciando com pneus supermacios para mudar depois para ultramacios. O duo regressou aos supermacios no final da sessão, enquanto a equipa treinava paragens nas boxes. Magnussen terminou a sessão com quarenta e seis voltas completadas e Grosjean com quarenta e quatro.

Vettel foi o mais rápido na segunda sessão, mas não se superiorizou a um Mercedes, mas antes ao Red Bull de Daniel Ricciardo e ao Ferrari do seu colega de equipa, Raikkonen, que compuseram o Top-3. A melhor volta de Vettel foi concluída em 1m12,720s, deixando Ricciardo a 0,487s e Raikkonen a 0,563s. Hamilton, o mais rápido da manhã, foi apenas o oitavo mais rápido, a 1,153s de Vettel.

Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou cento e cinquenta e sete voltas – oitenta pelas mãos de Magnussen e setenta e sete pelas de Grosjean.

 

 

“Conseguimos manter-nos longe de problemas. É um segundo pelotão muito competitivo. Temos que juntar todos os nossos melhores sectores. Penso que temos algum trabalho que podemos fazer no carro para o tornar melhor. No geral, porém, estou satisfeito com o trabalho que todos desenvolveram. Estou ansioso por sábado. É mais complicado e desafiante pilotar aqui, mas é mais divertido.”

 

 

 

“Estou muito satisfeito com esta jornada. Fizemos tudo o que estava no nosso programa. O carro não está mau, portanto, estou ansioso pela qualificação de sábado. Tudo é muito rápido aqui. É fantástico e é muito divertido. Vamos esperar podermos ser competitivos, também.”

 

 

 

“Foi um bom dia. Na primeira e segunda sessões não tivemos danos, o que é sempre sinal de um bom dia em Monte Carlo. O segundo pelotão é muito competitivo, como sempre – um pouco ainda mais competitivo, o que é interessante. Tivemos uma boa sessão. Fizemos muitas voltas e aprendemos muito. Agora teremos a qualificação. Será duro – sete carros estavam separados por menos de três décimos de segundo. Penso que estamos numa boa posição. Vamos dar o nosso melhor para estarmos prontos para sábado.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (11h00-12h00) antes do início da qualificação, às 14h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MONACO GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
SEBASTIAN VETTEL TOPS FREE PRACTICE  WITH FASTEST-EVER LAP OF MONACO
 
PERFORMANCE GAP OF ABOUT 0.7 SECONDS  BETWEEN SUPERSOFT AND ULTRASOFT
 
WEAR AND DEGRADATION PRACTICALLY ZERO ON A LOW-GRIP CIRCUIT: NO MORE F1 RUNNING NOW UNTIL SATURDAY

  aw4 Copy The fastest lap in the 75-year history of the Monaco Grand Prix was established during FP2 this afternoon, courtesy of Ferrari driver Sebastian Vettel who set a best time of 1m12.720s, beating Daniel Ricciardo’s previous benchmark of 1m13.622s.
 
As expected, the ultrasoft proved to be around 0.7 seconds faster than the supersoft. With degradation practically zero, the purple tyre is anticipated to be the favoured tyre for both qualifying and the race. The unusual timetable in Monaco, featuring free practice on Thursday, no running on Friday, and the track open to public traffic overnight, means that the normal pattern of track evolution is affected, with very little rubber laid down. 
 
To extract the maximum from the tyres, many drivers did a preparation lap before their flying lap: with managing traffic being the other key factor behind a quick time.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING  “Monaco is not a circuit that generally holds many surprises: we saw very limited running on the soft and the majority of action on the ultrasoft, exactly as we expected. Even this compound is on the hard spectrum for the very specific low-grip conditions of Monaco: ideally we would bring specialised compounds for this event, even softer than the current ultrasoft. Nonetheless, we already saw the fastest-ever lap of Monaco even in FP1, which subsequently became even faster in FP2. Some drivers who want to do something different in qualifying might choose to run the supersoft in Q2 on Saturday: in the event of an early safety car, this is a gamble that could pay off.”
 
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
 
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m 13.425s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 13.621s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 13.771s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m 12.720s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m 13.207s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m 13.283s ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Button 1m 18.063s
SUPERSOFT Kvyat 1m 14.111s
ULTRASOFT Hamilton 1m 13.425s
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT - -
SUPERSOFT Vettel 1m 13.573s
ULTRASOFT Vettel 1m 12.720s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Button 17
SUPERSOFT Raikkonen 28
ULTRASOFT Massa 34
 
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
 
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
 
17.0 psi (fronts) – 16.5 psi (rears)
 
 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS  FOR THE 2017 HUNGARIAN GRAND PRIX 
 
- Pirelli announces the following compounds for the eleventh round of the 2017 Formula One season (July 28 – 30).
 
 
 
 
(1) Each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.
 
(2) Each driver must have both these sets available for the race and must use at least one of them.
 
The Teams are free to choose the remaining 10 sets, thus making up 13 sets in total for the weekend.
 
THE TYRES NOMINATED SO FAR*:
 
(*) The regulations mean that the tyre sets choice for the long-haul events has to be made by the teams 14 weeks in advance, whereas for the European races the deadline is 8 weeks in advance.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

F2 ON THE STREETS OF MONACO WITH SOFT AND SUPERSOFT P ZERO TYRES


. The FIA Formula 2 Championship drivers will race on the famous streets of Monaco this weekend in perhaps the most prestigious event of the season.

Pirelli will provide them with the two softest available compounds in the F2 range: the P Zero Red supersoft and the P Zero Yellow soft, with the former to be deployed for the first time this season. These will offer the optimal grip and performance around the twisty and narrow circuit. Because of the tight confines of the track, qualifying is split into two sessions.

Monaco’s own Charles Leclerc of the Ferrari Driver Academy leads the standings in his rookie season after stepping up from the GP3 Series, which is also supplied by Pirelli.

Pirelli’s racing manager says:

Mario Isola: “Just as in Formula 1, Monaco is probably the most prestigious race in the Formula 2 season. It is not a demanding circuit on the tyres, which is why we bring the two softest available compounds to give the drivers as much grip as possible. Extracting the best from the tyres in qualifying is important to a good weekend as overtaking is difficult, but we have also seen great strategy calls produce top results in Monaco.”

The challenge for the tyres:

Relatively lower speeds compared to other circuits means mechanical grip from the tyres is key to cornering quickly, rather than the aerodynamics of the cars. Wear and degradation are low, though.

There is considerable track evolution over the event, with the public roads starting out very slippery but increasing in grip as more rubber is put down in each session. With F2 sessions taking place at different times of the day, the drivers will face varying conditions every time, making it difficult to gauge performance.

Safety cars are a common occurrence in Monaco due to the likelihood of crashes and tight confines of the track. Strategy, and the timing of pit-stops in particular, can be crucial in these moments.

The race and the rules:

Every car will have five sets of dry tyres and three sets of wet weather tyres available for the F2 race weekend. The five sets of dry tyres comprise three sets of the soft compound and two sets of the supersoft compound.

The drivers can use their tyre allocation in any way they like, but at least one set of each compound must be used in the feature race (unless it is a wet race). One set of the harder compound must be returned after free practice.

Qualifying, in which the field is split into two groups in Monaco to ensure lap times aren’t unduly influenced by traffic, takes place at 16:15 on Thursday, after practice at 12:00. The Feature Race is on Friday at 11:30 before the circuit is opened back up to the public in the afternoon, and lasts 42 laps with each driver obliged to complete one compulsory pit stop. This cannot take place within the first six laps. Unlike Formula 1, the drivers do not have to start the race using the tyres they qualified on.

The grid for the Sprint Race on Saturday at 16:10 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed. It is run over 30 laps, with no compulsory pit stops.

***

 

 

 56I8759

Yellow soft and Red supersoft P Zero tyres will be used in Monaco

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MONACO GRAND PRIX PREVIEW Round 6 of 20 Monte Carlo, 25-28 May 2017

   – Having brought the three hardest compounds in the range to the last grand prix in Spain, Pirelli now brings the three softest compounds to a completely different type of circuit, Monaco, featuring soft, supersoft and ultrasoft. The famous street circuit is well-known for having the lowest average speed and tyre degradation of the year: as such a one-stop race is the most likely scenario. But how the different teams approach this demanding and unforgiving race strategically is much more uncertain...
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 It’s hard to overtake in Monaco, so a strong qualifying – by unlocking the performance of the ultrasoft already in practice – is vital.  Degradation will be very low: even the ultrasoft should be able to run long stints.  With the lowest wear of the year as well, the window for the sole pit stop is wide open.  Lowest average speed of the season and also the slowest corner: Fairmont hairpin.  Teams run the highest downforce possible to enhance the mechanical grip from tyres.  With no run-off area, it’s impossible to get away with any mistakes: precision is vital.
 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The three softest compounds are the obvious choice for Monaco, but there is still plenty of scope for strategic variation, because wear and degradation is so low that the teams can more or less choose whenever they would like to make their single pit stop from ultrasoft to supersoft, which should be the standard choice for the race. This is the first grand prix that the drivers have been able to select their own tyre allocations, and as expected the nominations have overwhelmingly favoured the ultrasoft. This is the tyre that will be used the most in both qualifying and the race.”
 
 
 
 
 
 
 
WHAT’S NEW?     Some teams are introducing further upgrade packages as well as specific parts for Monaco, but overall performance is not always the deciding factor in the Principality.  Former Monaco winner Jenson Button returns to Formula 1 with McLaren for the first time since last year, deputising for Fernando Alonso, who is competing in the Indy 500.  As is traditional in Monaco, there is no F1 track action on Friday, with free practice instead taking place on Thursday.
 
MONACO MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
19  psi (front) – 18  psi (rear)
 
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-4.25° (front) | -3.00° (rear)
 
THE TYRES NOMINATED THIS SEASON
 
 
 
 
 
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain     

 

PREPARATIVOS G.P.MONACO

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P. MÓNACO

 

Eis um grupo de imagens dos preparativos para o Grande Prémio do Mónaco que terá lugar já este fim de semana.A4 CopyA5 CopyA6 CopyA7 CopyA8 CopyA9 CopyA10 CopyA11 CopyA12 CopyA13 CopyA14 CopyA15 CopyA16 CopyA17 CopyA18 CopyA19 CopyA20 CopyA21 CopyA22 CopyA23 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Antevisão Grande Prémio do Mónaco 2017

 





 

CALENDÁRIO FÓRMULA E - 2018

CALENDÁRIO FÓRMULA E - 2018

 

 

  1. Calendário da Fórmula E, 2017-2018. São Paulo vai ter prova mas a maior novidade será mesmo haver uma corrida em circuito na Suíça.

 

SUGESTÃO PARA O G.P.MÓNACO

  1. Como fazer a F1 em grande!

 

FÓRMULA E EM PARIS

 

PANASONIC JAGUAR RACING PONTUA

PELA TERCEIRA VEZ NO EPRIX DE PARIS

 

 

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O Panasonic Jaguar Racing conseguiu hoje um hat-trick de corridas com pontos no centro da capital francesa. Os pilotos Mitch Evans e Adam Carroll terminaram a prova na 9ª e 15ª posição, respetivamente, conquistando mais dois pontos do campeonato no ePrix Qatar Airways de Paris.

Estes pontos valiosos fazem com que a equipa britânica salte para o 8º lugar da classificação por equipas a meio da sua primeira temporada da Fórmula E da FIA, quando ainda faltam seis corridas para o final.

O ePrix de Paris disputou-se no enclave histórico de Les Invalides e foi uma corrida com inúmeras interrupções. O número de acidentes provocou a saída dos veículos de segurança e várias situações de bandeiras amarelas durante a prova. Esta situação constituiu um verdadeiro desafio para a Jaguar que teve de adaptar a sua estratégia de corrida e reagir rapidamente tendo em conta os vários incidentes.

Evans e Carroll situaram-se, respetivamente, na 8ª e 19ª posição da grelha de partida. Quando uma colisão na décima sexta volta entre outros pilotos deu lugar a uma bandeira amarela em todo o circuito, a dupla de pilotos da Jaguar deu entrada rapidamente nas boxes para adiantar os veículos que avançavam lentamente pela pista. Esta estratégia fez com que Adam Carroll passasse para a 15ª posição quando regressou à corrida, mas recebeu uma penalização de drive-through por completar a sua paragem nas boxes com menos de um segundo do que o que permitido. Carroll terminou o ePrix de Paris no 15º lugar.

Mitch Evans, segundo no seu grupo de classificação umas horas antes, partiu na 8ª posição mas, devido a um pequeno problema no seu segundo veículo, não conseguiu regressar à corrida nessa posição. Contudo, lutou nas voltas finais acabando por terminar na nona posição, a sua terceira classificação final consecutiva com pontos na sua primeira temporada na Fórmula E.

 

James Barclay, Team Director da Panasonic Jaguar Racing, afirmou: "Estou orgulhoso da equipa ter conseguido somar pontos mais uma vez. Este é um circuito muito complicado e novo para a equipa da Jaguar, mas ambos os carros terminarem intactos e com um resultado merecido. Tivemos pouca sorte durante as paragens nas boxes. Adam recebeu uma penalização de drive-through e Mitch teve um problema com o seu segundo veículo, o que lhe fez perder tempo. Vamos estudar melhor estes aspetos.”

"Na verdade, a equipa da Jaguar I-TYPE está a fazer grandes progressos. Temos feitos bons resultados classificativos e corridas muito bem disputadas. Cada fim-de-semana que passa ganhamos mais experiência e estamos apostados em melhorar a nossa aprendizagem com a nossa corrida dupla de Berlim que vai ter lugar no próximo mês.”, acrescentou o responsável.

Para Mitch Evans, n.º 20: "Hoje corri pela primeira vez em Paris. É um local incrível e foi muito emocionante correr numa cidade tão carismática. A corrida foi um verdadeiro desafio para todos os pilotos. É um circuito muito complicado mas à medida que o dia ia avançando fui fazendo progressos e estava muito contente pelo facto do meu grupo de classificação ser bastante disputado. Se estivéssemos ficado num grupo posterior, quem sabe quantas posições poderíamos ter subido.”

“A equipa tomou a decisão correta de entrar nas boxes quando se levantaram as bandeiras amarelas em todo o circuito, mas tivemos um pequeno problema que me fez perder tempo na saída, um aspeto que temos de analisar detalhadamente no final da corrida. Mas estou contente por ter somado pontos pela terceira corrida consecutiva e apostado em continuar a minha aprendizagem e a competir ao mais alto nível na segunda metade da temporada.”, adiantou ainda o piloto.

Adam Carroll, n.º 47, disse: "Foi um dia muito complicado para mim, no entanto, para a Jaguar o resultado voltou a ser positivo. É esta a essência de um campeonato tão disputado como a Fórmula E, o que me obriga a trabalhar mais arduamente para regressar mais forte na segunda metade da temporada. É fantástico que a equipa tenha conseguido somar pontos mais uma vez. Tanto Mitch, como eu, mantivemo-nos afastados dos problemas e a equipa soube aproveitar a oportunidade das bandeiras amarelas levantadas durante a prova. Não tive sorte com a penalização, mas é uma realidade que temos de aceitar e vamos concentrar-nos nas próximas duas corridas de Berlim.”

A Panasonic Jaguar Racing dirige-se agora para a Alemanha, onde disputará a última corrida da etapa europeia e a primeira de três corridas duplas consecutivas. O ePrix de Berlim irá decorrer nos dias 10 e 11 de junho no antigo aeroporto de Tempelhof.

Para mais informações sobre a Jaguar aceda a www.media.jaguar.com

Mais vídeos em alta resolução em www.broadcast.jaguarlandrover.com

 

Notas à redação:

A Jaguar regressou à competição em outubro de 2016, tornando-se o primeiro fabricante premium a participar na competição elétrica FIA Fórmula E.

O programa de Fórmula E da Jaguar trará vantagens notórias para a eletrificação dos futuros automóveis de estrada da Jaguar Land Rover, tendo sido concebido com base no princípio fundador da equipa: "Race to innovate". 

Os construtores podem projetar os seus próprios sistemas de propulsão, que incluem o motor, a transmissão, o inversor e a suspensão traseira. Entre os componentes comuns a todas as equipas incluem-se o chassis e a bateria em fibra de carbono, que contribuem para o controlo de custos. O principal objetivo é o desenvolvimento de sistemas de propulsão elétricos.

Para além do seu conceito 100 % elétrico, a Fórmula E também se distingue no mundo da competição automóvel pela escolha dos locais. Com a exceção do ePrix do México, todas as rondas do campeonato se realizam em circuitos temporários nas ruas do centro das principais cidades mundiais.

Cada dia de corrida envolve a ação total na pista, incluindo os treinos, a classificativa e a corrida em si, que se realizam num único dia. O calendário de 2016/17 conta com 12 corridas em nove cidades, incluindo provas duplas em Berlim, Nova Iorque e a final da temporada em Montreal.

 

 

MCLAREN CELEBRA

  1. McLAREN celebra com este poster as duas corridas do fim-de-semana. Sem surpresa, o "laranja americano" vem na frente!

 

INDY 500

  1. Indy 500 pole-sitter Scott Dixon robbed at gunpoint...
  2. Just hours after winning pole position for next Sunday’s Indianapolis 500, Scott Dixon along with former IndyCar driver Dario Franchitti were robbed at gunpoint at a Taco Bell in Indianapolis.
    FOX 59 in Indianapolis reports that the robbery took place at 10 p.m. ET Sunday night on West 16th Street with the two robbers fleeing north on Berwick Avenue on foot. Dixon was also accompanied by his wife Emma at the time. Two teenagers were later arrested.
    There are no reports of any injuries, and Dixon is set to lead the field to green on Sunday after turning four laps at an average speed of 232.164 mph during Pole Day qualifying.

 

EM INDIANAPOLIS

 

EM INDIANAPOLIS

 

 

  1. Trabalhar, trabalhar! As voltas totais em treinos e qualificação feitas nas Indy 500  -2017. Só no dia de ontem, Alonso fez mais quase 300 milhas.

 

FÓRMULA E EM PARIS

DS VIRGIN RACING SOBE AO PÓDIO EM PARIS
 
 Alcançando um 2º lugar no final do ePrix de Paris, José María López subiu pela primeira vez a um pódio do Campeonato do Mundo de Fórmula E.  Tal como fez no Mónaco, Sam Bird estabeleceu a volta mais rápida da corrida.  A jogar e m c asa , a competitividade da DS Performance foi saudada com um evento repleto de público, esgotando-se os bilhetes.
 
 
Com casa cheia e bilhetes esgotados, o ePrix de Paris ficou marcado pelo 2º lugar de José María López e a melhor volta da corrida da Sam Bird, feito que o piloto britânico alcançou pela segunda vez consecutiva. Com estes resultados, a DS Virgin Racing subiu à 4ª posição do Campeonato FIA de Fórmula E 2016/2017.
Naquela que foi a sua primeira partida no Circuito de Invalides, desenhado no coração de Paris, López alcançou a sua primeira subida ao pódio nesta competição 100% elétrica, após apenas seis corridas feitas na disciplina.
Os pilotos da DS Virgin Racing iniciaram esta corrida de 49 voltas saindo do 3º e 18º lugares da grelha. O piloto argentino qualificou-se na terceira posição aquando da Super Pole, enquanto o britânico – o primeiro em pista em face do sorteio realizado – teve que lidar com condições de pista mais complicadas.
Um lugar no pódio parecia assegurado desde o início. Dada a partida, todos os pilotos lançaram-se com cautela e o pelotão evoluiu normalmente até que ao acidente entre Lucas di Grassi e António Félix da Costa, pouco antes do meio da corrida. Após a troca de monolugares, uma saída de Jean-Eric Vergne permitiu a José María López assumir o 2º lugar, para depois a corrida terminar com o Safety Car em pista após um segundo incidente causado por Di Grassi.
 
 
 
 
 
 
 
 
À saída do pódio José María López comentou: “Foi a primeira vez, desde o início da temporada, que tivemos uma corrida sem problemas. Acho que demonstramos o nosso potencial desde o México, sendo que no Mónaco nos faltou um pouco de sorte. Estou a aprender em cada corrida e estamos a trabalhar bastante com os engenheiros. Mas estou tão feliz por alcançar este primeiro pódio, no que é um resultado fantástico para a equipa nas ruas de Paris.”
 
Sam Bird acrescenta: “Demonstrámos um potencial interessante que não tem tido reflexos nos resultados. Assinar o melhor tempo - e marcar 1 ponto de bónus - é apenas uma magra consolação., pelo que vamos voltar mais fortes nas próximas corridas, em Berlim.”
 
Esta segunda edição do ePrix de Paris excedeu todas as expectativas, contando com um eVillage aberto e de livre acesso durante dois dias. Ao redor do stand da DS Automobiles, onde estavam expostos o DS 7 CROSSBACK, DS E-TENSE e o DSV-02, os espectadores puderam desfrutar da ação em pista e de vários encontros com os pilotos, em pleno coração da capital francesa.
Alex Tai, Responsável de Equipa da DS Virgin Racing, refere: “a equipa e os pilotos prepararam na perfeição este evento. Tivemos a desvantagem de estar nos dois primeiros grupos nas qualificações, que terminaram com um top 3 muito francês, em equipas e pilotos. A corrida foi movimentada e terminou neutralizada, garantindose um primeiro pódio para o Pechito. É realmente merecido este seu 2º lugar. Parabéns a ambos os pilotos e a toda a equipa.”
 
Xavier Mestelan Pinon, Diretor da DS Performance, acrescenta: “Foi um excelente resultado nas ruas de Paris. Depois de duas corridas difíceis, estamos felizes por confirmar a performance e fiabilidade do nosso monolugar. É algo muito promissor para as próximas corridas, estando cetos de que temos um carro competitivo para os nossos pilotos.”
 
Yves Bonnefont, Diretor Geral da DS, comentou: “Que semana esta para a DS, com este fabuloso pódio depois da apresentação do DS 7 CROSSBACK ‘Presidencial’ e o excecional desfile da DS Virgin Racing nas ruas de Paris! É uma boa maneira de evoluir no campeonato frente aos nossos fãs.”
Segue-se Berlin, numa dupla jornada (7ª e 8ª corridas) da presente temporada de Fórmula E, a realizar nos próximos dias 10 e 11 de junho no aeroporto de Tempelhof.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIA FÓRMULA E – ePrix de Paris
1 Sébastien BUEMI 2 José Maria Lopez 3 Nick HEIDFLED  4 Felix ROSENQVIST 5 Nicolas PROST ...  16. Sam BIRD
 
CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E - Pilotos
1 Sébastien BUEMI, 132 pontos 2 Lucas DI GRASSI, 89 3 Nicolas PROST, 58 4 Nick HEIDFELD, 47 5 Jean-Eric VERGNE, 40 … 7 Sam BIRD, 35 ... 9 José María LOPEZ, 28  ...
 
CAMPEONATO FIA DE FÓRMULA E - Equipas
1 Renault e.dams, 190 pontos 2 ABT Schaeffler Audi Sport, 115 3 Mahindra Racing, 87 4 DS Virgin Racing, 63 5 NEXTEV NIO, 48  …az16 Copyaz17 Copy

 

FÓRMULA E EM PARIS

 

Fórmula E: Perseguição continua nas ruas de Paris

Lucas di Grassi foi segundo colocado em Mônaco, no último sábado (13), colado no vencedor Sébastien Buemi; agora, neste dia 20, o brasileiro busca repetir a vitória conquistada na Cidade Luz em 2016

 

 

Lucas di Grassi quer se manter na ascendente na sexta etapa da temporada da Fórmula E, que acontece neste sábado (20) nas ruas de Paris, exatamente uma semana após a prova de Mônaco, onde o piloto brasileiro conquistou o segundo lugar em uma batalha acirrada nas voltas finais pela vitória com o líder do campeonato Sébastien Buemi. A diferença entre ambos na bandeirada foi de apenas 0,3 segundo.

No circuito parisiense, de 1.920 metros de extensão em torno do famoso Dôme des Invalides, Lucas quer confirmar a melhora de seu equipamento para repetir a vitória conquistada na capital francesa na temporada anterior. "As lembranças ainda estão claras na memória daquela vitória e, acima de tudo, a atmosfera que cerca essa corrida é muito boa. O evento no meio da cidade foi gigantesco. Lembro que na volta de desaceleração eu podia ver pessoas nas sacadas e janelas dos prédios próximos ao circuito comemorando", recorda o brasileiro, que vem de três pódios consecutivos - terceiro em Buenos Aires, vencedor na Cidade do México e segundo em Mônaco.

O piloto da ABT Schaeffler Audi Sport quer continuar somando bons pontos com presenças no pódio. Tudo para não deixar o concorrente - que ainda conta com equipamento superior e apoio da fábrica de Fórmula 1 da equipe - escapar demais na tabela.

"Nosso objetivo sempre é lutar por uma posição no pódio e, se possível, o maior troféu, que é o da vitória", diz Lucas. "Tivemos um carro muito rápido em Mônaco, com o qual definitivamente poderíamos ter vencido. Infelizmente, não havia espaço para atacar até a linha de chegada", apontou Di Grassi, que soma 89 pontos contra 104 de Buemi - 15 pontos de diferença.

A sexta etapa da temporada 2016-2017 da Fórmula E terá transmissão ao vivo no canal Fox Sports a partir das 9 horas (de Brasília), deste sábado (20). A largada acontece às 11 horas, no horário brasileiro.


Lucas Di Grassi é patrocinado por Qualcomm, Aethra, KNM, BlueFox e Mumm

Vote em Lucas di Grassi no FANBOOST da Fórmula E:FanBoost Formula E

NOVO SITE OFICIAL Lucas di Grassi: www.lucasdigrassi.com.brAZ25 Copy

 

FÓRMULA E EM PARIS

 

A correr em casa, a DS vai electrificar as ruas de Paris no ePrix que vai decorrer na Cidade Luz. A equipa está apostos para a 6ª ronda do Campeonato FIA de Fórmula E 2016/1017, aproveitando em pleno todas as capacidades do DSV-02AZ24 Copy

 

FÓRMULA E NO MÓNACO

 

Sam Bird, piloto da DS Virgin Racing, foi o autor da volta mais rápida no ePrix do Mónaco 2017, conquistando 1 ponto para os Campeonatos de Pilotos e Equipas. Esta foi a única consolação da corrida do passado fim de semana, já que ambos os pilotos se viram envolvidos em incidentes logo no início da prova. AZ13 CopyAZ14 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS  FOR THE 2017 BRITISH GRAND PRIX 
 
- Pirelli announces the following compounds for the tenth round of the 2017 Formula One season (July 14 - 16).
 
 
 
 
(1) Each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.
 
(2) Each driver must have both these sets available for the race and must use at least one of them.
 
The Teams are free to choose the remaining 10 sets, thus making up 13 sets in total for the weekend.
 
THE TYRES NOMINATED SO FAR*:
 
 
(*) The regulations mean that the tyre sets choice for the long-haul events has to be made by the teams 14 weeks in advance, whereas for the European races the deadline is 8 weeks in advance.
 
    Qualify1    Race2   
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain    

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

– The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Monaco Grand Prix (26-28 May).

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

A  ESTRATÉGIA DE PNEUS FOI A CHAVE NA VITÓRIA DA EQUIPE GRT GRASSER RACING EM SILVERSTONE, NA SEGUNDA RONDA DO CAMPEONATO BLANCPAIN GT SERIES ENDURANCE CUP

A Pirelli disponibilizou os pneus slick Pireli P Zero DHD para a segunda ronda do campeonato Blancpain GT Series Endurance Cup, disputada en Silverstone. O vencedor foi a equipa GRT Grasser Racing depois de uma corrida muito disputada.

 

A estratégia com as borrachas voltou a ser a chave do triunfo da Lamborghini Huracan GT3 da equipa GRT Grasser Racing, pilotado por Andrea Caldarelli, Christian Engelhart e Mirko Bortolotti, que arrancou da segunda posição da grelha. Dos quatro jogos de pneus que dispunham, a equipe utilizou apenas um para a qualificação, reservando os três restantes para a utilização durante a corrida, que possuía uma duração aproximada de três horas. O clima Britânico respeitou a competição, brindando com uma jornada quente e seca, com uma temperatura de pista que oscilou entre os 18 e os 24º. 

 

Referente às prestações dos pilotos Portugueses, Miguel Ramos levou o Lamborghini da equipe barwell ao quinto posto da Taça Pro-Am, enquanto Álvaro Parente terminou na 8.ª posição absoluta ao volante do McLaren 650 S GT3 da formacão Strakka Motorsport.

 

A Pirelli também forneceu os pneus a toda a grelha do campeonato Blancpain Sports Club, que acabou com o triunfo de Jon Minshaw, da equipa Barwell Motorsport, na prova principal. A ronda do fim de semana terminou com o Lamborghini Super Trofeo, mais um ano com exclusividade dos pneus P Zero, especificamente concebidos para uma das competições monomarca GT mais rápidas do mundo. A formação Imperiale Racing levou os louros nas duas corridas do programa. 

 

A Pirelli deslocou para Silverstone mais de 3.000 pneus P Zero, distribuidos  por aproximadamente  100 veículos.


Comentários:

Matteo Braga (responsável por competições Pirelli em circuito): 
“A qualificação ocorreu sobre uma pista muito molhada que foi secando até ao final da sessão, e que permitiu a todas as equipes salvaguardar jogos de pneus novos para a corrida. Após este momento, houve o contraste característico do clima Britânico, uma vez que o circuito secou por completo e não houve índicios de chuva, o que permitiu às equipes centrarem-se numa estratégia baseada na consistência, facto imprescindivel na vitória da equipe GRT Grasser Racing. O último turno da Lamborghini e Mercedes evidenciou um excelente equilibrio de Performance, também válido a outras marcas e equipes que poderam exprimir ao máximo os seus veículos  até à ultima volta.” 


Chris Harris (apresentador do programa da BBC, Top Gear, e piloto da equipa Garage59 em McLaren 650 S GT3): “O novo pneu Pirelli é impressionante, proporciona-te duas voltas dignas de um Superheroi na qualificação, mas também na corrida tem um excelente desempenho.  Ontem conduzi com pneus que haviam realizado 240 KMs e o ritmo era muito forte. Na minha opinião, a Pirelli realizou um grande trabalho de desenvolvimento de um pneu destinado a múltiplos carros, o que representa um verdadeiro desafio." 


Números do dia:  670 e 90.921: os minutos (670) e o total de kilómetros (90.921) percorridos  pelos pneus Pirelli na pista durante o fim de semana de Silverstone.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Spanish Grand Prix Race – Infographics

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FERNANDO ALONSO APRENDEU DEPRESSA

FORMULA INDY

 

FERNANDO ALONSO APRENDEU DEPRESSA

 

Pelos vistos o piloto espanhol aprendeu depressa os ensinamentos que lhe deram na condução do fórmula Indy, pois na sessão de ontem foi "sómente " o melhor em pista.AQ10 CopyAQ11 Copy

 

ALONSO COM O MELHOR TEMPO

 

FÓRMULA INDY

 

FERNANDO ALONSO COM O MELHOR TEMPO, COM MOTOR HONDA

 

Algo se passa de muito mal com a McLaren, pois está aqui demonstrado que quando o piloto espanhol tem carro, o resultado aparece.

 

 

 

 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

Todos, fãs de Desporto Motorizado, devemos regozijar: após cinco Grandes Prémios do Mundial de F1 2017, percebemos que temos dois dos grandes pilotos da história a dar tudo na pista, apoiados por duas equipas super-motivadas, capazes de levar até ao limite as escolhas estratégias e a evolução dos monolugares. Para ajudar à festa, uma dessas equipas é a Ferrari, por tudo o que significa de paixão e de história, e a outra a Mercedes, dominadora das três últimas temporadas e que finalmente vê outra escuderia dar-lhe verdadeiras dores de cabeça de forma continuada. Junte-se dois pilotos que se respeitam até ao limite, pouco dispostos a queixas e guerras pessoais, bem pelo contrário, tirando até enorme prazer do duelo onde ele interessa - a faixa de asfalto das pistas (e por vezes para além dela…).
Hoje, em Barcelona, tivemos um Hino ao Desporto Motorizado que extravasou o duelo mágico entre Hamilton e Vettel. Se dúvidas houvesse que algo está a mudar na forma com a F1 é gerida, mais algumas caíram por terra em solo catalão. Não terá feito tudo bem até agora, mas a Liberty mostra perceber, genericamente, qual é o caminho a seguir. A começar por um abrir espaço aos fãs, dar-lhes importância, trazê-los para o centro da acção. A cena do miúdo francês não foi mero folclore. É a ideia, muito americana diga-se, de que se está a oferecer muito mais que desporto: é um espectáculo, são o viver de emoções. Um todo. Uma experiência que vale o investimento, seja num bilhete, seja na compra de duas horas de televisão.
Todos nós temos necessidade de vibrar com algo. Aquele misto de riso e choro que nos aquece a alma. Aquela paixão de fazer levantar da cadeira. Que não nos deixa amorfos na indiferença. Será impossível não ficar cativado pelo GP de hoje. Mesmo que a paixão, por um ou outro campo, nos talhe a razão. Ou talvez também por isso…
Vi em directo apenas os últimos 20 minutos e em diferido tudo o resto, passadas umas horas. E não consegui “descansar”, mesmo sem ter escolhido lado! Foi um deleite ver dois ENORMES pilotos a fazer arte com um volante e duas equipas a querer jogar aos “Einstein” da estratégia. Arrebatador!
Esta F1 2017 é uma enorme “colheita”. E ainda bem, porque quando a F1 vive um momento alto é o Desporto Motorizado que ganha como um todo. Continua a ser a maior montra da modalidade. A mais seguida pela TV. Caminhamos para um futuro mais risonho, com a Liberty a querer promovê-la num sentido que parece o correcto. O procurar a exclusividade excessiva deu frutos no passado. Hoje, não colhe porque as pessoas querem fazer parte do espectáculo. Querem sentir-se entre iguais. Os jovens só se interessam se o forem, porque estão habituados a sê-lo no mundo virtual onde “vivem” muitas horas por dia. E a receita não é só para quem vai às provas, tem de ser, como está a acontecer, com o conteúdo de televisão (mesmo na realização, digamos, genérica). Devemos mostrar cada vez mais, mesmo havendo cada vez menos “sinal aberto”. Quando o produto é bom todos querem ver, mesmo a pagar (veja-se o que acontece com o Futebol).
Vamos então degustar cada momento desta temporada. Vamos partilhar com os amigos, conquistar alguns para a grande festa do Desporto Motorizado. Sempre achei que quando a “matéria” é interessante fica mais fácil “ensinar”!

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SPANISH GRAND PRIX RACE
 
DIFFERENT TYRE STRATEGIES AT A VERY CLOSELY-FOUGHT RACE  WON BY MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON
 
TWO STOPS FOR MOST COMPETITORS: SAUBER’S PASCAL WEHRLEIN FINISHES IN THE POINTS WITH JUST ONE STOP
 
CONTAINED WEAR AND DEGRADATION, WITH A VERY FAST MEDIUM TYRE,  THE KEY TO AN EXTREMELY FAST RACE IN HIGH TEMPERATURES 
  AQ65 CopyMercedes driver Lewis Hamilton won the Spanish Grand Prix after a battle that was so close with Ferrari’s Sebastian Vettel that the two even touched after the final pit stops. Both stopped twice after starting on the soft tyre, but Hamilton did a middle stint on the medium compound then finished on the soft, whereas Vettel did a middle stint on soft to finish the race on the medium.
 
Both fought hard on the track as well as in the pits with their different strategies, but eventually finished the race in the order in which they started it on the grid. Conditions remained dry and warm, ending in track temperatures of 43 degrees centigrade.
 
Only three drivers started the race on the medium tyre, with Toro Rosso’s Daniil Kvyat running a medium-soft-soft race to finish in the points from the last row of the grid. Pascal Wehrlein was another points finisher for Sauber, ending up eighth (following a five-second penalty) after stopping just once, completing two roughly equal stints on the soft and the medium.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Hamilton sealed victory thanks also to the low degradation and strong performance of the medium tyre that he ran in the second stint; the same strategy adopted by Daniel Ricciardo in third. Degradation and wear was low despite the high track temperatures; demonstrated by the fact that Hamilton set the fastest lap of the race very close two laps from the end with a time more than 3.4 seconds faster than the equivalent last year”.
 
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
 
 
 
 
 
  
-
Vettel 1m 23.674s
Hamilton 1m 23.593s
-
Bottas 1m 24.696s
Ricciardo 1m 23.686s
-
Hamilton 1m 25.286s
Alonso 1m 23.894s
 
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
 
 
TRUTHOMETER Lewis Hamilton won the race using two pit stops: starting on soft, changing to medium on lap 22, and then going back to soft on lap 37. This was the most likely, but not theoretically fastest scenario, which was predicted to be a three-stopper. The highestplaced three-stopper was local hero Fernando Alonso, in 12th.
 
 
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM Ericsson, Hulkenberg, Wehrlein 32
SOFT Wehrlein 33

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Spanish Grand Prix – Sets available for the race – Infographics

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A FORÇA DO MARKETING NA FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

A FORÇA DO MARKETING

 

Tudo se passou ontem do Grande Prémio de ESpanha de Fórmula 1, quando numa das bancadas, estava um miudo devidamente vestido com as cores da Ferrari,(conforme imagem anexa), quando depois da desistencia de Raikonen, logo à segunda volta, o dito miudo começa a chorar de forma compulsiva, ao ponto das câmaras de televisão presentes no autodromo de Barcelona, focarem a imagem, que foi vista pelos responsaveis da Ferrari, que logo não perderam tempo e resolveram ir buscar o miudo, que teve com certeza a maior surpresa da sua vida, ao poder estar a ver a corrida ao lado do seu idolo, Kimi Raikonen na própria boxe da Ferrari.FER1-MIUDOCHORARAIKONEN CopyFER2 Copy

 

MERCEDES REGRESSA ÀS VITÓRIAS EM ESPANHA

 

Grande Prémio de Espanha – Vitória para Mercedes-AMG Petronas
Fim de semana emocionante em Barcelona, Lewis Hamilton vence após intensa corrida mas Valtteri é obrigado a desistir
• Lewis Hamilton alcançou este fim de semana a sua 55ª vitória em Grandes Prémios de Fórmula 1, a sua segunda vitória neste circuito e também a segunda em 2017 • Valtteri foi obrigado a retirar-se após falha mecânica na volta 39 • Lewis Hamilton efetuou a volta mais rápida do circuito tendo esta sido a 3ª vez esta época • Mercedes-AMG Petronas Motorsport (161 pontos) lidera o Mundial de Construtores por 8 pontos para o segundo classificado • Lewis Hamilton (98 pontos) estreitou a diferença para Sebastian Vettel (104 pontos) para apenas 6 pontos, na luta pelo Mundial de Pilotos, com Valtteri (63 pontos) na terceira posição
 
Piloto Chassis Grelha Resultado Volta + rápida Lewis Hamilton F1 W08 EQ Power+/05 P01 P01 1:23.593 (Lap 64) Valtteri Bottas F1 W08 EQ Power+/04 P03 DNF 1:24.696 (Lap 28)
 
Estratégia Start Stop 1 Stop 2 No. 44 Soft Medium (Lap 21) Soft (Lap 36) No. 77 Soft Medium (Lap 26) N/AAQ51 CopyAQ52 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SPANISH GRAND PRIX QUALIFYING
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON TAKES POLE ON SOFT TYRES,  BEATING HIS BENCHMARK OF LAST YEAR BY NEARLY THREE SECONDS
 
TRACK TEMPERATURES EXCEED 44 DEGREES  IN SPANISH GRAND PRIX QUALIFYING 
 
TWO PIT STOPS EXPECTED FOR THE MAJORITY OF DRIVERS TOMORROW 
  AQ45 Copy– Mercedes driver Lewis Hamilton went fastest in hot conditions during qualifying at the Spanish Grand Prix, setting a time that was nearly three seconds faster than his pole position from 2016. Mercedes, Ferrari and Red Bull were the only teams to get through Q1 using only one set of the soft tyres. From then on, only the soft tyre was used – so this is the tyre that the top 10 will start the race on, with two pit stops expected for most drivers. Fernando Alonso qualified seventh for his home grand prix after completing just one run on the soft in Q3, along with Williams driver Felipe Massa and the two Force Indias.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “We had an extremely close qualifying session, with very small margins between the contenders. I think we can expect two pit stops tomorrow, as the performance gap between the medium and soft means that the drivers will all want to maximise their running on the softer compound. As a result, we’d expect at least two stints on the soft for as long as possible, with just one stint on the slower medium.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Only used for installation runs today, unlikely to be seen in the race. Not used in qualifying. For those out of the top 10, it might be the starting tyre. Main tyre for qualifying and race, nearly two seconds faster than medium.   
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m 20.214s SOFT NEW
Vettel 1m 20.456s SOFT NEW
Hamilton 1m 20.595s SOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m 19.149s SOFT NEW
Vettel 1m 19.200s SOFT NEW
Bottas 1m 19.373s SOFT NEW
Raikkonen 1m 19.439s SOFT NEW
Verstappen 1m 19.706s SOFT NEW
Ricciardo 1m 20.175s SOFT NEW
Alonso 1m 21.048s SOFT NEW
Perez 1m 21.070s SOFT NEW
Massa 1m 21.232s SOFT NEW
Ocon 1m 21.272s SOFT NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
HARD  Ocon 14
MEDIUM Massa, Vettel 26
SOFT Bottas 28
COMPOUND DRIVER TIME

 

UM CASO NA AMÉRICA

 

News from Micheal Johnson Racing
PARALYZED JOHNSON SET FOR AUSTIN RETURN IN SPORTSCAR SHOWDOWN AT COTA
JDC Miller Motorsports Driver, Michael Johnson heads to Austin, Texas for the Advance Auto Parts Sportscar Showdown
 
American paralyzed BMW driver Michael Johnson & JDC Miller Motorsports will race in the Advance Auto Parts Sportscar Showdown at the Circuit Of The Americasin Texas for the Continental 150 this Fri., May 5. The track marks the first return course for Johnson after making a switch to sportscar racing beginning in 2016.
 
"The guys have been working really hard back at the shop and after a couple tests, we are excited to see how far we've come," said Johnson. "This is the third race of the season and we are still looking for that groove to build some momentum on. This is the first repeat track I've raced at from last season, so it's a great place to start."
 
The Advance Auto Parts Sportscar Showdown opens with practice on Thurs., May 4 at 12:40 p.m. with an additional practice session later in the afternoon to close out the day. Qualifications will take place on Fri., May 5 at 11:15 a.m., followed by the  two-hour and forty minute race at 2:45 p.m. (all times Central).
 
Johnson and Simpson are behind the wheel of the #54 BMW in the Street Turner (ST) class. The BMW is specially designed with hand controls for braking, shifting gears and manipulating the throttle, to accommodate Johnson being paralyzed from the mid-chest down.
All of the 2017 CTSC races will be televised on a tape-delayed basis by FOX Sports, as well as streamed, live, on IMSA.com.
In addition to primary backing from Universal Coating, Johnson's racing efforts are also supported by: BraunAbility, freeM, Arai Helmets, Continental Tire and BMW.
For more information, please visit www.MichaelJohnsonRacing.com.
 
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ABOUT MICHAEL JOHNSON:
Michael Johnson is a 24-year-old Michigan-based racecar driver that competes for BMW in the IMSA Continental Tire SportsCar Challenge with JDC-Miller Motorsports. At age 12, Johnson went from being an up-and-coming motorcyclist, with 14 national titles to his name, to being paralyzed from the mid-chest area down. He has persevered to continue racing, throughout aggressive surgeries and physical therapy. In 2012, he began competing in racecars and was the first and only paralyzed racer licensed by INDYCAR to compete in the series' developmental ladder program, the Mazda "Road to Indy." For his impressive career and athletic determination, Johnson was inducted into the Athletes with Disabilities Hall of Fame and received the 2012 Spirit Award. In 2014, Disabled Sports USA awarded him a scholarship to train with the U.S. Paralympics Alpine Skiing National Team. His inspiring story has been told by the likes of Road & Track Magazine and FOX News, among others. 

 

HAAS NO GP DE ESPANHA

 

Evento:  Grande Prémio de Espanha (5º round de 20)

Data:  Domingo, 14 de Maio

Local:  Circuit de Barcelona – Catalunya  

Layout:  4,655 quilómetros, circuito de 16 curvas

Condições Climatéricas:  Sol

Temperatura do Ar:  23,4-25,6ºC

Temperatura da Pista:  39,6-46,3ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes 

Haas F1 Team:

●  Romain Grosjean – arrancou de 14º, terminou em 10º (completou 65/66 voltas)

●  Kevin Magnussen – arrancou de 11º, terminou em 14º (completou 64/66 voltas)

 

 

 

 

A Haas F1 Team conquistou mais um resultado nos pontos quando Romain Grosjean terminou o Grande Prémio de Espanha, que se realizou este domingo no Circuit de Barcelona – Catalunya, no décimo lugar. Quase foi um resultado duplo nos pontos para a equipa americana, uma vez que Kevin Magnussen rodou entre os dez primeiros até furar um pneu na penúltima volta, o que o forçou a rumar às boxes. Terminou em décimo quarto.

Ambos os pilotos tiraram bom partido do arranque, quando o habitual caos da primeira curva surgiu. O Ferrari de Kimi Raikkonen e o Red Bull de Max Verstappen tiveram um contacto, juntamente com o Williams de Felipe Massa e o McLaren de Fernando Alonso, que também se tocaram, e os pilotos da Haas F1 Team aproveitaram.

 

Magnussen e Grosjean conseguiram passar pelos destroços e subiram a oitavo e décimo, respectivamente. Depois de Magnussen alinhar no décimo primeiro lugar e Grosjean no décimo quarto, ambos os pilotos estavam, subitamente, entre os dez primeiros.

 

Entre eles estava o Toro Rosso de Carlos Sainz, que por duas vezes, montou ataques intensos a Magnussen – o primeiro na primeira volta e o segundo na décima – mas em qualquer um deles Magnussen fechou bem a porta.

 

Sainz manteve-se no meio de Magnussen e de Grosjean, mesmo depois de Magnussen e Sainz terem entrado nas boxes ao mesmo tempo, na décima terceira volta. Sainz tentou novamente ultrapassar Magnussen, quando colocou os pneus direitos do seu carro na relva à saída da via das boxes. Mais uma vez Magnussen manteve a sua posição.

 

Com um novo jogo de pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio no seu Haas VF-17, Magnussen manteve a sua oitava posição até ao ciclo seguinte de paragens nas boxes, criando uma vantagem de dois segundos para Sainz quando estavam completadas vinte e seis voltas. Grosjean, entretanto, estava a apenas um segundo de Sainz, no décimo lugar, depois de ter imitado a paragem nas boxes de Magnussen, montando na décima nona volta pneus macios usados.

 

A possibilidade de um duplo resultado nos pontos começou a complicar-se quando o Safety Car Virtual foi activado, na trigésima terceira volta, devido ao McLaren de Stoffel Vandoorne que se tinha imobilizado na primeira curva. A vantagem que Magnussen tinha para Sainz evaporou-se e depois das derradeiras paragens nas boxes, Sainz emergiu à frente de Magnussen. Grosjean parou uma volta depois.

 

Quando a corrida foi retomada, na trigésima sétima volta, Magnussen e Grosjean, cada um deles com pneus médios, eram décimo e décimo primeiro, respectivamente. O piloto da Sauber, Pascal Wehrlein, que estava numa táctica de apenas uma paragem, era o outro piloto à frente dos dois pilotos da Haas F1 Team.

 

O raro problema mecânico no Mercedes de Valtteri Bottas provocou o seu abandono na trigésima nona volta, permitindo que Magnussen subisse a nono e Grosjean a décimo.

 

No entanto, o Toro Rosso de Daniil Kvyat estava a subir e ultrapassou Grosjean na quadragésima terceira volta, colocando Grosjean para fora dos dez primeiros. Depois, na sexagésima quinta volta de sessenta e seis, Kvyat provocou um toque com Magnussen, o que furou o pneus traseiro/esquerdo do Haas VF-17 de Magnussen. Forçado a regressar às boxes para trocar o pneu e cruzar a linha de meta, Magnussen caiu para décimo quarto, herdando Grosjean o décimo lugar, o que lhe permitiu assegurar um ponto.

 

O vencedor do Grande Prémio de Espanha foi o tricampeão mundial Lewis Hamilton. Foi a quinquagésima quinta vitória da carreira de Fórmula 1 do piloto da Mercedes, a sua segunda da temporada e a sua segunda em Barcelona. Hamilton deixou o segundo classificado, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, a 3,490s. Esta vitória reduziu a vantagem de Vettel no comando do Campeonato de Pilotos para seis pontos quando ainda faltam disputar quinze corridas.

 

Com cinco eventos de vinte disputados, a Haas F1 Team está no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com nove pontos, a cinco da sétima classificada, a Renault, e com quatro de vantagem para a nona, a Sauber. Grosjean está no décimo segundo lugar do Campeonato de Pilotos e Magnussen em décimo quarto.

 

A Fórmula 1 tem agora um fim-de-semana de folga para regressar nos dias 25-28 de Maio para o Grande Prémio do Mónaco, no Circuit de Monaco.

 

 

 

Bem, é bom para a equipa somar um ponto, mas é uma pena que o Kevin tenha furado e perdido o nono lugar. Arranquei bem, depois, nas duas primeiras curvas estavam muitos carros aos piões. Tive que passar pelo astroturf para os evitar. Se não fosse esse o caso, estaria perto do Nico (Hulkenberg) ou à frente dele e a corrida teria sido diferente. Estávamos com bom ritmo com os pneus macios, mas estive sempre com tráfego. Com os médios, tive algumas dificuldades para os colocar a funcionar. Há muito trabalho que podemos fazer. Hoje estava mais satisfeito com o carro, mas temos ainda que trabalhar arduamente para conseguirmos bons resultados.”

 

 

 

É aborrecido. Podíamos ter tido os dois carros nos pontos, portanto, é muito desapontante. Houve um contacto com o Kvyat. Tudo estaria bem, mas eu fiquei com um furo. Dei tudo o que podia hoje. Se tivéssemos terminado nos pontos, teria sido um bom resultado para nós. Estou muito desapontado.”

 

 

 

Foi um final desapontante, depois de um bom arranque. Estávamos em boas posições, o carro estava a funcionar bem com os pneus macios, mas depois tivemos a situação de Safety Car Virtual. Perdemos o nosso ritmo. Surgiu no momento errado. Montámos os pneus médios demasiado cedo, não estava nos planos. Não conseguíamos colocar os pneus médios a funcionar. Os rapazes perderam algumas posições e o Kevin teve um furo. O único aspecto positivo é que conseguimos um ponto. Deveríamos ter mais, mas as corridas são assim.”

 

 

 

A sexta ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Mónaco, que se disputa no Circuit de Monaco. Os treinos-livres iniciam-se a 25 de Maio, a qualificação a 27 e a corrida a 28.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

AINDA O GP RUSSIA - HAAS

 

Evento:  Grande Prémio da Rússia (4º Round de 20)

Data:  Domingo, 30 de Abril

Local:  Sochi Autodrom

Layout:  5,848 quilómetros, circuito de 18 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  25,3-26,8ºC

Temperatura da pista:  39,2-42ºC

Vencedor da corrida:  Valtteri Bottas da Mercedes

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – arrancou de 13º, terminou em 13º (completou 51/52 voltas)

●  Romain Grosjean – arrancou de 19º, abandonou (acidente, 0/52 voltas)

 

 

 

O Grande Prémio do Rússia, que hoje se disputou no Autódromo de Sochi, é uma corrida com duas histórias. O quarto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 viu Kevin Magnussen terminar no décimo terceiro posto, ao passo que Romain Grosjean teve um acidente na primeira volta.

 

Magnussen qualificou-se em décimo quarto, mas arrancou de décimo terceiro devido à penalização de três posições na grelha de partida que Carlos Sainz sofreu, que se tinha qualificado na décima primeira posição. Grosjean qualificou-se no vigésimo posto, mas alinhou no décimo nono lugar, uma vez que Stoffel Vandoorne, da McLaren, também sofreu uma penalização de três posições.

 

A corrida de Grosjean terminou rapidamente. Uma colisão com o Renault de Jolyon Palmer na segunda curva da primeira volta ao circuito de 5,848 quilómetros e dezoito curvas, atirou o Haas VF-17 de Grosjean contra o muro e para fora da corrida.

 

Magnussen, por seu lado, teve uma excelente partida para a corrida de cinquenta e duas voltas, subindo a décimo primeiro, logo atrás do décimo lugar de Nico Hulkenberg, Renault.

 

Quando Daniel Ricciardo começou a experimentar problemas de travões no seu Red Bull, após cinco voltas completadas, a sua entrada nas boxes permitiu a Magnussen subir uma vez mais um lugar, alcançando uma posição entre os dez primeiros.

 

Magnussen trocou de pneus na vigésima primeira volta, substituindo os Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio com que iniciou a corrida por um jogo de supermacios que o levaria até à bandeirada de xadrez. A passagem pelas boxes atirou Magnussen para o décimo quarto lugar, uma vez que recebeu uma penalização de cinco segundos da FIA por ter excedido os limites da pista na Curva 2 durante a primeira volta.

 

Magnussen ultrapassou Vandoorne, subindo ao décimo terceiro, quando estavam completadas vinte e seis voltas, lançando-se na perseguição a Kvyat e Sainz.

 

A distância para Kvyat era grande, porém, e mesmo com vinte e seis voltas por completar, foi impossível de suprir. Magnussen terminou no décimo terceiro lugar, a primeira vez que viu a bandeirada de xadrez em Sochi fora dos dez primeiros.

 

Valtteri Bottas venceu o Grande Prémio da Rússia, alcançando a sua primeira vitória na Fórmula 1 ao bater Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, por 0,617s. O piloto que está na sua quinta temporada na Fórmula 1 assegurou a sua primeira vitória no seu 81º Grande Prémio, apenas o seu quarto com a Mercedes. Bottas substituiu Nico Rosberg, o Campeão em título, depois de este se ter retirado no final de 2016. Este triunfo manteve também o recorde perfeito da Mercedes em Sochi, uma vez que o construtor alemão venceu os Grandes Prémios de 2015 e 2016, através de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, respectivamente.

 

Após quatro etapas completadas das vinte que compõem o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 deste ano, a Haas F1 Team mantém-se no sétimo lugar do Campeonato de Construtores com oito pontos, a cinco da Toro Rosso e com dois de vantagem face à Renault. Grosjean e Magnussen estão empatados no décimo primeiro lugar do Campeonato de Pilotos com quatro pontos cada.

 

A Fórmula 1 tem agora um fim-de-semana de folga, voltando à acção a 12-14 de Maio para o Grande Prémio de Espanha, que se realiza no Circuit de Barcelona – Catalunya.

 

 

 

Tivemos um bom arranque estava por dentro do Palmer na travagem. Não sei porquê, ele virou. Eu estava lá e ele virou como se eu não estivesse lá. Tentei o máximo que pude evitar, mas ele bateu-me, entrou em pião e voltou a tocar-me. O carro ficou muito danificado e a nossa corrida terminou logo ali. Estava cheio de esperança de que poderíamos ter percebido o que se passava com este fim-de-semana, realizar mais quilómetros e compreender tudo para que possamos estar mais fortes na próxima corrida. No entanto, talvez hoje não conseguíssemos marcar mais pontos, mas seria sempre bom verificar o que poderíamos fazer.”

 

 

 

Foi um mau fim-de-semana para nós, mas aprendemos com isso. Tivemos alguns bons fins-de-semana nas três primeiras corridas e desta vez não estivemos tão bem, por alguma razão. Penso que aprendemos sempre e acredito que esta corrida não será representativa da restante temporada. É difícil quando temos um pelotão tão próximo. Não é preciso um grande erro para nos atrasarmos. Não é ideal, mas estou ansioso pela próxima corrida e pela restante temporada.”

 

 

 

Este fim-de-semana acabou como começou – mal. Penso que o melhor que podemos fazer é colocá-lo para trás das costas e concentrarmo-nos em Espanha. Obviamente, Romain teve um incidente com o Palmer, que foi para cima dele na segunda curva. A corrida acabou logo ali. Com o Kevin, teve uma penalização de cinco segundos que nos colocou fora de competição. Perdemos muito tempo e assim foi a nossa corrida. Tentámos trazer o carro até ao fim, dado que não havia nada para ganhar ou perder. Arrancámos de décimo terceiro e terminámos em décimo terceiro. Agora vamos para Barcelona.”

 

 

 

O quinto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio de Espanha, que se realiza no Circuit de Barcelona – Catalunya. Os treinos-livres iniciam-se a 12 de Maio, a qualificação realiza-se a 13 de Maio e a corrida a 14.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal

 

HAAS NO GP DE ESPANHA

 

Barcelona – Acampamento Base

 

A Escalada da Montanha da Fórmula 1 Inicia-se em Barcelona com o Grande Prémio de Espanha

 

Na Fórmula 1 a montanha da competitividade é incrivelmente ingrime e subi-la é ao mesmo tempo árduo e emocionante. Para a Haas F1 Team, que está na sua segunda temporada do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, o Circuit de Barcelona – Catalunya tem vindo a ser o seu campo base.

 

O circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas é casa dos testes de Fórmula 1 para todas as equipas de Fórmula 1, onde ao longo de duas semanas entre o final de Fevereiro e o início de Março, desvendaram os seus novos carros para depois realizaram o máximo de voltas possível com o objectivo de encontrar o equilíbrio aerodinâmico, a aderência mecânica e velocidade.

 

Enquanto a mais recente equipa de Fórmula 1 e a primeira formação norte-americana desde 1986, a Haas F1 Team tem apenas dois invernos de testes em Barcelona. Estes têm sido de um valor incrível, com a equipa a realizar o shakedown do seu primeiro carro no ano passado – o Haas VF-16 – e, depois, outro monolugar completamente novo, este ano, o VF-17, que foi construído de acordo com um novo regulamento técnico que inclui uma asa dianteira mais larga, derivas laterais maiores, uma asa traseira mais baixa e mais larga e um difusor expandido em cinquenta milímetros em altura e largura. Pneus mais largos são também novidades, com os pneumáticos dianteiros a alargarem sessenta milímetros e os traseiros oitenta, um incremento de vinte e cinco porcento relativamente a 2016.

 

A Haas F1 Team registou setecentos e quinze volta nos testes realizados este ano em Barcelona, com Romain Grosjean e Kevin Magnussen a acumularem no seu conjunto 3328,325 quilómetros. Esta quilometragem foi uma indicação clara do crescimento da Haas F1 Team desde a sua temporada de estreia, 2016, uma vez que bateu a marca do ano anterior em duzentos e quarenta e uma voltas ou 1121,855 quilómetros.

 

“Foi possível verificar a diferença relativamente ao ano passado, quando tivemos o nosso primeiro teste de Inverno”, disse Grosjean. “A equipa estava muito mais preparada. Todos sabiam o que tinham de fazer. E o carro tem muito potencial que ainda não descobrimos. É uma boa base de trabalho”.

 

O potencial a que Grosjean se refere foi verificado com o sexto lugar na qualificação para o primeiro evento da temporada, o Grande Prémio da Austrália, e os resultados nos pontos de Magnussen, na China, e de Grosjean, no Bahrein.

 

Mas depois de quatro corridas em quatro pistas drasticamente diferentes e em quatro ambientes excepcionalmente distintos, é tempo de transformar esse potencial em resultados. Esse momento será no dia 14 de Maio, o Grande Prémio de Espanha, onde as equipas regressam a Barcelona para a quinta corrida da temporada de Fórmula 1.

 

Se alcançar o sucesso na Fórmula 1 é semelhante a escalar o Monte Evereste, então o Grande Prémio de Espanha é um acampamento de aclimatização. Uma corrida de sessenta e seis voltas precedida por duas sessões de treinos-livres de noventa minutos, outra de sessenta minuta no sábado antes da qualificação permitem às equipas avaliar as suas próprias performances e perante as suas adversárias.

 

Que tipo de melhoramentos foram feitos desde aqueles dias frios do final do Inverno? E que evoluções serão desvendadas para que os carros sejam competitivos por mais dezasseis corridas? Essas são as questões que as equipas tentarão responder no Grande Prémio de Espanha, onde a corrida ao armamento tecnológico terá o seu primeiro confronto.

 

A Haas F1 Team não é diferente, e levará para a pista uma evolução significativa do VF-17, no entanto, os detalhes permanecem escondidos. Mas tanto Grosjean como Magnussen estão conscientes destes componentes e de que forma os dados apontam para que descubram o verdadeiro potencial que ambos os pilotos sentem no carro, e por outro lado a forma como evoluirá a sua competitividade.

 

A sua performance, assim como o trabalho das restantes nove equipas, será bem visível no Grande Prémio de Espanha.

Circuit de Barcelona-Catalunya

 

Perímetro: 4,655 km

Voltas: 66

Distância de corrida: 307,104 km

Transmissão: Sport TV5 – 13h00

 

 

Sobre a Haas Automation, Inc

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

Com quatro corridas disputadas, onde se enquadra a Haas F1 Team relativamente às restantes equipas do meio do pelotão?

“É difícil dizer. Num fim-de-semana estamos no topo, no outro – como em Sochi – estamos no fundo. É um segundo pelotão muito competitivo. Vamos esperar que se mantenha assim ao longo do ano e que nós possamos estar no topo do segundo pelotão.”

 

A sua frustração depois do Grande Prémio da Rússia era evidente. Isso deve-se em grande parte ao potencial que os carros têm este ano e, quando esse potencial não é alcançado, uma oportunidade é perdida?

“Sim, claro. Todas as chances que não são realizadas são oportunidades perdidas. Temos sempre chances. Tivemos uma na Austrália, perdemo-la. Em Sochi, a nossa qualificação não foi fantástica, mas o Kevin realizou uma boa partida, mas depois tivemos uma penalização por ter voltado à pista pelo sítio errado e terminou em décimo terceiro. Em Sochi há poucas oportunidades de ultrapassar. É difícil recuperar.”

 

Muito foi dito sobre os novos carros para esta temporada, dado que são consideravelmente mais rápidos, com mais apoio aerodinâmico e pneus muito mais largos. Apesar da quantidade de alterações introduzidas este ano, após quatro corrida existe já um sentimento de normalidade?

“É como se já não nos lembrássemos do carro antigo. É algo estranho, mas o tempo na Fórmula 1 passa muito depressa. Disputámos quatro corridas e já esquecemos o que fizemos o ano passado. A tecnologia move-se muito depressa. É fantástico.”

 

Os travões continuam na ordem do dia para a Haas F1 Team. Explique as mudanças entre a Brembo e a Carbon Industries (CI) na Rússia e qual é o plano para Barcelona.

“Em Sochi começámos com os travões da CI. Não tínhamos arrefecimento suficiente para eles e, se não os arrefecermos suficientemente, o travão entra em sobreaquecimento e o curso do pedal aumenta. Para além disso, o desgaste também incrementa. Analisámos tudo para verificar se conseguíamos aquentar a corrida, mas concluímos que não era possível. Portanto, decidimos voltar aos Brembo. De momento, vamos competir com a Brembo em Barcelona.”

 

“Vai demorar ainda um pouco para percebermos como podemos resolver o problema, mas acabaremos por chegar lá. Não é uma questão simples de resolver. Vai demorar um pouco. Sabemos o que temos depois do nosso teste com travões CI no Bahrein e, depois de Sochi, na primeira e segunda sessões de treinos-livres. Sabemos do que precisamos fazer e do que tem que ser feito, mas ainda demorará algum tempo.”

 

No que diz respeito cada uma das soluções, a da Brembo e da CI, o que dizem os pilotos de cada uma delas?

“O Romain está muito satisfeito com o último desenvolvimento da Brembo. Disse que estava satisfeito com ele. O Kevin preferiu a solução da CI, dado que pega melhor. Tem uma sensação melhor com os travões da CI. Agora temos que colocar os travões da CI a funcionar e verificar onde estamos para chegarmos a uma conclusão absoluta. Ficarei feliz quando tirarmos isto da nossa lista.”

 

“Todos têm que entender que é um sistema de travagem muito sofisticado. Não é simples resolver. A questão óbvia, e que as pessoas têm o direito de fazer, é que não pode ser muito difícil arranjar um travão. Na verdade é. Não é fácil. São tecnologias altamente complicadas, são muito avançadas. Quando mudamos de um para o outro, encontramos pequenas dificuldades que não esperamos até os experimentarmos devidamente. Sem testes durante a temporada, temos que o fazer ao longo das sessões de treinos-livres de sexta-feira. Temos sempre que esperar duas semanas para fazermos alguma coisa. Portanto, nunca podemos realizar um verdadeiro teste e efectuar modificações. Temos que adaptar-nos de alguma forma. Compromete os nossos testes e é por isso que demora tanto. Não é que não estejamos a trabalhar arduamente. Os nossos rapazes são muito competentes conseguem resolver o problema, mas demora.”

 

O ano passado, encontrar a janela de funcionamento dos pneus mostrou-se difícil. Depois de quatro corridas em quatro circuitos distintos e em ambientes muito diferentes, é complicado encontrar a janela de funcionamento dos pneus deste ano?

“É o mesmo. Apenas são pneus mais largos, mas ainda assim temos que os fazer funcionar. Penso que o nosso principal problema, como experimentámos em Sochi juntamente com as restantes equipas, é não conseguirmos ter aderência. A superfície de Sochi é muito escorregadia, muita suave, portanto, estivemos um pouco fora da janela de funcionamento. O Kevin conseguiu lidar com isso, mas o Romain teve dificuldades e não conseguimos encontrar a janela para que os pneus funcionassem com ele. Não estivemos sozinhos, outros tiveram o mesmo problema. Mas fora de Sochi, penso que demos um bom passo em frente desde o ano passado no que diz respeito à janela de funcionamento dos pneus.”

 

Completaram muitas voltas em Barcelona no início deste ano, durante os testes de Inverno. Em Barcelona estão mais confortáveis com o carro por saberem o que esperar?

“É o mesmo para todos, todos fizeram os mesmos testes e muita gente fez o mesmo número de quilómetros. Penso que sabemos o que fazer, mas não sabemos os que as outras equipas levarão para Barcelona. Como dissemos antes, o segundo pelotão é muito competitivo e tanto podemos estar à frente como atrás. Podemos estar entre o oitavo e o décimo sexto lugares.”

 

Os dados que que a Haas F1 Team recolheu o ano passado estão, na verdade, fora de data, dado que o carro deste ano é muito diferente. Mas Barcelona permite-vos ter dados actuais devido a todo os testes que realizaram. É claro que todas as restantes equipas também têm dados de 2017, mas é valioso chegar a um Grande Prémio com dados pertinentes e com apenas dois meses?

“O carro será actualizado relativamente ao teste de Barcelona. Portanto, teremos um carro diferente, temperaturas distintas e os pneus funcionarão numa janela diferente. Temos mais informação sobre Barcelona do que sobre outras pistas, mas isso não nos deixa mais confortáveis.”

 

Barcelona marca o início da temporada europeia do calendário da Fórmula 1. Tipicamente, muitas equipas levam actualizações para os seus carros a tempo do Grande Prémio de Espanha. A Haas F1 Team tem muitas actualizações para os seus carros e quais são as expectativas para estes componentes de desenvolvimento?

“Levámos para Barcelona o primeiro grande pacote de desenvolvimento, uma vez que todas as restantes modificações que realizámos foram muito pequenas. Esperamos que funcione como tudo o resto que veio do túnel de vento, que é muito fiável no que diz respeito à correlação de dados entre o túnel de vento e a pista. Esperamos dar um passo em frente. Há sempre aspectos desconhecidos com um novo pacote técnico, portanto, não queremos falar muito sobre isso e criar grandes expectativas. Algumas pessoas poderão notar – será visível – mas não imediatamente. Não é nada de enorme exteriormente.”

 

Entre as actualizaçoes que se espera que todas as equipas levam e o conhecimento acumulado sobre o novo carro, o Grande Prémio de Espanha será muito diferente dos testes de Barcelona, de há dois meses atrás?

“Barcelona é a primeira corrida da temporada europeia, portanto, teremos muitos espectadores. Temos muitas coisas para fazer. Nas duas sessões de treinos-livres de sexta-feira, aí teremos que realizar o nosso programa de testes. Se predemos tempo, perdemos capacidade de testar. Coloca sempre pressão adicional nas pessoas e nos pilotos, que não pretendem fazer nada de errado. O mais pequeno erro e não usamos o tempo disponível. Não é diferente de outro qualquer local, mas quando comparamos com os testes de Inverno em Barcelona, temos apenas um pouco mais de pressão.”

 

 

 

Disseste que querias esperar quarto corridas antes de apontares onde a Haas F1 Team estava relativamente às suas adversárias. Com quatro corridas disputadas, onde está a Haas F1 Team?

“No geral, se olharmos para as três primeiras corridas, fomos muito consistentes, muito bons. Sochi foi peculiar. Tivemos algumas dificuldades com o carro. Eu tive dificuldades com a minha pilotagem. Temos muito para analisar. Não acredito que tenha a ver com inconsistência, como aconteceu o ano passado, portanto, diria que estou muito satisfeito com a forma como iniciámos o ano. Estou satisfeito com o carro. Normalmente, estamos na iminência de passar à Q3. Agora, a grande questão é de que forma os novos componentes se reflectirão no carro e relativamente aos carros dos nossos adversários. Acredito que estamos no bom caminho, mas nunca sabemos o que os outros estão a fazer. Será bom verificar em Barcelona o trabalho que realizámos.”

 

Muito foi dito sobre os novos carros para esta temporada, dado que são muito mais rápidos, com mais apoio aerodinâmico e pneus mais largos. Apesar de todas as alterações introduzidas este ano, já sentes o carro com normalidade após quatro corridas?

“Como vimos nos testes de Inverno, e depois, em Melbourne, no início da temporada, ficámos surpreendidos com a velocidade com que podíamos fazer as curvas. Depois de algumas corridas, porém, esquecemos isso e fazemos o melhor com o que temos. Há alguns circuitos, como os circuitos citadinos, onde será muito rápido, mas nos restantes, a aderência e a velocidade parece normal.”

 

O ano passado, encontrar a janela de funcionamento dos pneus mostrou-se difícil. Depois de quatro corridas em quatro circuitos distintos e em ambientes muito diferentes, é complicado encontrar a janela de funcionamento dos pneus deste ano?

“Penso que estes pneus são um pouco mais fáceis. Claramente, os pneus são a chave – a Rússia é um bom exemplo, onde um piloto podia fazer mais de trinta voltas com ultramacios. Isso é algo que temos que analisar e compreender um pouco melhor. No geral, porém, os pneus deste ano são melhores do que no passado. São mais fáceis de trabalhar.”

 

Completaste muitas voltas em Barcelona no início deste ano, nos testes de inverno. Tens um maior nível de conforto com o carro em Barcelona por saberes o que esperar?

“Todos conhecem Barcelona muito bem. É bom para perceber as modificações que realizámos e o desenvolvimento que efectuámos desde os testes até à corrida. Penso que Barcelona será um momento-chave para a temporada. Penso que Barcelona será chave para a temporada porque é aonde muitas equipas e pilotos terão os primeiros pacotes técnicos de actualização. Temos que ver o que fizemos, se é o suficiente ou se temos que fazer mais.”

 

Os dados que que a Haas F1 Team recolheu o ano passado estão, na verdade, fora de data, dado que o carro deste ano é muito diferente. Mas Barcelona permite-vos ter dados actuais devido a todos os testes que realizaram. É claro que todas as restantes equipas também têm dados de 2017, mas é valioso chegar a um Grande Prémio com dados pertinentes e com apenas dois meses?

“Será melhor e há algumas coisas que podemos comparar com os testes de inverno. Penso que, com as actualizações dos carros todos serão bastante mais rápidos do que nos testes. Será difícil comparar. Não estou a olhar para os dados do ano passado. Já passou muito tempo e é muito diferente. Torna tudo mais divertido.”

 

Passaram dois meses desde que testaste em Barcelona. Esperas que a pista tenha mudado entretanto?

“Normalmente, estará mais quente, portanto, os pneus funcionarão melhor. A pista em si não estará muito diferente. Estivemos tantas vezes em Barcelona – já lá estivemos com menos de 10ºC e com mais de 30ºC.”

 

Barcelona marca o início da temporada europeia do calendário da Fórmula 1. Tipicamente, muitas equipas levam actualizações para os seus carros a tempo do Grande Prémio de Espanha. A Haas F1 Team tem muitas actualizações para os seus carros e quais são as expectativas para estes componentes de desenvolvimento?

“Temos algumas grandes actualizações. Será o nosso primeiro grande testes em 2017. Os componentes técnicos serão determinantes esta temporada, dada a performance que colocam no carro. Penso que se levássemos o carro que fez a pole-position em Melbourne para Abu Dhabi nem sequer passaria à Q2. Estou seguro. O desenvolvimento este ano será tremendo, portanto, estou ansioso.”

 

Entre as actualizaçoes que se espera que todas as equipas levam e o conhecimento acumulado sobre o novo carro, o Grande Prémio de Espanha será muito diferente dos testes de Barcelona, de há dois meses atrás?

“Todos os Grandes Prémios são semelhantes. Iniciamos o fim-de-semana para tentar ter uma base. Estamos a trabalhar nas afinações, é claro, se temos peças novas, no primeiro dia estamos a verificar se funcionam e se estão a fazer o que se pretende. Se é esse o caso, fantástico, caso contrário, temos que tentar perceber o porquê e afinar tudo da forma correcta.”

 

Tens algum momento ou momentos em Barcelona da tua carreira de promoção que aprecies?

“Assinei a minha primeira e única melhor volta de corrida de Fórmula 1 em Barcelona. Para além disso, em 2009, na GP2, venci a primeira corrida e, em 2011, consegui realizar lá uma boa ultrapassagem. Mas nem sempre foi uma pista brilhante para mim.”

 

A volta mais rápida de Grosjean na Fórmula 1 foi realizada durante o Grande Prémio de Espanha de 2012 (1m26,250s, na quinquagésima terceira volta). Foi a primeira vez que um francês assinou uma volta mais rápida desde que Jean Alesi fez o mesmo durante o Grande Prémio do Mónaco de 1996 – n.d.r.

 

Qual é a tua zona prefrerida do circuito de Barcelona e porquê?

“Gosto das curvas um, dois e três, dado que são curvas de média/alta velocidade. Demonstram a forma como o carro se está a comportar e conseguimos mesmo sentir a aderência.”

 

Com a mistura de curvas e a superfície abrasiva de Barcelona, a pista é muito exigente fisicamente?

“É uma pista muito exigente, dado que temos algumas curvas de alta-velocidade, no primeiro sector, depois temos algumas secções de baixa velocidade, como o último sector da pista. Normalmente, é uma forma fiável de julgar o carro, mostrando que somos capazes de gerar um bom apoio aerodinâmico a alta-velocidade e boa capacidade de aderência mecânica nas curvas de baixa-velocidade.”

 

Descreve uma volta a Barcelona.

“Barcelona é, provavelmente, a pista que melhor conhecemos no mundo inteiro. Conseguimos nomear qualquer parte do layout. Temos uma longa recta, depois duas curvas, uma direita e uma esquerda. Levamos muito velocidade para elas, então temos a famosa Curva 3, que agora fazemos a fundo. Na Curva 4 sofremos alguma bloqueagem nas rodas dianteiras. Temos um gancho, Curva 5, é a descer e não conseguimos ver o apex até muito tarde, é uma curva complicada. As curvas 7 e 8 são feitas a subir para a colina e levam-nos até à rapidíssima Curva 9, que tem um novo corrector interior. Depois temos a Curva 10, é muito complicada na travagem. As curvas entre a 11 e a 15 são efectuadas como se fossem apenas uma – como complexo, é difícil ter um bom ritmo nessas curvas. Temos que ter um bom equilíbrio. A Curva 16 é a última curva e queremos fazê-la a fundo para prepararmo-nos para a recta e ter um bom tempo.”

 

 

 

 

 

 

Com quatro corridas disputadas, onde está a Haas F1 Team relativamente às suas adversárias?

“Penso que estamos na luta pelo segundo pelotão, que é extremamente competitivo. Variará um pouco de corrida para corrida, no que diz respeito a quem lidera este grupo, mas estamos na luta.”

Pareces ter assimilado a equipa muito rapidamente. Como correu a tua adaptação à Haas F1 Team?

“Tem sido fácil e agradável. É um grupo de pessoas porreiras e tem sido fácil ambientar-me.”

Muito foi dito sobre os novos carros para esta temporada, dado que são muito mais rápidos, com mais apoio aerodinâmico e pneus mais largos. Apesar de todas as alterações introduzidas este ano, já sentes o carro com normalidade após quatro corridas?

“Habituamo-nos muito rapidamente aos carros. Depois dos testes já pareciam normais e familiares. Ainda notamos o quão rápidos são. Ainda nos sentimos muito bem quando damos o máximo do carro. É muito mais divertido que antigamente.”

O ano passado, encontrar a janela de funcionamento dos pneus mostrou-se difícil. Depois de quatro corridas em quatro circuitos distintos e em ambientes muito diferentes, é complicado encontrar a janela de funcionamento dos pneus deste ano?

“É mais fácil que no ano passado, mas ainda não é uma coisa simples. É algo que necessita de foco, mas não é tão difícil como no ano passado.”

Completaste muitas voltas em Barcelona no início deste ano, nos testes de inverno. Tens um maior nível de conforto com o carro em Barcelona por saberes o que esperar?

“Penso que podemos dizer que estamos um pouco mais adaptados às velocidades que podemos levar para as curvas e ao estilo de pilotagem que usamos em Barcelona. Depois de alguns dias de testes, estamos sempre um pouco mais confortáveis. Estou ansioso por voltar lá.”

Os dados que que a Haas F1 Team recolheu o ano passado estão, na verdade, fora de data, dado que o carro deste ano é muito diferente. Mas Barcelona permite-vos ter dados actuais devido a todo os testes que realizaram. É claro que todas as restantes equipas também têm dados de 2017, mas é valioso chegar a um Grande Prémio com dados pertinentes e com apenas dois meses?

“É uma vantagem, mas uma vantagem que todos têm. Não nos ajudará a ser mais competitivos, por que todos os outros têm também os dados.”

 

Passaram dois meses desde que testaste em Barcelona. Esperas que a pista tenha mudado entretanto?

“Não, de todo. Está tudo na mesma.”

Barcelona marca o início da temporada europeia do calendário da Fórmula 1. Tipicamente, muitas equipas levam actualizações para os seus carros a tempo do Grande Prémio de Espanha. A Haas F1 Team tem muitas actualizações para os seus carros e quais são as expectativas para estes componentes de desenvolvimento?

“Sim, temos algumas actualizações para entrar em Barcelona. É sempre interessante verificar o que valem os novos componentes. Esperamos que seja positivo.”

Entre as actualizaçoes que se espera que todas as equipas levam e o conhecimento acumulado sobre o novo carro, o Grande Prémio de Espanha será muito diferente dos testes de Barcelona, de há dois meses atrás?

“Depende do efeito que as actualizações terão. Obviamente, se altera o comportamento do carro, então temos que trabalhar no equilíbrio e nas afinações. Esperamos que seja claro e fácil, mas teremos que esperar para ver.”

 

Tens algum momento ou momentos em Barcelona da tua carreira de promoção que aprecies?

“Sim, quando venci lá a World Series by Renault. Essa é sempre uma boa memória.”

Magnussen venceu em 2013 a Fórmula Renault 3.5 Series de forma convincente com a DAMS, com cinco triunfos e treze pódios, tendo o último sido alcançado em Barcelona, a última prova da temporada. Magnussen deixou o segundo classificado, Stoffel Vandoorne, a sessenta pontos. – n.d.r.

Qual é a tua zona preferida do circuito de Barcelona e porquê?

“O pódio!”

Com a mistura de curvas e a superfície abrasiva de Barcelona, a pista é muito exigente fisicamente?

“É uma pista dura. Tem algumas curvas rápidas que esforçam o pescoço, algumas boas zonas de travagens. É uma pista muito exigente fisicamente, mas estou ansioso.”

 

 


 

 

Circuit de Barcelona-Catalunya

  • Número de voltas: 66
  • Distância de corrida: 307,104 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 4,655 quilómetros e 16 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1991, tendo o Grande Prémio de Espanha do ano passado sido o vigésimo sexto Grande Prémio disputado nesta pista.
  • Kimi Räikkönen detém o recorde do Circuit de Barcelona – Catalunya (1m21,670s), realizado em 2008 com a Ferrari.
  • Mark Weber detém o recorde da volta de qualificação ao Circuit de Barcelona – Catalunya (1m19,995s), realizado em 2010 com a Red Bull.
  • Durante o Grande Prémio de Espanha em Barcelona, a temperatura mínima estará entre os 14ºC e os 15ºC e as máximas entre os 22ºC e os 23ºC. A velocidade do vento variará entre os 0 Km/h e os 24 Km/h, raramente excedendo os 34 Km/h.
  • Sabia que Espanha marca o início da temporada europeia? Isto significa que a Haas F1 Team terá tudo o que necessita para competir – desde os seus carros e equipamento das boxes, a unidades de hospitalidade e catering – que chegará ao circuito através de uma frota de camiões. Desde a base europeia da Haas F1 Team, em Banbury, Inglaterra, os camiões viajarão para o Mónaco, Áustria, Grã-Bretanha, Hungria, Bélgica e Itália.

 

  • Pirelli leva para Barcelona três compostos de pneus:
    • P Zero Laranja/Duro menos aderência, menos desgaste (usado para longas séries de voltas)
    • P Zero Branco/Médio mais aderência, desgaste médio (usado para séries de voltas mais curtas e para o segmento inicial da qualificação)
    • P Zero Yellow soft o mais elevado nível de aderência, nível mais eleevado de desgaste (usado na qualificação  e em situações de corridas seleccionadas)
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Para os cinco primeiros Grandes Prémios da temporada de 2017 a Pirelli disponibilizou – 2 jogos dos pneus mais duros, quatro do composto médio e sete do mais macio. A partir do Grande Prémio do Mónaco as equipas poderão escolher as especificações de dez dos treze jogos de pneus de cada um dos seus pilotos entre os três compostos selecionados pela Pirelli.
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).

 

HAAS NO GP DE ESPANHA

 

Evento:  e ª sessões de treinos-livres 

Data:  Sexta-Feira, 12 de Maio

Local:  Circuit de Barcelona – Catalunya  

Layout:  4,655 quilómetros, 16 curvas

Condições Climatéricas na 1ª Sessão:  Sol e céu limpo

Temperatura do Ar na 1ª Sessão:  18,1-23,1ºC

Temperatura da Pista na 1ª Sessão:  23-28,9ºC

Condições Climatéricas na 2ª Sessão:  Sol e céu limpo

Temperatura do Ar na 2ª Sessão:  24,5-26,2ºC

Temperatura da Pista na 2ª Sessão:   39-44,8ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen

 

 

 

Magnussen:  7º (1m23,670s), 22 voltas

Grosjean:  8º (1m23,758s), 23 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m21,521s)

Mais voltas completadas:  Felipe Massa e Lance Stroll ambos da Williams (34)

 

 

 

Grosjean:  11º (1m22,371s), 36 voltas

Magnussen:  15º (1m23,007s), 32 voltas

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m20,802s)

Mais voltas completadas:  Jolyon Palmer da Renault (43)

 

 

 

O quinto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017 iniciou-se hoje com as sessões de treinos-livre no Circuit de Barcelona – Catalunya que as equipas aproveitam para preparar o Grande Prémio de Espanha, que se realiza no domingo.

 

As duas sessões de noventa minutos no circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas foram realizadas sob um sol glorioso e temperaturas temperadas, uma modificação profunda relativamente ao que as equipas encontraram em Barcelona há dois meses atrás, durante os testes de Inverno.

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, tiveram a sua melhor primeira sessão de treinos-livres do ano, com Magnussen a assegurar o sétimo tempo e Grosjean logo atrás, no oitavo posto.

 

A melhor volta de Magnussen, 1m23,670s, foi alcançada na décima quarta volta ao circuito, tendo o seu Haas VF-17 montados pneus Pirelli P Zero Branco/Médio. Grosjean, com o mesmo programa do seu colega de equipa, também assegurou o seu melhor tempo – 1m23,758s – na décima quarta volta, usando pneus médios.

 

Ambos os pilotos iniciaram a primeira sessão com o composto mais duro e mais durável da gama da Pirelli – os P Zero Laranja/Duro. Tanto Magnussen como Grosjean completaram onze voltas com os pneus duros para depois montarem médios. Magnussen completou onze voltas com os pneus médios e Grosjean doze, somando vinte e duas e vinte e três voltas, respectivamente.

 

Lewis Hamilton, piloto da Mercedes, liderou a primeira sessão, com uma volta de 1m21,521s, o que lhe permitiu bater Valtteri Bottas, o seu colega de equipa, por 0,029s, que foi o segundo mais rápido.

 

As temperaturas subiram para a segunda sessão e o comportamento dos carros da Haas F1 Team alterou-se. Magnussen descreveu imediatamente o seu carro como muito difícil de pilotar, sem aderência traseira. Depois de ter queimado uma travagem na sua primeira volta, Grosjean disse que o seu carro estava com um comportamento diferente e com um curso de pedal de travão muito longo que alterava a sensação durante a travagem. Ao longo da sessão foram realizados progressos, tendo ambos os pilotos melhorado os seus tempos da primeira sessão, mas as outras equipas efectuaram progressos, também. No final, Grosjean foi o décimo primeiro mais rápido, 1m22,371s, o que significou uma evolução de 1,387s relativamente à sua marca matinal. Magnussen melhorou o seu tempo da primeira sessão em 0,663s, com uma volta de 1m23,007s.

 

Ambos os pilotos rodaram com os mesmos compostos de pneus durante a segunda sessão, alternando entre os médios e os macios. Com o amarelo a assumir-se como o mais aderente da gama que a Pirelli levou para Barcelona, não foi surpresa que tenha ajudado os pilotos a alcançarem as suas voltas mais rápidas. O melhor tempo de Grosjean surgiu na décima segunda volta e o de Magnussen na décima. Grosjean terminou a segunda sessão com trinta e seis voltas efectuadas e Magnussen trinta e duas.

 

O duo da Mercedes, Hamilton e Bottas, foram os mais rápidos na segunda sessão, com Hamilton a registar um tempo de 1m20,802s, batendo a marca de Bottas por 0,090s.

 

Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou o total de cento e treze voltas – cinquenta e nove através de Grosjean e Magnussen cinquenta e quatro. 

 

 

 

Não foi um dia fácil. Lidámos com muitas coisas. Penso que os pneus estão com algumas dificuldades aqui para funcionarem bem, ou pelo menos, estamos a ter dificuldades em colocar os pneus a funcionar. Não creio que sejamos os únicos – muitos carros saíram de pista. Portanto, isso será determinante, colocar os pneus a funcionar correctamente. Se o conseguirmos fazer, podemos ganhar muito tempo em pista. Focámo-nos em mais trabalho esta tarde para vermos se haveria outras ferramentas que pudéssemos usar de modo a que estejamos preparados para amanhã.”

 

 

 

Tivemos uma boa manhã e reunimos alguns dados. Na segunda sessão não aprendemos nada de útil. A pista estava muito diferente e o carro não estava a comportar-se como o esperado. Vamos analisar o que se passou e esperamos melhorar para sábado. Não é claro o porquê de estarmos satisfeitos da parte da manhã e da parte da tarde nem por isso. Á tarde estava muito vento, mas estava para toda gente. Nós parecemos menos competitivos e temos que entender isso. Vamos esperar regressar aonde achamos que devemos estar.”

 

 

 

Foi uma boa primeira sessão. Reunimos muitos dados que temos que analisar. Da parte da tarde foi mais difícil, com as temperaturas mais elevadas. Tivemos alguns desafios nas séries longas. Temos que analisar o que temos a seguir. Temos muito trabalho esta tarde. Temos que ver os dados e compreender o que se passou. Temos também que reunir mais dados sobre o novo fundo plano. O Romain rodará com o novo fundo amanhã e isso ajudar-nos-á. Depois tomaremos uma decisão sobre a sua utilização posterior.

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (11h00-12h00) antes do início da qualificação, às 14h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

´FÓRMULA E NO MONACO

 

Lucas conquista seu 17º pódio na Fórmula E com segundo lugar no e-Prix de Mônaco

No apertado circuito do Principado, a falta de pontos de ultrapassagem mostrou-se latente e, apesar das tentativas de tomar a liderança de Sébastien Buemi, o brasileiro da ABT Schaeffler Audi Sport somou importantes pontos na continuação da luta pelo título

Lucas di Grassi conquistou neste sábado (13), em Mônaco, seu 17º pódio em 26 corridas da Fórmula E. O brasileiro da equipe ABT Schaeffler Audi Sport terminou a disputa nas apertadas ruas do Principado na segunda posição - a mesma de onde largou - e cruzou a linha de chegada a apenas três décimos de segundo do vencedor, Sébastien Buemi, da Renault e.Dams, após intensa batalha pela vitória nas voltas finais da quinta etapa da temporada.

Os dois pilotos, que lideram a classificação geral, refletiram bem o que tem sido o campeonato até agora: dispararam na frente da concorrência e disputaram, entre si, cada metro do apertado traçado de 1,7 quilômetro. O oponente mais próximo dos líderes, Nick Heidfeld, terminou em terceiro ao chegar 13 segundos atrás de Buemi e Di Grassi. Na tabela de classificação, situação semelhante com o suíço somando 104 pontos contra 89 do brasileiro; o terceiro colocado é Nico Prost, com apenas 48.

"Tivemos outra grande luta hoje - tanto na classificação como na corrida. Com o carro que tínhamos hoje era possível vencer a Renault", disse Lucas. "Infelizmente, o circuito praticamente não oferece nenhum ponto de ultrapassagem. Além disso, Séb é um piloto forte e experiente - mas se ele tivesse deixado alguma abertura, por menor que fosse, sem dúvida eu teria me lançado em ataque", disse o brasileiro, que agora fica a uma distância de 15 pontos do líder após excelente recuperação no e-Prix anterior, na Cidade do México, onde venceu e reduziu o déficit em relação à ponta da tabela.

Di Grassi lutou pela pole-position, que escapou por muito pouco. Na largada, os dois primeiros colocados mantiveram suas posições e assim foi até o final. "Na primeira metade da corrida o ritmo não estava tão bom, mas estávamos economizando muito mais energia. Já na segunda parte eu estava tentando acompanha-lo de perto. Eu tinha um por cento a mais de energia que ele, então eu sabia que se eu tivesse a estratégia correta eu poderia ataca-lo no final. O problema é que aqui em Mônaco não há pontos de ultrapassagem e se você é um cara experiente como o Seb, você vai saber fechar a porta. Além disso, eu jamais buscaria um espaço onde não dá para ultrapassar, sob o risco de comprometer toda a corrida. Se ele tivesse deixado alguma porta aberta, ou se alguma das retas tivesse mais de 360 metros de comprimento, com certeza eu teria tentado com mais veemência", afirmou o piloto da ABT Schaeffler Audi Sport.

Lucas economizava energia para buscar o ataque nas voltas finais. Estratégia que foi colocada em prática conforme o desenhado. Faltou conseguir a ultrapassagem, em um traçado tão apertado como o de Monte Carlo. "Mônaco é um circuito em que a pole position representa uma importância maior do que em outros. Senti que tinha um carro mais rápido que o do Buemi; tentei ultrapassá-lo na última volta por dentro e por fora, mas não foi possível e cruzamos a linha de chegada praticamente colados. De qualquer maneira, somamos mais bons pontos aqui hoje e com certeza haverá mais batalhas como esta", concluiu.

A próxima etapa da Fórmula E acontece já no próximo sábado (20), nas ruas de Paris, na França.

Resultado do e-Prix de Mônaco (top-10):
1. Sébastien Buemi (Renault e.Dams) - 51 voltas em 51min05s488
2. LUCAS DI GRASSI (ABT Schaeffler Audi Sport) - a 0s320
3. Nick Heidfeld (Mahindra Racing) - a 13s678
4. Nelson Piquet Jr (NextEV NIO) - a 19s074
5. Maro Engel (Venturi Formula E) - a 19s518
6. Felix Rosenqvist (Mahindra Racing) - a 19s599
7. Daniel Abt (ABT Schaeffler Audi Sport) - a 20s430
8. Esteban Gutierrez (Techeetah) - a 32s295
9. Nico Prost (Renault e.Dams) - a 35s667
10. Mitch Evans (Panasonic Jaguar Racing) - a 38s410

Campeonato após cinco etapas (top-6):
1. Sébastien Buemi - 104 pontos
2. LUCAS DI GRASSI - 89
3. Nico Prost - 48
4. Jean-Eric Vergne - 40
5. Sam Bird - 34
6. Nick Heidfeld - 32

Lucas Di Grassi é patrocinado por Qualcomm, Aethra, KNM, BlueFox e Mumm

 

HAAS NO GP DE ESPANHA

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio de Espanha (5º round de 20)

Data:  Sábado, 13 de Maio

Local:  Circuit de Barcelona – Catalunya  

Layout:  4,655 quilómetros, circuito de 16 curvas

Condições Climatéricas:  Sol e céu limpo

Temperatura do Ar:  25,9-27ºC

Temperatura da Pista:  40-46,8ºC

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m19,149s – novo recorde)

Resultado:  Kevin Magnussen 11º / Romain Grosjean 14º

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  7º (1m21,822s), avançou para a Q2

Magnussen:  10º (1m21,945s), avançou para a Q2

Piloto Mais Rápida:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m20,511s)

Cutoff:  15º, Pascal Wehrlein da Sauber (1m22,327s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Magnussen:  11º (1m21,329s)

Grosjean:  14º (1m21,517s)

Piloto Mais Rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m20,210s)

Cutoff:  10º, Fernando Alonso da McLaren (1m21,251s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m19,149s)

Segundo:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m19,200s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, qualificaram-se em décimo primeiro e décimo quarto, respectivamente, para o Grande Prémio de Espanha, que se realiza domingo no Circuit de Barcelona – Catalunya.

 

Grosjean assinou o sétimo tempo na Q1, com uma volta de 1m21,822s ao circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas. Magnussen foi o décimo mais rápido, com uma volta em 1m21,945s. Apenas os quinze mais rápidos passaram à Q2 e marcou a primeira vez esta temporada que os pilotos da Haas F1 Team alcançaram os dois o segundo segmento da qualificação.

 

Na Q2, Magnussen registou o décimo primeiro tempo, 1m21,329s, perdendo a possibilidade de passar à Q3 por 0,078s. Apenas os dez primeiros da Q2 passam à Q3. Grosjean foi o décimo quarto mais rápido na Q2, 1m21,517s. Uma travagem falhada na última chicane na sua volta lançada final impediu Grosjean de melhorar a sua marca.

 

Tanto Magnussen como Grosjean rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio durante a qualificação.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, foi o mais rápido em cada um dos segmentos da qualificação do Grande Prémio de Espanha. A sua melhor volta, 1m19,149s, representa um novo recorde para a pista e suplantou o segundo mais rápido, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, por 0,051s. O anterior recorde, 1m19,995s, estava na posse de Mark Webber, da Red Bull, desde o Grande Prémio de Espanha de 2010. Hamilton bateu este registo por 0,846s. Esta é a sexagésima quarta pole-position da carreira de Fórmula 1 de Hamilton, é também a sua segunda da temporada e a sua terceira em Barcelona.

 

Antes, Magnussen, Grosjean e o resto dos seus adversários participarem na qualificação, tomaram ainda parte na terceira sessão de treinos-livres para prepararem os seus carros para realizarem uma volta rápida ao circuito. Cada um dos pilotos da equipa rodaram com os três compostos de pneus que a Pirelli disponibiliza este fim-de-semana – Laranja/Duro, Branco/Médio e Amarelo/Macio. Grosjean terminou no décimo primeiro lugar, 1m22,128s, com o seu tempo registado na décima quinta volta, e Magnussen seguiu-o, no décimo segundo posto, 1m22,214s, com uma marca efectuada na sua décima primeira passagem pela linha de meta. Ambos os pilotos realizaram as suas melhores voltas com pneus macios. Grosjean completou vinte e uma voltas na terceira sessão de treinos-livres e Magnussen doze.

 

O mais rápido da terceira sessão de treinos-livres foi Kimi Raikkonen, da Scuderia Ferrari, com a marca de 1m20,214s, batendo o segundo mais rápido, o seu colega de equipa, Vettel, por 0,242s. Esteban Ocon, Force India, foi quem mais voltas completou (22).

 

 

 

Esperava mais que décimo quarto. Sem aquele pião na última volta, talvez conseguisse melhor. Seja como for, o equilíbrio do carro está complicado e o vento torna-o imprevisível. Tivemos algumas dificuldades com isso, portanto, temos algumas coisas em que temos que trabalhar, dado que não estamos a operar como devíamos em algumas áreas. Neste momento, o problema é que se dermos o máximo numa das curvas, na seguinte vamos ter dificuldades. Esse é o meu grande problema, dado que tenho dificuldades em pilotar com estas características. O carro não está a reagir como gostaria e a aderência é muito baixa. Vamos ver como corre a corrida amanhã.”

 

 

 

É sempre frustrante quando falhamos a Q3 por uma margem tão curta. A Q3 não ficou muito longe. Penso que maximizei quase tudo o que tinha para maximizar. Podemos sempre fazer um pouco mais, mas todos podem. Não acredito que esta seja uma boa pista para nós. É bom verificar que as evoluções funcionaram relativamente bem. Não foi negativo. Temos apenas que continuar a melhorar e alcançar a Q3. Amanhã temos que passar um carro para chegar aos pontos. É claro que gostaríamos de marcar mais de um ponto, mas mesmo isso seria satisfatório. Estou a fazer figas para realizar um bom arranque. Vamos esperar que as temperaturas desçam e o vento amaine, o que tornaria as coisas mais fáceis para nós.”

 

 

 

Foi um dia interessante e stressante, mas no final penso que podemos sair da qualificação com a cabeça erguida. Qualificámo-nos em décimo primeiro e a passagem para a Q3 foi muito renhida. Tivemos uma boa terceira sessão de treinos-livres. Ambos os pilotos realizaram um bom trabalho. Penso que o Romain foi demasiado longe na sua última volta, mas o segundo pelotão é muito competitivo, e será sempre. Meio décimo de segundo para cima ou para baixo e podemos estar entre o sétimo e o décimo quarto lugares. É muito competitivo. Partimos de décimo primeiro e décimo quarto, boas posições para subir aos pontos na corrida de amanhã.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

RUSSIAN GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
FASTEST-EVER LAP OF SOCHI SET IN FREE PRACTICE TWO,  USING THE ULTRASOFT ON ITS RUSSIAN DEBUT
 
 ABOUT A SECOND SEPARATES SUPERSOFT  FROM ULTRASOFT, AS WELL AS SUPERSOFT FROM SOFT
 
TRACK SURFACE HAS EVOLVED COMPARED TO LAST YEAR,  BUT STILL OFFERS LOW DEGRADATION 
 
7 – The ultrasoft tyre set a new record on its debut at the Sochi circuit, with Ferrari driver Sebastian Vettel setting a best time in FP2 of 1m34.120s, eclipsing the previous benchmark set by reigning world champion Nico Rosberg in Q2 last year of 1m35.337s. These times are expected to get even quicker as the weekend goes on, with the track constantly evolving. Although the surface offers more grip compared to last year, it is still very slippery with low degradation. Temperatures remained warm all day, with 27 degrees centigrade ambient and 42 degrees on track in the afternoon session.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “There’s a gap of around a second between each compound, which is about the target we established at the beginning of the year. Supersoft and ultrasoft are the tyres that we expect to feature in qualifying and the race here. Although the track is slightly rougher than it was last year, as a result of normal asphalt evolution, it’s still very smooth and slippery, which keeps degradation low. Consequently we can expect a relatively straightforward one-stop race on Sunday, starting on ultrasoft and moving onto supersoft.”
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m36.074s SUPERSOFT NEW
Bottas 1m36.119s SUPERSOFT NEW
Hamilton 1m36.681s SUPERSOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m34.120s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m34.383s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m34.790s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

SPANISH GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
MERCEDES DRIVERS TOP BOTH FREE PRACTICE SESSIONS IN SPAIN USING MEDIUM TYRES IN FP1 AND SOFT TYRES IN FP2
 
DRY AND WARM CONDITIONS FOLLOWING YESTERDAY’S RAIN.  VARIABLE WINDS AFFECT FP2 TIMES
 
LAST YEAR’S POLE POSITION TIME BEATEN ALREADY IN FP1 
 
AC61 Copy– Mercedes topped the time sheets ahead of Ferrari and Red Bull during the two free practice sessions today, both on the medium and the soft tyres. The hard and the medium tyres only were used during FP1, with the teams then moving onto the soft tyres in the more representative conditions of FP2. Although yesterday was affected by rain, washing the surface clean of rubber that had been laid down before, conditions were dry and warm today, with FP2 finishing in 27 degrees ambient and 42 degrees on track.
 
Much more than 1.5 seconds has been seen so far between the medium and soft tyres, but track conditions were slower in the afternoon than the morning, mainly due to variable gusts of wind: a well-known phenomenon in Barcelona. This meant that the actual performance gap was difficult to assess. As usual, the surface was ‘green’ and slippery in the morning, but is still evolving with more rubber being laid down. 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The quite strong and variable gusts of wind have made it tricky for the teams to set consistent times during FP2; added to the interruption with the red flag towards the end that stopped the long runs, it hasn’t been easy to put together some reliable data so far. However, we’ve seen a gap of about 1.8 seconds between the hard and medium in FP1, and there is expected to be an eventual performance gap of more than 1.5 seconds between medium and soft. These two will be the race tyres, and as expected we’ve seen some degradation on both. Understanding this more precisely will be the key to the race strategy.”
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m21.521s MEDIUM NEW
Bottas 1m21.550s MEDIUM NEW
Raikkonen 1m22.456s MEDIUM NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m20.802s SOFT NEW
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
22.5 psi (fronts) - 20 psi (rears)

 

ANTONIO FELIX DA COSTA NO MONACO

  1. Formula E visita o Monaco com AFC na energia máxima

 

A Fórmula E visita este fim-de-semana o mítico circuito de Monte Carlo, no Mónaco, onde o glamour reina e o talento dos pilotos sobressai perante as bancadas cheias nas ruas do Principado. António Félix da Costa regressa ao activo na Fórmula E depois de várias passagens no último mês pelos GT´s.

Apesar de ter começado a temporada com um top 5, a verdade é que nas últimas três provas da Fórmula E, Félix da Costa não tem sido ...bafejado pela sorte, com alguns problemas mecânicos a não permitirem o piloto luso de ter materializado o seu bom andamento. Ainda assim, o piloto oficial da BMW não desarma e encara a corrida deste fim-de-semana com "grande motivação. Não temos estado parados, todos os engenheiros da equipa e a própria BMW estão realmente focados em progredir a nossa performance. Estou certo que aqui no Mónaco não será fácil, mas o importante será darmos mais um passo em frente em termos de rapidez e também finalmente terminar uma corrida, pois recentemente por esta ou aquela razão, tenho estado sempre impedido de o fazer. Mónaco é sempre uma corrida especial, não só pela pista como por toda a história e tradição deste circuito, portanto é com optimismo que encaro esta corrida", afirmou o piloto que representa a equipa MS Amlin Andretti, com apoio da BMW Motorsport.

Recorde-se que este Monaco E Prix tem lugar nas ruas do Principado, com um perímetro de 1,765 km, com um total de doze curvas e a mesma recta da meta que a Fórmula 1 utiliza. Félix da Costa é um dos pilotos que ostenta no seu CV uma prestigiante subida ao pódio em Monte Carlo, mais precisamente em 2011, na GP3 Series, onde terminou no 2º lugar final no GP do Mónaco.

Para este fim-de-semana, como acontece normalmente, todo o programa tem lugar no Sábado, com as sessões de treinos livres logo bem cedo pela manhã, seguida da sessão de qualificação, com transmissão em directo na Sporttv3 a partir das 10:45. A corrida no Mónaco terá inicio da parte da tarde de Sábado, com hora marcada para as 15:00, mas inicio de transmissão em directo na Sporttv 5 a partir das 14:30.

 

A AERODINAMICA DA MERCEDES

CAMPEONATO DO  MUNDO DE FÓRMULA 1 2017

 

A AERODINÂMICA DA MERCEDES

 

Para quem perceber um pouco de aerodinamica automóvel, vejam por favor as formas dos Mercedes que irão participar já este fim de semana em Barcelona no Grande Prémio de ESpanha.Uma verdadeira obra de arte.ac21 Copyac22 Copyac23 Copyac24 Copyac25 Copyac26 Copyac27 Copyac28 Copyac29 Copyac30 Copyac31 Copyac32 Copyac33 Copyac34 Copyac35 Copy

 

A RESPOSTA DA RED BULL

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 2017

 

A RESPOSac14 Copyac15 Copyac16 Copyac17 Copyac18 Copyac19 Copyac20 CopyDA RED BULL

 

Pelos Grandes Prémios que decorreram já esta época, nota-se que a Red Bull está uns furos abaixo da Mercedes e da Ferrari.Assim a marca de bebidas energéticas, surge no Grande Premio de Espanha com uma nova versão do R 13, que possivelmente receberá a designação de RB 13 .

 

HAAS É NOTICIA

 

Arjun Maini Junta-se à Haas F1 Team como Piloto de Desenvolvimento

 

O Piloto da Índia de 19 anos Faz Equipa com Santino Ferrucci na Equipa Americana

 

A Haas F1 Team assinou com o piloto indiano Arjun Maini para o papel de piloto de desenvolvimento, partilhando a tarefa com o americano de 18 anos Santino Ferrucci.

 

Maini, de 19 anos, está a competir na GP3 Series com a Jenzer Motorsport, depois de ter participado em catorze das dezoito corridas da temporada de 2016 da GP3 Series. Apesar de ter faltado às quarto primeiras corridas, Maini terminou o Campeonato no décimo lugar, tendo como melhor resultado o  segundo posto obtido em Hungaroring, Budapeste, no dia 23 de Julho.

  

É uma honra fazer parte da Haas F1 Team como piloto de desenvolvimento”, afirmou Maini. “Toda a minha carreira nas corridas tem tido como foco tornar-me piloto de Fórmula 1 e esta oportunidade coloca-me um passo mais próximo desse objectivo. Estou ansioso por aprender, por compreender e experimentar a forma como uma equipa de Fórmula 1 opera. Tudo o que aprender poderá ser usado imediatamente na GP3 enquanto me preparo para o meu objectivo principal – a Fórmula 1”.

 

Tal como Ferrucci, Maini será integrado na Haas F1 Team em todas as oportunidades, assistirá às corridas, testes durante o ano, participando também no programa de simulador da equipa.

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos. Agora, na sua segunda temporada, a Haas F1 Team pretende evoluir a partir da sua estreia impressionante, quando terminou no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com 29 pontos.

 

“Enquanto a Haas F1 Team continua a maturar, temos que olhar para o nosso futuro e desenvolver potencial talento”, disse Gunther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. “Arjun foi bem-sucedido no karting e adaptou-se bem a diversos campeonatos de monolugares e, agora, à GP3. Vamos mantê-lo em vista no seu progresso ao longo deste ano”.

 

A GP3 Series disputa-se em concomitância com a Fórmula 1 a 12-14 de Maio no Circuit de Barcelona – Catalunya Espanha, 7-9 Julho no Red Bull Ring em Spielberg, Áustria, 14-16 de Julho em Silverstone, 28-30 de Julho em Hungaroring, Budapeste, 25-27 de Agosto no Circuit de Spa-Francorchamps, Bélgica, 1-3 de Setembro no Autodromo Nazionale Monza, Itália, e 24-26 de Novembro no Yas Marina Circuit em Abu Dhabi, Emiratos Árabes Unidos. O único fim-de-semana que não acompanhará a Fórmula 1 será o realizado em Jerez, Espanha, nos dias 6-8 de Outubro.

 

Maini conquistou o seu primeiro título em 2007 quando venceu Rotax Mini Max National Championship. Numerosas vitórias e pódios seguiram-se antes de Maini iniciar a sua transição para os monolugares. Venceu em 2013 a Formula BMW Super Six Series, na Ásia, e terminou em segundo o Campeonato BRDC de Fórmula 4, com quatro triunfos, dez pódios, cinco pole-positions e seis voltas mais rápidas. Em 2015, Maini competiu na Toyota Racing Series, na Nova Zelândia, terminando no quarto posto, com duas vitórias, cinco pódios, três pole-positions e duas voltas mais rápidas – uma performance que o levou até à GP3 em 2016.

 

 

-HaasF1Team-

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

RUSSIAN GRAND PRIX QUALIFYING
 
FERRARI CLAIMS FIRST AND SECOND IN QUALIFYING ON ULTRASOFT  WITH A POLE TIME MORE THAN TWO SECONDS FASTER THAN LAST YEAR
 
ONLY FERRARI USES THE SUPERSOFT IN Q1 ULTRASOFT FOR EVERYONE ELSE FROM START TO FINISH IN QUALIFYING
 
ONE PIT STOP CONFIRMED AS MOST LIKELY RACE STRATEGY 
  – Qualifying took place in dry and warm conditions in Sochi, with the final session getting away with 26 degrees ambient and 40 on track. Ferrari was the only team to use the supersoft in qualifying, with both Sebastian Vettel and Kimi Raikkonen getting through to Q2 with the red tyre. From then on, only the purple ultrasoft was used, with Ferrari claiming first and second on the grid, having also gone quickest with Vettel in the similar conditions of FP3 this morning.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The key to qualifying was the preparation of the tyres on the warm-up lap, with some drivers choosing one, and others preferring two, in order to extract the maximum performance. On the final run, Vettel did two warm-up laps, while Raikkonen chose one. This precise tyre management was a highlight of an exciting and closely-fought session with some very close margins at the finish. Apart from that, it was a straightforward qualifying session today, with the tyres behaving exactly as we expected. As we’ve seen from the past the surface remains quite slippery here, despite some natural ageing of the asphalt.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Not used today; might form part of an alternative onestop strategy tomorrow Only used by Ferrari in Q1. Some drivers out of top 10 may start the race on them The key qualifying tyre, around a second faster than supersoft.   
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m34.001s ULTRASOFT NEW
 
 
 
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
 
Raikkonen 1m34.338s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m34.364s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m 33.194s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m33.253s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m33.289s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m33.767s ULTRASOFT NEW
Ricciardo      1m34.905s  ULTRASOFT NEW
Massa 1m35.110s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m35.161s ULTRASOFT NEW
Hulkenberg 1m35.285s ULTRASOFT NEW
Perez 1m35.337s ULTRASOFT USED
Ocon 1m35.430s ULTRASOFT USED
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Bottas 16
SUPERSOFT Kvyat 25
ULTRASOFT Bottas 32
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Vettel 1m37.726s
SUPERSOFT Vettel 1m34.493s
ULTRASOFT Vettel 1m33.194s

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

ADRENALINA GARANTIDA

 

Já se encontra nas boxes de Barcelona em Espanha um Fórmula 1 bi -lugar que por curiosidade já tinha marcado presença na jornada inagural do Mundial de Fórmula 1 na Austrália.Para os "sortudos" que vão poder andar nele.... adrenalina garanAB3 CopyAB4 CopyAB5 CopyAB6 Copytida.....

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

BARCELONA - ESPANHA

 

O SEGREDO É A ALMA DO NEGÓCIO....

 

QUE PREPARA A RED BULL PARA O GP DE ESPANHA JÁ ESTO FIM DE SEMANA

 

 

 

  1. O que se esconde em Barcelona para lá destes taipais? Um RB13b? Um RB14?

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOVO DIRECTOR DE COMUNICAÇÃO PARA OS GP DE F1

 

 

 

 

  1. Luca Colojanni, ex-Ferrari e Marussia, foi escolhido pela Liberty como o novo director de comunicação para os GP de F1.

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

  1. HAAS CHEGA À INDIA

 

Haas F1 Team has signed Indian racer Arjun Maini as a development driver alongside 18-year-old American Santino Ferrucci.

The 19-year-old Maini is competing in the GP3 Series for Jenzer Motorsport after running 14 of the 18 GP3 Series races in 2016. Despite missing the first four races, Maini finished 10th in the championship standings with a best finish of second, earned July 23 at the Hungaroring in Budapest.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

RUSSIAN GRAND PRIX RACE
 
MERCEDES DRIVER VALTTERI BOTTAS WINS WITH ONE-STOP STRATEGY, AFTER GREAT DUEL AGAINST SEBASTIAN VETTEL’S FERRARI AT THE END
 
HIGHEST TEMPERATURES SEEN ALL WEEKEND:  ONE-STOP FOR THE MAJORITY OF DRIVERS AS EXPECTED
 
SOME BLISTERING NOTED DUE TO THE LONG TURN 3 AT SOCHI  BUT THIS DOES NOT IMPACT ON TYRE PERFORMANCE  
  – The Russian Grand Prix was won with a one-stop strategy by Mercedes driver Valtteri Bottas, who claimed his debut victory. Just one pit stop was used by nearly all drivers, as has always been the case in Sochi. The Finn took the lead on the first corner from third on the grid using ultrasoft, stopping for the supersoft tyre before his key rival: Ferrari’s Sebastian Vettel. Vettel stayed out six laps longer, using his fresh tyres to catch Bottas in the closing stages of the race. The top eight all used an ultrasoft-supersoft strategy.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The Russian Grand Prix played out as we expected it to strategically, despite an early safety car and temperatures that were the highest we have seen all weekend. There was a small amount of blistering on the front left tyre for some drivers, due to the long Turn 3, but this didn’t influence performance. The smooth surface meant that it was a onestopper for the vast majority of competitors, with low degradation as expected. We saw some different thinking about the timing of the pit stops, especially from Bottas and Vettel, which made for an exciting run to the chequered flag.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
 
 
 
 
  
-
Raikkonen 1m36.844s
Vettel 1m38.197s
-
Vettel 1m37.312s
Massa 1m38.232s
-
Bottas 1m37.367s
Bottas 1m38.350s
COMPOUND DRIVER LAPS
SUPERSOFT Magnussen, Kvyat 30
ULTRASOFT Hulkenberg 40
 
 
 
 
 
 
TRUTHOMETER Strategically, the race developed as expected. We thought that the fastest strategy would be a one-stopper going from ultrasoft to supersoft after lap 26. Bottas stopped on lap 28, while Vettel hung on for six laps more before making his stop. The timing of everybody’s stops was influenced by the early safety car.
 
 

 

HAAS É NOTICIA

 

O Americano Santino Ferrucci Continua Como Piloto de Desenvolvimento da

Haas F1 Team

O Americano de Dezoito Anos Continua Integrado na Equipa Americana Enquanto Compete na GP3

 

– O americano Santino Ferrucci continuará em 2017 com a Haas F1 Team como piloto de desenvolvimento, enquanto disputa a sua segunda temporada de GP3 Series com a DAMS.

 

Ferrucci juntou-se à Haas F1 Team no ano passado, participando numa sessão de testes de dois dias organizado nos dias 12 e 13 de Julho em Silverstone, Inglaterra. Ao pilotar o Haas VF-16, Ferrucci tornou-se no primeiro americano a pilotar um monolugar da Fórmula 1 americano desde 9 de Outubro de 1977, quando Danny Ongais pilotou um Penske PC4 no Grande Prémio do Canadá, que se realizou na Mosport International Raceway, em Bowmanville, Ontario.

 

Ferrucci, de 18 anos, originário de Woodbury, Conneticut, integrou a Haas F1 Team em todas as oportunidades, tendo assistido a corridas, testes ao longo do ano, participando ainda no programa de simulador da equipa.

 

Ferrucci prossegue com a DAMS na sua segunda temporada de GP3, acompanhando este campeonato a Fórmula 1 em sete das suas oito datas, sendo o único fim-de-semana que não terá a companhia da categoria máxima do desporto automóvel o que se realiza no Circuito de Jerez, em Espanha, o penúltimo round da época.

 

A DAMS é uma equipa bem-sucedida que ajudou diversos pilotos a alcançar o Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, incluindo os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen. Grosjean conquistou três campeonatos com a DAMS – a Auto GP 2010, a GP2 Asia Series 2011 e a GP2 Series 2011. Magnussen venceu a Fórmula Renault 3.5 Series em 2013 com a DAMS.

 

“Estamos satisfeitos por ter o Santino novamente connosco e estamos atentos ao seu desenvolvimento na GP3”, disse Gunther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. “Gostamos do que vimos no teste que ele fez connosco o ano passado em Silverstone e a sua maturidade, quer dentro quer fora do carro, foi impressionante. O Santino é um jovem piloto americano com muito potencial que está a aprender muito com a DAMS e connosco.”

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos. Agora, na sua segunda temporada, a Haas F1 Team pretende evoluir a partir da sua estreia impressionante, quando terminou no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com 29 pontos.

 

“Já o disse no ano passado, quando comecei a fazer parte da Haas F1 Team – o meu objectivo desde que comecei nas corridas é tornar-me piloto de Fórmula 1 e ser um americano a fazer parte de uma equipa americana é algo que me deixa muito orgulhoso”, disse Ferrucci. “Aprendi muito na GP3 com a DAMS e com a Haas F1 Team, no ano passado. A combinação dos dois programas permitiu-me aprender mais e de uma forma mais rápida. Sinto que este ano estou muito mais bem preparado. Estou ansioso pelo início da temporada”.

 

A GP3 Series disputa-se em concomitância com a Fórmula 1 a 12-14 de Maio no Circuit de Barcelona – Catalunya Espanha, 7-9 Julho no Red Bull Ring em Spielberg, Áustria, 14-16 de Julho em Silverstone, 28-30 de Julho em Hungaroring, Budapeste, 25-27 de Agosto no Circuit de Spa-Francorchamps, Bélgica, 1-3 de Setembro no Autodromo Nazionale Monza, Itália, e 24-26 de Novembro no Yas Marina Circuit em Abu Dhabi, Emiratos Árabes Unidos.

Como muitos pilotos, o Ferrucci iniciou a sua carreira no karting. Com cinco anos já viajava pelos Estados Unidos da América e pela Europa. Com onze anos Ferrucci era já multi-campeão.

 

Em 2013, Ferrucci estreou-se nos monolugares, ao competir na Fórmula 2000 e na Skip Racing Barber Racing Series. Ferrucci venceu a sua corrida de estreia na Skip Barber Racing Series, realizada na Speedway de Homestead-Miami, e conquistou cinco vitórias, duas pole-positions e três voltas mais rápidas até à conclusão da época. Na Fórmula 2000, Ferrucci nunca terminou fora dos quatro primeiros nas seis corridas que disputou, que ostentavam grelhas de trinta e sete ou mais carros.

 

A temporada de 2014 viu Ferrucci realizar o Campeonato Britânico de Fórmula 3. Venceu duas corridas, ambas em Brands Hatch, tornando-se no mais jovem vencedor da competição, quando tinha dezasseis anos, dois meses e trinta dias.

 

Em 2015, Ferrucci continuou a evoluir nos monolugares, competindo na Toyota Racing Series New Zeland e no Campeonato da Europa FIA de Fórmula 3. Ferrucci terminou a Toyota Racing Series New Zeland no terceiro lugar, conquistando uma vitória e cinco pódios, naquele que foi o primeiro campeonato de monolugares que completou.

 

A ascensão de Ferrucci nos monolugares continua a avançar em 2016, com a sua participação na GP3 Series com a DAMS sublinhada por um terceiro lugar em Spa-Francorchamps, a 27 de Agosto. Realizou também a sua estreia nas corridas de carros de GT, vencendo na sua estreia no Lamborghini Blancpain Super Trofeo, corrida disputada a 15 de Setembor no Circuit of the Americas, Texas.

 

-HaasF1Team-

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Russian Grand Prix Race – Infographics


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NO PADDOCK DE BARCELONA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

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UMA BOMBA NA FÓRMULA 1 ???

 

 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

UMA BOMBA NA FÓRMULA 1

 

SEBASTIEN VETTEL PILOTO DA FERRARI TEM UM PRÉ ACORDO PARA 2018 COM A MERCEDES???18341725 10209275090137267_2249315657184735245_n_Copy

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

JÁ PARA O GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA

 

 

A equipa da Mercedes de Fórmula 1 , cumpre assim as  novas regras para números e identificação dos pilotos na F1. Ao mesmo tempo, tem uma nova barbatana, que já será vista no Grande Prémio de EsAC19 CopyAC20 CopyAC21 Copypanha de Fórmula 1,  muito em breve.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

ANTEVISÃO GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA 
 
Ronda 5 de 20 Barcelona, 12-14 Maio 2017 
  – Pela primeira vez a Pirelli irá trazer os três compostos mais duros da gama de Fórmula 1: P Zero Laranja Duro, P Zero Branco médio e P Zero Amarelo macio. Facto, face à notória exigência do circuito da Catalunha sob os pneus, pelas suas reconhecidas curvas longas e rápidas, bem como pelo asfalto abrasivo da pista e possibilidade de tempo quente. Barcelona é um dos circuitos que provavelmente as equipes conhecem melhor, por ser um local habitual de testes, já com duas sessões no início deste ano, no entanto muita coisa mudou desde a ultima visita há dois meses atrás…..
 
OS TRÊS COMPOSTOS NOMEADOS
  
 
 
O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DOS  PNEU
 
 
 
 As equipes vão usar as recentes evoluções, o que pode alterar as prestações dos pneus face aos ultimos testes.    Nos testes houve uma diferença de mais de 1,5 segundos entre os compostos médio e Macio: espera-se que isso venha a diminuir.  Frente esquerda é mais afetada.  Provavelmente haverá mais que uma paragem, devido ao desgaste e degradação tradicionalmente elevadas.  As equipes colocam uma elevada aerodinâmica, acrescendo cargas laterais e verticais nos pneus.   Após a corrida, continua o programa de testes da Pirelli 2018, com a Renault e a Toro Rosso na terça e quarta-feira.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARIO ISOLA – DIRETOR DESPORTIVO
 
“Esta é a ultima corrida onde as nomeações são fixadas para cada equipe. A partir do Mónaco, os pilotos irão realizar as suas próprias escolhas sobre a quantidade de cada composto que gostariam de nomear. Barcelona é um local bem conhecido,  onde a evolução aerodinâmica dos automóveis reforçada pelas mais recentes melhorias trazidas para Espanha, significa que a performance foi aumentada, no entanto os níveis de degradação também podem ser mais elevados quando comparados com os dos testes. Para além disto, são esperadas condições climatéricas mais questes do que as de fevereiro.”
 
 
 
O QUE HÁ DE NOVO?
 
 O composto duro surge pela primeira vez num GP de 2017.  Ultima ronda de nomeações idênticas: Sete conjuntos disponíveis de compostos mais suaves, quatro conjuntos de composto médio e dois de composto duro.  Muitas equipes irão trazer para Barcelona um carro de especificações “B”, alternando com pequenas afinações ou alterações substanciais – dependendo da equipe.
 
 
 
 
AS PRESSÕES MINÍMAS DE INÍCIO EM ESPANHA (SLICKS)
 
 
 
22.5  psi (dianteiros) | 20  psi (traseiros)
 
 
 
 
EOS  CAMBER (Limite)
 
 
 
 
-3.50 (dianteiro) | -2 (traseiro)
 
 

 

FORMULA E DA JAGUAR NO MÓNACO

 

PANASONIC JAGUAR RACING A CAMINHO

DAS RUAS EMBLEMÁTICAS DO MÓNACO

 

 

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Com os primeiros pontos obtidos no ePrix da Cidade do México, a equipa Panasonic Jaguar Racing prepara-se agora para a etapa europeia do Campeonato FIA de Fórmula E.

Com início no ePrix do Mónaco em 13 de maio, todas as dez equipas de Fórmula E rumam a Paris e depois até à Alemanha, para uma prova dupla em Berlim. Seguidamente, o campeonato avança para a América do Norte para corridas inaugurais em Nova Iorque e para a ronda final, uma prova dupla em Montreal.

A mais recente equipa a juntar-se à série, a Panasonic Jaguar Racing, manteve a calma na última corrida na Cidade do México para conquistar 16 pontos no campeonato, com Mitch Evans e Adam Carrol a terminarem em 4.º e 8.º, respetivamente. Foi apenas a quarta corrida da equipa desde a sua estreia em Hong Kong em outubro passado.

A equipa britânica viaja agora para este principado que desde 1929 recebe algumas das mais famosas competições motorizadas de todo o mundo. A Jaguar está ansiosa por correr neste circuito glamoroso, há muito considerado como o mais técnico a enfrentar por qualquer piloto.

A pista de 1,76 km e 12 curvas é uma versão abreviada do circuito histórico do grande prémio, que aproveita a mesma linha de chegada e partida e o complexo das boxes. Mas, em vez de continuar pela colina acima até à Praça do Casino, os automóveis fazem uma curva súbita à direita em Sainte Devote e regressam ao circuito por uma curva fechada na saída do túnel.

O Jaguar I-PACE Concept fará a sua estreia ePrix no stand Panasonic Jaguar Racing, na Allianz eVillage. O SUV conceptual elétrico de performance antecipa o primeiro veículo elétrico da marca, que será revelado no final de 2017 e que estará nas estradas na segunda metade de 2018. Neste momento, a Jaguar é a marca automóvel com o crescimento mais rápido na Europa.

Depois de pontuar na Cidade do México, como se sente a equipa antes das corridas europeias?

James Barclay, Team Director, Panasonic Jaguar Racing:O ePrix do México foi um dia especial. Com provavelmente as corridas mais emocionantes e competitivas na história da série, alcançar e festejar os nossos primeiros pontos no campeonato é algo que não esqueceremos assim tão depressa. Sair incólume de uma corrida tão turbulenta foi uma proeza, mas manter a calma e conseguir que o Mitch e Adam tivessem um ritmo tão competitivo e obtivessem os primeiros pontos para a equipa foi algo muito excecional.”

“Dito isto, as nossas expectativas para as próximas corridas continuam controladas, de forma a ser possível compreender e conhecer as exigências únicas da Fórmula E. Aprendemos imenso em todas as corridas e a aperfeiçoamos continuamente a nossa abordagem para cada prova. Temos trabalhado arduamente para aproveitar a experiência das últimas corridas e estamos entusiasmados com os desafios que se avizinham nas corridas europeias. É óbvio que mal podemos esperar para regressar às pistas e continuar a nossa jornada.”

O Mónaco é um circuito emblemático por muitas razões. O que espera a equipa ao correr aqui?

JB: “O Mónaco é um lugar muito especial. Mesmo aqueles que não seguem os desportos motorizados conhecem a importância e o legado das corridas nas ruas do principado. Enquanto equipa, muitos dos nossos heróis correram aqui e vários dos grandes momentos deste nosso desporto desenrolaram-se no mesmo asfalto que vamos partilhar no sábado.”

“Vamos para um circuito onde muitas outras equipas e pilotos já competiram antes, pelo que estamos concentrados em proporcionar aos nossos pilotos um automóvel competitivo. O Adam e o Mitch possuem um historial sólido no Mónaco noutras categorias e estão ambos bastante entusiasmados por agarrar no volante dos seus I-TYPE.”

Adam, venceste no Mónaco em GP2. Como vais aproveitar esta experiência no ePrix do Mónaco?

Adam Carroll, n.º 47: Venci a primeira corrida de GP2 do Mónaco em 2005. Foi uma prova árdua e nesse dia partilhei o pódio com Gianmaria Bruni e o atual campeão de F1, Nico Rosberg. Conheço bem o circuito de F1, bem como o resto do pelotão, e espero que a minha experiência me ajude a superar novamente este circuito exigente.O tempo pode ser bastante frio e complicar tudo, mas espero pressionar e descobrir os limites o mais rápido possível.”

Quais são as dificuldades de correr no Mónaco?

AC:O Mónaco é um desafio por várias razões, especialmente pelo circuito serpenteante e apertado. Apesar de estarmos habituados à corrida urbana na Fórmula E, o Mónaco está noutro patamar. Põe à prova qualquer piloto e adoramos este desafio. É emocionante levar o futuro dos desportos motorizados a este local histórico.”

O Mónaco também é famoso pelas corridas molhadas. Tudo pode acontecer aqui. Por estas razões, a qualificação torna-se ainda mais importante. Tenho a certeza de que haverá muitas ultrapassagens nesta corrida mas o objetivo será sempre conseguir o melhor arranque possível.”

Mitch, tiveste duas corridas fortes seguidas. Como estás a adaptar-te às exigências da Fórmula E?

Mitch Evans, n.º 20: “O México foi uma corrida realmente dura, mas divertida. Não consigo lembrar-me de uma corrida com tanto a acontecer à minha volta, mas senti-me bem a conduzir no limite. Tive sorte nas últimas voltas por não ter sofrido danos graves quando fui atingido por trás. Conseguir os primeiros pontos em Fórmula E pela Panasonic Jaguar Racing logo na nossa quarta corrida foi um sonho tornado realidade.”

Este circuito é um território que conheces bem, depois de teres corrido aqui várias vezes em GP2. O que torna o Mónaco especial para os pilotos?

ME: As ruas do Mónaco são famosas por serem um dos maiores testes que um piloto pode enfrentar e não espero que o circuito de Fórmula E seja um desafio inferior. Sempre gostei de correr aqui e subi ao pódio de GP2 no Mónaco por três vezes. O ePrix do Mónaco na primeira temporada foi uma loucura, com uma enorme colisão na primeira curva da primeira volta. Penso que todos os pilotos estarão motivados para dar o seu melhor este ano. Uma performance forte no Mónaco significa muito para um piloto e todos nós vinte queremos mostrar aquilo que conseguimos fazer.”

 

Para mais informações sobre a Jaguar aceda a www.media.jaguar.com

Mais vídeos em alta resolução em www.broadcast.jaguarlandrover.com

Notas à redação:

A Jaguar regressou à competição em outubro de 2016, tornando-se o primeiro fabricante premium a participar na competição elétrica FIA Fórmula E.

O programa de Fórmula E da Jaguar trará vantagens notórias para a eletrificação dos futuros automóveis de estrada da Jaguar Land Rover, tendo sido concebido com base no princípio fundador da equipa: "Race to innovate". 

Os construtores podem projetar os seus próprios sistemas de propulsão, que incluem o motor, a transmissão, o inversor e a suspensão traseira. Entre os componentes comuns a todas as equipas incluem-se o chassis e a bateria em fibra de carbono, que contribuem para o controlo de custos. O principal objetivo é o desenvolvimento de sistemas de propulsão elétricos.

Para além do seu conceito 100 % elétrico, a Fórmula E também se distingue no mundo da competição automóvel pela escolha dos locais. Com a exceção do ePrix do México, todas as rondas do campeonato se realizam em circuitos temporários nas ruas do centro das principais cidades mundiais.

Cada dia de corrida envolve a ação total na pista, incluindo os treinos, a classificativa e a corrida em si, que se realizam num único dia. O calendário de 2016/17 conta com 12 corridas em nove cidades, incluindo provas duplas em Berlim, Nova Iorque e a final da temporada em Montreal.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

PIRELLI ANNOUNCES COMPOUND CHOICES AND MANDATORY SETS  FOR THE 2017 AUSTRIAN GRANDS PRIX 
 
- Pirelli announces the following compounds for the ninth round of the 2017 Formula One season (July 7 - 9).
 
 
 
 
 
(1) Each driver must save for Q3 one set of the softest of the three nominated compounds. This set will be given back to Pirelli after Q3 for those who qualify in the top 10, but the remaining drivers will keep it for the race – as is the case currently.
 
(2) Each driver must have both these sets available for the race and must use at least one of them.
 
The teams are free to choose the remaining 10 sets (excluding the first five events this year, so until Spain, where Pirelli allocate the sets) thus making up 13 sets in total for the weekend.
 
THE TYRES NOMINATED SO FAR*:
 
 
 
(*) The regulations mean that the tyre sets choice for the long-haul events has to be made by the teams 14 weeks in advance, whereas for the European races the deadline is 8 weeks in advance.

 

35 ANOS DE SAUDADE GILLES VILLENEUVE

Foi há 35 anos que nos deixou, tinha tanto de endiabrado como louco... e era também nisso que fazia a diferença

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

GRANDE PRÉMIO DA RÚSSIA CORRIDA
 
PILOTO DA MERCEDES, VALTTERI BOTTAS, VENCE COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM, APÓS UM GRANDE DUELO CONTRA SEBASTIAN VETTEL, DA FERRARI, NO FINAL
 
TEMPERATURAS MAIS QUENTES REGISTADAS DURANTE TODO O FIM-DE-SEMANA: ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM PARA A MAIORIA DOS PILOTOS COMO PREVISTO
 
ALGUMAS BOLHAS SURGIRAM DEVIDO À LONGA 3ª VOLTA DE SOCHI, MAS TAL NÃO INFLUENCIOU A PERFORMANCE DOS PNEUS 
 
 
O Grande Prémio da Rússia foi ganho com a estratégia de uma paragem pelo piloto da Mercedes, Valtteri Bottas, que alcançou a sua primeira vitória. Esta estratégia foi utilizada pela grande maioria dos pilotos, como tem sido hábito em Sochi. O finlandês assumiu a dianteira da corrida logo na primeira curva, partindo em terceiro na grelha com pneus ultramacios e alternando para supermacios antes do seu principal rival: Sebastian Vettel, da Ferrari. Vettel percorreu ainda mais seis voltas antes de parar, utilizando os seus novos pneus para apanhar Bottas na fase final da corrida. Todos os classificados no Top 8 da corrida recorreram à estratégia ultramacio-supermacio.
 
MARIO ISOLA – DIRETOR DESPORTIVO “O Grande Prémio da Rússia decorreu como esperávamos estrategicamente, apesar de um safety car antecipado e das temperaturas mais quentes que alguma vez sentimos durante todo o fim-de-semana. Houve alguns casos de bolhas no pneu dianteiro esquerdo, devido à longa 3ª volta, mas tal não influenciou a sua performance. A pista macia significou que haveria a estratégia de uma paragem para a grande maioria dos pilotos, com pouca degradação como previsto. Vimos algumas ideias alternativas relativas ao tempo nas pit stops, especialmente do Bottas e do Vettel, que tornaram a corrida até à bandeira axadrezada ainda mais excitante.”
 
MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
-
Raikkonen 1m36.844s
Vettel 1m38.197s
-
Vettel 1m37.312s
Massa 1m38.232s
-
Bottas 1m37.367s
Bottas 1m38.350s
 
 
 
 
MAIOR NÚMERO DE VOLTAS DA CORRIDA POR COMPOSTO
 
 
 
PREVISÃO Estrategicamente, a corrida decorreu como esperado. Pensámos que a estratégia mais rápida seria a de uma paragem passando de ultramacio para supermacio após a 26ª volta. Bottas parou na 28ª volta, enquanto Vettel aguentou seis voltas até parar. O tempo de paragem para todos os pilotos foi influenciado por um safety car antecipado

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

GP RUSSIA

 

A Ferrari vai largar da primeira linha da grelha, onde Vettel e Raikonen foram os autores dos melhores tempos, tendo atrás de si os Mercedes de Bottas e Hamilton.Depois surge o Red Bull de Ricciardo, seguido pelo Williams de Massa.

 

A setim aposição foi para o Red Bull de Verstappen, logo seguido pelo Renault de Hulkenberg, que teve na sua esteira os dois Force INdia de Perez e Ocon.18193978 10209186627605759_6678782754816667605_n_Copy

 

HAAS NO GP DA RUSSIA

 

www.HaasF1Team.com

 

 

 

 

 

Evento:  1ª e 2ª Sessões de Treinos-Livres

Date:  Sexta-Feira, 28 de Abril

Local:  Sochi Autodrom

Layout:  5,848 quilómetros, circuito de 18 curvas

Condições Climatéricas na 1ª Sessão:  Sol

Temperatura do Ar na 1ª Sessão:  19,6-22,9ºC

Temperatura da pista na 1ª Sessão:  24-37,7ºC

Condições Climatéricas na 2ª Sessão:  Sol

Temperatura do Ar na 2ª Sessão:   21,8/23ºC

Temperatura da pista na 2ª Sessão34.7/40.9ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen

 

 

 

 

Magnussen:  12º (1m38,747s), 23 voltas

Grosjean:  16º (1m39,533s), 17 voltas

Piloto mais rápido:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m36,074s)

Mais voltas completadas:  Lance Stroll da Williams (30 voltas)

 

 

 

 

Magnussen:  9º (1m36,506s), 31 voltas

Grosjean:  14º (1m37,039s), 31 voltas

Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m34,120s)

Mais voltas completadas:  Felipe Massa da Williams e Esteban Ocon da Force India (39 voltas)

 

 

 

 

O quarto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 iniciou-se hoje com as sessões de treinos-livres no Autódromo de Sochi, tendo as equipas iniciado a preparação para o Grande Prémio da Rússia, que se realiza no domingo.

 

As duas sessões de treinos-livres com noventa minutos no circuito de 5,848 quilómetros e dezoito curvas permitiram aos pilotos da Haas F1 Team Romain Grosjean e Kevin Magnussen preparar os seus respectivos carros para a qualificação de sábado e para a corrida de cinquenta e três voltas de domingo, assim como aclimatizarem-se ao novo fornecedor de travões de da equipa – Carbon Industrie.

 

Apesar de ambos os pilotos terem testado os travões da Carbon Industrie durante dois dias após o Grande Prémio do Bahrein, Sochi marcou a primeira vez que este set-up de travões foi utilizado em competição.

 

A incrível superfície suave do Autódromo de Sochi exige muita da aderência e sublinha o desafio de manter o carro colado ao asfalto, o que é multiplicado quando o fornecedor de travões é alterado.

 

Magnussen foi o primeiro piloto da Haas F1 Team a iniciar a primeira sessão, seguido pouco depois por Grosjean. Ambos os pilotos realizaram o mesmo programa – a volta de instalação com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio e, depois, uma série de voltas básica com as mesmas borrachas, mudando para os supermacios para mais dois “runs”, sempre com o mesmo jogo.

 

Magnussen registou vinte e três voltas na primeira sessão, tendo seu melhor tempo surgido na sua última volta lançada – 1m38,747s o que o colocou no décimo segundo lugar. Grosjean totalizou dezassete voltas, tendo o seu melhor registo surgido, também, na sua última volta lançada – 1m39,533s, o que o deixou no décimo sexto posto da tabela de tempos. Ambos os pilotos realizaram os seus melhores cronos com pneus supermacios.

 

Kimi Raikkonen, da Scuderia Ferrari, liderou a primeira sessão, com a marca de 1m36,074s, o que deixou, Valtteri Bottas, da Mercedes, a 0,045s. A melhor volta de Raikkonen foi 0,737s mais rápido que a melhor volta alguma vez realizada no Autódromo de Sochi – 1m35,337s, efectuada por Nico Rosberg, em Mercedes, durante a qualificação do Grande Prémio da Rússia do ano passado.

 

Este novo recorde acabou por cair logo na segunda sessão, graças ao incremento dos níveis de aderência, o que permitiu um aumento do ritmo, em parte devido ao uso de pneus ultramacios por parte das equipas, os pneumáticos mais aderentes da Pirelli.

 

Ambos os pilotos da Haas F1 Team melhoraram os seus tempos da primeira sessão e subiram na tabela de tempos. Magnussen melhorou a sua marca da primeira sessão em 2,242s, registando o tempo de 1m36,506s na sua décima quarta volta com ultramacios. Grosjean desceu o seu crono em 2,494s, 1m37,039s, também em ultramacios. Cada um dos pilotos completou trinta e uma voltas durante a segunda sessão.

 

A Scuderia Ferrari permaneceu a mais rápida, com o colega de equipa de Raikkonen, Sebastian Vettel, a liderar a segunda sessão com o registo de 1m34,120s, deixando Raikkonen a 0,263s e batendo o anterior recorde da pista, assinado por Rosberg, em 1,217s.

 

Nas duas sessões, os pilotos da Haas f1 Team completaram um total de 102 voltas – 54 realizadas por Magnussen e 48 por Grosjean.

 

 

 

 

Temos pouca aderência. Estamos em dificuldades com o equilíbrio. Tivemos alguns problemas com os travões nas séries longas de voltas. Temos que olhar melhor para elas. No geral, foi uma sexta-feira difícil. O carro não esteve bem – tivemos pouca aderência com pouco combustível e com muito. Esperamos encontrar alguma performance e aproximar-nos do Kevin e regressar aos dez primeiros.”

 

 

 

 

Estou satisfeito. Passámos o dia sem problemas no carro. Completámos o programa, isso é muito satisfatório. A sensação inicial com o carro é boa. Temos que analisar algumas dificuldades com o equilíbrio, coisas normais, mas a base é boa. A pista está a evoluir a cada sessão, mas o equilíbrio do carro é semelhante, isso é um bom sinal. Vamos continuar a trabalhar e tentar resolver as pequenas dificuldades de equilíbrio que temos. Como disse, a base do carro é boa, temos apenas que trabalhar nos detalhes.”

 

 

 

 

Foi um dia ocupado. Estamos numa pista que não é muito usada. Ainda tem baixos níveis de aderência, mas de manhã cada volta que se fazia era feita mais depressa, dado que todos limpavam a pista. Tivemos muito para fazer e penso que fizemos muito. Ainda não temos todos os resultados, dado que temos que analisar os dados. Diria que os problemas que tivemos com os travões se devem ao facto de serem novos para nós. Temos que descobrir como funcionam. Temos que analisar todos os dados, vamos decidir amanhã o que vamos fazer e como vamos continuar. No fundo, tivemos um dia muito frutuoso. Completámos muitas voltas e aprendemos muito. Agora temos que dar o melhor com o que temos na qualificação de amanhã.”

 

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (12h00-13h00) antes do início da qualificação, às 15h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

 

 

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Mike Arning

Head of Communication

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Stuart Morrison

Senior Press Officer 

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Press Officer para Haas Factory Outlet Portugal

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SOUVENIR DA RUSSIA

 

SOUVENIR DA RUSSIA

 

  1. матрёшка ! Ou será alonsoyoska e massayoska?

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

 

  1. Seria algo para achar muita piada. E nos dias de hoje não tenho duvidas que teria muito mais impacto que teve o original Tyrrell P34 quando em Jarama se estreou nos treinos para um GP, fará domingo, dia 30 de Abril, 41 anos.

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

GP RUSSIA

 

  1. F1 SOCHI FP2: Ferrari mais à frente.

 

INDY 500

Indy 500 Driver Jay Howard to be Sponsored by Fertility Center as part of Infertility Awareness Initiative
Midwest Fertility Specialists Launch Campaign During National Infertility Awareness Week
 
- During National Infertility Awareness Week, Midwest Fertility Specialists is encouraging those who have experienced fertility issues to start a conversation and reduce the stigma around this condition. The practice is partnering with VERIZON IndyCar & Indy 500 driver Jay Howard and his wife Courtney, two Midwest Fertility patients who fought a long battle with infertility.
 
"Infertility is nothing to be ashamed of," Howard says. "The more you talk about it, the more of a chance you have of getting pointed in the right direction and getting help."
 
One in eight couples in the United States has experienced difficulty conceiving, according to the Centers for Disease Control and Prevention (CDC). The Howards are sharing their story to encourage couples to ask questions and reach out if they need help. Despite how common infertility is, it is often considered a taboo topic that many people are embarrassed to discuss.
 
"As a woman, it's ingrained in us that it's part of a natural process, that we should be able to have a child," Courtney says. "But [infertility] is not your fault. It's nothing you did wrong."
 
Infertility is not always due to a woman's inability to get pregnant. Only one third of infertility cases are due to issues with the female. An additional one third of cases are due to the male, and one third are due to both partners or are unexplained.
 
"Many people blame themselves or feel a sense of guilt about their inability to get pregnant naturally," says Dr. Laura Reuter, reproductive endocrinologist at Midwest Fertility Specialists. "Infertility is often due to factors out of your control, and there is absolutely no shame in seeking help to start a family."
 
The Howards knew that conceiving naturally was going to be difficult for them due to Courtney's medical history - she sustained a traumatic brain injury in 2007. The couple worked for nearly five years to start a family on their own and with other fertility practices before coming to Midwest Fertility.
 
"The moment we walked into Midwest Fertility, I just felt good about something," Jay says. "I am a big believer in, if you feel good about something, there's a reason why."
 
And Jay's instinct proved to be right. Using their own embryo and a gestational carrier, also known as a surrogate, the Howards were able to successfully become pregnant.
 
"It's a common misconception that infertility treatment is simply in vitro fertilization," explains Dr. Bradford Bopp, reproductive endocrinologist at Midwest Fertility. "There are a number of different treatment paths we can take based on a patient's unique situation. For some patients, that is IVF. For others it's an egg donor, and for others it's a gestational carrier."
 
The Howards' just celebrated their son Hudson's his first birthday, and his parents couldn't be more grateful for their "miracle child."
 
"I dreamed about the day our child was born," Courtney says. "To see him and to hear him cry, and to look at him and think he looks just like Jay and he's ours. I couldn't believe this day had finally arrived."
 
Jay will race in the 101st running of the Indianapolis 500 this year in the No. 77 Team One Cure car in partnership with the Tony Stewart Foundation and under the banner of Schmidt Peterson Motorsports. While he has competed at the Indianapolis Motor Speedway before, this year, his son will be watching him for the first time.
 
"I'm sure it's going to be a very different feeling," Jay says. "I think I'm the luckiest person in the world right now."

 

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João Raposo

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